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Técnicas Artísticas - Mosaicos - site mosaicoonline

Técnicas Artísticas - Mosaicos - site mosaicoonline

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http://www.mosaicoonline.com/html/historia/historia.php

O mosaico é uma arte muito antiga, datada de 2500 a .C. Na época da civilização mesopotâmica, os sumérios usavam pequenos fragmentos esmaltados de cerâmica para decorar colunas e paredes. A técnica do mosaico alcançou seu ápice no século V a.C. com as decorações dos assoalhos em Pella, antiga capital da Macedônia. Com a introdução do corte de pedra em fragmentos (tesselas) no século III a.C, o uso dos seixos foi sendo substituído progressi
http://www.mosaicoonline.com/html/historia/historia.php

O mosaico é uma arte muito antiga, datada de 2500 a .C. Na época da civilização mesopotâmica, os sumérios usavam pequenos fragmentos esmaltados de cerâmica para decorar colunas e paredes. A técnica do mosaico alcançou seu ápice no século V a.C. com as decorações dos assoalhos em Pella, antiga capital da Macedônia. Com a introdução do corte de pedra em fragmentos (tesselas) no século III a.C, o uso dos seixos foi sendo substituído progressi

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05/26/2013

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http://www.mosaicoonline.com/html/historia/historia.phpO mosaico é uma arte muito antiga, datada de 2500 a .C. Na época da civilizaçãomesopotâmica, os sumérios usavam pequenos fragmentos esmaltados de cerâmicapara decorar colunas e paredes. A técnica do mosaico alcançou seu ápice no século Va.C. com as decorações dos assoalhos em Pella, antiga capital da Macedônia. Com aintrodução do corte de pedra em fragmentos (tesselas) no século III a.C, o uso dosseixos foi sendo substituído progressivamente.A origem das tesselas é ainda incerta. Algumas fontes apontam a Sicília como o lugar de origem, enquanto outras citam a Alexandria. Devido a grande expansão urbanaocorrida durante a época do Império Romano, a demanda de assoalhos em mosaicodisparou, expandindo seu uso para o interior das construções da época. Reduzindo agama de cores para apenas duas: preta e branca, a produção do mosaico tornou-semais fácil e mais barata. Uma técnica difundida em meados do século era o uso deuma tira trançada que, da borda do assoalho, expandia moldando figuras em"emblemas" independentes.Essa técnica foi popular durante todo o Império Romano, onde cópias de mosaico domesmo assunto foram encontradas separadamente em lugares distantes.Além do assoalho, o mosaico foi empregado em outras finalidades, tais como, nadecoração de fontes, pequenas colunas e tetos. Marcando assim, o nascimento do
musivum do opus
durante o último século da República Romana. Esse
opus
foi usadolargamente na decoração de edificações especiais, onde cobria paredes inteiras epequenas colunas, como na casa de Netuno e Anfitrytis em Ercolano. Mas foi emRavenna nos séculos V e VI, que pela primeira vez, essa forma de arte alcançou suaexpressão mais elevada e independente artisticamente.Como os mosaicos do assoalho voltaram-se aos mosaicos em paredes e emabóbadas de igrejas, essa expressão artística foi comparada diretamente com apintura. Essa comparação trouxe a necessidade de se criar uma própria identidade,conduzindo ao estabelecimento de uma consciência nova, buscando uma originalidadeartística.Enquanto por um lado, esses elementos estilísticos marcaram o declínio progressivodas decorações romanas do assoalho, por outro, sancionaram o sucessoimpressionante dos mosaicos cristãos das paredes, nos séculos IV e V, porque era ummeio perfeito de expressar os conceitos religiosos novos e o espiritualismo de umaforma tangível.De todos os mosaicos existentes da época, os maiores em paredes datam do períodode Constantino, as decorações das paredes e dos tetos com tesselas de vidro (
musivum do opus)
embelezam edifícios religiosos cristãos, somente os exemplos rarossobreviveram. A maioria dos estudiosos acredita que a origem dessa técnica (
musivum do opus)
, pode ser uma criação típica do gosto e da arte romana.Em Roma, Nero e seus arquitetos inovaram a extensão dos mosaicos refinados,utilizando-os para cobrir superfícies de paredes e tetos.
 
Quando as basílicas cristãs começaram a ser construídas, os mosaicos da parede edo teto foram adaptados aos usos cristãos. O grande desenvolvimento de mosaicoscristãos se desencadeou no Império Bizantino incluindo seu posto avançado noExarchate de Ravenna e de seus territórios na Sicília, e em Veneza.A arquitetura islâmica seria a próxima herança dessa técnica. Os complexos projetosgeométricos usados para decorar edificações no mundo islâmico eram produzidosfreqüentemente com mosaicos. O processo é conhecido como o zillij na África doNorte e em qashani mais para o leste. Alguns dos melhores exemplos de mosaicoislâmico foram produzidos em Moorish, Espanha, e são ainda vistos no Alhambra. Oofício continuou através dos tempos, e também popular na tradição ortodoxa oriental, ese estendeu pela Rússia, onde Moscou reivindicou suceder Constantinopla como a"terceira Roma".Ravenna, junto com Roma, Veneza e algumas áreas da Sicília tem um papelimportante na arte do mosaico, influenciada profundamente por essa experiênciaartística durante toda sua história. O fim do século XII viu o emergir de um tipo novo demosaico chamado
Cosmatesco.
A decoração era inspirada em motivos árabes econsistia em padrões geométricos muito coloridos, essa realização exigiu um esforçoconsiderável devido a sua execução minuciosa.Essa técnica emprestou-se a muitas aplicações e foi usada para a decoração derosetas, coluna e de assoalhos inteiros. O século XIV viu um deslocamento do amor dadecoração que tinha caracterizado os séculos precedentes, assim somente osexemplos raros desta arte foram documentados. Com o
delle Pietre Dure de Opificio
(oficina de pedras duras) em Florença apareceu o Fiorentino ou o
tarsia do commesso
: trabalhos especiais nas pedras duras, compostas de muitos elementos pequenos que juntos davam forma a uma composição geralmente lisa.Durante o século XVIII, em um período de declínio geral da expressão artística domosaico, surgiu uma forma de trabalho pequena e portátil do mosaico (
mosaicominuto
), feito com pequenas tesselas, uma inovação desta arte. A RevoluçãoIndustrial, nos meados do século XIX, trouxe o fim das atividades artesanais, dessaforma, somente os mosaicos feitos para o teatro da ópera em Paris despertaram alguminteresse na técnica. Os mosaicos foram aplicados no reverso, com colagem no papel.Esse método, chamado "reverso" ou "indireto", é ainda utilizado. A técnica baixou ocusto de execução do mosaico, mas também a qualidade, que certamente não foramcomparáveis às maravilhosas paredes dos tempos de Ravenna. A industrializaçãoprogressiva dos mosaicos, com o uso crescente de métodos em linha de produção,possibilitou empregar uma força de trabalho menos hábil, assim culminando nadeterioração quase total da tradição antiga e gloriosa do mosaico.Somente no século XX ocorreu um período de agitação cultural, abrindo aexperimentação de técnicas artísticas novas, onde o poder expressivo dos mosaicosfoi reconhecido. Na virada do século, artistas como: Antoni Gaudì (1852-1926), GustavKlimt (1862-1918) e Gino Severini (1883-1966) aproximaram-se do mosaico ecompreenderam sua verdadeira essência. Klimt, que visitou Ravenna no princípio doséculo, encontrou nos mosaicos dessa cidade a compreensão da arte Bizantina.Antoni Gaudì, mais do que um arquiteto, empregou o mosaico no interior e exterior desuas construções. Conseguiu efeitos impressionantes em alguns de seus trabalhos, talcomo o parque de Guell (1900-1914) em Barcelona.
 
O trabalho dessas duas personalidades, junto com os do grande Severini, para quem o
l'Istituto Statale d'Arte per il mosaico di Ravenna
(Instituto da Arte em Mosaico deRavenna) foi dedicado, resgatou o interesse pela arte do mosaico no século XX.Texto extraído dehttp://www.mosaicoonline.com/html/historia/historia.phpOs primeiros mosaicos de que se tem notícia no Brasil, datam de 1800 e foram criadospela Imperatriz Tereza Cristina, mulher de Dom Pedro II.Para a confecção de suas obras, a Imperatriz utilizou conchas, que recolhia nas praiasdo Rio, e cacos de louças do serviço da casa Imperial. Durante anos recobriu bancos,fontes e outras partes do Jardim das Princesas, como era chamado o jardim anexo doPalácio de São Cristóvão, hoje Museu Nacional de Ciências Naturais.Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903 numa fazenda de café, emBrodoswki, São Paulo. Seus pais eram imigrantes italianos e se chamavam GiovanBatista Portinari e Domenica Torquato, que tiveram 12 filhos. De família humilde,cursou apenas o primário, porém desde criança manifestou sua vocação artística. Aosseis anos, Cândido Portinari começa a desenhar. Aos 9 participou de vários meses dostrabalhos de restauração da igreja de Brodoswki, ajudando os pintores italianos.Em 1918 Portinari, também chamado carinhosamente de
Candim
pela família, viajapara o Rio de Janeiro para desenho no Liceu de Artes e Ofícios. Logo, matricula-se naEscola Nacional de Belas-Artes, na qual estudou desenho e pintura tendo comoprofessores Amoendo, Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Carlos Chambeland.Em 1922, Portinari manda um retrato para o Salão de Belas-Artes, pela primeira vez eganha medalha de bronze pelo seu trabalho.Em 1929 com prêmio de outros retratos, Portinari parte para a Europa. Viaja pela Itália,Inglaterra, Espanha e se fixa em Paris. Vai diariamente aos museus, descobre apintura moderna da Escola de Paris discute sobre arte nos cafés e não tem quasenenhum tempo para pintar. Lá, Portinari conhece Maria Martinelli e se casa com ela.Portinari e Maria regressam para o Rio de Janeiro em 1931 e ele passa a trabalhar num ritmo intenso, além de participar da comissão destinada a promover a reforma doSalão Nacional de Belas-Artes, no qual os artistas modernos são admitidos pelaprimeira vez.Em 1932, Candido Portinari expõe individualmente.Três anos depois seu quadro
Café
recebe a segunda menção honrosa da Exposição Internacional do Instituto Carnegie,nos Estados Unidos. Em 1936 pinta o seu primeiro mural para o MonumentoRodoviário na Estrada Rio-São Paulo. Nessa época é nomeado professor de pinturado Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal. Em novembro de 1939 expõe269 trabalhos no Museu Nacional de Belas-Artes. Antes havia executado três grandespainéis para o pavilhão brasileiro na Feira Mundial de Nova York. No mesmo ano

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