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resumo de direito do trabalho para o concurso do trt

resumo de direito do trabalho para o concurso do trt

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exercicios e livro texto sobre direito para concurso e ensino superior
exercicios e livro texto sobre direito para concurso e ensino superior

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Resumo de Direito do Trabalho especial para o Concurso P
ú
blico para Analista de 2006 do TRT da4ª Regi
ã
oPor Rodrigo Schmidt
Í
ndice1 Fontes do Direito do Trabalho2 Princ
í 
pios do Direito do Trabalho3 Contrato individual do trabalho4 Sujeitos do Contrato de trabalhoContrato individual de trabalho: Disposi
çõ
es gerais, remunera
çã
o, altera
çã
o,suspens
ã
o, interrup
çã
o, rescis
ã
o e aviso pr
é
vio. Prescri
çã
o. Dura
çã
o do trabalho, jornada detrabalho eper
í 
odos de descanso. F
é
rias. Direitos constitucionais dos trabalhadores (art. 7º da Constitui
çã
oFederal).1 Fontes do Direito do Trabalho
Constitui
çã
o Federal:
é
o ordenamento m
á
ximo do Estado, o qual d
á
suporte a todo oordenamento jur
í 
dico posterior;
Consolida
çã
o das Leis do Trabalho: embora n
ã
o seja um c
ó
digo,
é
uma reuni
ã
o organizada esistem
á
tica de diversas leis sobre o trabalhol,
é
freq
ü
entemente atualizada, apontada pela CFcomo fonte espec
í 
fica;
Leis esparsas: as diversas leis relativas ao trabalho, mas n
ã
o incorporadas
à
CLT;
Decretos, medidas provis
ó
rias e portarias: s
ã
o normas oriundas do Poder Executivo;
Senten
ç
as normativas: s
ã
o emanadas pelo Poder Judici
á
rio do Trabalho nas decis
õ
es emdiss
í 
dios coletivos;
Jurisprud
ê
ncia: tamb
é
m emanada pelo Poder Judici
á
rio, representa o consenso resultante dareitera
çã
o de decis
õ
es dos Tribunais sobre a mesma quest
ã
o, servindo de diretriz para a solu
çã
ode casos futuros iguais. Expressa­se na forma de Enunciados do TST e de outros tribunaissuperiores; contudo, n
ã
o
é
coercitiva nem vinculante, pois estaria retirando do magistrado o seulivre convencimento para decidir;
Conven
çõ
es e acordos coletivos: s
ã
o fontes formais de Direito Privado, cuja import
â
ncia
é
 peculiar ao Direito do Trabalho, pois se originam das partes envolvidas, sem interfer
ê
ncia dopoder estatal, mas previstas e estimuladas por ele, para fazer vontade entre as partes. T
ê
mdura
çã
o e abrang
ê
ncia limitadas;
Regulamentos internos das empresas: s
ã
o fontes tamb
é
m privadas. S
ã
o criadas pelo empregadorpara estabelecer as condi
çõ
es de trabalho e conduta profissional no
â
mbito interno e fazem parteintegrante do contrato de trabalho;
Laudo arbitral: embora pouco utilizado, trata­se de uma decis
ã
o sobre um conflito de interesses,emitida por uma terceiro, indicado pelas partes, com for
ç
a normativa entre elas;
Usos e costumes: podem ser usados como fonte, mas t
ê
m
â
mbito restrito e ocasional, muitoparticular para uma empresa ou localidade;
Tratados internacionais: s
ã
o fontes cujas normas requerem aprova
çã
o do Congresso para seefetivarem;
Conven
çõ
es da OIT: embora sejam fontes importantes, dependem de aprova
çã
o do Congresso
 
antes de se tornarem leis. Enquanto s
ã
o apenas conven
çõ
es sugeridas, servem como fontesubsidi
á
ria.2 Princ
í 
pios de Direito do TrabalhoTodos princ
í 
pios gerais do Direito s
ã
o aplicados no Direito de Trabalho. Alguns exemplos s
ã
o: adignidade da pessoa humana; a boa­f 
é
; a honra; o nome; o uso n
ã
o abusivo do direito; o direitouniversal de defesa.2.1 Princ
í 
pios espec
í 
ficos do Direito do Trabalhoa) princ
í 
pio da prote
çã
odesdobra­se em tr
ê
s:I
in dubio pro operario:
indica que, em d
ú
vida, deve­se interpretar favoravelmente ao empregado.II – aplica
çã
o da norma mais favor
á
vel:Em caso de conflito de normas, prevalecer
á
a que for mais favor
á
vel ao trabalhador, ficandoprejudicadas as demais que lhe estejam em oposi
çã
o,
independentemente de hierarquia
.III – aplica
çã
o da condi
çã
o mais ben
é
fica:Tal princ
í 
pio n
ã
o trata de normas em conflito, mas de fato ou condi
çõ
es praticadas pelas partes, quen
ã
o podem ser alteradas ou suprimidas em preju
í 
zo daquelas j
á
adquiridas. Este princ
í 
pio
é
 chamado no Direito Civil de
 princ
í 
 pio do direito adquirido)
(ver enunciado 51 do TST abaixo).Enunciado 51 do TST: “as cl
á
usulas regulamentares que revoguem ou alterem vantagens deferidasanteriormente s
ó
atingir
ã
o os trabalhadores admitidos ap
ó
s a revoga
çã
o ou altera
çã
o doregulamento”.b) Princ
í 
pio da irrenunciabilidade de direitosOs direitos trabalhistas s
ã
o irrenunci
á
veis, pois, mesmo que for
ç
ado ou amea
ç
ado, o trabalhadorn
ã
o pode renunciar aos seus direitos estabelecidos pela legisla
çã
o. Entretanto, pode ocorrer ren
ú
nciade um benef 
í 
cio volunt
á
rio do empregador, por n
ã
o ser obrigat
ó
rio, como uma gratifica
çã
o oupr
ê
mio ou poder
á
renunciar aos seus direitos se estiver em ju
í 
zo.A Orienta
çã
o Jurisprudencial n.º 270 da SBD­1 do TST mostra que a transa
çã
o extra­judicial queimporta na rescis
ã
o do contrato de trabalho ante a ades
ã
o do empregado a plano de demiss
ã
ovolunt
á
ria implica quita
çã
o exclusivamente das parcelas e valores constantes do recibo.c) Princ
í 
pio da continuidade da rela
çã
o de empregoPor este princ
í 
pio, o interprete considera que o empregado
é
o que menos trem interesse em
 
rescindir o contrato, de tal sorte que, em havendo rescis
ã
o, caber
á
ao empregado provar que n
ã
o foiele quem dispensou o empregado, mas, sim, este pediu demiss
ã
o voluntariamente.Enunciado 212 do TST: “O
ô
nus de provar o t
é
rmino do contrato de trabalho, quando negadas apresta
çã
o de servi
ç
o e o despedimento,
é
do empregador, pois o princ
í 
pio da continuidade darela
çã
o de emprego constitui presun
çã
o favor
á
vl ao empregado”.d) Princ
í 
pio da primazia da realidadeServe de norteador na solu
çã
o de conflitos de preval
ê
ncia entre os fatos atestados por documentosesscritos e assinados e os reais, como eles se deram, de acordo com provas e testemunhos v
á
lidos.e) Princ
í 
pio da multinormatividadeIndica que s
ã
o v
á
rias as normas que constituem o Direito do Trabalho e
v
á
rias s
ã
o as fontes
decria
çã
o, o que lhe
é
peculiar. As normas trabalhistas s
ã
o oriundas da atividade do Estado, mas,tamb
é
m, dos particulares, em especial dos sindicatos, que em sua atividade negocial elaboramnormas jur
í 
dicas trabalhistas.f) Princ
í 
pio da inalterabilidade ou imodificabilidade
É
natural que, ao longo do contrato de trabalho, ocorram altera
çõ
es nas condi
çõ
es de trabalho, comofun
çã
o ou sal
á
rio. Tais altera
çõ
es somente ser
ã
o l
í 
citas se decorrerem de
m
ú
tuo consentimento
e,ainda assim, n
ã
o acarretarem preju
í 
zos ao empregado (CLT, art – 468).Art. 468. Nos contratos individuais de trabalho s
ó
 
é
l
í 
cita a altera
çã
o das respectivas condi
çõ
es, porm
ú
tuo consentimento, e, ainda assim, desde que n
ã
o resultem, direta ou indiretamente, preju
í 
zos aoempregado, sob pena de nulidade de cl
á
usula infrigente desta garantia.3 Contrato individual do trabalhoArt. 442, CLT. Contrato individual de trabalho
é
o acordo t
á
cito ou expresso, correspondente
à
 rela
çã
o de emprego.Conceito: O
contrato de trabalho
é
um neg
ó
cio jur
í 
dico, t
á
cito ou expresso, verbal ou escrito, emque uma pessoa f 
í 
sica (o empregado) obriga­se a prestar servi
ç
os a uma pessoa f 
í 
sica ou jur
í 
dica (oempregador), de forma n
ã
o eventual, subordinada, pessoal e mediante pagamento de sal
á
rio.As suas caracter
í 
sticas b
á
sicas s
ã
o:a)
ato jur 
í 
dico de direito privado;
b)
bilateral
, pois apenas duas pessoas tomam parte na contrata
çã
o do trabalho;c)
contrato intuitu personae
, orientado intencionalmente para uma certa pessoa e n
ã
o outra;d)
consensual
, pois requer a vontade das partes, que consentem na rela
çã
o de emprego e nascondi
çõ
es de trabalho;e)
sinalagm
á
tico
, pois gera deveres e obriga
çõ
es entre as partes, contr
á
rias e equivalentes. Oempregado tem o dever de obedinci
ê
ncia ao poder de dire
çã
o do empregador, de fidelidade, e n
ã
odeve divulgar segredos do seu empregador. O empregador tem a obriga
çã
o de oferecer trabalho e depagar o sal
á
rio ajustado;f)
onerosidade
: h
á
um custo par ao empregador, que paga ao empregado a contrapresta
çã
o pelo

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