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Queixa Presidente do Conselho Superior da Magistratura contra o Autor da Sentença - TRIBUNAL JUDICIAL CASTELO BRANCO

Queixa Presidente do Conselho Superior da Magistratura contra o Autor da Sentença - TRIBUNAL JUDICIAL CASTELO BRANCO

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Published by Joaquim
Queixa conselho da Magistratura Superir
TRIBUNAL JUDICIAL DE CASTELO BRANCO
Proc. º n. º 383/99.3 PBCTB -3 º Juízo

Queixa CONSELHO SUPERIOR DA Magistratura

Contra o Autor da Sentença

António Baptista dos Santos Gabriel

Queixa conselho da Magistratura Superir
Queixa AO CONSELHO SUPERIOR DA Identificação Magistratura : Joaquim Emílio São Pedro

Magistrado visado : Autor da Sentença - António Baptista dos Santos Gabriel
Proc. º n. º 383/99.3 PBCTB -3 º Juízo Tribunal Judicial de Castelo Branco Sobre ae
Queixa conselho da Magistratura Superir
TRIBUNAL JUDICIAL DE CASTELO BRANCO
Proc. º n. º 383/99.3 PBCTB -3 º Juízo

Queixa CONSELHO SUPERIOR DA Magistratura

Contra o Autor da Sentença

António Baptista dos Santos Gabriel

Queixa conselho da Magistratura Superir
Queixa AO CONSELHO SUPERIOR DA Identificação Magistratura : Joaquim Emílio São Pedro

Magistrado visado : Autor da Sentença - António Baptista dos Santos Gabriel
Proc. º n. º 383/99.3 PBCTB -3 º Juízo Tribunal Judicial de Castelo Branco Sobre ae

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Queixa Conselho Superir da Magistratura
TRIBUNAL JUDICIAL DE CASTELO BRANCO
Proc.º n.º 383/99.3 PBCTB-3º Juízo
QUEIXA
CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURAContra o Autor da Sentença
António Gabriel baptista dos Santos
 
Queixa Conselho Superir da Magistratura
QUEIXA AO CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURAIdentificação:
Joaquim Emílio São Pedro
Magistrado visado
:
Autor da Sentença
-
António Gabriel baptista dos SantosProc.º n.º 383/99.3 PBCTB-3º Juízo Tribunal Judicial de Castelo BrancoSobre a exposição apresentada ao
CSM,
foi emitido o seguinte parecer:
...«A presente exposição é, unica e exclusivamente a manifestação do concreto desacordo sobre o conteúdo econclusão de uma decisão judicial. Não cabe ao CSM a sua apreciação, mas apena às instâncias. Assim, atenta aincompetências do CSM arquive-se, após notificação do exponente (19.09.08)»...
(Texto do Documento)
Meritíssimo Juiz Presidentedo Conselho Superior da MagistraturaExcelência
,Na qualidade de demandante no Proc.º n.º 383/99.3 PBCTB-3º JUÍZO, do TRIBUNAL JUDICIAL DE CASTELO BRANCO,vem expor a V. Ex.ª a seguinte situação:Em 07/07/1999, fui vítima de agressão por um cliente da empresa EDP, onde prestava serviço, a qual, segundo foiapurado, permitiu tratar-se de um acidente de trabalho, dadas as circunstâncias em que ocorreu, no local e horade trabalho, nas instalações da EDP, Av. Nuno Álvares, n.º3 - Castelo Branco (doc. anexo).Em consequência da agressão, fui hospitalizado de urgência no Hospital Amato Lusitano, com traumatismo dapirâmide nasal e fractura dos ossos próprios do nariz, onde fui submetido a intervenção cirúrgica, seguida deinternamento por 15 dias, para tratamento psiquiátrico intensivo, na Clínica de Montes Claros em Coimbra.A agressão foi noticiada no Jornal "Povo da Beira", edição de 1999-07-13 (doc anexo), que reproduz a acçãopraticada pelo agressor, descrita por este ao jornalista, cito notícia,….«
O Eng.º Tiago, depois de sair do gabinetedo engenheiro Candeias, no interior do imóvel da LTE, cruzou-se com o Eng. São Pedro, no hall da entrada,poisou uma pasta e um telemóvel em cima da secretária do segurança, e iniciou, de imediato, uma sessão desocos, massacrando de modo contundente, sistemático e impiedoso o nariz do engenheiro São Pedro. SãoPedro teve de recorrer aos serviços do Hospital Amato Lusitano, onde foi submetido, de urgência a umaintervenção cirúrgica ao nariz
», … fim de citação.Na participação do sinistro, pela EDP, à Seguradora Mundial Confiança, (doc. anexo), pode ler-se,cito,…«
DESCRIÇÃO DO ACIDENTE: O sinistrado foi agredido, pelo Sr. Tiago Homem Sousa Pires, quando falavano Hall de Entrada do 1.º andar do edifício na AvNuno Álvares, n.º 3, com o Sr. Eduardo TrindadeEusébio
»», … fim de citação.No formulário do SINISTRO, a artigos 38 e 39 (doc. anexo), pode ler-se, cito ...«
38. Indique o objecto próximoque conduziu à leo que provocou o acidente: o do agressor 39. Descreva a tarefa que o sinistradoexecutava no momento do acidente: Atendia um cliente
», … fim de citação.Dado tratar-se de um acidente de trabalho, constitui obrigação da Empresa, proceder a um inquérito nos termosda lei, Regulamento de segurança higiene e saúde no trabalho e do ACT (ANEXO IV - Cláusula 90.º - CAPITULO I -Disposições gerais - Artigo 1.º h).Nos termos referidos, a Empresa deveria ter promovido o
inquérito ao acidente de trabalho
, a que está obrigadapor lei, para averiguar das condições em que o mesmo ocorreu, nomeadamente, da falta do “Segurança”, queestava ausente do local onde se deu o acidente e não restringir a sua actuação apenas à participação do sinistro àSeguradora.
 
Queixa Conselho Superir da Magistratura
De referir que a Empresa em vez de proceder ao inquérito ao acidente de trabalho preferiu remeter-se áinstauração de um inquérito disciplinar, com intuitos intimidatórios, do qual se concluiu não ter havido qualquerviolação dos meus deveres, consignados no Acordo de Empresa, pelo que o mesmo foi arquivado por falta deindícios que permitissem o apuramento de responsabilidade disciplinar.Pelo acima exposto, da descrição do acidente e formulário do sinistro, poderá constatar-se que fui vítima deagressão e não o autor da agressão (do crime).Nestas condições, descartando a hipótese de erro de julgamento, ao ser considerado o autor da agressão(agressor), e não a vítima, só se pode concluir que autor da sentença tenha desvirtuado os factos ocorridos, nojulgamento, agindo com dolo.Por esse facto, desde a data do referido acidente por agressão, e em resultado da sentença dolosa, teve comoconsequência o agravamento do meu estado depressivo que evoluiu para crónico (distimia), sujeito a medicaçãosem quaisquer melhorias clínicas, até á presente data, decorridos que são 10 anos sobre a data do acidente.Mas, como se poderá constatar, a realidade dos factos ocorridos é, porém, bem diferente daquela que constitui osfactos apurados e descritos, pela análise ao RELATÓRIO-SENTENÇA (doc. anexo), cujos artigos passo a citar e acomentar seguidamente:
1. RELATÓRIO-SENTENÇA
1.1. Cita-se …«
Na sequência de despacho de pronúncia proferido nos autos, foi ordenada a remessa dos autosa julgamento, em processo comum, com intervenção do tribunal singular, de Tiago Homem de Sousa Pires,casado, engenheiro agrónomo, nascido a 26 de Fevereiro de 1956, natural de São Sebasto da Pedreira,Lisboa, filho de JoPedro Carneiro de Castro Norton e Sousa Pires e de Maria Rita Fernandes HomemRodrigues de Sousa Pires, residente na Herdade de Joanafaz, Idanha-a-Nova;Porquanto, indiciam suficientemente os autos que é imputável ao arguido a prática, em autoria material, de 1(um) crime de ofensa à integridade física simples, previsto e punível pelo ar14, n.º 1 Código Penal,conforme douto despacho de pronúncia de fls. 172 e ss., o qual se dá por inteiramente reproduzido
» … fim decitação.....................
2. FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO - RELATÓRIO SENTENÇA2.1.
Cita-se …«
Na audiência de discussão e julgamento provou-se que
:
2.1.1.No dia 7 de Julho de 1999, pelas 17 horas, nas instalões da EDP, na Avenida Nuno Álvares, emCastelo Branco, após (a testemunha) agarrar ambos os braços do queixoso, colocando-se à sua frente e decostas para o arguido, este deu-lhe vários abaes, desferiu um murro na vista direita deste, o que lheprovocou a quebra dos óculos que usava
»… fim de citação.
 A minha versão (que é a da pronuncia), “o arguido, após agarrar em ambos os meus braços, deu-me váriosabanões, desferiu-me um murro na vista direita, o que me provocou a quebra dos óculos que usava. Após, e nãoobstante tentativas de o impedir de continuar, desferiu ainda vários murros na face”. A versão do arguido: "ficou provado por confissão do arguido de que ele me desferiu murros e estaladas, e nãoapenas um murro na vista direita".Versão da sentença: "o arguido deu vários abanões ao queixoso e desferiu-lhe um murro na vista direita o que lhe provocou a quebra dos óculos que utilizava";
2.1.2.
Cita-se …«
O Eduardo Eusébio agarrou ambos os braços do queixoso por este ter iniciado uma agressãocontra o arguido, nomeadamente, agarrando-o com violência e agredindo-o de forma não concretamenteapurada, mas tendo sido tais agressões de molde a arranhar a cara e a rasgar a camisa do arguido
» … fim decitação.
Da audiência de discussão e julgamento não se provou e, por esse facto, é falsoque «
o Eduardo Eusébio metenha agarrado ambos os braços, por eu ter iniciado uma agressão contra o arguido, nomeadamente,agarrando-o com violência e agredindo-o de forma não concretamente apurada, mas tendo sido taisagressões de molde a arranhar a cara e a rasgar a camisa do arguido
».Considera-se uma conclusão, sem apoio em qualquer prova, o afirmado no Relatório-Sentença. Na verdade, éerrada a apreciação da prova na sentença, e não foi provado que:

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