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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - SERVIÇOS BANCÁRIOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - SERVIÇOS BANCÁRIOS

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Conhecimentos Bancarios
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - SERVIÇOS BANCÁRIOS
CONHECIMENTOSESPECÍFICOSSERVIÇOS BANCÁRIOS
ABERTURA E MOVIMENTAÇÃO DE CONTAS: DOCUMENTOS BÁSICOS
Conheça os tipos de contas existentes:
Conta Individua:
conta para um único titular, que permite movimentação a crédito e a débito.
Conta Con!unta"Conta Con!unta Si#$%& 'E(:
conta para mais de um titular cuja movimentação a débito somente poderá ser feita com as assinaturas, sempre em conjunto, dos titulares.
Conta Con!unta Soid)*ia 'E+OU(:
conta para mais de um titular cuja movimentação a crédito ou a débito poderá ser feita por qualquer um dos titulares isoladamente.
Conta& $a*a #%no*%&:
enores de !" e maiores de !# anos: conta em nome do menor, cuja movimentação será livre, desde que autori$ada pelo responsável le%al. & abertura e movimentação de conta de menor poderá ser efetuada sem a necessidade de autori$ação por seu representante le%al, desde que o menor seja le%almente emancipado e faça prova de sua emancipação.
enores de !# anos: conta em nome do menor, cuja movimentação somente poderá ser feita pelo responsável indicado na abertura da conta.
Do,u#%nto& N%,%&&)*io&
'ara abertura de Conta de (ep)sito *conta+poupança e conta+corrente para maiores de !" anos, é necessária a c)pia e o ori%inal dos se%uintes documentos:
-/
C'0/
Comprovante de -esid1ncia/
Comprovante de renda2 *3x.: holerite, contracheque etc..
Situa-.%& %&$%,iai& $a*a o& #%no*%& d% /0 ano& t*a1ida& $%o novo C2di3o Civi:
! 'ara abertura de conta de dep)sito *conta+poupança e conta+corrente cujo titular seja menor com !# anos de idade completos, não emancipados, é obri%at)ria comprovação da exist1ncia de relação de empre%o, do qual tenha economia pr)pria, mediante exibição da Carteira de 4rabalho e portar c)pia e ori%inal dos documentos - e C'0 e do comprovante de endereço.5 'ara abertura de conta de dep)sito *conta+poupança e conta+corrente para titulares menores emancipados, deve+se apresentar, além de c)pia e ori%inal dos documentos -e C'0 e do comprovante de endereço, re%istro de nascimento com a &verbação da 3mancipação conferida pelos pais.
PESSOA FÍSICA E 4URÍDICAPESSOA FÍSICA
6 o ser humano nascido da mulher. 7ua exist1ncia começa do nascimento com vida *a respiração é a melhor prova do nascimento com vida e termina com a morte.8 homem, pessoa natural, é sujeito e titular da relação jur9dica.
PESSOA 4URÍDICA
'essoas jur9dicas o entidades a que a lei empresta personalidade, isto e, o seres que atuam na vida jur9dica, com personalidade diversa da dos indiv9duos que os compem, capa$es de serem sujeitos de direitos e obri%açes na ordem civil.! (e acordo com a sua estrutura: a as que t1m como elemento adjacente o homem, isto é, as que se compem pela reunião de pessoas, tais como as associes e as sociedades/ b as que se constituem em torno de um patrim;nio destinado a um fim, isto é, as fundaçes.5 (e acordo com sua )rbita de atuação: as pessoas podem ser de direito externo *as várias <açes, a 7anta 7é, a 8r%ani$ação das <açes =nidas ou interno *a =nião, os 3stados, o (istrito 0ederal e cada um dos unic9pios le%almente constitu9dos/ e de direito privado *as sociedades civis, reli%iosas, pias, morais, cient9ficas ou literárias, as associaçes de utilidade publica, as fundaçes e, ainda, as sociedades mercantis.(entre as pessoas jur9dicas de (ireito privado, podemos distin%uir as associaçes, isto e, a%rupamentos de indiv9duos sem fim lucrativo, como os clubes desportivos, os centros culturais, as entidades pias, etc./ e, de outro, as sociedades, isto é, os a%rupamentos individuais com escopo de lucro.
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - SERVIÇOS BANCÁRIOS
R%5ui&ito& $a*a a %6i&t7n,ia %3a da& $%&&oa& !u*8di,a&"
 & exist1ncia, perante a lei, das pessoas jur9dicas de direito privado começa com a inscrição dos seus contrates, atos constitutivos, estudos ou compromissos em seu re%istro publico peculiar. &ntes da inscrição, a pessoa jur9dica pode existir no plano dos acontecimentos, mas o direito despre$a sua exist1ncia, ne%a+lhe personalidade civil, ou seja, ne%a+lhe a capacidade para ser titular de direitos *pois, para que a pessoa moral in%resse na orbita jur9dica, é necessário o elemento formal, ou seja, a inscrição no re%istro pr)prio.Cumpre ressaltar, porém, que o ordenamento  jur9dico não pode i%norar a exist1ncia de fato da pessoa moral, antes de seu re%istro. &ssim, embora não presti%ie a exist1ncia, atribui al%uma conseq>1ncia a tal or%anismo.'ara se proceder ao re%istro de uma pessoa  jur9dica de direito privado de nature$a civil, apresentam+se dois exemplares do jornal oficial em que houverem sido publicados os estatutos, contratos ou outros documentos constitutivos ao cart)rio competente. <o documento deve fi%urar, para que seja declarado peio 8ficial, no livro competente:? + a denominação fundo social *quando houver, os fins e a sede da associação, ou fundação, bem como o tempo de sua duração/?? + o modo por que se administra e representa a sociedade, ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente/??? + se os estatutos, contrato ou o compromisso são reformáveis no tocante a administração, e de que modo/?@ + se os membros respondem ou não, subsidiariamente, uns pelos outros, pelas obri%açes sociais/@ + as condes de extião das pessoas  jur9dicas, e o destino de seu patrim;nio, nesse caso/@? + os nomes dos fundadores, ou instituidores, e dos membros da diretoria provis)ria ou definitiva, com indicação da nacionalidade, estado civil ou profissão de cada um, bem como o nome e resid1ncia do apresentante dos exemplares.
Ca$a,idad% % R%$*%&%nta-9o da& P%&&oa& 4u*8di,a&"
<o momento em que a pessoa jur9dica re%istra seu contrato constitutivo, adquire personalidade, isto e, capacidade para ser titular de direito. <aturalmente ela s) pode ser titular daqueles direitos compat9veis com a sua condição de pessoa fict9cia, ou seja, os patrim;nios. o se lhe admitem os direitos personal9sticos.'ara exercer tais direitos, a pessoa jur9dica recorre a pessoas f9sicas que a representam, ou seja, por quem os respectivos estatutos desi%narem ou, não os desi%nando, pelos seus diretores.
R%&$on&aiidad% da& P%&&oa& 4u*8di,a&
 &s pessoas jur9dicas são responsáveis na orbita civil, contratual e extracontratual. &s pessoas jur9dicas com fim lucrativo s) serão responsáveis pelos atos il9citos, praticados por seus representantes, provando+se que concorreram com culpa para o evento danoso.4al culpa poderá se confi%urar quer na eleição de seus administradores, quer na vi%ilAncia de sua atividade. as, atualmente, houve uma evolução nesta interpretação através de uma farta  jurisprud1ncia de nossos 4ribunais. &ssim, quando a pessoa jur9dica de finalidade lucrativa causar dano a outrem através de ato de seu representante, sur%e a presunção que precisa ser destru9da pela pr)pria pessoa jur9dica, sob pena de ser condenada solidariamente a reparação do preju9$o.Buanto a responsabilidade das associaçes que o tem lucro, nada se encontra na lei. & responsabilidade pela reparação do preju9$o será do a%ente causador. &penas, neste caso, deve a vitima demonstrar a culpa da associação.
E6tin-9o da& P%&&oa& 4u*8di,a&"
? + pela sua dissolução, deliberada entre os seus membros, salvo o direito da minoria e de terceiros/?? pela sua dissolução, quando a lei determine/??? pela sua dissolão em virtude de ato do overno que lhe casse a autori$ão para funcionar, quando a pessoa jur9dica incorra em atos opostos aos seus fins ou nocivos ao bem público.Buando se trata de pessoa jur9dica com finalidade lucrativa, nenhum problema sur%e quanto ao destino dos bens. 3les serão repartidos entre os s)cios, pois o lucro constitui o pr)prio objeto que os reuniu.<as associes sem fim lucrativo que se dissolvem, o patrim;nio se%uira a destinação dada pelos 3statutos/ em não havendo tal, a deliberação efica$ dada pelos s)cios sobre a matéria. 7e os + mesmos nada resolveram, ou se a deliberação for + inefica$, devolver+se+á o patrim;nio a um estabelecimento publico con%1nere ou de fins semelhantes. 7e, no unic9pio, 3stado ou no (istrito+0ederal, inexistirem estabelecimentos nas condes indicadas, o patrim;nio passara a 0a$enda 'ublica.
Funda-.%&"
0undação e uma or%ani$ação que %ira em torno de um patrim;nio, que se destina a uma determinada finalidade. (eve ser ultimada por escritura publica ou testamento. &quele a quem o instituidor cometer a aplicação do patrim;nio elaborara o 3statuto da fundação projetada, submetendo+o a autoridade competente, isto e, ao )r%ão do inistério 'ublico. &provado por este, o 3statuto devera ser re%istrado e, neste
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - SERVIÇOS BANCÁRIOS
momento, a 0undão adquire personalidade  jur9dica. & lei s) permite que se altere o 3statuto da 0undação consoante tr1s condiçes: ! deliberação da maioria dos administradores e representantes da 0undação/ 5 respeito a sua finalidade ori%inal/ D aprovação da autoridade competente. & 0undação se extin%ue quando vencido o pra$o de sua exist1ncia. 4al hip)tese raramente se apresenta, porque, em %eral , a 0undação e criada por pra$o indeterminado/ além disso, extin%ue+se quando se torna nociva ao interesse publico/ e, finalmente, quando seu objeto se torna imposs9vel.<as tr1s hip)teses acima, o patrim;nio da 0undação extinta vai se incorporar ao de outras de fins id1nticos ou semelhantes.
CAPACIDADE E INCAPACIDADE
7e toda relação jur9dica tem por titular um homem, verdade e, também, que todo homem pode ser titular de uma relação jur9dica. ?sto é, todo ser humano tem capacidade para ser titular de direitos. &nti%amente, nos re%imes onde florescia a escravidão, o escravo em ve$ de sujeito era objeto de direito. <o mundo moderno, a mera circunstancia de existir confere ao homem a possibilidade de ser titular de direitos. & isso se chama personalidade. &firmar que o homem tem personalidade e o mesmo que di$er que ele tem capacidade para ser titular de direitos. 4al personalidade se adquire com o nascimento com vida.'arece que melhor se conceituaria personalidade di$endo ser a aptidão para adquirir direitos e assumir obri%açes na ordem civil. Como se vera, a aptidão para adquirir direitos não se identifica com a aptidão para exercer direitos, da qual se excluem as pessoas mencionadas *incapa$es, que pessoalmente o os podem exercer.@oltando a analise, se deve ressaltar a relevAncia, na pratica, de tal dispositivo, conforme se demonstre que o indiv9duo nasceu morto, ou morreu lo%o ap)s o nascimento. 'or exemplo: suponha que um indiv9duo morreu, deixando esposa %ravida/ se a criança nascer morta, o patrim;nio do Ede cujusE passara aos herdeiros deste, que podem ser seus pais, se ele os tiver/ se a criança nascer viva, morrendo no se%undo subseq>ente, o patrim;nio de seu pai pré+morto *que foi a seu filho no momento em que ele nasceu com vida passara aos do infante, no caso, a mãe. & lei brasileira prote%e os direitos do nascituro desde a sua concepção *nascituro é o ser concebido, mas que se encontra no ventre materno, embora s) lhe conceda a personalidade se nascer com vida. & personalidade que o indiv9duo adquire, ao nascer com vida, termina com a morte. <o instante em que expira, cessa sua aptidão para ser titular de direitos, e seus bens se transmitem, incontinenti, a seus herdeiros.foi dito que todo ser humano, desde seu nascimento ate sua morte, tem capacidade para ser titular de direitos e obri%açes, na ordem civil. as isso não si%nifica que todas as pessoas possam exercer, pessoalmente, tais direitos. & lei, tendo em vista a idade, a saúde ou o desenvolvimento intelectual de determinadas pessoas, com o intuito de prote%e+las, não lhes permite o exerc9cio pessoal de direitos, e denomina tais pessoas de incapa$es.'ortanto, incapacidade é o reconhecimento da inexist1ncia, numa pessoa, daqueles requisitos que a lei acha indispensáveis para que ela exerça os seus direitos.3xiste, assim, uma distinção entre incapacidade absoluta e relativa.7ão absolutamente incapa$es aqueles que não podem, por si mesmos, praticar quaisquer atos  jur9dicos e, se o fi$erem, tais atos são nulos. 'or exemplo: se um menor impubere vende uma propriedade, ou fa$ um contrato de se%uro, tal ato e absolutamente inefica$, porque a manifestação de vontade provinda dele, despre$ada que é pelo ordenamento jur9dico, não produ$ efeitos na orbita do direito, e nulo o ato e não %era efeitos.(iferente e a incapacidade relativa, porque a inaptidão f9sico+ps9quica e menos intensa. 4rata+se de pessoas que, sem terem um jul%amento ,adequado das coisas, apresentam um %rau de perfeição intelectual não+despre$9vel. & lei, então, lhes permite a pratica de atos jur9dicos, condicionando a validade destes ao fato de eles se aconselharem com pessoa plenamente capa$*seu pai, tutor ou curadorque os devem assistir+nos atos  jur9dicos.3nquanto o absolutamente incapa$ e representado, o relativamente incapa$ e apenas assistido.8 ato praticado pelo relativamente incapa$ não e nulo, mas anulável.3ntende+se por pr)di%o aquele que, desordenadamente, %asta e destr)i o seu patrim;nio. Como a sua defici1ncia s) se mostra no trato de seus pr)prios bens, sua incapacidade e limitada aos atos que o podem condu$ir a um empobrecimento.8s silv9colas, por viverem afastados da civili$ação, não contam, habitualmente, com um %rau de experi1ncia suficiente para defender sua pessoa e seus bens, em contato com o branco. <o entanto, deixam de ser considerados relativamente incapa$es se adaptarem e se inte%rarem a civili$ação do pais.
REPRESENTAÇÃO E DOMICI;IO
(omic9lio+civil da pessoa natural é o lu%ar onde ela estabelece sua resid1ncia com animo definitivo.
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