Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
13Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
02Montagem_e_alinhamento

02Montagem_e_alinhamento

Ratings: (0)|Views: 224 |Likes:
Published by naotenhocomputador
Apostila Célula - mma
Apostila Célula - mma

More info:

Published by: naotenhocomputador on Jun 27, 2010
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/14/2014

pdf

text

original

 
2-1
CAPÍTULO 2MONTAGEM E ALINHAMENTOINTRODUÇÃO
 Este capítulo inclui tanto montagemquanto alinhamento, uma vez que estas matériasestão diretamente relacionadas. A montagemenvolve o ajuntamento das diversas seçõescomponentes de uma aeronave, tal como seçãoda asa, unidades da empenagem, naceles e tremde pouso.Alinhamento é o ajuste final das diversasseções componentes para proporcionar a reaçãoaerodinâmica apropriada.Duas considerações importantesem toda operação de montagem e alinhamentosão: (1) Operação apropriada do componentequanto à sua função mecânica e aerodinâmica; e(2) manutenção da integridade estrutural daaeronave, através da utilização correta dosmateriais, estrutura e dispositivos de segurança.Montagem e alinhamento impróprios, podem resultar na exposição de determinadoscomponentes em esforços, maiores do queaqueles para as quais eles foram projetados.A montagem e o alinhamento devem ser feitos de acordo com os requisitos prescritos pelo fabricante da aeronave. Esses procedimentos são geralmente detalhados nomanual de serviço, ou no de manutençãoaplicável.A especificação da aeronave ou a folhade dados de especificação de tipo, também proporcionam informações valiosas relativas aocontrole.O alinhamento dos sistemas de controlevaria com cada tipo de aeronave, dessa forma,seria impraticável definir um procedimento pre-ciso. Contudo, alguns princípios aplicam-se paratodas as situações, e isso será discutido nessecapítulo.É essencial que as instruções do fabri-cante da aeronave sejam seguidas, quando ajus-tando uma aeronave.
SISTEMAS DE CONTROLE DE VÔO
 São usados, geralmente, três tipos de sis-temas de controle: (1) a cabo; (2) por meio dehastes rígidas; e (3) sistema de tubo de torque.O sistema de cabo é extremamente maisutilizado porque as deflexões da estrutura, naqual está instalado, não afetam a sua operação.Muitas aeronaves incorporam sistemas decontrole que são a combinação de todos os trêstipos.
Ferragens do sistema de controle de vôo,ligações mecânicas e mecanismos
Os sistemas que operam as superfíciesde controle de vôo, ferragens, hastes de ligaçãoe mecanismos. Esses itens conectam assuperfícies de controle aos controles na cabine.Incluídos nestes sistemas, estãoconjuntos de cabos, guias de cabos, ligações, batentes ajustáveis, amortecedores dassuperfícies de controle ou mecanismos detravamento, unidades de reforço das superfíciesde controle, atuadores operados por motoreshidráulicos.
Conjunto de cabos
 Um conjunto convencional de cabosconsiste de cabo flexível, terminais (prensadosna extremidade do cabo) para a ligação com ou-tras unidades, e esticadores. As informaçõescom relação a construção de cabos convencio-nais e as terminais de ligação, estão contidas nocapítulo 6 do Livro de Matérias Básicas.Em cada inspeção periódica regular, oscabos deverão ser inspecionados por quebra dosfios, passando um pano ao longo do seu com- primento e observando os pontos onde o panofica preso.Para uma cuidadosa inspeção do cabo,movemos a superfície de controle para o seulimite extremo de curso. Isto permitirá averificação das áreas do cabo na polia, guia docabo e do tambor.Se a superfície do cabo estiver corroída,aliviamos a tensão do cabo. Então,cuidadosamente forçamos a abertura do cabodistorcendo os fios, e inspecionamos o interior.A corrosão no interior dos fios do cabo éconsiderada como falha, devendo o cabo ser substituído.Se não existir corrosão interna,removemos a corrosão externa com um trapo de
 
2-2
 pano grosso ou escova de fibra. Nunca devemosusar escovas de fios metálicos ou solventes paralimpar o cabo. Escovas metálicas incrustadascom diferentes partículas metálicas poderãocausar futuras corrosões.Solventes removem o lubrificanteinterno do cabo, resultando também em futurascorrosões. Após a limpeza cuidadosa do caboflexível, aplicamos um composto preventivo dacorrosão. Esse composto preserva e lubrifica ocabo.A ruptura dos fios ocorre maisfreqüentemente onde os cabos passam sobre polias, e através dos guias de cabo. Pontostípicos de quebra são mostrados na figura 2-1.Os cabos de controle e arames deverão ser substituídos, se estiverem desgastados,distorcidos, corroídos ou com outro tipo deavaria.Fig. 2-1 Pontos típicos de ruptura de cabos.Cabos revestidos são usados ao longo dealgumas das grandes aeronaves. Eles consistemde cabos de aço flexível, convencionais,envolvidos em um tubo de alumínio prensado para prender o cabo em seu interior.A construção do cabo revestido temcertas vantagens. As mudanças de tensão,devido a temperatura, são menores do que noscabos convencionais. Além disso, a quantidadede estiramento em uma determinada carga, émenor do que a que ocorre com o cabo con-vencional.Os cabos revestidos devem ser substituí-dos quando a cobertura estiver desgastada, ex- pondo fios com desgaste, quebrada, ouapresentando pontos de desgaste causados peloatrito com os pinos guia dos cabos.
Esticadores
 O esticador é um dispositivo usado nossistemas de cabo de controle para o ajuste datensão do cabo. A parte central do esticador  possui rosca esquerda interna em uma das ex-tremidades e rosca direita, também interna, naoutra extremidade. Quando ajustando a tensãodo cabo, os terminais são aparafusados em igualdistância, em ambos os finais, na parte central.Após o ajuste do esticador, ele deveráser frenado. Os métodos de frenagem deesticadores são abordados no capítulo 6 doLivro Matérias Básicas.
Conectores de cabo
 Em adição aos esticadores, conectores decabo são usados em alguns sistemas. Esses co-nectores permitem que um cabo seja rapida-mente conectado ou desconectado de um siste-ma. A figura 2-2 ilustra um tipo usado de co-nector de cabo. Esse tipo é conectado ou desco-nectado pela compressão da mola.Figura 2-2 Conector de cabo do tipo mola.
SISTEMAS DE CONTROLE OPERADOSHIDRAULICAMENTE
 Como a velocidade dos mais recentesmodelos de aeronaves aumentou, a atuação doscontroles em vôo ficou mais difícil. Logo,tornou-se evidente que o piloto necessitaria deauxílio para superar a resistência do fluxo de ar, para controlar o movimento.Os compensadores de mola, que eramoperados pelo sistema de controle convencional,eram movimentados para que o fluxo de ar sobre eles, realmente movessem as superfíciesde controle primário. Isso era suficiente para asaeronaves que não operavam em uma gama dealta velocidade (250 - 300 m.p.h.).
 
2-3
Para as altas velocidades foi projetadoum sistema de controle auxiliado por forçahidráulica.Sistema de cabos de comandoconvencionais, ou de hastes rígidas, estãoinstalados e fixados a um quadrante detransmissão de força. Com o sistema ativado, oesforço do piloto é usado para abrir as válvulas,direcionando, desse modo, o fluido hidráulico para os atuadores, os quais estão conectados àssuperfícies de controle por hastes de comando.Os atuadores movem as superfícies decontrole para a condição de vôo desejada. Oesforço inverso move a superfície de controle nadireção oposta.
Controle manual
 O sistema de controle da cabine é conec-tado por uma haste através do quadrante detransmissão de força ao sistema de controle doatuador. Durante a operação manual, o esforçodo piloto é transmitido ao manche, e, por ligações diretas a superfícies de controle. Osaviões que não têm sistema de reversão manual podem ter pelo menos três fontes de forçahidráulica: principal, secundária (standby) eauxiliar. Alguns ou todos os controles primários podem ser operados por esses sistemas.
Trava dos comandos
 Um came no eixo do quadrante de con-trole encaixa em um rolete, sobre pressão demola, para neutralizar os controles com o sis-tema hidráulico desligado (aeronave estacio-nada).A pressão é bloqueada nos atuadores edesde que os controles estejam neutralizados pelo came e rolete, nenhum movimento das su- perfícies de controle será permitido.
GUIAS DOS CABOS
 Os guias dos cabos (figuras 2-3)consistem primariamente de guias, selos de pressurização, e polias.Um guia de cabo pode ser feito de mate-rial não metálico, tal como o FENOL, ou ummaterial metálico macio como o alumínio. Osguias envolvem o cabo na sua passagem por ori-fícios em paredes, ou qualquer outra parte metá-lica. Eles são usados para guiar os cabos emlinha reta, através, ou entre partes estruturais daaeronave. Os guias nunca alteram o alinha-mento do cabo mais do que 3º da linha reta.Fig. 2-3 Guias dos cabos de comando.

Activity (13)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 thousand reads
1 hundred reads
gjjermann liked this
zeluizff9324 liked this
vadsongondim liked this
sandrompb liked this
Marco Rocha liked this
mau gibson liked this
wanssol liked this

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->