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Conversación con Augusto de Franco I

Conversación con Augusto de Franco I

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Conversación realizada en La Escola de Redes sobre Redes sociales, Biología-Cultural y ciencia de redes. Por Ignacio Muñoz Cristi.(Escuela Matríztica Humberto Maturana & Ximena Dávila)
Conversación realizada en La Escola de Redes sobre Redes sociales, Biología-Cultural y ciencia de redes. Por Ignacio Muñoz Cristi.(Escuela Matríztica Humberto Maturana & Ximena Dávila)

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Categories:Types, Research, Science
Published by: Ignacio Muñoz Cristi on May 14, 2010
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Redes Sociais Entendidas como RedesFechadas de Conversações no EspaçoSocial
Foro:Biología-Cultural: Ciência Nova e Arte do Habitar Humano. Ignacio Muñoz Cristiem 26 abril 2010 às 23:28Desde a biologia-cultural o conversar não é Falar, falar é uma maneira do conversar, econversar e um fluxo de vida no emaranhado de emoções e linguagem. La cultua sedescribe como uma rede fechada de conversaçoes. Y toda a atividade humana surge emredes de conversações, e cada tarefa em particular se constituye como uma forma particular de entrelaçamento de fazer , sentires e emocioes. Olheado asím, a Escola de Redes e umarede fechada de redes abiertas y fechadas de conversaçoes. Y como todas a redes sociais noé social em si mesma, depende do sentir e emoção com que se la habita.O convite aqui é pensar sobre as redes sociais a partir da comprención da biologia-culturale, em particular, da rede social que queremos juntos co-inspirar.Augusto de Francoem 27 abril 2010 at 7:56Pois é, caro Ignacio. Mas é necessário provocar uma desastabilização nessa visãoinspiradora de nosso Maturana. A plataforma Ning, que usamos aqui como ferramenta denetweaving, por certo, não é uma rede social. Mas as pessoas que interagem aqui, enquantointeragem, conformam redes sociais. Indivíduos interagindo são pessoas (humanas) e,enquanto tais, já são redes (sociais). Claro que, para fazer isso, é necessário que se atualizeuma emoção (cooperativa ou amorosa), mas não um conteúdo determinado. A provocação éimportante porquanto não é difícil confundir a co-inspiração como alguma coisa além daco-inspiração, alguma coisa que dependa de uma convicção, de um conjunto de idéias, deum ethos ao qual se deva aderir ou que se deva assumir e reproduzir.Há aqui um perigo. Redes sociais não são ajuntamentos de pessoas que se dispõemconsciente e voluntariamente a cooperar, a amar os semelhantes, a ter uma "ética". As pessoas nas redes cooperam enquanto interagem cooperativamente. E só são cooperativas(e amorosas) enquanto fazem isso. E, a rigor, só são humanas na medida em que fazem isso(não em uma rede voluntariamente construída e sim naquelas redes que existemindependentemente de nossos esforços conectivos, que nos acolheram quando nascemos econtinuam nos acolhendo enquanto vivemos). Não é que elas decidiram, antes, ser cooperativas para poder participar das redes, como quem faz uma profissão de fé paraaderir a uma nova organização inspirada por uma nova doutrina. Rede sociais não sãoclubes de anjos, não são um novo tipo de organização baseado em uma nova visão dohumano e do social. Simplesmente elas são o que são porquanto não podem não-sê-lo
 
existindo indivíduos que interagem em seu processo de humanização. O humano só seconsuma na relação com outro humano e é a relação que humaniza ambos. Nada de pensar redes sociais como um clube seleto de pessoas cooperativas. As pessoasmais cooperativas do mundo tornam-se agressivamente competitivas se estiverem imersasem constelações centralizadas de fluxos, em configurações verticais, em organizações comtopologias mais centralizadas do que distribuídas. Digo às vezes que Mohandas Gandhi ouFrancisco de Assis, se inseridos numa topologia como a do Diagrama A de Paul Baran, não poderiam ser cooperativos, amorosos e pacíficos. Não são as convicções que estão dentro da sua cabeça que determinam nada disso.Portanto, trata-se de exercer a interação em rede e não de convencer os outros do valor dacooperação, do amor e da paz. Trata-se de com-viver, de viver-em-rede, de não se organizar de modo hierárquico, de não obstruir fluxos, desatalhar clusters e excluir nodos. Trata-se denão gerar artificialmente escassez.Então, meu caro Ignácio, se, sabendo disso, na hora que eu vou me organizar, eu estruturoum cluster separado de outros clusters, com fronteiras fechadas aos fluxos, protegido dooutro para conformar uma identidade proprietária... então, nesse caso, de nada adianta sair  por aí falando do amor. Simples assim: quem quer realizar essas coisas, deve "fazer redes". Não pode erigir uma igrejinha, uma patota, uma escola (a não ser que seja uma escola-não-escola, ou seja uma comunidade de aprendizagem em rede). Nosso querido Maturana (há muito tempo admirado e amado por mim e por muitos de nós)e o pessoal da Instituto Matriztico (ou da Escola Matriztica de Santiago) devem refletir sobre essas coisas. Essa é a provocação fraterna que faço aqui.Ignacio Muñoz Cristi1 dia atrásProvocación reflectiva alegremente aceptada Don Augusto. Obrigado por su interes edesculpe meu portugñol.Me parece que voçe apunta al corazón de la cuestión con sua opinión. Antes que nadatendría que indicar que ninguém escapa al hecho de que vemos y decimos todo lo quevemos y decimos desde algún critério de distinçao, por ende todo lo que la comunidadMatríztica, y en este caso yo, comprendemos desde la biología-cultural, surge, nao comouma verdade em si, sino como um aspecto de las coherencias sistémicas distinguidas desdelas abstracciones que constituyen los criterios desde donde vemos y decimos. Muyespecialmente la naturaleza no essencial de o social, la cual es uma dinámica fluida que aveces está y a veces nao, dependiendo de la configuración de emocioes que la constituyen.Ciertamente nao se trata de invitar a ser amorosos, sino de mostrar que las condicioes de posibilidade para el surgimiento, realización y conservación de uma dinámica socialsimplemente nao se dan si nao se da una dinámica relacional de mutua aceptación (amar).Tampoco se dice aquí que haya umas relaciones buenas y otras malas, nao, sólo sondistintas. Como ocurre respecto a las relaciones laborales, que nao son sociais, sin embargoabren un ámbito de relacionamiento que posibilita otras dinámicas relacionales, entre ellaslas sociales. Así sucede por ejemplo al hacer amistad con os nossos colegas de trabalho ocon el chefe. Pero la amistad con el chefe existe en un ámbito distinto de la relación laboral
 
que se tiene con él, lo cual es observável al ver que el chefe nao responderá primariamentecomo amigo ante uma falta ao contrato laboral, sino como chefe. Igualmente el empleadoante um eventual nao cumprimento no pagamento de su salário. Y todo esto pudiendoconservar la relación amistosa, justamente porque ocurren en ámbitos disjuntos.Em seguida, sucede que lo que distinguimos al mirar cualquier dinámica social, humana onao, se puede abstraer diciendo que; en cada ocasión em cual vemos que los membros doum conjunto de seres vivos constituyen con suas conductas uma matriz relacional que actúa para elos como um medio nel que elos se realizan y conservan como tales, y existen emuma coderiva que es contingente a la sua participación en dicha trama relacional,distinguimos un sistema social. Pero esto nao ocurre si nao se da una dinámica de mutuaaceptación, la cual es un fenómeno primariamente emocional, nao racional, aún cuando se puede razonar sobre el como aquí juntos estamos facendo.Quiero dejar muy claro que, en mi experiencia, la Escola de Redes sí es un sistema social, por que lo que he distinguido hasta hora ocurre en este espacio de mutua aceptación. Dehecho, un muy particular espacio do aceptación em cual se invita a refletir compartilhadamente em torno a las condiciones de posibilidad para la ampliación de lasdinámicas de mutua aceptación que permiten la realización de una cultura democrática delas llamadas redes sociales. Mi provocación refletiva tiene a ver com invitar a olhear que losocial aquí, y en todas partes, es un fenómeno propio do sistemas dinámicos (yestructuralmente determinados) que ocurre como un fluxo, no es una propiedad intrínsecade los conjuntos de seres vivos o humanos. Ahora bien, La Escola de Redes por lo demás esun ámbito social sólo para los participantes que realizan la cultura que la constituye, lo cualqueda evidenciado no la aceptación do las tarefas a que cada uno de nos se compromete(concorda?) cumprir. Simplemente nao se acepta, o nao se permite la conservación, de as pessoas que no satisfacen el modo de convivencia que constituye la identidade de la Escola.Entonces ela nao es un espacio social para las personas que nao la habitan, y tampoco loserá para las personas que de un día para otro començen a moverse conservando umaconvivencia que contradiz o modo do habitar a que ela invita. Esto suena muito óbvio, y notiene nada de malo, siempre es así, pero sino atendemos al fundamento es fácil esquecer lanatureza dinámica del fenómeno social, que se desintegra, como voçe bem señala, cuandose perden las relaciones coínspiradas em torno ao cual la comunidade quiere conservar alcentro de suas relaciones constitutivas, como por ejemplo el enfatizar conductas que tienenque ver con el deseo de vender, o de capturar clientes no aquario, y en general todo lo quetiene que ver con violar las reglas de nossa comunidade escolar. Todo esto queda claro enel mismo decir de la Escola: “Regras da Escola-de-Redes são orientações baseadas emacordos de convivência considerados automaticamente aceitos por quem se conecta aqui.Quem não aceitar não deve se conectar. Quem violar as regras será banido do site”.Entonces Don Augusto, meu invitación central tiene a ver com mi deseo do aportar alrefletir conjunto sobre aquelo que la Escola, como comunidad humana que somos, desejaconservar en su convivencia, ya que todo irá mudando según sea lo que conservemosmomento a momento en nossa coderiva. Ya que como diz la ley sistémica de laconservación y cambio (Maturana y Dávila dixit): “Cuando en un conjunto de elementoscomienzan a conservarse ciertas relaciones, se abre espacio para que todo cambie en torno alas relaciones que se conservan”. El vivir de los seres vivos ocurre como uma permanentedinámica de cambios estructurales em um meio cambiante, pero nesta deriva estructuralnatural ocurrem dinámicas de conservación que operan como fluxos estacionarios, es decir,son fluidas, móviles, pero se conservan em tanto se den las condiciones de posibilidad para

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