A informação esteve cativa em universos simbólicos divinospor longos anos. Entre alforrias e prisões chegou até a épocada Internet onde grande parte dos textos é liberado completoem sua linguagem natural. Mas muitos insistem em continu-ar operando por uma sublime recapitulação do passado. Acredito a área de ciência da informação se reconstruí ao sabordas inovações na tecnologia e prefiro sempre lidar com a suahistoriografia que com sua epistemologia. Assim, contar a his-tória de como se atuava no passado é didático e fundamentalpara o entendimento da evolução das práticas da área e para aformação dos seus profissionais.O livre fluxo de informação e sua distribuição eqüitativa temsido um sonho de diversos homens em diversas épocas. A redede saber universal foi uma preocupação desde a Academia deLince
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, talvez a mais velha sociedade científica de 1603. A lutapor uma distribuição adequada do conhecimento produzidopela humanidade vem desde o século XVII passando por anti-gas instituições e grupos europeus e americanos do norte, comoa construção da Enciclopédia
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de Diderot e D’Alembert. PaulOtlet
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e seu grupo na Bélgica, Vannevar Bush e seus pesquisa-dores na segunda Guerra Mundial, a aldeia global de MarshalMcLuhan, as idéias de Roland Barthes, Jaques Derrida, os
“mitemas”
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de Claude Lèvi-Strauss, a Arqueologia do Saber deMichel Foucoult e o
Decuverse
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global de Theodore Nelson.
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O ideal compartilhado seria o de se construir uma sociedadedo conhecimento não só uma sociedade da informação. É umerro confundir a sociedade da informação com a sociedade doconhecimento. A sociedade da informação é uma utopia derealização tecnológica e a do conhecimento uma esperança derealização do saber.
Para enteder a ciência.pmd18/11/2007, 21:3480