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Psicopatologia - Transtornos de Humor (definições)

Psicopatologia - Transtornos de Humor (definições)

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Transtornos do Humor - Psicologia Uniban Morumbi II 2010

Depressão
(Tr. Depressivo Maior) é um dos transtornos do Humor. Temos como outros quadros o Tr. Afetivo Bipolar (TAB – onde também temos quadros depressivos alternados com episódios de mania), a Distimia e a Ciclotimia.
Histórico
- não é como algumas pessoas dizem fruto de nosso estilo de vida exclusivamente. Vemos que sempre existiu mas que atualmente, a diagnosticamos com maior freqüência.
Podemos pensar que anteriormente algumas pessoas chegassem ao suicídio, ou mesmo à desnutrição e aos problemas de saúde secundários a esta, devido à inapetência
Epidemiologia
A prevalência em toda a vida é de cerca de 15%, chegando à 25% no caso das mulheres. (1:4 apresentará um episódio Depressivo no decorrer da vida).
Estima-se que 50% dos casos não recebam tratamento específico. Este dado deve servir de alerta à todos os profissionais de saúde que com freq. subestimam a gravidade de um Tr. Depressivo, entendendo-o, entre outras formas, como uma reação natural ao estresse.
A prevalência para o sexo feminino é duas vezes a do masculino: 2 a 3% nos H e 5 a 10% nas M.
A idade média de início esta em torno dos 40 anos; metade dos casos tem início entre 20 e 50 anos; prevalência é maior em indiv. sem relações interpessoais (solteiros, divorciados).
Etiologia
Não há uma causa bem estabelecida para os tr. do humor, incluindo a Depressão. Há fatores genéticos, biológicos e psicossociais.
Ex. um indivíduo predisposto em termos genéticos e biológicos estará mais vulnerável à fatores psicossociais, e assim sucessivamente.
Transtornos do Humor - Psicologia Uniban Morumbi II 2010

Depressão
(Tr. Depressivo Maior) é um dos transtornos do Humor. Temos como outros quadros o Tr. Afetivo Bipolar (TAB – onde também temos quadros depressivos alternados com episódios de mania), a Distimia e a Ciclotimia.
Histórico
- não é como algumas pessoas dizem fruto de nosso estilo de vida exclusivamente. Vemos que sempre existiu mas que atualmente, a diagnosticamos com maior freqüência.
Podemos pensar que anteriormente algumas pessoas chegassem ao suicídio, ou mesmo à desnutrição e aos problemas de saúde secundários a esta, devido à inapetência
Epidemiologia
A prevalência em toda a vida é de cerca de 15%, chegando à 25% no caso das mulheres. (1:4 apresentará um episódio Depressivo no decorrer da vida).
Estima-se que 50% dos casos não recebam tratamento específico. Este dado deve servir de alerta à todos os profissionais de saúde que com freq. subestimam a gravidade de um Tr. Depressivo, entendendo-o, entre outras formas, como uma reação natural ao estresse.
A prevalência para o sexo feminino é duas vezes a do masculino: 2 a 3% nos H e 5 a 10% nas M.
A idade média de início esta em torno dos 40 anos; metade dos casos tem início entre 20 e 50 anos; prevalência é maior em indiv. sem relações interpessoais (solteiros, divorciados).
Etiologia
Não há uma causa bem estabelecida para os tr. do humor, incluindo a Depressão. Há fatores genéticos, biológicos e psicossociais.
Ex. um indivíduo predisposto em termos genéticos e biológicos estará mais vulnerável à fatores psicossociais, e assim sucessivamente.

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Published by: José Hiroshi Taniguti on May 30, 2010
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Transtornos do Humor
Depressão
(Tr. Depressivo Maior) é um dos transtornos do Humor. Temos como outrosquadros o
 
Tr. Afetivo Bipolar (TAB – onde também temos quadros depressivos alternadoscom episódios de mania), a Distimia e a Ciclotimia.
Histórico
- não é como algumas pessoas dizem fruto de nosso estilo de vida exclusivamente.Vemos que sempre existiu mas que atualmente, a diagnosticamos com maior freqüência. Podemos pensar que anteriormente algumas pessoas chegassem ao suicídio, oumesmo à desnutrição e aos problemas de saúde secundários a esta, devido à inapetência
 
Epidemiologia
A prevalência em toda a vida é de
 
cerca de 15%, chegando à 25% no caso dasmulheres . (
 
1:4
 
apresentará um episódio D
 
epressivo no decorrer da vida).
Estima-se que 50% dos casos não recebam tratamento específico. Este dado deveservir de alerta à todos os profissionais de saúde que com freq. subestimam a gravidade deum Tr. Depressivo, entendendo-o, entre outras formas, como uma reação natural ao estresse.A
 
 prevalência para o sexo feminino é duas vezes a
 
do masculino: 2 a 3% nos H e 5 a10% nas M. A idade média de início esta em torno dos 40 anos; metade dos casos tem inícioentre 20 e 50 anos; prevalência é maior em indiv. sem relações interpessoais (solteiros,divorciados).
 
Etiologia
 Não há uma causa bem estabelecida para os tr. do humor, incluindo a Depressão. Háfatores genéticos, biológicos e psicossociais
 
.Ex. um indivíduo predisposto em termos genéticos e biológicos estará maisvulnerável à fatores psicossociais, e assim sucessivamente.
Biológicos
 
2 neurotransmissores mais envolvidos na etiologia dos tr. do Humor: aSerotonina e a Noradrenalina.Um dos mais importantes indicativos da implicação destes neurotransmissores naetiologia da depressão é de que praticamente todos antidepressivos que utilizamos atuam basicamente
 
aumentando a oferta destes 2 neurotransmissores nas fendas sinápticas.Há uma alteração de metabólitos de serotonina, noradrenalina e dopamina no
 
LCR,
 
sangue e urina
 
, com diminuição no caso da depressão.
Genética
Há uma maior incidência de Tr. de humor (incluindo a depressão) em uma famíliaem que um dos indiv. apresenta Tr.do Humor .Além das
 
chances aumentadas para os filhos de indivíduos com Tr . de Humoestarem aumentadas em comparação a indivíduos em que os pais não apresentam taisalterações.Casos dos
 
gêmeos MZ, em que um irmão apresenta Tr. depressivo Maior,
 
a chancedo outro irmão apresentá-lo é de 50%, enquanto nos gêmeos DZ esta probabilidade varia de10 a 25%.PsicossociaisSão fatores relacionados à psicodinâmica e ao meio social, ou seja como reage àfatores ambientais com suas características psíquicas
 
.Temos várias linhas de compreensão da dinâmica psíquica do indivíduo, entre estas a psicanálise
 
.
 
 Nesta linha temos a depressão surge após a perda de um objeto
 
, entendendo-se aquiuma pessoa ou um situação que tem um significado, uma representação interna para oindivíduo. Esta perda pode ser real, como a morte de alguém ou simbólica, como a perda dosignificado interno do objeto.A psicanálise identifica a ambivalência afetiva em relação ao objeto que mesmosendo amado pode ser em algum momento odiado, de forma consciente ou não, resultandoem culpa quando de sua perda, mesmo que objetivamente em nada o indivíduo tenhacontribuído para isto.
Um indicativo da importância
 
dos fatores psicossociais pode
 
ser o achadoepidemiológico da depressão ser mais comum em indivíduos sem relação interpessoal. 
 
Clínica
 A família confunde a depressão com o
 
estado de tristeza que sentimos de formacotidiana, qd nos sentimos mais tristes por um período e a superamos sem qualquer tipo deatendimento.
Podemos entender a depressão como uma exacerbação constante deste estado, umavez que é
 
muito mais intensa e para o DSM IV deve durar um período mínimo de 2 semanas,devendo estar presente a maior parte deste tempo 5 dos sintomas a seguir:Predomina o humor deprimido, com sentimento de
 
tristeza. O paciente chora comfacilidade, o que podemos observar ao contato ou é relatado.Sentem-se culpa dos , com
 
auto-acusação referindo com freqüência ser um peso p/seus familiares. Nos casos mais graves esta
 
culpa pode ser delirante, apresenta a maior partedo tempo um desânimo, realizando o minimamente suas atividades de trabalho e domésticas,as custas de grande esforço, ou em casos mais graves deixando de fazê-las, até mesmofaltando ao trabalho. Geralmente é maior pela manhã , embora persista por todo o dia. Emcasos mais extremos pode permanecer o dia todo deitado.
 
alteração da psicomotricidade, podendo have
 
inquietação, ou maisfreqüentemente lentificação.O pensamentotambém pode estar 
 
lentificado. Há uma dificuldade em concentrar-se .Freqüentemente observamos certa apatia, falta de interesse por diversões, mesmo por distrações cotidianas como assistir à novela, ao futebol, etc.Alterações do
 
apetite (
 
+ ou -).O sono costuma estar alterado, algumas vezes para o excesso, mas é mais comum ainsônia e esta geralmente caracteriza-se por um despertar precoce (insônia terminal).Muitos pensam em morrer, em casos graves com ideações e tentativas de suicídio.Há um
risco real.Exame Psíquico
Ao contato apresenta, em geral,
 
descuido da aparência, em casos mais gravescomprometendo mesmo a higiene;O
 
 pensamento pode estar com curso l
 
entificado , com o conteúdo revelando baixaauto-estima, auto acusação, com culpabilidade, geralmente
 
superestimam a dificuldade dos problemas, em casos mais graves apresenta
 
idéias deliróides de ruína corporal (refere queseus orgãos não funcionam, estão apodrecendo, etc.) ou financeira.O humor é depressivo, podendo chorar com facilidade;A
 
 psicomotricidade está alterada, algumas vezes com
 
inquietação, mas maisfreqüentemente com lentificação e em casos mais graves com inibição.A crítica pode estar mantida em casos mais leves, tendendo a mostrar-se com algum prejuízo em casos mais extremos, quando verificam-se as referidas alterações do conteúdodo pensamento.A experiência contra-transferencial pode ser de desânimo.
 
 Realiza suas atividades profissionais com grande esforço para vencer o desânimo,dificuldade em concentrar-se
 
 , a dificuldade em tomar decisões e a falta de interesse, comconseqüente queda do rendimento. Em
 
casos graves começam a
 
 faltar ao trabalho, uma vez que mal conseguem sair dacama.Sua vida social e afetiva pode estar igualmente
 
 prejudicada. A falta de ânimo e,interesse, freq/e leva o in.d a certo distan/o de encontros sociais.Soma-se que qd encontram a outras pessoas ouvem comentários de como estão mal que precisam reagir, declarações do tipo: “eu tive depressão e saí sozinho disto, você temque ter força de vontade”. Rrelações amorosas há uma
 
diminuição da libido,
 
Diagnóstico Diferencial
É importante saber que alguns medicamentos, como ex alguns vasodilatadores(usados no tratamento da Hipertensão arterial) e mesmo antipsicóticos podem provocar sintomas depressivos.Também algumas doenças orgânicas como a Síndrome de Parkinson, demências emestados iniciais e
 
o hipotireoidismo, por exemplo, podem provocar quadros semelhantes aoepisódio depressivo.
 
Curso
- episódio único ou recorrente. Alguns ind. apresentam episódios recorrentes por toda a vida. É importante sabermos se um paciente já apresentou algum episódio depressivoanterior/e e se ocorreu, com que características, o que pode facilitar no diagnóstico mais precoce de um novo episódio.
Tratamento
Precisamos ter claro o papel da psicoterapia e o papel do
 
tratamento medicamentoso.A psicoterapia voltada ao “insight” auxilia na compreensão dinâmica do episódio depressivo,além de dar um suporte ao ind. em todas as fases do processo, mas não tem eficácia naremissão da sintomatologia. Por outro lado os medicamentos antidepressivos tem uma açãoexclusiva na remissão da sintomatologia.Aqui as classes de antidepressivos mais comuns:
-
antidepressivos tricíclicos
 
: Imipramina (tofranil), Clomipramina (Anafranil),Amitriptilina (Tryptanol) e Nortriptilina (Pamelor),
-
IMAO (inibidores da Monoaminooxidase): Tranicipromina (Parnate) e aMoclobemida (Aurorix),
-
IRSS (inibidores seletivos da recaptação da Serotonina): Fluoxetina (Prozac),Sertralina (Zoloft), Fluvoxamina (Luvox), citalopran (Cipramil) e Paroxetina (Aropax).
-
Outros : Mirtazapina (Remeron), Venlafaxina (Efexor) e Bupropiona(Wellbutrin).
Muitos indivíduos são resistentes a ir à uma consulta psiquiátrica e/ou psicológica, principa/e em um primeiro episódio. Após iniciarem o uso de medicação com relutância, ouvem muitas vezes de familiares, que são estas medicações que estão deixando-o desta forma. Há familiares e amigos que entendem o processo e apoiam o tratamento, muitasvezes levam o ind. ao tratamento, mas mesmo assim as dificuldades referidas com as pessoas do convívio familiar e social são freqüentes.
 
Distimia- sintomas depressivos, constituindo quadros cuja gravidade não refere-se àintensidade dos sintomas mas sim à sua duração., apresentam baixa auto- estima, falta deesperança
 
, dificuldades em tomar decisões, hiperfadiga
 
, inapetência e
 
distúrbios do sono, amaior parte do tempo, por longo período= Distimia ou Tr. Distímico.

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