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Cateres de Longa cia

Cateres de Longa cia

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05/23/2012

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b.2 Longa permanência ou tunelizados
* Cateter semi implantado ± tempo médio ± 6 meses.
São confeccionados em silicone e podem ficar por até dois anos.Geralmente tem 90cm de comprimento sendo subdividido em 2 partes:1venosa e outra subcutânea.A primeira parte é introduzida geralmente por punção de subclávia , e a parte subcutânea é exteriorizada após tunelizaçãosubcutânea na região para esternal no nível de mamilo. Este segmento é maiscalibroso e tem um anel de Dacron que fixa o cateter ao subcutâneo e atuacomo barreira a progressão de germes provenientes do orifício deexteriorização do cateter na pele. O método é realizado em sala de cirurgiacom anestesia local e controle radiológico. A ponta interna deverá ficar entre a veia cava S e o átrio D.
I
ndicações
y
Acesso venoso limitado
y
Período de tratamento longo
y
Infusão de quimioterápicos
y
Trombose e esclerose resultante de terapias anteriores.
T
écnica
 A extremidade proximal do cateter é introduzida por exposição ou punçãopercutânea. Após a punção é feita a introdução de um fio guia e um cateter dilatador. Após o dilatador é introduzido um cateter externo por dentro do qualserá passado o cateter definitivo. A ponta distal do cateter é passada por tunelização no subcutâneo por uns 10cm e exteriorizada no 3
o
.0u 4
o
. EIC efixado a um anel de dacron, fixado com pontos que serão retirados em 10 ou15 dias, período onde haverá uma reação fibrótica fixando a ponta do cateter.Quando não utilizadas, as vias deverão ser preenchidas com soluçãoheparinizada.
Complicações
± infecção e obstrução por coágulos.
 
* Cateter totalmente implantado ± permanência media 5 anos
O Portocath constitui um ótimo acesso venoso. Necessitam de menos lacre deheparina que o cateter parcialmente implantado e está protegido pela pelequando não está sendo utilizado.O portocath é constituído por duas partes: uma constituída por cateter desilicone que fica que é introduzido da mesma forma que o cateter semiimplantado. Após a realização da tunelização o cateter termina em uma câmarade aço inox outitânio, de 3cm de diâmetro, que fica totalmente implantado no subcutâneo daregião peitoral, cerca de 4cm abaixo da clavícula, cerca de 2-3cm da bordalateral do esterno, no músculo peitoral. A câmara tem um espaço interno de 0,5 ml. Sua superfície é auto-selantepermitindo a entrada de agulha. Durante o intervalo entre as punções a bolsadeverá ser preenchida com solução heparinizada.
Punção do cateter 
Ë uma função exclusiva do enfermeiro. São usadas agulhas especiais tipoHubber ou Griper.
T
écnica de puncionamento
y
Expor a área a ser puncionada
y
Anti-sepsia com PVPI degermante e tópico.
y
Colocar luvas.
y
Localizar a bolsa por palpação.
y
Introduzir a agulha e lavar o cateter com SF testando orefluxo.
y
Conectar a solução a ser infundida.Obs. Após coleta ou transfusão de sangue, lavar o cateter com SF 0,9%. Acima de 40 kg 20ml, abaixo de 40 kg10ml.
 
* Cateter Central de Punção Periférica (P
I
CC)
I
ndicação de Uso:
 O cateter central de inserção periférica - PICC
(Peripherally Inserted Central Catheter)
- pode ser instalado por punção das veias cefálicas ou basílicas.Trata-se de um dispositivo vascular de inserção periférica com localizaçãocentral, com lúmen único ou duplo. São constituídos de poliuretano ou silicone,sendo os de silicones mais flexíveis e em sua maioria inertes (causando menor irritação à parede dos vasos e interação medicamentosa). Possuemparâmetros como: calibre, comprimento, diâmetro interno, diâmetro externo evolume interno, que estão em tabelas de conversão acompanhar o produto. OPICC pode ser inserido na própria unidade do paciente por profissionaiscapacitados e qualificados. Recentemente o enfermeiro foi reconhecido comoprofissional habilitado à inserção e manutenção do mesmo, segundoResolução do COFEN Nº 258/2001.
Procedimento:
 
Material:
 - Anti-séptico (PVP-I ou Clorexidina) alcoólico para o RN peso 2.500g e -clorexidina degermante para o RNpeso ¯ 2.500g;- Dispositivo compatível com o calibre da veia;- ³Bandeja Epicutâneo´ (cuba redonda de metal, palito coberto, gaze, campofenestrado, pinça delicada)- Seringa de 10 ou 20ml, Soro fisiológico e perfusor;- Adesivo (filme-transparente);- Gaze
Cuidados de Enfermagem
 * Inspecionar o local diariamente.* Trocar curativo sempre quando úmido, solto ou sujo.* Usar AGE para a retirada do adesivo;* Usar água oxigenada na presença de sangue coagulado no local da inserção,e após este procedimento aplicar solução alcoólica de PVPI ou clorexidina;* Com manipulação asséptica, manter por até 72 horas o conjunto deadministração (equipo, torneirinhas,polifix.); e trocar na suspeita de contaminação;* Lavar antes e após com solução de heparina no caso de infusõesintermitentes.
I
ndicação de troca:
 * Se houver saída de secreção purulenta no local de inserção;* Na suspeita de febre associada ao dispositivo;* Quando for passado na urgência, sem preparo adequado;* Passar cateter em outro local nos casos de mau funcionamento (obstrução).

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