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Sandra Brown - Imagem e Semelhança

Sandra Brown - Imagem e Semelhança

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06/30/2014

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IMAGEMESEMELHANÇA
PrólogoMais irônico da questão que era ele um dia excelente para voar. O céu de Janeiroestava tão limpo e azul que era quase difícil observar ele fixamente. Visibilidade foiilimitada e tinha uma inofensiva e fresca brisa do Norte.O tráfego do aeroporto foi moderado para intenso aquela hora, mas pessoal deterra mantinha os horários previstos. Não havia nenhum avião aguardando a
 
permissão de desembarque e apenas um par de aviões aguardando sua vez paraa decolagem.Era manhã de uma sexta-feira qualquer no aeroporto internacional de SanAntonio. A única dificuldade para os passageiros de vôo da Air América 398 tinhasido o acesso ao aeroporto. As obras efetuadas no Ocidente 410, a estradaprincipal que leva ao aeroporto, produziu engarrafamento de quase doisquilômetros. Noventa e sete passageiros embarcaram no horário agendado,guardaram a bagagem de mãos nos compartimentos superiores, apertaram seuscintos de segurança de e acomodaram-se em seus lugares com livros, revistas e jornais. Como era de costume, a tripulação realizou todas as verificaçõesnecessárias. As comissárias de vôo começaram a preparar as bandejas combebidas e café de que nunca chegam a servir. Foi feita uma última contagem e foipermitido o embarque dos ansiosos passageiros da lista de espera. Foramretiradas as escadas e a aeronave taxiou para final da pista.Pelos autos-falantes a bela voz do comandante informando os passageiros queseriam o seguinte na decolagem. Em seguida, ele explicou que as condiçõesmeteorológicas na cidade de destino, Dallas, eram perfeitas, ordenou a tripulaçãopara se preparar para decolagem.Nem ele nem nenhum daqueles que estavam a bordo poderiam suspeitar que ovôo 398 ficasse no ar por menos trinta segundos ar.-Irish! - Sim?-A avião acabou de cair no aeroporto. Irish McCabe levantou os olhos.-Ele se chocou?- E ele está em chamas. Há bola de fogo no final da pista.O diretor de sucessos deixou cair em sua mesa desordenada as recentespesquisas Nielsen. Movendo-se com agilidade admirável para um homem de suaidade e sua baixa estatura, Irish contornou a sua mesa e saiu como uma bala deseu escritório de vidro, quase trombando com o jornalista que tinha levado ocomunicado da sala de imprensa.- Aterrisava ou decolava? –perguntou por cima do ombro.-Não confirmada.-Que sobreviventes?-Não confirmada.-Avião privado ou companhia?-Não confirmada.-Tem certeza de que houve um acidente?Um grupo sombrio de jornalistas, fotógrafos, secretários e observadores rodeavamas emissoras de fatos policiais. Irish tirou todos em volta da TV, pegou o controle eaumentou o volume.-Pista. Atualmente não há nenhum sinal de sobreviventes. Bombeiros doaeroporto destinam-se a plena velocidade para o local de evento. As chamas efumaça podem ser vistas a grande distância. Helicópteros já chegaram.Ambulâncias são...Começou a dar ordens em voz alta, ultrapassando o volume do rádio, quegrasnava ruidosamente.-Você. -Falou ao jornalista que á alguns minutos antes tinha entrado em seuescritório-. Leva a uma unidade móvel e sai daqui rapidamente.
 
O jornalista e um câmera se separaram do grupo e saíram correndo em direção aporta.-Que foi informado disso? -quis saber Irish.-Foi Martinez. Veio de carro para o trabalho e ficou preso na 410.-Continua lá?-Sim, informando tudo de dentro do carro.-Diga-lhe que fique perto do local de acidente e que grave um vídeo assim quechegar a unidade móvel. Também faremos uso de um helicóptero. Há alguém quetelefone e localize o piloto. Reuniremos com ele no heliporto.Olhou para os rostos procurando alguém em particular.- O lke está aqui? –perguntou, referindo-se ao âncora de notícias da manhã.-Está no banheiro.-Vá procurá-lo. Diga-lhe que vá aos estúdios. Faremos um adiantamentoinformativo. Quero declaração de algum empregado das torre de controle, dosencarregados do aeroporto, companhia aérea, polícia; Algo que possamos emitir antes do Conselho de segurança nos proíba. Vamos, HAL. Que alguém chameAvery em sua casa. Dizer-lhe que...-Não é possível. Ela foi para Dallas hoje, não lembra?-Merda. Eu tinha esquecido. Não, espera – falou Irish, movendo os dedos e comolhar esperançoso-. Ela pode estar ainda no aeroporto. Em caso afirmativo,chegará antes de qualquer pessoa. Peça que ela vá ao terminal da América Air terminal, podendo cobrir a notícia da perspectiva do interesse humano. Quandovocê falar com ela, me avise imediatamente.Ansioso por obter notícias, voltou-se para os rádios. Adrenalina fluiu pelo seuorganismo. A questão significava que não poderia desfrutar do fim de semana,teriam horas extras envolvidas e dores de cabeça, refeições frias e café passado,mas Irish estava sua praia. Não havia nada como um bom acidente de aviaçãopara fechar os sucessos da semana e melhorar as vendagens.Tate Rutledge parou seu carro diante de sua casa. Saudado o capataz do Rancho,que estava saindo de caminhão. Um cão de raça pastor escocês veio correndo ecom um salto, subiu em seus joelhos.-Olá, Shep.Ele se abaixou e acariciou a peluda cabeça do cão, que levantou os olhos e viuseu dono com adoração.Centenas de milhares de pessoas olhavam Tate Rutledge com o mesmo tipo dedevoção. Havia muito o que admirar nesse homem, desde seu volumoso cabelomarrom até as pontas de suas antigas botas. Era um homem real para homens euma fantasia das mulheres.Mas por cada fervoroso admirador, tinha um inimigo ainda mais quente.Ordenou Shep, que ficasse para fora, entrou no amplo vestíbulo da casa e retirouos óculos de sol. O solado das botas ecoaram no chão dirigindo-se para acozinha, de onde veio um cheiro de café feito recentemente. Seu estômagocomeçou a lembrá-lo de que não havia comido antes da viagem a San Antonio.Ele se imaginou comendo um bife, feito com perfeição; Com ovos mexidos ealgumas torradas quentes e untadas com manteiga. Seu estômago rugiu maisforte.Seus pais estavam na cozinha, sentados na redonda mesa de carvalho que

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