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Proposta Curricular 2010 - Completa

Proposta Curricular 2010 - Completa

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08/04/2013

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Organização curricular 
ÁreasDisciplinas
Linguagens, Códigos e suasTecnologiasLíngua PortuguesaLíngua EstrangeiraArteEducação FísicaCiências Humanas e SuasTecnologiasHistóriaGeografiaSociologiaFilosofiaAntropologiaEnsino ReligiosoCiências da Natureza, Matemáticae suas TecnologiasMatemáticaQuímicaFísicaCiênciasBiologiaEstatística
Núcleos Curriculares – NormalMédioDisciplinas
Organização e Gestão emEducação Escolar Organização da Educação NacionalHistória da EducaçãoPsicologia da Educação IPsicologia da Educação IIFilosofia da EducaçãoSociologia da EducaçãoEducação de Jovens e AdultosEducação InfantilEducação EspecialPráticaProjetos e Programas EscolaresAvaliaçãoDidática GeralDidática da HistóriaDidática da GeografiaDidática das Ciências NaturaisDidática da MatemáticaDidática da Língua PortuguesaPrática Pedagógica
 
ENSINO FUNDAMENTAL/ EJA / EDUCAÇÃO ESPECIALCOMPETÊNCIAS GERAIS DA ÁREALINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
A linguagem é entendida como atividade social, intersubjetiva e histórica, materializada atravésdas práticas sócio-interativas, de natureza interdisciplinar e considerada como capacidade humana dearticular significados visando à produção de sentidos.Dessa forma, a área Linguagem Códigos e suas Tecnologias objetiva criar uma concepçãointegradora entre os componentes curriculares: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Arte,Educação Física e Informática.A articulação didático-pedagógico da área deve convergir para aquisição e desenvolvimento dasseguintes competências:
Desenvolvimento de leituras multifacetadas nas diferentes linguagens, compreendendo aimportância dessas leituras para a construção de conhecimentos em vários campos do saber, comotambém para o estabelecimento das relações sócio-histórico-cultural.
Compreensão das situações de interações estimuladoras de transformações conceituais, de idéiase de valores que transitam socialmente, através de diferentes linguagens, possibilitando ao sujeito agir com autonomia e responsabilidade.
Articulação dos saberes e experiências manifestos na cultura, por meio de diferentes recursos eferramentas disponíveis, visando à construção do conhecimento científico.Realização de situações de comunicação interpessoal que exijam constante reflexão,reorganização de conceitos e negociação de sentidos relativos às diferentes linguagens.
COMPONENTE CURRICULARLÌNGUA PORTUGUESA
Para ensinar Língua Portuguesa, assim como as demais disciplinas, é fundamental que sereveja e se avalie concepções, objetivos, procedimentos e resultados, de forma que todas as açõespedagógicas possam convergir para um ponto comum:
ampliar as competências comunicativo-interacionais dos educandos
. O empenho de se fazer essa reflexão sobre a ação pedagógica naspráticas diárias do ensino de língua, constitui-se em uma vigília constante sobre o que se pretendeensinar, para que se pretende ensinar, como se pretende ensinar, o que e como estão sendoavaliados os conteúdos escolares.Dessa forma, o professor encontra condições de não ser apenas um mero repetidor de listasde conteúdos, muitas vezes alheios à língua que se fala, ouve, lê e escreve.Nossa intenção é oferecer aos colegas professores, que assumem a tarefa de ensinar LínguaPortuguesa na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, algumas orientaçõesque poderão ajudá-los em suas práticas cotidianas, porém só serão válidas se refletidas critica ecriativamente por cada um dos profissionais envolvidos no processo de formar estudantes para oexercício pleno da cidadania, através da linguagem oral e escrita, nas praticas sociais.Assumimos a concepção sociointerativa da linguagem que leva em consideração tanto àsformas lingüísticas como todos os aspectos envolvidos em seu funcionamento, considerando atextualização e a compreensão em que se enquadram esses textos, veis de linguagem einterlocutores, na visão de que a língua é um elemento cognitivo e social, constitutiva da realidade eessencialmente dialógica.A partir dessa concepção de linguagem como interação, as variedades lingüísticas e asteorias do texto/discurso, propomos que o ensino se efetive através de práticas articuladas: práticasde oralidade, práticas de leitura e escrita de textos e práticas de análise lingüística.Práticas de oralidadeSeria uma prática social interativa que se apresenta sob variadas formas ou gêneros textuaisfundados na realidade sonora; ela vai desde uma realização mais informal a mais formal, nos variadoscontextos de uso. Nesse sentido, o papel da escola seria o de mostrar aos alunos a grande variedadeda fala, conscientizando-os de que a língua não é homogênea, monolítica, trabalhando com elesdiferentes níveis, desde o coloquial até o mais formal.
 
Assim, não se deve considerar nos atos de interação oral o “certo” e o “errado”, mas saber que variedade lingüística utilizar nos diferentes contextos sociais, ou seja, adequar o registro àsdiferentes situações de comunicação, considerando as diferentes inteões e os diferentesinterlocutores. Isso implica em considerar as variedades lingüísticas existentes (regionais e sociais) nasociedade
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.No documento propõe-se que duas questões sejam consideradas:
Embora a oralidade e a escrita da língua apresentem similaridade, há diferenças entre elaspois: a fala é espontânea, a interação se dá, na maioria das vezes, face a face e é complementadacom recursos extralingüísticos, enquanto que a escrita é planejada, elaborada e tem predominância defrases mais complexas e subordinadas.
Saber ouvir com atenção e respeito diferentes interlocutores é fundamental, pois se nãohouver ouvinte, a interação não acontece.Práticas de leitura de textosA leitura de textos é uma atividade de interação entre sujeitos, indo além da simplesdecodificação de sinais gráficos. O leitor como um dos sujeitos da interação, busca recuperar,interpretar e compreender o conteúdo e as intenções do autor, por meio dos elementos gráficos,elabora hipóteses e tira suas conclusões.Nessa perspectiva, as instruções sobre a folha de papel não representam tudo o que o leitor precisa saber para entender o texto. Muito do que ele consegue apreender faz parte do conhecimentoque o leitor tem acerca dos elementos que constituem e facilitam a compreensão do texto (oconhecimento prévio). Em síntese, os sinais gráficos presentes na superfície do texto não os únicosresponsáveis pela sua compreensão. O que está escrito e o saber prévio do leitor se complementamna perspectiva da construção/ reconstrução de sentidos.A leitura tem como princípio o acesso ao
conhecimento produzido
, o
desenvolvimento do prazer estético
e o
acesso às especificidades da escrita
. As atividades de leitura em contextosescolares devem, assim, contribuir para a ampliação dos repertórios de informação do leitor, asexperiências gratuitas do prazer de ler, além de permitir que se compreenda o que é típico da escritaformal dos textos da comunicação pública.Práticas de produção de textosA escrita é usada em contextos sociais da vida cotidiana em paralelo com a oralidade. Emcada texto as ênfases e os objetivos do uso da escrita são variados e diversos. Há uma relação entrea escrita e o contexto social de produção, fazendo surgir gêneros textuais (poema, aviso, anúncio,convite, carta, e-mail, provérbio, notícia, fábula, conto, boletim meteorológico, relato, manual deinstruções, receita, entre outros), cada um com suas particularidades temáticas, suas intençõesespecíficas e formas comunicativas (narração, argumentação, exposição, injunção).A atividade de escrita é interativa de expressão e manifestações verbais de idéias,informações, intenções, crenças ou sentimentos que queremos partilhar com alguém para interagir com ele. Embora o sujeito com quem interagimos pela escrita não esteja presente, é inegável que talsujeito existe e é imprescindível ser levado em consideração no momento da produção escrita.Assim, nas práticas de produção de texto, o professor deve dar ênfase a práticas de escritascom autoria, com destinatário, com referência, enfim, decidir sobre o que vai ser escrito, para que vaiser escrito, para quem vai ser escrito, como vai ser escrito, visto que, socialmente, não existe escrita“para nada”, “para não dizer nada” e “para não ser ato de linguagem”
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.É importante retomarmos a compreensão de que a aquisição da linguagem se dá a partir daprodução de sentidos, em textos situados em contextos de interação específicos e não através depalavras isoladas, exigindo da escola reconhecimento das diversas situações de interação verbalexistentes na sociedade, materializados em textos orais (regional ou socialmente situados) e escritos,com suas gramáticas próprias.Práticas de análise lingüística
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Deve-se ofertar, obrigatoriamente, desde a Educação Infantil, o ensino de LIBRAS, reconhecida como meio legal decomunicação e expressão, a Língua brasileira de Sinais – e outros recursos de expressão a ela associada - e tambémda Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos.
Entende-se como Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – a forma de comunicação e expressão, em que o sistemalingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema lingüístico de transmissão de idéias efatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas no Brasil, não podendo a mesma substituir a modalidade escrita da LínguaPortuguesa.
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Antunes, 2003

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