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Livro do Estudante III - Os Simbolos da Caimária

Livro do Estudante III - Os Simbolos da Caimária

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01/24/2013

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Livro do Estudante III
Os Símbolos da Caimária
 
CAPITULO IA ORIGEM DO TERMO
A
Confederação Universal da Ordem dos Cainitas – A Caimária
, éuma fraternidade que vive na Era da Liberdade de Expressão. Porém, como muitosignorantes à filosofia cainita, consideram os preceitos pregados pela Ordem,danificadores a alma e ao legado cristão; houve-se então, a necessidade de esconder emsímbolos e emblemas os códigos cainitas que não podem ser escritos. Não que o silêncio confirme a acusação vinda dos protestantes, mas seguir os passos dos nossos ilustres irmãos cavaleiros foi uma idéia valorosa e honrosa para osMembros da CUOCC. Na antiguidade usavam-se os códigos secretos em símbolos, insígnias eemblemas para guardar de formar sigilosa, os grandes segredos que eram caçados edestruídos pela Inquisição da Ordem Religiosa Romana que, nós chamamos peloanagrama O.R.R. ou I.C.A.R.Em tempos atuais, a Lei para não se escrever em hipótese alguma, os segredos pregados pela Caimária, ainda é válida. E, dar continuidade ao empenho dos CavaleirosGuardadores do Real Segredo, do passado, se tornou honorifico.Os símbolos tinham (e ainda têm) um poder oculto, a nível incomensurável; Osantigos não os utilizavam apenas como escrita; mas a sua pronuncia e sua originalinterpretação, escondia poderes consideráveis que, deveriam ser desconhecidos peloshomens ambiciosos e guardados entre a Irmandade que havia jurado guardá-los até amorte.Antes de falarmos sobre os símbolos da Caimária, vamos ao um breveentendimento científico e histórico do termo
Símbolo
:Com origem no grego
σύμβολον
(sýmbolon), designa um elementorepresentativo que está (realidade visível) em lugar de algo (realidade invisível) quetanto pode ser um objeto como um conceito ou idéia, determinada quantidade ouqualidade. O "símbolo" é um elemento essencial no processo de comunicação,encontrando-se difundido pelo cotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano. Embora existam símbolos que são reconhecidos internacionalmente, outros sósão compreendidos dentro de um determinado grupo ou contexto. Ele intensifica arelação com o transcendente.Também pode ser uma palavra ou imagem que designa outro objeto ouqualidade por ter com estes uma relação de semelhança.A representação específica para cada símbolo pode surgir como resultado de um processo natural ou pode ser convencionada de modo a que o receptor (uma pessoa ougrupo específico de pessoas) consiga fazer a interpretação do seu significado implícito eatribuir-lhe determinado conotação. Pode também estar mais ou menos relacionadafisicamente com o objeto ou idéia que representa, podendo não só ter uma representaçãográfica ou tridimensional como também sonora ou mesmo gestual.Símbolos gravados há mais de 60 mil anos na casca de ovos de avestruz podemevidenciar o mais antigo sistema de representação simbólica usado por humanosmodernos. Os sinais repetitivos e padronizados foram encontrados em Howiesons Poort,
 
na África do Sul, e destacados em artigo na revista Proceedings of the NationalAcademy of Sciences (PNAS).A semiótica é a disciplina que se ocupa do estudo dos símbolos, do seu processoe sistema em geral. Outras disciplinas especificam metodologias de estudo consoantes aárea, como a semântica, que se ocupa do simbolismo na linguagem, ou seja, das palavras, ou a psicanálise, que, entre outros, se debruça sobre a interpretação dosimbolismo nos sonhos. Na Semiótica todo signo que a convencionalidade predomina possui uma relaçãosímbolo. Exemplo disso são a paz mundial e a pomba da paz, a convenção fez daimagem semelhante a uma pomba branca, um símbolo de paz.De acordo com a semiótica podemos resumir símbolo como [algo que representaalgo para alguém].É importante dizer que o saber é constituído por uma dupla face. A facesemiológica ou semiótica (relativa ao significante) e a epistemológica (referente aosignificado das palavras).A semiótica tem, assim, a sua origem na mesma época que a filosofia edisciplinas afeitas. Da Grécia até os nossos dias tem vindo a desenvolver-secontinuamente. Porém, posteriormente, há cerca de dois ou três séculos, é que secomeçou a manifestar aqueles que seriam apelidados pais da semiótica (ou semiologia).Os problemas concernentes à semiótica podem retroceder a pensadores comoPlatão e Santo Agostinho, por exemplo. Entretanto, somente no início do século XXcom os trabalhos paralelos de Ferdinand de Saussure e C. S. Peirce, a semiótica começaa adquirir autonomia e o status de ciência.Do ponto de vista cronológico, a primeira personalidade a citar é CharlesSanders Peirce (1839-1914). Para ele, o Homem significa tudo que o cerca numaconcepção triádica (
 firstness
,
 secondness
e
thirdness
), e é nestes pilares que toda a suateoria se baseia. Num artigo intitulado “Sobre uma nova lista de categorias”, Peirce, em14 de maio de 1867, descreveu suas três categorias universais de toda a experiência e pensamento. Considerando tudo aquilo que se força sobre nós, impondo-se ao nossoreconhecimento, e não confundindo pensamento com pensamento racional, Peirceconcluiu que tudo o que aparece à consciência, assim o faz numa gradação de três propriedades que correspondem aos três elementos formais de toda e qualquer experiência. Essas categorias foram denominadas:Qualidade;Relação;Representação.Algum tempo depois, o termo
 Relação
foi substituído por 
 Reação
e o termo
 Representação
recebeu a denominação mais ampla de
Mediação
. Para fins científicos,Peirce preferiu fixar-se na terminologia de Primeiridade, Secundidade e Terceiridade.
Primeiridade
- a qualidade da consciência imediata é uma impressão(sentimento)
in totum
, invisível, não analisável, frágil. Tudo que está imediatamente presente à consciência de alguém é tudo aquilo que está na sua mente no instante presente. O
sentimento como qualidade
é, portanto, aquilo que dá sabor, tom, matiz ànossa consciência imediata, aquilo que se oculta ao nosso pensamento. A qualidade daconsciência, na sua imediaticidade, é tão tenra que mal podemos tocá-la sem estragá-la. Nessa medida, o primeiro (primeiridade) é presente e imediato, ele é inicialmente,

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