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Apostila 4 - Probabilidade

Apostila 4 - Probabilidade

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 1
Universidade Federal do Piauí Campus Universitário Profa. Cinobelina Elvas – Bom Jesus, PIProfa. Gisele
IV - PROBABILIDADE1. INTRODUÇÃO
Os estatísticos ao modelarem dados experimentais ou amostrais, estão sempre a considerar avariabilidade apresentada por esses dados. A descrição por meio da distribuição de freqüências éum mecanismo usado para avaliar a variabilidade dos dados. O fenômeno sob estudo não necessita,na maioria dos casos, ser observado diretamente. Existem inúmeros modelos teóricos que sãoapropriados para reproduzir a distribuição de freqüência que seria obtida da observação direta dofenômeno.A teoria das probabilidades nos dá o instrumental para a construção e análise de modelosmatemáticos relativos a fenômenos aleatórios. Ao estudarmos um fenômeno aleatório temos diantede nós um experimento cujo resultado não pode ser previsto. Daí a utilização de probabilidadesindica que existe um elemento do acaso, ou de incerteza, quanto à ocorrência ou não de um evento.Em outras palavras, a teoria das probabilidades estuda os fenômenos aleatórios com váriosresultados possíveis, quantificando as suas probabilidades de ocorrência. Com base na teoria dasprobabilidades, jamais será possível afirmar por antecipação o que vai ocorrer num experimentoaleatório, pois isso dependerá sempre do acaso, no entanto, ela permite prever o que pode ocorrer eainda dimensiona a chance de ocorrência de cada uma das possibilidades. Entende-se por “chance”a medida da ocorrência das circunstâncias favoráveis.A obtenção de valores numéricos de probabilidades não é o principal objetivo da teoria dasprobabilidades, mas sim a descoberta de leis gerais e a construção de modelos teóricos satisfatórios,importantes em muitas situações que envolvam tomadas de decisão. Com o advento dessa teoria,todos os processos inferenciais são aplicações de distribuições de probabilidade. Assim, oconhecimento dos conceitos da teoria das probabilidades é de fundamental importância para autilização das técnicas estatísticas.
2. CONCEITOS FUNDAMENTAIS
2.1. EXPERIMENTOÉ o fato ou fenômeno que se está estudando.
 
 2Ex:* o lançamento de uma moeda;* extração de uma carta de um baralho; a análise do clima; o estudo da economia, etc.
2.2.1.
 
 Experimento determinístico ou não aleatório
Aquele que quando repetido sob as mesmas condições conduzem sempre ao mesmo resultado.Ex
1
:* Ebulição da água em 10 latas de mesma capacidade.* Considerando a equação
ve
o
+=
2
9,4, que representa a distância vertical percorrida por umobjeto acima do solo, sendo
v
o
a velocidade inicial e
o tempo gasto na queda. Portanto, conhecidosos valores de
v
o
e
, o valor de e fica implicitamente determinado. Nota-se que existe uma relaçãodefinida entre
e
e
, que determina univocamente a quantidade no primeiro membro da equação, seaquelas do segundo membro forem fornecidas.
2.1.2.
 
 Experimento probabilístico ou aleatório ou não determinístico
 É aquele cujos resultados podem não ser os mesmos, ainda que sejam repetidos sob condiçõesessencialmente idênticas.Ex:* lançar uma moeda 10 vezes e observar o número de caras obtidas;* selecionar uma carta de um baralho com 52 cartas e observar seu “naipe”;* jogar um dado ao ar e observar a sua face superior.2.2. MODELOTodas as vezes que empregamos a matemática a fim de estudar alguns fenômenos deobservação, devemos essencialmente começar pro construir um modelo matemático (probabilísticoou determinístico) para esses fenômenos. O modelo deve simplificar a avaliação do fenômeno ecertos pormenores devem ser desprezados.
2.2.1
.
 Modelo determinístico
 É aquele que, a partir das condições em que o experimento é realizado, pode-se determinar seuresultado.
2.2.2.
 
 Modelo probabilístico
 É aquele em que as condições de execução de um experimento não determinam o resultadofinal, mas sim o comportamento probabilístico do resultado observável.
 
32.3. ESPAÇO AMOSTRAL (S)Chama-se espaço amostral o conjunto de todos os possíveis resultados de um experimentoaleatório ou, em outras palavras, é o conjunto universo relativo aos resultados de um experimento.Pode ser discreto (enumeração finita ou infinita) ou contínuo.Assim, pode-se dizer que, a cada experimento aleatório ou probabilístico sempre estaráassociado um conjunto de resultados possíveis ou espaço amostral S.Ex: Experimento aleatório: lançamento de três moedas consecutivas.Espaço amostral:S =
{
CaCaCa; CaCaCo; CaCoCa; CaCoCo; CoCaCa; CoCaCo; CoCoCa; CoCoCo
}
 Em que, n = 8 (n = número de eventos que ocorrem no espaço amostral S)
2.3.1.
 
 Espaço amostral finito
 Seja S um espaço amostral finito: S =
{
a
1
 , a
2
 , a
3
 , ... , a
n
}
 Um espaço de probabilidade finito é obtido associando-se a cada ponto
a
i
 
S, um númeroreal
P
i
, chamado de probabilidade de a
i
, satisfazendo às seguintes condições:(i)
P
i
 
≥ 
0,
para
i = 1, 2, ..., n
(ii)
P
i
+ P
i
+ ... + P
i
=
=
nii
P
1
=1
Ex: Número de caras em três lançamentos consecutivos de uma moeda.S =
{
0, 1, 2, 3
}
 P (0) = 1/8; P(1) = 3/8; P(2) = 3/8 e P (3) = 1/8
=
81
ii
P=
1/8 + 3/8 + 3/8 + 1/8 = 1
2.3.2. Espaço amostral finito equiprovável
 Seja S um espaço de probabilidade finito. Se cada ponto de S tem a mesma probabilidade deocorrer, então o espaço amostral chama-se equiprovável ou uniforme. Em particular se S contém
n
pontos, então a probabilidade de cada ponto será
n
1ou
S
deelementesdenúmero 1 Se um evento A tem
pontos, então
n AP
=
)(
 Este método de avaliar P (A) é frequentemente enunciado da seguinte maneira:
P (A) =
S A
 deelementesdenúmero  deelementosdenúmero
 
Ex: lançamento de um dado

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