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O futuro do Flash

O futuro do Flash

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Published by Luis Rocha
Revista Webdesign
Seção: Opinião
Redação/edição: Luis Rocha
Design: Camila Oliveira
Mês: Julho/2010
Revista Webdesign
Seção: Opinião
Redação/edição: Luis Rocha
Design: Camila Oliveira
Mês: Julho/2010

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Published by: Luis Rocha on Jul 12, 2010
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09/17/2013

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| webdesign | 79 > 07/10
OPINIÃO
Testes realizados por sites de grande audiência,como YouTube (http://www.youtube.com/html5) e Vimeo (http://vimeo.com/blog:268), nouso de players em HTML 5 trouxeram à tona asdiscussões sobre as vantagens e as desvantagensda aplicação do Flash na área.Já em carta aberta publicada no site da Apple(http://tinyurl.com/79-opiniao-1), Steve Jobsapresentou os motivos para que os gagdets daempresa (iPad, iPhone e iPod Touch) não suportemo produto da Adobe, o que serviu para esquentarainda mais os debates sobre o tema.Diante destas notícias, o grande questionamentopelo mercado é: qual será o futuro do Flash naprodução de projetos digitais e interativos? Coniraa seguir a opinião de alguns proissionais domercado brasileiro de internet.
O futuro
 
do Flash
 
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“A comparação começa equivocada, pois o HTML sequer é uma linguagem de programação, esim de marcação. Logo, não concorre com o Actionscript (linguagem de programação utilizada noFlash). Ok, o HTML pode exibir vídeos, isso é ótimo, mas denitivamente o Flash não se limita a isso.O HTML5 não é perfeito, existem problemas de performance, e certamente o render dos browsers trará alguma diferença, como sempre aconteceu, o que dá inúmeras dores de cabeça.Um dos grandes trunfos do Flash é a facilidade de atualização de seu player, enquanto aatualização da maior parte dos browsers é um pouco mais complicada. Isso se prova através dacurva de atualização dos mesmos - a dos browsers é muito mais lenta.Se observarmos a penetração do Flash Player 9 e do Flash Player 10, é impressionante o quãorápido os usuários adotaram a versão 10. Por outro lado, o que vemos é uma innidade de usuárioscom browsers antigos.Na carta publicada pela Apple é dito, por exemplo, que o Flash consome recursos demais. Então,como explicar ele rodando tranquilamente no sistema operacional Android?Com a chegada do Flash Player 10.1, inúmeros dispositivos podem executar o Flash, apenas osprodutos da Apple que não. Será mesmo que todos os outros fabricantes estão errados?Ignorar a quantidade de conteúdo publicada através do Flash é uma triste decisão, mas não éuma decisão da Apple, é uma decisão do consumidor que adquire o iPhone, iPod ou iPad. E, nessahistória, alguém vai se adaptar: o fornecedor de conteúdo, o meio utilizado para consumir ou oconsumidor dele.É compreensível a rejeição de aplicativos feitos em Flash e convertidos para IPA (formato deaplicativos dos devices da Apple). E concordo: se você quer desenvolver para iPhone, aprenda alinguagem certa! Não é tão dicil e é o certo a ser feito.Talvez, toda essa discussão sirva para trazer um questionamento ainda mais importante: aresposta sobre quando devemos ou não utilizar HTML, Flash, AJAX e outras tecnologias e conceitospor sua aderência a situação e não pelo simples modismo. Isso é algo tão básico e tão ignorado queacabamos vendo projetos que poderiam ser um sucesso completo se tornando um fracasso total.Quer comparar
(http://html5vsash.tumblr.com/)
?”
Bruno Ribeiro
Developer do Coletivo.as e instrutor do Instituto Infnet
www.coletivo.as
Um dos grandestrunfos doFlash é afacilidade deatualizaçãode seu player
 
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OPINIÃO
“A curto prazo, o futuro do Flash não muda: ele ainda é a plataforma mais difundida e madura para projetos interativos on-line. Da mesmaforma, algumas propriedades da tecnologia - como o fato de o padrão ser controlado pela Adobe - fazem com que sua evolução seja muitomais ágil do que outras tecnologias consideradas standard, como as adotadas pelo W3C. Essa combinação de uma taxa de penetraçãoextremamente alta no mercado desktop e de rápida difusão de novas versões da plataforma faz com que seja bastante improvável haveruma mudança brusca no mercado de desenvolvimento.No entanto, novas plataformas sendo introduzidas - smartphones cada vez mais poderosos, e tablets cada vez mais populares -trazem também novos mercados no qual não há plataforma interativa dominante. Atualmente, quando falamos de conteúdo interativodesenvolvido para estas plataformas, podemos dizer que há uma divisão entre websites simplicados e aplicativos nativos.É dicil prever o que o futuro reserva nesse sentido, já que só agora o Flash começa a fazer parte deste jogo, com a versão 10.1 do FlashPlayer, disponível para dispositivos que utilizam o sistema Android (e, no futuro, em outras tecnologias), e mesmo tecnologias vistas comorevolucionárias (como HTML5) estão ainda pouco maduras e pouco difundidas.No entanto, acredito que a tendência futura é de haver uma segmentação do mercado interativo: assim como vemos no desktop,existirão websites (e aplicativos) que utilizarão tecnologia Flash, devido às vantagens da plataforma; e existirão websites que adotarão umasolução mais simples, via HTML, ou com interação mais localizada, utilizando recursos do HTML5. Serão soluções diferentes para problemasdiferentes, ambas coexistindo lado a lado, tal como vemos hoje em dia.”“Como toda tecnologia, o Flash deve continuar evoluindo para ser uma opção para produção de mídias e aplicativos com produtividade,qualidade e disponível para as pessoas.Quando a ferramenta foi adquirida pela Adobe, quei empolgado. A empresa transformou a ferramenta e novos conceitos foramintroduzidos. Em 2010, tivemos um grande lançamento que movimentou o planeta em torno do pacote CS5, com grande expectativa para oFlash. Cumpriram a parte deles.O Flash é uma tecnologia atual e uma excelente opção para desenvolvimento de aplicações modernas e multimídia provendo umaexperiência rica e única. Temos grandes cases e empresas utilizando, inclusive algumas que não dão suporte a padrões web em seus produtos.Sobre a polêmica recente, onde algumas empresas estão colocando em cheque a sua eciência, em minha opinião, são na maioriaassuntos de mercado. Acredito que, em breve, tudo deve estar conectado: desktops, laptops, TVs e dispositivos móveis. Ninguém vai tercomo primeira opção baixar aplicativos e pagar por isto, vão procurar na web antes. E os sites em Flash estarão lá.Sendo assim, esse assunto sobre quem deve ou não desenvolver aplicativos, pode não fazer o menor sentido em dois ou três anos. Hoje,este mercado está no início e vejo algumas empresas indo na contramão da evolução da web e, ao mesmo tempo, muita gente importantequestionando essas ações. O Flash não faz parte dessa visão e ainda tem muito a nos oferecer.”
Zeh FernandoFabiano Santos
Desenvolvedor sênior na Firstborn, em Nova Iorque
www.firstbornmultimedia.com
Coordenador de desenvolvimento do depto de TI do Grupo Morena Rosa
www.grupomorenarosa.com.br
Acredito que a tendência futura é de haver umasegmentação do mercado interativoO Flash é uma tecnologia atual e uma excelente opçãopara desenvolvimento de aplicações modernas emultimídia provendo uma experiência rica e única

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