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Caixa Prática Abelha Jataí

Caixa Prática Abelha Jataí

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08/21/2013

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APACAME - Mensagem Doce
CAIXA "PRÁTICA" PARA JATAÍ
João Sobenko,Apicultor, membro do Departamento Técnico da APACAME
A impressão que se tem é de que as nossas abelhas aborígenes, tantoas Trigonas quanto as Meliponas, têm pouco apreço, sobretudo nas regiõesSul e Sudeste. Isso talvez por motivo da produção de mel ser pouca, mastambém por não existirem caixas práticas para o seu manejo.Essas abelhas pequenas têm também seu valor, já que para algumasplantas elas são as únicas polinizadoras, e como são inofensivas, em suascaixinhas bem pintadas, servem até para enfeitar varandas ou sacadas.Fiz vários tipos de caixas, mas a que as abelhas aceitaram melhor foiesta, cujo desenho está publicado no final da matéria. Este tipo de caixasegue o próprio instinto das jataís, de construir seus potinhos de mel epólen acima do ninho. Basta observar a sua posição quando se tiramninhos de árvores, barrancos, muros ou caixas de luz.A posição das melgueiras segue o sistema das Apis, onde podemosaumentar ou diminuir o número delas, conforme a força da família, seminterferir no ninho.As medidas constantes do desenho são internas, porque as caixasdevem ser feitas com paredes grossas, cuja espessura deve ser de 2,5 a 3centímetros, já que essas abelhas sofrem muito com as variações do tempo.Convém pintar cada caixa com cores diferentes, pois as jataís se guiam muito pelas cores. Na partefrontal é aconselhável fazer um desenho abrangendo toda à frente, para facilitar a manutenção dasmelgueiras sempre na mesma posição.Com os desenhos aqui publicados, torna-se fácil à construção desse tipo de caixas. Se alguém tiver meios e quiser fabricá-las seria muito útil. Aconselha-se fazer a base com madeira pesada para dar boaestabilidade da caixa, como também a tampa com madeira grossa para manter o calor interno.
Extração do Mel
Para extrair o mel começa-se pela melgueira superior. Com um palito de dente abre-se um pequenofuro no potinho; se aparecer mel abre-se mais o buraco, mas se aparecer pólen fecha-se o furinho.Abertos todos os potinhos de mel, pega-se a melgueira e vira-se rapidamente sobre um recipientecoberto com uma tela fina para evitar a entrada de abelhas. Enquanto o mel estiver escorrendo, prepara - sea segunda melgueira, e assim por diante.Aconselha-se não tirar o mel da primeira melgueira, a que fica logo acima do ninho, por dois motivos: oprimeiro para não irritar as abelhas expondo o ninho, uma vez que esta melgueira o mantém isolado;osegundo é para deixar para as abelhas um pouco de mel e pólen, pois junto ao ninho não existem essesalimentos, porque as crias não são alimentadas pelas abelhas, como as Apis.O movimento para virar e desvirar as melgueiras deve ser rápido, evitando ao máximo o escorrimentodo mel e assim impedir a atração dos Forídeos.Para destacar uma melgueira da outra, pode-se usar o próprio formão do apicultor ou uma faca forte decozinha. Quanto mais bem assentadas forem as melgueiras, isto é, quanto menos frestas houver entre elasmenos grudadas estarão.O mel também pode ser extraído usando-se uma seringa, mas é muito mais demorado, mesmo usando-se uma seringa grande. * A APACAME denominou esta caixa "Colméia Sobenko para Jataí".
1 – Base2 – Plataforma3 – Ninho4 – Melgueiras5 - Tampa
1
 
APACAME - Mensagem Doce
Segue Abaixo Desenho da Colméia
Desenhos de Anton Kaupa
2
 
APACAME - Mensagem Doce
COLMÉIA GUILLIANI PARA CRIAÇÃO RACIONAL DE JATAÍ(
Tetragonisca angustula
)GasparGuilliani
1
e Guilherme José de Paiva
2
 
INTRODUÇÃO
 
Na criação e construção de uma colméia racional, deve-se levar em conta os hábitos efisiologia das abelhas que irão viver ali. Existem diversos tipos de caixas, ou colméias,desenvolvidas para a criação dessas abelhas, algumasverticais e outras horizontais, que testadas não foram muito bem no local.A necessidade de se criar racionalmente às abelhas sem ferrão Jataí visando a produçãode mel na região oeste deSanta Catarina, levou ao desenvolvimento de uma caixa que atende as necessidades dasabelhinhas e ao mesmo tempo do meliponicultor. Essa caixa (fig. 1) permite um trabalho rápidosem expor por muito tempo o interior da caixa, não deixando a colméia fragilizada para ataque deinimigos. Observe a simplicidade da construção.Existe uma colméia idealizada a mais de 15 anos por Gaspar Guilliani de Concórdia, SantaCatarina, e por isso recebeu o nome de colméia Guilliani para Jataí.
Fig. 1 - Colméia Guilliani para Jataí. 
As Dimensões da Colméia:
Podemos observar as partes da colméia nas figuras 2 e 3, representando a caixa aberta.As medidas de cada parte da caixa podem ser observadas na figura 4 (externa) e 5 (interna). A madeirautilizada para a construção pode ser o pinus ou a araucária, não só pela facilidade de encontrar essasmadeiras, como normalmente são mais baratas, podendo ser de outro tipo que exista a disposição naregião. Lembrar sempre que a madeira escolhida não deve possuir nenhuma substância agressiva ou tóxicapara as abelhas, também não deve ser madeira tratada, que tenha sido usado algum conservante. Deveráter, no mínimo, 2 pol. de espessura.
 
Fig. 2 - Partes Externas Fig. 3 - Caixa interna ou melgueiraA tampa externa é aparafusada com 4 parafusos nas laterais, que são mais compridas. A parte dafrente também é aparafusada com 4 parafusos e é feita desta forma para facilitar a visualização de realeirasna época de divisão de enxame, sendo mais rápida.Para a entrada das pequenas abelhas, é necessário fazer um furo de 1cm de diâmetro na frente dacaixa. Esse deverá ficar a 5,0 cm do lado direito e 8,0 cm da parte de baixo, fazendo uma leve inclinaçãode cima para baixo e de fora para dentro.A tampa interna é feita de eucatex, sendo dividida em duas partes. A parte menor cobre o ninho e amaior cobre a melgueira. Quando se trabalha na melgueira não se expõe o ninho e quando se faz revisãono ninho não é necessário expor a melgueira. A frente da melgueira também é feita de eucatex.
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