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COLETÂNEA DE JURISPRUDÊNICA DO STJ - ALIMENTOS

COLETÂNEA DE JURISPRUDÊNICA DO STJ - ALIMENTOS

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Coletânea de Jurisprudência do STJ sobre Alimentos.
Coletânea de Jurisprudência do STJ sobre Alimentos.

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COLETÂNEA DE JURISPRUDÊNICA DO STJ  ALIMENTOS.
(Súmulas - Enunciados - Precedentes - Notícias - Acórdãos Importantes)
Súmula STJ nº 309
- O débito alimentar que autoriza a prisão civil do alimentante é o quecompreende as três prestações anteriores à citação e as que vencerem no curso do processo.(DJ 04.05.2005)
Súmula STJ nº 277
- Julgada procedente a investigação de paternidade, os alimentos sãodevidos a partir da citação. (DJ 16.06.2003)
CIVIL E PROCESSUAL. AÇÃO DE ALIMENTOS MOVIDA CONTRA PAI E AVÓ PATERNA DOMENOR. REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS. ADVOCACIA DA MÃE DO MENOR AUTOR EM SUADEFESA. REGULARIDADE. AGRAVO DE INSTRUMENTO. POSSIBILIDADE JURÍDICA DO PEDIDO.CC ANTIGO, ART. 397. EXEGESE.
I. Regular a defesa do menor por sua mãe, advogada, queatua diretamente nos autos, mesmo que existam, ainda, outros causídicos já constituídos. II.Há possibilidade jurídica no pedido alimentar direcionado concomitantemente contra o pai domenor e sua avó, se a exordial justifica o pleito esclarecendo que os valores que o genitor paganão são suficientes às necessidades do alimentando, e a capacidade em supri-los é muitoduvidosa, eles podem, em tese, ser complementados pela segunda ré, cabendo à segundainstância examinar o mérito da postulação quanto aos provisionais, deferidos que foram pelo juízo singular. III. Recurso especial conhecido e parcialmente provido. (STJ - REsp 373.004 - RJ -4ª T. - Rel. Min. Aldir Passarinho Junior - DJ 07.05.2007)Obs.: Nota publicada no informativo n° 315 do STJ
ALIMENTOS. OBRIGAÇÃO COMPLEMENTAR. AVÓS.
A jurisprudência da Quarta Turma deste Superior Tribunal entende ser subsidiária à dos pais aresponsabilidade dos avós em prestar alimentos. Contudo deve ser averiguadaconcomitantemente com a dos pais, ou seja, há que ser aferida se está ou não sendo prestadapelos pais e, mesmo que esteja, se é bastante ou não para atender as necessidades doalimentando. Se for prestada e suficiente, não há que se falar em complementação pelos avós.Se é prestada, mas não atende satisfatoriamente as necessidades do menor, mas já atinge olimite da suportabilidade dos pais, aí sim devem ser chamados os avós para completar. Assim,a Turma conheceu do recurso, deu-lhe parcial provimento para reconhecer a possibilidade jurídica do pedido de alimentação complementar e determinou que o Tribunal a quo examineo mérito do pedido provisório de pensionamento. Precedente citado: REsp 119.336-SP, DJ10/3/2003. (STJ - REsp 373.004 - RJ - 4ª T. - Rel. Min. Aldir Passarinho Junior - J. 27.03.2007).(Informativo nº 315 do STJ)
PRELIMINAR - CONHECIMENTO DE RECURSO ESPECIAL DIRIGIDO A ACÓRDÃO PROVENIENTEDE RECURSO INCABÍVEL - POSSIBILIDADE - PRECLUSÃO
. - Recurso dirigido a julgadoembargado deve observar a lei da época do julgamento dos declaratórios. - À medida que oprocesso avança as questões inimpugnadas - com ressalva às exceções legais - se consolidam,sepultando as oportunidades de revisão em nome dasegurança das partes e da necessidadede continuidade do processo. - O exame de admissibilidade do recurso especial, deve-se ater,
 
objetivamente, ao recurso e ao acórdão recorrido. O que se passou antes da prolação do julgado recorrido não pode ser considerado, pois coberto pela preclusão/coisa julgada formal.
RECURSO ESPECIAL - OFENSA AO ART. 535 DO CPC - INOCORRÊNCIA - EMBARGOSDECLARATÓRIOS - PROPÓSITO DE PREQUESTIONAMENTO - SÚMULA 98 - AUSÊNCIA DEPREQUESTIONAMENTO - SÚMULAS 282/STF E 211/STJ - RENÚNCIA A ALIMENTOS - PEDIDOINDENIZATÓRIO - COISA JULGADA - INEXISTÊNCIA - PEDIDO INDENIZATÓRIO - POSSÍVELCONTRA EX-CÔNJUGE - DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL NÃO-CONFIGURADA.
- Não háofensa ao Art. 535 do CPC se, embora rejeitando os embargos de declaração, o acórdãorecorrido examinou, motivadamente, todas as questões pertinentes. - "Embargos dedeclaração manifestados com notório propósito de prequestionamento não tem caráterprotelatório." - Falta prequestionamento quando o dispositivo legal supostamente violado nãofoi discutido na formação do acórdão recorrido. - A renúncia a alimentos em ação deseparação judicial não gera coisa julgada para obviar ação indenizatória decorrente dosmesmos fatos, que, eventualmente, deram causa à dissolução do casamento. - A possibilidade jurídica do pedido é apurada em tese. Assim, pedido impossível é aquele juridicamenteincompatível com o Ordenamento Jurídico. Não há proibição no direito pátrio para pedidoindenizatório - por danos materiais ou morais - contra ex-cônjuge por eventual ato ilícitoocorrido na constância do casamento. - Para demonstrar divergência jurisprudencial énecessário confronto analítico e semelhança entre os casos. Não bastam simples transcriçõesde ementas e trechos. (STJ - REsp 897456 - MG - 3ª T. - Rel. Min. Humberto Gomes de Barros -DJ. 05.02.2007, p. 236)Obs.: Nota publicada no informativo n° 308 do STJ
AÇÃO. INDENIZAÇÃO. DANOS MATERIAIS E MORAIS. EX-MARIDO. (Fonte STJ)
No mérito, quanto à coisa julgada, o Tribunal de origem decidiu manter os fundamentos dosvotos vencedores no sentido de que a renúncia aos alimentos feita na separação judicial nãose confunde com o objeto da presente ação de indenização por danos morais e materiais. Defato, pedido de alimentos não se confunde com pedido indenizatório. Naquele a causa depedir é a necessidade e o dever de assistência, neste vincula-se a ato ilícito gerador de danopatrimonial ou moral. São coisas totalmente distintas. Assim, a renúncia a alimentos em açãode separação judicial não gera coisa julgada para ação indenizatória decorrente dos mesmosfatos que, eventualmente, deram causa à dissolução do casamento. Uma coisa nada tem a vercom a outra. Portanto, não há tríplice identidade entre partes, causa de pedir e pedidonecessária à configuração da coisa julgada. A possibilidade jurídica do pedido é apurada emtese. Assim, pedido impossível é aquele juridicamente incompatível com o ordenamento jurídico. Não há proibição, no direito pátrio, para pedido indenizatório por danos materiais oumorais contra ex-cônjuge por eventual ato ilícito ocorrido na constância do casamento. O art.19 da Lei do Divórcio trata de pensão alimentícia, que não tem qualquer relação com pedidoindenizatório por ato ilícito. Por isso, a renúncia em separação judicial não tornaimpossívelpedido reparatório. (STJ - REsp 897.456 - MG - 3ª T. - Rel. Min. Humberto Gomes de Barros - J.14.12.2006) (Informativo nº 308 do STJ)
ALIMENTOS. MAIORIDADE DO ALIMENTANDO. EXONERAÇÃO AUTOMÁTICA DA PENSÃO.INADMISSIBILIDADE
. - Com a maioridade, extingue-se o poder familiar, mas não cessa desde
 
logo o dever de prestar alimentos, fundado a partir de então no parentesco. - É vedada aexoneração automática do alimentante, sem possibilitar ao alimentando a oportunidade demanifestar-se e comprovar, se for o caso, a impossibilidade de prover a própria subsistência.Precedentes do STJ. Recurso especial conhecido e provido. (STJ - Resp 680977 - DF -(2004/0109179-9) - 4ª T. - Rel. Min. Barros Monteiro - J. 23.08.2006)Obs.: Nota publicada no Informativo nº 257 do STJ:
MP. LEGITIMIDADE. CUSTUS LEGIS. ALIMENTOS. MAIORIDADE. AÇÃO PRINCIPAL. (Fonte STJ)
A Turma, por maioria, decidiu que o dever de prestar alimentos não termina automaticamentealcançada a maioridade, devendo, porém, propiciar-se ao alimentado oportunidade de semanifestar sobre o cancelamento da pensão, provada a necessidade do recebimento.Outrossim, os votos vencidos entenderam que o Parquet, no caso, não tem legitimidade pararecorrer. Precedentes citados: REsp 442.502-SP, DJ 15/6/2005, e REsp 608.371-MG, DJ9/5/2005. (STJ - REsp 680977 - DF - 4ª T. - Rel. Min. Barros Monteiro - J. 23.08.2005)(Informativo nº 257 do STJ)
EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. HABEAS CORPUS. ALIMENTOS. DEVEDOR EMPREGADO.AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE OU ABUSO DE DIREITO
. - A circunstância de o devedor estarvinculado a emprego não obriga o credor ao desconto em folha de pagamento. Mesmo nessahipótese é viável a execução nos termos do Art. 733 do CPC. (STJ - RHC 19408 - SP - 3ª T. - Rel.Min. Humberto Gomes de Barros - DJ 19.06.2006, p. 131)
Obs.: ALIMENTOS. DEVEDOR EMPREGADO. ART. 733 DO CPC. (Fonte STJ)
Aplica-se o art. 733 do CPC tanto aos alimentos provisionais como aos definitivos, conformedispõe o art. 18 da Lei n. 5.478/1968, na sua atual redação. Assim, o fato de o devedor dealimentos ser empregado com carteira assinada não obriga o credor ao desconto em folha depagamento, podendo valer-se da execução, conforme dispõe o art. 733 do CPC. Precedentescitados: REsp 137.149-RJ, DJ 17/5/1999; RMS 650-RJ, DJ 4/2/1991; RHC 14.881-RJ, DJ24/11/2003; HC 27.862-RJ, DJ 15/9/2003, e RHC 13.505-SP, DJ 31/3/2003. (STJ - RHC 19408 -SP - Rel. Min. Humberto Gomes de Barros - J. 01.06.2006).
EMENTA:
Habeas corpus. Diversas execuções de alimentos. Decretada prisão do devedor.Cumulação de prazo de prisão. Impossibilidade. Renovação do decreto prisional. Cabimento. -Em execução de alimentos proposta pelo procedimento descrito no art. 733 do CPC, o decretoprisional expedido contra o devedor abrange todas as prestações alimentícias que sevencerem, no curso do processo, até o cumprimento do prazo de prisão estabelecido nodecreto. - Propostas sucessivas execuções de alimentos, todas pelo procedimento do art. 733do CPC, mostra-se inviável o cumprimento cumulativo dos decretos prisionais, expedidos emcada um dos processos, pois, nesta hipótese, estaria configurado bis in idem, considerandoque as prestações que se vencerem no curso da primeira execução e, portanto, abrangidaspelo primeiro decreto prisional serão, justamente, o objeto das execuções posteriores. - Ocumprimento cumulativo dos decretos prisionais expedidos em processo distintos frusta afinalidade da prisão que deve ser decretada, excepcionalmente, apenas como meio de coagir odevedor a adimplir o débito alimentar e não como mecanismo de punição pelo não

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