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Apostila Aprovar Ano04 Fascículo07 Hist Geo

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 O   r  e c  é  m i a  u  g  u  r  a  o  P  a  á c  i o  a   J u s t  i ç a , o t  o g  r  a  a  o  a   p  a  r  t  i r   o  T  e a  t  r  o  A  m a  z  o a s, e m  o t  o  o  i í  c  i o  o s é  c  u  o  X  X 
 m  ´ ´  r   r   u  m   g  p ó   r  g ã    r   g  r  p  u   r  m    r  z  m   à   m  u  r  r 
• 
História – Era Pombalina e acrise no sistema colonial
 pg. 02 
• 
História – Amazônia imperial
 pg. 04 
• 
Geografia – Êxodo rural eurbanização
 pg. 06 
• 
Geografia – Relevo terrestre esua dinâmica
 pg. 08 
• 
Potuguês – Regência verbal 2
 pg. 10 
 
Era Pombalina e crise dosistema colonial
ERA POMBALINA(1750-1777)Primeiro-Ministro
No reinado de D. José I, foi nomeado SebastiãoJosé de carvalho e Melo, o Marquês de Pombal,para o cargo de primeiro-ministro do governoportuguês. Por mais de 25 anos, Pombal dirigiu odestino do Reino e da Colônia.
Despotismo esclarecido
Durante o governo de Pombal, instaurou-se oDespotismo Esclarecido e ocorreu uma serie deeventos que se relacionaram a um só esforço: anacionalização da economia brasileira.Pombal organizou uma política de intervençãodo Estado nos diferentes setores da vidacolonial, visando obter maior racionalizaçãoadministrativa e conseguir maior eficiência naexploração colonial.
Medidas Pombalinas
Incentivos estatais para a instalação demanufaturas.
1755
: criação da Capitania de São José doRio Negro, hoje Estado do Amazonas.
1755
: criação da Companhia de Comércio doEstado do grão-Pará e Maranhão, estimulandoas culturas do algodão, do arroz, do cacau,etc., e tentando resolver o problema da mão-de-obra escrava para a região.
1755
: criação do Diretório, órgão compostopor homens de confiança do governoportuguês, cuja função era gerir os antigosaldeamentos. Pombal proibiu a utilização delínguas gerais (uma mistura das línguas nativascom o português), tornando obrigatório o usodo idioma português em toda a Colônia.
1759:
criação da Companhia de Comércio dePernambuco e Paraíba, com o objetivo de esti-mular o cultivo da cana-de-açúcar e do tabaco.
1759
: extinção do sistema de capitanias.
1759
: expulsão dos jesuítas (inacianos) dametrópole e da colônia, confiscando-lhes osbens.
1762
: criação da Derrama com a finalidade deobrigar os mineradores a pagar os impostosatrasados.
1763
: transferência da capital da colônia deSalvador para o Rio de janeiro.
Queda de Pombal
Em 1777, com a morte de D. José I, subiu aotrono Dona Maria I, que afastou pombal dogoverno. A queda do ministro foi comemoradapor todos os opositores que, finalmente, podiamvoltar ao poder.O governo da metrópole suspendeu o monopóliodas companhias de comércio e baixou um alvaráproibindo a produção manufatureira da colônia(com exceção do fabrico de tecidos grosseirospara uso dos escravos).
CRISE DO SISTEMA COLONIAL (séc. XVII – XVIII)MOVIMENTOS NATIVISTAS
Foram rebeliões coloniais com tendênciaslocalizadas. Não contestavam o sistema coloniale nem pretendiam a independência do Brasil. Asprincipais revoltas desse período foram:
a) Revolta de Beckman (1684)
Em 1661, os religiosos da Companhia de Jesusforam expulsos do Maranhão.Nessa data, o governo português proibiu termi-nantemente a escravização de índios.Em 1682, o governo português criou a Compa-nhia de Comercio do Estado do Maranhão, quenão cumpriu os compromissos assumidos: osescravos africanos não foram trazidos para oMaranhão em numero suficiente, e os gênerosalimentícios negociados pela companhia, alémde muito caros, não eram de boa qualidade.Revoltaram-se contra essa situação elementosdo clero, da classe mais elevada e do povo,chefiados por Manuel Beckman, fazendeiromuito rico e respeitado na região. Os revoltososexpulsaram os jesuítas, declararam deposto ogovernador e extinta a Companhia de Comércio.Beckman governou o Maranhão durante umano, até a chegada de uma frota portuguesasob o comando de Gomes Freire de Andrada.Manuel Beckman foi, então, preso e enforcado.
b) Guerra dos Emboabas (1709)
Inúmeros portugueses, da metrópole ou daprópria colônia, tão logo souberam da desco-berta de ouro, em Minas gerais, dirigiram-separa o local das jazidas com intenção deapoderar-se delas. Inconformados com aambição lusa, os paulistas declararam guerraaos portugueses (emboabas).Em 1709, ocorreu uma sangrenta matança dediversos paulistas, no chamado “Capão daTraição”.O fim da guerra dos Emboabas fez que ospaulistas se lançassem à procura de novas jazidas de ouro em outras regiões do Brasil.Como conseqüência, houve a descoberta doouro na região centro-oeste (em Goiás e emmato Grosso).
c) Guerra dos Mascates (1710)
 A Guerra dos Mascates foi um movimento decaráter regionalista desencadeado pelosseguintes fatores:1)decadência da atividade agroindustrialaçucareira em virtude da concorrênciainternacional;2)desenvolvimento comercial e urbano emPernambuco;3)elevação do povoado de Recife à categoriade vila.Com a decadência do açúcar, a situação dospoderosos senhores de engenho de Pernambucosofreu grandes modificações. Empobrecidos, osfazendeiros de Olinda eram obrigados aendividar-se com os comerciantes portuguesesdo Recife.Os olindenses chamavam os recifenses de“mascates”. Os recifenses por sua vez, desig-navam os habitantes de Olinda pelo apelido de“pés-rapados”.Em 1709, o rei D. João V elevou o povoado deRecife à categoria de vila, desagradando oshabitantes de Olinda, a vila mais antiga dacapitania. A Coroa portuguesa confirmou Recife como vilae capital da Capitania de Pernambuco.
d) Revolta de Filipe dos Santos (1720)
 A Revolta de Filipe dos Santos, ou de Vila Rica,ocorreu como conseqüência dos crescentesimpostos aplicados por Portugal em Minas Gerais. A rebelião começou quando o governo portuguêsproibiu a circulação de ouro em pó, exigindo quetodo o ouro fosse entregue as Casas de Fundi-ção, onde seria quintado, transformado em barrase selado. Mais de 2.000 mineradores, lideradospelo português Filipe dos Santos, dirigiram-se aogovernador, o Conde de Assumar. Este, como nãodispunha de força militar que fizesse frente aosmanifestantes, prometeu-lhes atender às exigên-cias; entre elas, a de não-instalação das Casas deFundição.Quando o governador conseguiu reunir tropassuficientes, acabou com a manifestação à força.Filipe dos Santos foi enforcado.
2
Um marco histórico, a maior empreitadana área de saúde no Amazonas. Dessaforma, o reitor da Universidade do Amazonas (UEA), Lourenço Braga,classificou a ampliação do Pólo deTelemedicina da UEA. Pelo menos mais 10pólos avançados em telessaúde serãoimplantados até julho de 2007 no interiordo Amazonas. A proposta é ampliar essenúmero para 40 nos próximos dois anos.O anúncio aconteceu durante a inaugura-ção oficial do Pólo, no fim de outubro. Aexpansão do projeto, resultado de umaparceria da UEA com a Universidade deSão Paulo, Ministério das Comunicações,Ministério da Defesa, além de garantir acapacitação de recursos humanos doPrograma Saúde da Família, fornecesuporte virtual em teleducação e segundaopinião especializada para profissionaisque atuam no interior do Estado.O Pólo de Telemedicina dispõe de quatrosalas, localizadas no 4.° andar da Escolade Saúde e dois auditórios com 48lugares cada. Todos os recursos tecnoló-gicos foram adquiridos por meio doconvênio Aliança Acadêmica, com aempresa Microsoft e por meio do ProjetoInstitutos do Milênio, que é financiado peloMinistério de Ciência e Tecnologia. Osservidores foram doados pelas empresasIntel e Cisco.Na solenidade de abertura, o professorGyorgy Bohn, titular da disciplina deTelemedicina da USP, recebeu umahomenagem pelo incentivo dado à UEApara a implantação do Pólo. A UEA jádesenvolve ações em telemedicina desde2005. Já foram executados cursos devideoconferência e webconferência paramunicípios do interior do Estado, comoParintins e Maués, e para outros estados,como Pernambuco e Rondônia. Em julhodeste ano, a UEA realizou a primeirateleconsulta em tempo real do Amazonaspara a Ong Núcleo, situada em Rondônia,que dá apoio à população ribeirinha da Amazônia.O processo de teleconsulta em tempo realtambém será aplicado durante o estágioem saúde coletiva, obrigatório paraacadêmicos de Medicina, Enfermagem eOdontologia da UEA. No estágio,conhecido como Internato Rural, alunosfinalistas dos cursos da Escola de Saúdedeslocam-se para o interior do Estado,onde executam atividades de assistênciabásica em postos de saúde.
 Um marco para a saúdeno Amazonas
História
Professor DILTON Lima
 
MOVIMENTOS DE LIBERTAÇAO COLONIAL
Rebeliões ocorridas na segunda metade doséculo XVIII para romper os laços com a Metró-pole, quebrar o pacto colonial e proclamar aindependência política do Brasil. Essas revoltasforam influenciadas pelas idéias liberais dosiluministas, da independência dos Estados Unidos(1776) e da Revolução Francesa (1789–99). Asprincipais revoltas desse período foram:
a) Inconfidência Mineira (Minas Gerais – 1789)
Na segunda metade do século XVIII, MinasGerais entrou em fase de decadência econômica(jazidas de ouro esgotadas, mineiros empobre-cidos, altos impostos sobre os mineradores).Em 1788, a Coroa Portuguesa nomeou oVisconde de Barbacena. Objetivo: aplicar aDerrama (cobrança dos impostos atrasados).Em meio ao clima geral de revolta, um grupo deinfluentes membros da sociedade de MinasGerais organizou-se com o objetivo de acabarcom a exploração portuguesa. Esse grupo erabastante influenciado pelos ideais iluministas,que pregavam o fim da tirania dos governantese liberdade. Esses ideais estiveram presentes naIndependência dos Estados Unidos, em 1776,que era visto como um exemplo a ser seguidopelos que desejavam a separação dos laçoscoloniais entre Brasil e Portugal.Importantes membros da elite colonial eeconômica de Minas Gerais começaram a sereunir e a planejar a ação contra as autoridadesportuguesas. Participavam desse grupo, entreoutras pessoas, os poetas Cláudio Manuel daCosta e Tomás Antonio Gonzaga; os coronéisDomingos de Abreu Vieira e Francisco Antôniode Oliveira Lopes; o padre Rolim; o mineradorInácio José de Alvarenga Peixoto e o alferesJoaquim José da Silva Xavier, apelidado deTiradentes.Os planos dos inconfidentes eram:
Libertar o Brasil de Portugal, criando umarepública com capital em São João Del Rei.
 Adotar uma nova bandeira que teria umtriângulo no centro com a frase latina:
Libertasquae sera tamen
(liberdade ainda que tardia).
Desenvolver indústrias no País.
Criar uma universidade em Vila Rica.Sem tropas, sem armas, sem a participação dopovo, sem intenção de libertar os negros, sem omínimo de organização, bastou que o coronelJoaquim Silvério dos Reis denunciasse osplanos dos inconfidentes ao Governador deMinas Gerais para que o movimento fracassasse.Todos os participantes foram presos, julgados econdenados. Só Tiradentes (o mais pobre, omais entusiasmado) teve sua pena de mortemantida: na manhã de 21 de abril de 1792,numa cerimônia pública no Rio de Janeiro, foiexecutado. Em seguida, teve a cabeça cortada eo corpo esquartejado.
b) Conjuração Baiana ou Revolta dos Alfaiates( Bahia – 1798)
Depois dos acontecimentos de Minas Gerais,nascia um novo movimento revolucionário. Eradiferente da Inconfidência Mineira por um motivobastante simples: em Minas Gerais, o movimentofoi organizado por intelectuais, ricos proprietários,mineradores, gente de elevada posição social.Na Bahia, a rebelião foi promovida por gentemuito simples. Eram soldados, artesãos,escravos, homens livres, alfaiates. Era ummovimento de origem popular, com objetivospopulares.Os rebeldes baianos desejavam não apenas aseparação política de Portugal, mas tambémmodificar, de forma profunda, as condiçõessociais brasileiras, acabando com a escravidãonegra.Constavam do plano dos inconfidentes baianosmedidas tais como:
Libertar o Brasil de Portugal e proclamar umaRepública democrática.
Extinguir a escravidão negra no Brasil.
 Aumentar os soldos dos soldados.
Melhorar as condições de vida do povobrasileiro.
 Abrir os portos às nações amigas.Os inconfidentes baianos inspiraram-se nosideais que marcaram a Revolução Francesa:liberdade, igualdade e fraternidade. O espelhoinspirador mesmo é quando os jacobinos, querepresentam as camadas médias e baixas naFrança revolucionaria, tomam o poder das mãosda grande burguesia.Inúmeros cartazes foram escritos, fazendo apropaganda da revolta e conclamando o povo aparticipar. Os panfletos eram encontrados nasportas das igrejas, nos muros da cidade e emdiversos outros lugares públicos. Diziam oseguinte: “Está para chegar o tempo feliz danossa liberdade, o tempo em que todos seremosirmãos, o tempo em que seremos iguais”.Preocupado com o que estava acontecendo, ogovernador da Bahia, D. Fernando José dePortugal e Castro, procurou descobrir osautores dos cartazes. Os líderes foram presos,processados e condenados. Os alfaiates Joãode Deus e Manuel Faustino dos Santos, quetinham apenas 17 anos, e os soldados LuísGonzaga das Virgens e Lucas Dantas foramenforcados, pois o governo mostrava suarepressão de forma desumana e cruel comtodos aqueles que ousassem contestar aautoridade lusa.
Observação
: A Inconfidência Mineira e aConjuração Baiana não alcançaram seusobjetivos, mas transformaram-se em símbolosde luta pela emancipação do Brasil.
Exercícios
01.
 A liderança do governo português peloMarquês de Pombal repercutiu emvários aspectos da política colonial noBrasil, como o(a):
a)recuo das ações portuguesas deexpansão territorial no sul e centro-oeste;b)apoio à ação missionaria da Igreja comoforma de consolidar a conquista doterritório;c)subsídio à lavoura cafeeira, reforçando ocaráter monocultor da economiacolonial;d)incentivo ao ensino e sua liberalizaçãosob a direção dos jesuítas;e)política de rigoroso fiscalismo sobre aeconomia mineradora.
02.
 A Revolta de Beckman, em 1684, noMaranhão, tinha por finalidade:
a)expulsar os colonos portugueses daregião;b)abolir o Pacto Colonial, favorecendo ocomércio direto da região com paísesindustrializados, como a Inglaterra;c)fomentar a produção de algodão,produto na época altamente procuradopelos industriais ingleses;d)expulsar os missionários da Companhiade Jesus;e)extingiuir as casas de fundição.
3
 Desafio Histórico
01.
(FGV) A respeito da Revolta dos Alfaiates de 1798, podemos afirmar:
a)Trata-se de uma revolução burguesa quetinha por objetivo eliminar o sistemacolonial e estimular a entrada de imigran-tes no Brasil.b)Os rebeldes foram influenciados pelasidéias do comunismo francês, quepregava a igualdade social e a distribui-ção de terras entre os mais pobres.c)Influenciados pelas doutrinas sociais daIgreja francesa, os líderes da revoltapretendiam garantir o ingresso no clero dehomens de todas as raças.d)O discurso rebelde era marcado peloanticlericalismo e defendia uma reformana ordem vigente, de modo a eliminar asdiferenças sociais.e)O movimento foi liderado pela elitebaiana, descontente com a falta deincentivos do governo metropolitano comrelação às necessidades da produçãoaçucareira.
02.
 Associe as afirmações apresentadas nacoluna superior com as contestaçõessetecentistas referidas na colunainferior.
1. Revolta de Vila Rica (1720)2. Conjuração Mineira (1789)3. Revolta de Beckman (1684)4. Conjuração Baiana (1798)( )Foi um movimento inspirado nas idéiasrevolucionárias francesas, comexpressiva participação popular,principalmente de soldados e alfaiates.( )O principal motivo de sua eclosão foi oanúncio da criação das Casas deFundição na região mineradora, visandocoibir o contrabando do ouro.( )Foi um movimento localizado de conflitoentre colonos e jesuítas pelo controle damão-de-obra na região.
 A seqüência correta de preenchimentodos parênteses de cima para baixo é
a) 1 – 2 – 4.b) 4 – 1 – 3.c) 4 – 2 – 3.d) 4 – 1 – 2.e) 2 – 1 – 4.
03.
Sobre o Marquês de Pombal, marque aalternativa INCORRETA:
a)Ministro do rei D. José, realizou algumasmudanças na sociedade portuguesadentro do ideal da ilusttração.b)Mandou transferir a capital da colônia doSul para o Nordeste visando melhoradministrar a região mineira.c)A fim de melhor cuidar das riquezasminerais, criou a derrama, que consistiana cobrança dos impostos atrasados.Medida fiscal dura aplicada quando aregião não atingia a quota de 100 arrobasanuais.d)Mandou expulsar os jesuítas de Portugale de suas colônias. Fato alegado por eleque os missionários estavam querendoformar um império próprio.e)Estimulou a criação de manufaturas.

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