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Abby Green - A Escolhida

Abby Green - A Escolhida

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07/06/2013

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A escolhida - Abby Green
“Chosen as the Frenchman’sBride”Resumo:Os dias mais felizes da vida de Jane Vaughan foram vividos ao lado de Xavier Salgado-Lézille. Alto, moreno e rico, ele jamais foi rejeitado por uma mulher. E seria muito difícil Jane resistir a um convite para passar o feriado no chateau dele. Inexperiente e muitoapaixonada, Jane se decepciona ao saber que o amor não faz parte dos planos deXavier... Além de tudo, descobre que os breves momentos que passaram juntosresultaram em uma gravidez inesperada. E agora que Xavier sabe que Jane será mãede seu Filho, ele irá reivindicar seu herdeiro. E Jane terá de se tornar sua esposa!Capítulo um
Franzindo o cenho, Jane Vaughan abrangeu com o olhar, através de seus óculos escuros, o alvoroçodo píer à sua frente. Não podia lembrar-se exatamente em qual portão tinha estado ontem; agora
 
havia uma porção de barcos e pessoas em fila para entrar a bordo. O homem de quem ela seaproximara no dia anterior, não exigira nenhum depósito, nem lhe dera uma passagem, apenas havialhe assegurado que se ela o procurasse no dia seguinte, ele garantiria sua entrada no barco certo... oúnico problema agora, era que ela não conseguia localizá-lo.Colidir com aquele estranho na rua logo depois, devia ter perturbado seu cérebro mais do que pensara. Jane nunca imaginara que fosse o tipo de mulher que passaria uma noite fantasiando sobrealguém que havia encontrado por meros momentos. Um calor conhecido fez sua barriga esquentar,contudo, enquanto o corpo esguio e forte do estranho, assim como seu rosto anguloso povoavam-lhea mente, a imagem dele era tão vívida como se estivesse ali, parado à sua frente. Ela meneou acabeça novamente, desta vez com intuito de livrar-se da memória. Para ser honesta, aquela maneirade agir lhe era completamente estranha.Dirigiu-se ao portão que parecia familiar. Quando se aproximou do homem no final da fila, ele parecia um pouco atormentado. Diante da pergunta de Jane: “Excusez-moi. C‘est le bateau pour lesîles?”, ele apenas gesticulou impacientemente para dentro do barco. Ela hesitou por um momento,antes de se perguntar o que de pior poderia acontecer. Eles estavam indo para algum lugar e Janeestava de férias, nem tudo havia sido estritamente organizado. Ela precisava descansar. Uma vez a bordo, admitiu que apreciava a brisa e o sol em seus ombros e pernas nuas. O vestido frente únicaque usava era um presente de sua amiga Lisa, dado com uma ordem de torná-la mais visível. Elaajeitou os óculos escuros acima da cabeça, virando o rosto para o sol e, pela primeira vez desde que pusera os pés na Cote D’Azur, uma semana atrás, sentiu uma sensação de bem-estar e liberdade. Nem sequer sentia falta da presença da amiga. Lisa tinha pretendido viajar com ela... afinal, era no palacete da família de Lisa que Jane estava hospedada. Mas no último minuto, o pai de Lisa foralevado ao hospital com suspeita de infarto, e naquela exata semana estava sendo submetido a umadelicada cirurgia. A conversa que tivera com Lisa na noite anterior à sua partida fora apressada, massua amiga tinha sido insistente. — Jane, se você não for eu me sentirei culpada. De qualquer modo,você estará nos fazendo um favor. Ninguém esteve na casa por meses, que precisa ser arejada, entãová lá pensando no bem que nos fará. — Mas não posso ir quando você mais pode precisar de mim... — Ouça — disse Lisa —, você conhece minha família. Será como Picadilly Circus no hospital eestamos confiantes que papai ficará bom... Ver seu rostinho aqui apenas me preocuparia, e digo issode coração. Ela sabia que Lisa estava apenas sendo corajosa, que as consequências do ocorrido não podiam ser previstas, portanto, não queria oprimi-Ia mais ainda. — Tudo bem, tudo bem. Janerendeu-se. Lisa tinha razão. Com uma mãe maravilhosa, quatro irmãs e três irmãos, estava amparada.E dos três irmãos, um em particular parecia querer seduzir Jane. Ela não estava certa como se sentiaem relação a Dominic, que era encantador, se bem que um pouco maçante. Jane tinha certeza que acorte do irmão teria sido aceita favoravelmente por Lisa, caso tivesse a oportunidade. Ela levantou-se
 
e vagou em direção ao parapeito da embarcação, onde respingos do mar a atingiam uma vez e outra.Ainda não podia evitar uma ponta de culpa por apreciar sua solidão de maneira tão intensa. Nãoesperava por aquilo, mas pela primeira vez nos seus 26 anos, estava verdadeiramente sozinha, sem aesmagadora responsabilidade que havia carregado por tanto tempo. E isso era bom! Olhando para omar espumante, viu que estavam aproximando-se de uma ilha. Algo naquela ilha, erguendo-semajestosamente da água, a fez tremer... causando-lhe um arrepio na coluna. Era uma rocha proibitiva, suavizada apenas pela praia arenosa e casas pitorescas que rodeavam o pequeno porto. Osol fazia a água brilhar quando o bote ancorou e todos desembarcaram. No píer, enquanto elaesperava junto aos demais passageiros para saber aonde iriam, sua mente voltou ao território perigoso. Jane tentou resistir, mas era forte demais, enquanto revivia os eventos do dia anterior, eaquele momento nas ruas próximas ao píer de embarque surgiu de volta. Ela havia escapado da áreacongestionada de pedestres, sentindo uma espécie de claustrofobia e dirigira-se para uma ruacharmosa, que era abençoada pela quietude, sem sinal de turistas. Olhara para o nome numa placa derua para calcular onde estava. Gostaria de explorar mais aquela parte adormecida da cidade.Com seu mapa aberto, tentando caminhar e ler ao mesmo tempo, não tomou conhecimento da próxima esquina. Tinha olhado rapidamente, visto uma claridade e então ido de encontro a uma parede. Na verdade não era uma parede, porque uma parede não teria estendido mãos fortes queseguraram seus braços. Atordoada e atônita, o mapa escorregando de suas mãos, Jane percebera quecolidira com um homem. Seu olhar caiu primeiramente sobre um peito largo, recoberto com umacamiseta justa, depois se ergueu, até encontrar o par de olhos mais bonito e mais verde que já vira...um tom de verde de um oásis distante no deserto... num rosto bronzeado, com sobrancelhas negrassensuais. Seu queixo quase caiu. Foi somente então que Jane teve ciência de suas próprias mãos, pousadas em volta dos bíceps, onde se apoiara automaticamente para não cair. E com essa percepçãohavia surgido a sensação de músculos que se flexionaram levemente sob as pontas de seus dedos,enquanto braços vigorosos a seguravam, e de repente, surgiu uma ponta de prazer tão intensa quetomou conta de todo seu corpo e a fez arregalar os olhos em estado de choque. O olhar dele havia semovido para sua boca, e ela pareceu perder o controle de seu corpo, como se eles não estivessemnuma rua lateral, como se aquilo nunca tivesse acontecido. O feitiço tinha sido quebrado quando umavoz aguda soou. Com esforço, Jane desviou o olhar para visualizar uma loura estonteante virando aesquina, seu grito num francês incompreensível dirigido para o homem. As mãos fortes apertaram-namomentaneamente antes que ele desaparecesse de vista e voltasse com o mapa dela na mão.Entregou-lhe o mapa sem dizer nada, um leve sorriso zombeteiro na boca. Jane pegou o mapa e,antes que tivesse sido capaz de desculpar-se, ou agradecer-lhe, a loura tomou conta da atenção dohomem e, com um olhar de desdém para Jane, afastou-o consigo, tirando-o de visão. Jane ficaraimóvel, ainda atônita, seu corpo dolorido. Ainda podia sentir as marcas das mãos dele sobre seus

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