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Conta-Me Cinderela

Conta-Me Cinderela

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Cinderela
Esta é a verdadeira história de uma menina escrava,de uma madrasta e suas filhas.Cinderela era ainda um bebé quando foi adoptada.Vivia numa casa antiga e simples com paredes feitas depedra e pintadas com cal. No seu interior, o chão erafabricado de tábuas de madeira e nalguns lugares já severificava desgaste no soalho.Quando fez onze anos, a madrasta pô-la a trabalharcomo escrava. Acordava bem cedo para fazer todas astarefas da casa.-Vai imediatamente fazer as camas suapreguiçosa! – dizia a madrasta todas as manhãs.Esta mulher era alta e magra e quando se irritava,alguns dos seus cabelos levantavam-se do penteado quegostava de manter imaculado.-Ordeno-te que laves todos os meus vestidos! – diziaa irmã mais velha num tom agressivo.-Traz-me um chá de tília com três colheres de açúcare seis de cacau, ou duplico-te as tarefas – dizia de formaarrogante, a irmã mais nova.Certo dia, a madrasta e suas filhas saíram nacarroça, para ir às compras. Cinderela, ficou sozinha emcasa. Aborrecida, foi ao jardim apanhar flores para si.Eram os seus únicos momentos de felicidade.
 
-Adoro o cheiro e a cor destas flores. – suspirava abela Cinderela.Entretanto ouviu um barulho e foi ver o que era:- Oh, que queridos! Três Porquinhos abandonados.Vou dar-lhes um nome:- O Ping, o Pong e o Niki. Lindos nomes! - admirava aCinderela.De repente, ouviu o barulho da carroça da suamadrasta. Apressou-se a limpar tudo e os três porquinhosajudaram-na com simpatia. Para a madrasta o osencontrar, escondeu-os no roupeiro do seu quarto.Sem a madrasta a ouvir, Cinderela foi à caixa decorreio ver se havia correspondência. Apenas duascartas, uma das finanças e outra do príncipe. Escondeu-adebaixo do avental e no silêncio do seu quarto leu-a:
“Caras donzelas:Venho por este meio informar que vou organizar umafesta e quero convidar-vos. Agradeço que venham.Obrigado!Com os maiores cumprimentos,PríncipeFélix.” 
Quando chegou a noite, Cinderela preparava-separa ir em segredo à festa, mas a madrasta apanhou-aquando estava prestes a sair de casa e disse-lhe:-Que pensas que estás a fazer?
 
- Vou dormir a casa de uma amiga. – verbalizou aCinderela.- Como? Se tu não tens amigas? replicou amadrasta.-Tenho, tenho! Uma amiga chamada CapuchinhoVermelho.Cinderela mentiu, mas por uma boa causa.-Ah, essa! Até podes ter, mas daqui não sais!... –gritou a sua madrasta.-Vou tentar, não posso perder a força! – pensou aCinderela. Triste, voltou para o seu quarto e encontroutodos os vestidos rasgados e tudo partido. Ao ouvirCinderela chorar, os porquinhos saíram do arrio esugeriram:-Olha, porque não ligas o computador e envias ummail à Capuchinho Vermelho a pedir o seu melhor vestidode gala?A Cinderela assim fez e passados alguns minutoscomeçou a ouvir:- Tic, tic…- na janela do seu quarto. Era a sua amigaque a chamava para lhe entregar o vestido.Era um vestido lindo, azul-marinho, com brilhantes. Trazia-lhe ainda uns sapatos de cristal enfeitados comdiamantes.- Ah! Que lindos!! - agradeceu Cinderela.

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