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Carlos MongeClaudia VialeGeorge Bedoya
Noticias - NewsLunes 28 de junio del 2010
BOLIVIA
Bolivia y Venezuela avanzan en negociaciones para explotar el Mutún
La Razón (La Paz)http://www.la-razon.com/version.php?ArticleId=4222&a=1&EditionId=120 El Gobierno de Evo Morales informó hoy que ha avanzado negociaciones con el deVenezuela para explotar el hierro de la mina El Mutún, en la frontera con Brasil, en unproyecto paralelo al que desarrolla la minera india Jindal Steel & Power.El presidente de la estatal Corporación Minera de Bolivia (Comibol), Hugo Miranda, dijohoy a los medios que esas negociaciones con Caracas se enmarcan en un acuerdosuscrito entre Morales y su homólogo venezolano Hugo Chávez, en una reunión realizadaen abril pasado en el estado de Barinas.Ambos mandatarios acordaron entonces la creación de una empresa llamada "grannacional" del hierro y acero, para explorar, explotar y comercializar el mineral del Mutún y estudiar además proyectos sobre la explotación y uso del estaño, el cobre, la plata, elcloruro de potasio y el zinc.Miranda agregó que también "hay indicios" de que podría haber oro en el Mutún, un cerrosituado en el departamento de Santa Cruz, que posee 40.000 millones de toneladas devarios tipos de minerales, principalmente hierro y manganeso.Al margen de Venezuela, la estatal Empresa Siderúrgica Mutún (ESM) recibió en abrilpasado una oferta del Banco de Desarrollo de China de 15.000 millones de dólares paraexplotar la mitad de ese yacimiento.Según medios, el presidente de la ESM, Sergio Alandia, señaló que varias empresasaustralianas también están interesadas en invertir en la producción de fósforo en la mina.El 50% del cerro Mutún es del Estado y el otro 50% fue entregado en 2007 en concesión ala compañía india Jindal.La empresa india se había comprometido a invertir 600 millones de dólares en la primerafase del proyecto (2008-2010), pero hasta el primer trimestre de este año sólo habíaaportado 12 millones.Por este retraso, el Ejecutivo le impuso en abril pasado una multa de 18 millones dedólares, lo que ocasionó una controversia entre el Gobierno y la firma. Jindal justificó que sus inversiones en el Mutún han sido limitadas por el retraso delEjecutivo en la entrega de las tierras necesarias para operar.En las próximas horas está prevista una reunión del directorio del proyecto, en la queparticiparán delegados de la ESM y Jindal para tratar asuntos como la entrega de lastierras y el plan de inversión de la empresa india.
Empresas de Australia quieren explotar fósforo del cerro Mutún
El Deber (Santa Cruz)http://www.eldeber.com.bo/2010/2010-06-28/vernotaeconomia.php?id=100628002313 
 
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2El presidente de la Empresa Siderúrgica Mutún (EMS), Sergio Alandia, informó de quevarias empresas australianas han expresado el interés en invertir en la producción defósforo en la reserva de hierro de Mutún que no ha sido concesionada a la Jindal.Alandia explicó que los representantes de estas firmas australianas han pedido alGobierno boliviano que les permitan participar en la explotación del 50 por ciento del yacimiento de hierro que le corresponde a la EMS para la explotación del fósforo.Por otra parte, hoy debe llevarse a cabo la reunión del directorio de Riesgo Compartido,que agrupa a dos delegados de la ESM y a tres de Jindal Steel Bolivia. Los temas a tratarson las tierras que todavía no se han entregado en su totalidad y el cronograma deinversión para desarrollar el proyecto que por ahora está estancado. /ANF y DM
BRASIL 
Diretor financeiro da Vale deixa mineradora após 8 anos
Folha do São Paulo (São Paulo)http://www1.folha.uol.com.br/mercado/758571-diretor-financeiro-da-vale-deixa-mineradora-apos-8-anos.shtml A Vale anunciou nesta segunda-feira que o diretor financeiro e de relações com o mercadoFábio Barbosa deixou a empresa "para buscar novos desafios profissionais", após oitoanos na companhia.Barbosa estava na mineradora desde abril de 2002, vindo do Tesouro Nacional, onde erasecretário. Como secretário do Tesouro, Barbosa integrou o Conselho de Administraçãoda Vale, representando o governo."(Barbosa)... deverá ser substituído por Guilherme Perboyre Cavalcanti, cujo nome serásubmetido à aprovação do Conselho de Administração na próxima reunião", informou aVale nesta segunda-feira."Tínhamos o Fábio como contato de muitos anos, vai fazer falta, mas faz parte, ninguémfica no mesmo cargo para sempre", disse o analista da SLW Pedro Galdi.Atualmente, Cavalcanti é diretor global de Finanças Corporativas da Vale, cargo queocupa desde setembro de 2005. Ele também é membro do Comitê Executivo de Gestão deRiscos.Mestre em economia, Cavalcanti é membro efetivo do Conselho de Administração da Log-In Logística Intermodal S.A. desde 2007, informou a Vale.
Brasileña OGX anuncia nuevo hallazgo de petróleo en cuenca Campos
AméricaEconomíahttp://www.americaeconomia.com/negocios-industrias/brasilena-ogx-anuncia-nuevo-hallazgo-de-petroleo-en-cuenca-campos El descubrimiento se registró en un pozo del Bloque BM-C-40 ubicado a unos 96kilómetros de la costa del estado de Río de Janeiro.Río de Janeiro. La brasileña OGX Petróleo e Gás Participações SA anunció que un pozo enel Bloque BM-C-40 de la cuenca Campos mostró indicios de petróleo.OGX posee una participación del 100% en el bloque.El pozo se perforó en 104 metros de agua a unos 96 kilómetros de la costa del estado deRío de Janeiro.OGX tiene participaciones en 29 bloques exploratorios en las cuentas Campos, EspíritoSanto, Pará-Maranhão, Parnaíba y Santos.El éxito inicial en la perforación llevó a la compañía a ampliar su programa deexploración. En los próximos cuatro años, OGX planea perforar 79 pozos: 72 costa afuera y siete en tierra.
 
 
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Lula sancionará capitalização da Petrobras na 4ª feira
Estadão do São Paulo (São Paulo)http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,lula-sancionara-capitalizacao-da-petrobras-na-4-feira,25048,0.htm BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai sancionar na quarta-feira o projetode capitalização da Petrobras. A informação é do ministro da Secretaria de RelaçõesInstitucionais, Alexandre Padilha. "O detalhamento da operação, da forma como se dará,está em negociação entre a Casa Civil, os ministérios da Fazenda e das Minas e Energia ea própria Petrobras para montar esta operação de capitalização", informou o ministro.Segundo Padilha, "não há data definida nem anunciada para esta capitalizaçãoacontecer". Ele lembrou que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) ainda está fazendo oestudo sobre a previsão do preço do barril do petróleo."Este é um momento importante para nós, que culmina com todo o esforço que o governofez de fortalecimento da empresa e de preparar a Petrobras para este novo momento doPaís, tanto do pré-sal quanto do seu plano de investimentos estratégicos até 2014", disseo ministro.
BP já gastou US$ 2,65 bi com vazamento de petróleo
Estadão do São Paulo (São Paulo)http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,bp-ja-gastou-us-265-bi-com-vazamento-de-petroleo,25051,0.htm Companhia gastou até agora US$ 2,65 bilhões com suas operações na região, uma taxade US$ 100 milhões por dia nos últimos três diasNOVA YORK - O nível dos gastos da British Petroleum com o vazamento de petróleo noGolfo do México aumenta a cada dia que passa. A companhia afirmou que despendeu atéagora US$ 2,65 bilhões com suas operações na região, uma taxa de US$ 100 milhões pordia nos últimos três dias.O Mississippi relatou no domingo que uma "significativa" quantidade de petróleo atingiu acosta do Estado norte-americano. Estima-se que a aproximação da tempestade tropicalAlex possa empurrar ainda mais petróleo para a costa, pelo menos nos próximos dias.Segundo o gabinete do governador do Mississippi, Haley Barbour, as ondas de óleo foramencontradas a cerca de três quilômetros das praias ao longo da ponta sudeste do Estado eem algumas das ilhas-barreira. "Esta é a nossa primeira grande invasão de petróleo nacosta", disse Dan Turner, secretário de imprensa do governador.O sucesso da operação da BP para a retirada do óleo da superfície do mar no Golfo doMéxico oscilou fortemente desde o início dos trabalhos. De acordo com números dapetroleira britânica, o volume médio de óleo coletado pelos navios utilizados variou dequase 33 barris por dia no início de maio para pouco mais de um barril por dia no iníciode junho.Se isso representa uma degradação na qualidade do trabalho dos navios de combate aoderramamento, uma vez que a frota cresceu, ou os caprichos do tempo, é uma incógnita.A quantidade de petróleo que a BP tem capturado diretamente da boca do poço tambémtem estado vulnerável a eventos aleatórios como greves relâmpago ou a colisão dos robôssubmarinos com a tampa de contenção colocada sobre o poço. A BP capturou uma médiade 23.700 barris por dia do poço no fim de semana, contra 28.750 nos últimos quatrodias.Dois novos navios adicionados à boca do poço deverão aumentar a taxa de captura doóleo para entre 40 mil e 50 mil barris por dia até o final deste mês, afirmou a companhia.Dentro de poucos dias, a BP iniciará também o estágio final e o mais desafiador, do pontode vista técnico, da interseção de um poço de alívio com o poço de Macondo. A operaçãoserá provavelmente muito mais complicada, arriscada e cara antes de estar finalmenteconcluída. As informações são da Do Jones.
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