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Jogos Na Sala de Aula

Jogos Na Sala de Aula

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JOGOS NA SALA DE AULA: BRINCADEIRA COM APRENDIZAGEMSIGNIFICATIVA
.Romualdo Tavares de Oliveira
1
 Dina do Socorro Paiva Borges
2
 Isabel Cristina dos Santos Oliveira
3
 
RESUMO:
O presente trabalho procurou discutir sobre a importância dos jogos noprocesso de ensino-aprendizagem e identificar os seus diferentes tipos e suaaplicabilidade no processo de alfabetização, utilizando exemplos que podemser usados na prática pedagógica de sala de aula. Para a realização dessetrabalho, optamos por uma abordagem qualitativa, onde realizamos umapesquisa bibliográfica. Como resultado, percebe-se que, através dos jogos, osalunos não entendem apenas a lógica da escrita, mas se apropriam das regrasque são imprescindíveis para o convívio social.Palavras - chave: jogos, prática pedagógica e aprendizagem.
Iniciando a partida...
É evidente que os jogos e brincadeiras sempre estiveram presentes navida da criança, independente do tempo, costumes e do grupo social a quefazem parte. É também na infância que as brincadeiras estão mais latentes e épor meio delas que as crianças satisfazem grande parte de seus desejos einteresses particulares, bem como, aprendem que viver em sociedade, exige-se conviver e respeitar determinadas regras.
1
 
Coordenador Pedagógico do colégio Amapaense (unidade escolar da rede pública do Estado do Amapá)e professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA/AP. E-mail: romualdot2000@yahoo.com.br 
2
Professora de Literatura do Colégio Amapaense (unidade escolar da rede pública de ensino do Estado doAmapá) e professora da Universidade Vale do Acaraú-UVA/AP. E-mail: dina.sb@hotmail.com
 
3
 
Graduanda do curso de Pedagogia do Instituto de Ensino Superior do Amapá-IESAP. E-mail:isabel35@hotmail.com.br 
 
 2
Do mesmo modo, o comportamento lúdico é universal, pertence a todasas pessoas. É um símbolo de humanidade, sem preconceitos, não necessita depassaporte nem tem idioma, bandeira ou moeda, porque não tem fronteiras.Assim para iniciarmos a discussão sobre os jogos, procuraremos deimediato, abordar a sua importância no processo de ensino aprendizagem efalar sobre os tipos de jogos existentes e a sua aplicabilidade no processo deaprendizagem. Em seguida, falaremos a respeito dos jogos computadorizadose como podem ser usados na ação educativa. E para finalizar, faremos umareflexão acerca do futuro da educação com a inserção dos jogos eletrônicosem rede por meio da popularização das “lan houses”
4
.
O papel dos jogos no desenvolvimento da criança.
A idéia de usar jogos como ferramenta de aprendizado continua muitocontrovertida e, ao mesmo tempo, muito desconhecida. Pesquisas estão dandolegitimidade ao assunto, e apontam os jogos de aprendizagem como tendo umgrande potencial para ajudar as crianças no seu desenvolvimento cognitivo.Segundo Leal (2005), o jogo é um fenômeno "antropológico",considerando que cada jogo vai ganhar o seu significado dependendo do gruposócio-cultural em que cada um aparece. Para ela, cada brinquedo só pode ser entendido dentro desse mesmo grupo, visto que estes se revestem deelementos culturais e tecnológicos desse mesmo contexto.Kishimoto (2003, p.17) também corrobora com este pensamento,quando menciona essa dimensão:
[...] enquanto fato social, o jogo assume a imagem, o sentido que cadasociedade lhe atribui. É este o aspecto que nos mostra por que,dependendo do lugar e da época, os jogos assumem significaçõesdistintas. Se o arco e a flexa hoje aparecem como brinquedos, emcertas culturas indígenas representavam instrumentos para a arte dacaça e da pesca. Em tempos passados, o jogo era visto como inútil,como coisa não-séria. Já nos tempos do Romantismo, o jogo aparececomo algo sério e destinado a educar a criança.
4
“Lan houses” espaços comerciais em que se disponibilizam computadores e redespara acesso dos usuários. Nestes espaços, crianças e adolescentes acessam a internetpara comunicação via e-mail, pesquisas e jogos.
 
 3
Percebe-se, portanto, que tanto o conceito de jogo como de infância sãoestabelecidos culturalmente. Desse modo, entendemos o jogo como umaatividade lúdica em que crianças e/ou adultos participam de uma situação deengajamento social num tempo e espaços determinados, como característicaspróprias delimitadas pelas próprias regras de participação na situação“imaginária” (LEAL, 2005).É importante pontuar que, para a pedagogia tradicional, o ato de brincar e jogar antes não eram bem vistos, como aponta Kishimoto (2003). Felizmente, aposição da pedagogia atual converteu “o princípio do jogo ao trabalho” emmáxima da didática infantil, e no século XXI já está sendo mais valorizadopelas instituições educacionais, visto que deixou de ser apenas entretenimento,contornou barreiras e alcançou espaço significativo e efetivo na vida doseducadores, e mais ainda dos educandos.Para Fronberg (1987), o jogo infantil representa a realidade e as atitudeshumanas; possibilitando a ação no mundo (mesmo que de forma imaginária),favorecendo o estabelecimento de relações e processos de significações. Paraele, os jogos infantis agrupam motivos e interesses da própria criança, tendocaráter voluntário; está sujeito às regras, sejam elas explícitas ou implícitas; etem alto grau de espontaneidade na ação.Especificamente, os jogos educativos
 
provocam o desenvolvimento doraciocínio lógico-matemático, a expressão oral e escrita, incentivo dosconhecimentos científicos para compreender os fenômenos naturais,crescendo a capacidade de aprender a aprender, dar ênfase ao aprendizadonum ambiente afetivo e acolhedor.O professor não deve tornar o jogo algo obrigatório. Deve buscar sempre jogos em que o fator sorte não interfira nas jogadas, permitindo que vençaaquele que descobrir as melhores estratégias, estabelecer regras que possamser modificadas no decorrer do jogo, trabalhar a frustração pela derrota nacriança, no sentido de minimizá-la, e analisar as jogadas durante e depois daprática.Muitos estudiosos tem se dedicado a estudar a importância dos jogos nodesenvolvimento infantil, e diversos aspectos têm chamado atenção dospesquisadores. Para Leal (2005), um desses aspectos é que “a abordagem

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