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Legitimidade Das Partes Moreira Rego (3)

Legitimidade Das Partes Moreira Rego (3)

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Legitimidades das partes
Legitimidades das partes

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Por: Moreira Rêgo – Jurista pela Universidade Eduardo Mondlane
ÍNDICE
Introdução..........................................................................................................21. Legitimidade das partes................................................................................31.1. Noções gerais.............................................................................................32. O objecto do processo...................................................................................33. Espécies de legitimidade...............................................................................33.1. Legitimidade singular.................................................................................43.1.1. Determinação supletiva da legitimidade.................................................43.1.2. A Legitimidade na acção executiva.........................................................53.2. Pluralidade de Partes..................................................................................53.2.1. O Litisconsórcio........................................................................................5Generalidades....................................................................................................53.2.1.1. Litisconsórcio “stricto sensu”................................................................63.2.1.2. Litisconsórcio voluntário.......................................................................63.2.1.3. Litisconsórcio Necessário......................................................................7a) Litisconsórcio necessário legal......................................................................7b) Litisconsórcio necessário convencional.........................................................7c) Litisconsórcio necessário natural...................................................................83.2.2. Coligação.................................................................................................83.2.2.1. Requisitos relativos aos pedidos na coligação......................................83.2.2.1.1 Compatibilidade..................................................................................8i) Compatibilidade substantiva.........................................................................9ii) Compatibilidade processual..........................................................................93.2.2.1.2. Conexão objectiva...........................................................................................................................103.2.2.2. Coligação no processo executivo...........................................................................................................................10i) compatibilidade processual...........................................................................................................................10ii) Conexão (subjectiva e objectiva)...........................................................................................................................103.2.2.3. Efeitos decorrentes da violação das regras da coligação...........................................................................................................................113.2.2.3.1. Acção declarativa...........................................................................................................................113.2.2.3.2. Acção executiva...........................................................................................................................11
A LEGITIMIDADE DAS PARTES, em atenção às alterações introduzidas pelo Dec. Lei1/2005 de 27 de Dezembro - Moçambique1
 
Por: Moreira Rêgo – Jurista pela Universidade Eduardo Mondlane
Conclusão...........................................................................................................12Bibliografia.........................................................................................................13
INTRODUÇÃO
No presente trabalho debrar-nos-emos sobre os presssupostosrelativos às partes, cingindo-nos essencialmente na parte relativa àlegitimidade das partes. De referir que dos pressupostos relativos às partesressaltam-nos as seguintes: a personalidade judiciária, a capacidade judiciária,a legitimidade e o patrocínio judiciário obrigatório.Relativamente à delimitação do nosso trabalho, importa referir que estetem uma importância deveras maior em processo civil, dado que é atravésdele que se determinam quem são as partes que podem litigar e quem temlegitimidade para o efeito.A legitimidade das partes não se determina de uma forma linear, sendonecessário que se determinem regras sejam elas legais ou convencionais ouque a própria natureza da relação obrigue.As relações controvertidas são sempre tidas
ab initio
como sendo umadualidade, uma relação recíproca que envolva o autor e o réu, ou demandantee demandado, ou ainda, exequente e executado, o que se denomina porlegitimidade singular e está prevista no art. 26º do CPC; mas nem sempre éassim, elas podem envolver relações em que tanto dum como doutro lado doslitigantes, uma pluralidade de partes. E a esta última situação denomina-selegitimidade plural, e se encontra prevista entre os art. 27º a 31º do CPC.Entretanto, nestas classificações da pluralidade de partes encontramosduas figuras que regulam situações de pluralidade meramente subjectiva eoutra que se refere à legitimidade objectiva. No primeiro caso, trata-se delitisconsórcio e no segundo caso coligação.Portanto, no litisconsórcio, onde temos uma pluralidade de sujeitos, masunidade da relação material controvertida, extraem-se duas figuras deveras
A LEGITIMIDADE DAS PARTES, em atenção às alterações introduzidas pelo Dec. Lei1/2005 de 27 de Dezembro - Moçambique2
 
Por: Moreira Rêgo – Jurista pela Universidade Eduardo Mondlane
importantes que são o litisconsórcio voluntário, o necessário e o natural, aopasso que na coligação, onde temos uma pluralidade de sujeitos e de objectosdo processo importarn-nos-á apresentar as situações em que ela é admitida equais as implicações legais decorrentes da preterição dos requisitos por eleexigidos.Para o efeito, o nosso trabalho tratará da (1) legitimidade das partes,onde se apresentarão noções gerais por forma a introduzirmos o leitor aoespírito do trabalho, seguidamente, (2) trataremos do objecto do processo,que é a base que sustenta a propositura da acção, para logo em seguida (3)falarmos das espécies de legitimidade onde trataremos (3.1) da legitimidadesingular nas suas variadas vertentes e (3.2.) da pluralidade de partes,igualmente dando enfoque aos seus variados aspectos que detalhadamenteserão desenvolvidos, e trataremos para o efeito do litisconsórcio, nas suasdiversas modalidades e da coligação, igualmente, nas suas variadasmodalidades e, desta figura falaremos já no fim dos efeitos decorrentes dapreterição de tais regras.Assim, é por estas linhas que se debruçará o nosso trabalho que dada acomplexidade de que se compõe fez-nos com que labutássemos horas a fiopara definirmos a orientação a seguir.Para levar a cabo deste trabalho tivemos que recorrer a doutrinaportuguesa, que é a mais usada no nosso ordenamento judico e comaceitação para fundamentarmos aquilo que foi o nosso pensamento desde oplano, o desenvolvimento e à conclusão.O Autor
1. LEGITIMIDADE DAS PARTES1.1. Noções gerais
O termo legitimidade das partes traz consigo um complexo designificados que importa aclararmos de forma a que seja concebido do pontode vista de uma única vertente, no âmbito do processualismo civil.Assim, a legitimidade será nestes termos entendida como “posição deautor e réu, em relação ao objecto do processo, qualidade que justifica quepossa aquele autor, ou aquele u ocupar-se em juízo desse objecto deprocesso.”
1
Entretanto, o conceito de partes é concebido pelo prof. Castro Mendes,citando Dr. Chiovenda, como aquele que pede em seu próprio nome (ou emcujo nome se pede) a actuação de uma vontade da lei. Aos primeiros se
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João de Castro Mendes,
 Processo Civil 
, Associação Académica da Faculade de Direito, Lisboa, 1987, vol. ΙΙ. Pag. 128
A LEGITIMIDADE DAS PARTES, em atenção às alterações introduzidas pelo Dec. Lei1/2005 de 27 de Dezembro - Moçambique3

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