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Vinte casos sugestivos reencarnação _ resumo

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11/07/2013

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“Vinte casos sugestivos de reencarnação” - Resumo
Livro original – “Vinte casos sugestivos de reencarnação”. Autor: Ian Stevenson.
Ian Stevenson 
Montreal ,31 de Outubro de 1918 — Charlottesville ,8 de Fevereiro de 2007  ). Foi um médico  psiquiatra canadiano. Em 1957 Stevenson foi nomeado chefe do Departamento de Psiquiatria da  Universidade da Virgínia do estado de Virginia , nos Estados Unidos da América . Ian Stevenson fez pesquisa sobre casos sugestivos de reencarnação na África ,Alasca ,Colúmbia Britânica ,Burma , Índia,América do Sul ,Líbano ,Turquia e muitas outras localidades. Investigou ao longo da sua atividade cerca de 3000 casos. As crianças estudadas normalmente lembravam-se de suas experiências passadas entre os dois e os seus quatro anos de idade, mas pareciam esquecê-las por volta dos sete ou oito anos.O trabalho de Ian Stevenson é muito detalhado, mas neste artigo, que é apenas um resumo, salientamos apenas os casos, e não todos os dados da investigação que são muito cuidadosos e extensos.Aconselhamos a leitura do livro original (existe em inglês,e uma tradução para português). 
1 - Na Índia
1.1 - O caso de Prakash 
Em 1950, um menino de 10 anos, chamado Nirmal, filho de Bholanath morreu de varíola, em KosiKalan.No dia de sua morte estivara delirante e irritadiço. Ele disse duas vezes à sua mãe: “Você não éminha mãe, Você é uma Jati
(
As castas são chamadas de Varnas e as subcastas de Jati. Existem apenas quatro castas porémexistem milhares de subcastas – ver explicação no fim do artigo)
. Voltarei para minha mãe”. Ao dizer isso, apontou nadireção de outra região chamada Chhatta, a 10 Km de distância de Kosi Kalan.Logo depois de fazer essas estranhas observações, morreu.Em 1951, em Chhatta a mulher de Brijlal Varshnay teve um filho, a quem deram o nome dePrakash. Quando pequenino, idade de quatro anos e meio começou a acordar a meio da noite e acorrer para a rua. Dizia que “era” de Kosi Kalan, que seu nome era Nirmal, e que ele queria voltarpara o seu antigo lar. Declarou que seu pai chamava-se Bholanath. Importunava sua família paralevá-lo a Kosi Kalan.Em 1956, quando tinha cerca de cinco anos, as lembranças de Prakash da vida como Nirmaleram extremamente fortes. Lembrava-se dos nomes dos parentes e amigos de Nirmal.Em 1961, Bholanath esteve em Chhatta, com sua filha Memo, irmã de Nirmal. Ali conheceuPrakash, que o reconheceu como seu “pai” e também Memo.A mãe de Nirmal, a irmã Tara, e o irmão Devendra, visitaram Prakash em Chhatta. Prakashchorou de alegria ao ver Tara. Pediu a seu pai que o levasse a Kosi Kalan.Em Kosi Kalan, Prakash orientou o percurso que vai da estação rodoviária à casa de Bholanath.No interior da casa, Prakash reconheceu outro irmão, duas tias e alguns vizinhos de Nirmal, bemcomo várias dependências da casa em que Nirmal vivera e morrera.A família de Nirmal mostrou-se satisfeita por ter ele renascido como Prakash.
1.2 - O caso de Jasbir
Na Índia, a média de permanência no mundo espiritual é de cinco a dez anos. Neste caso duroucerca de três anos e meio.
 
Em 1954, Jasbir, com três anos e meio de idade, filho de Girdhari, na localidade de Rasulpur,aparentemente morreu de varíola. O pai de Jasbir procurou sepultá-lo no dia em que morreu.Como já era quase noite, aconselharam-no a transferir o sepultamento para a manhã seguinte.Poucas horas depois, Girdhari casualmente notou um certo estremecimento no corpo de seu filho,que a seguir voltou gradualmente à vida.Quando recuperou a capacidade de falar, demonstrou uma notável modificação decomportamento. Declarou então, que era filho de Shankar, da aldeia de Vehedi, e quis ir para lá.Não comia coisa alguma na casa de Girdhari, sob o fundamento de que pertencia a uma castasuperior, sendo um brâmane. Essa obstinada recusa em alimentar-se, tê-lo-ia seguramentelevado a uma segunda morte, se uma bondosa senhora brâmane, vizinha, não se tivesseencarregado de cozinhar para Jasbir, à maneira brâmane. Assim fez durante cerca de um ano emeio. A pressão exercida por sua família levaram-no a abandonar gradualmente a rígida dietabrâmane e a compartilhar com os demais membros da família suas refeições normais. O períodode resistência durou cerca de dois anos.Jasbir pôs-se a fornecer, detalhes de “sua” vida e morte na aldeia de Vehedi. Relatoupormenorizadamente como durante uma procissão matrimonial de uma aldeia a outra comeraalguns doces envenenados, alegando que estes lhe foram dados por um homem a quememprestara dinheiro. Ficara aturdido e caíra da carriola que o transportava, sofrendo um ferimentona cabeça e vindo a morrer algumas horas depois.Os detalhes de “sua” morte e outros pormenores narrados por Jasbir correspondiamrigorosamente a pormenores da vida e morte de um jovem de vinte e dois anos, Sobha Ram, filhode Shankar, de Vehedi que morrera
 
em 1954, num acidente ocorrido em uma carriola, comodeclarou Jasbir.Mais tarde, o pai de Sobha Ram e outros membros de sua família, foram reconhecidos por Jasbir,que os identificou corretamente em relação ao seu grau de parentesco com Sobha Ram. Maistarde, levaram Jasbir a Vehedi, colocaram-no perto da estação ferroviária e pediram-lhe-lhe queindicasse o caminho em direção à casa
 
dos Shankar. Isto Jasbir fez sem dificuldade.Ele permaneceu alguns dias na aldeia e demonstrou à família Shankar e a outros aldeões,possuir conhecimento detalhado dessa família e de seus negócios.
1.3 - O caso de Sukla
Em 1954 nasceu Sukla, filha de Gupta, da aldeia de Kampa.Quando tinha cerca de um ano e meio e mal sabia falar, foi vista várias vezes acarinhando umpedaço de madeira ou um travesseiro que ela chamava de “Minu”.Quando lhe perguntavam quem era “Minu” Sukla dizia: “Minha filha”. E no decorrer dos treze anosseguintes ela foi aos poucos dando mais informações sobre Minu esobre “ele”, referindo-se a seumarido da vida anterior.
 
Ela disse que“ele”*, Minu, Khetu e Karuna (os dois últimos, irmãos maismoços de seu “marido”) estavam todos em Bhatpara. A aldeia de Bhatpara fica a 16 Km deKampa. A família Gupta conhecia muito pouco Bhatpara.Em Bhatpara morreu em 1948 Mana, que tinha deixado uma filha de colo, chamada Minu.Em 1959, com cinco anos, Sukla e alguns familiares seus viajaram a Bhatpara, onde Suklaorientou o caminho para a casa daquele que alegava ter sido seu sogro, Amritalal Chakravarty. Aliela reconheceu e identificou corretamente por seus nomes diversas pessoas e objetos.Seu encontro com seu suposto ex-marido, Haridhan Chakravarty, e com sua ex-filha Minu,despertou grande emoção em Sukla e maior desejo de estar com eles outra vez.
 
*
As meninas e senhoras indianas, não aludem a seus maridos por seus nomes. Referem-se a eles indiretamente,como, “ele” ou “o pai de Minu” (mencionando uma filha).
1.4 - O caso de Swarnlata
Em 1948 nasceu em Shahpur, Swarnlata filha de Mishra. Logo depois, a sua família passou amorar em Panna.Quando Swarnlata contava três anos e meio de idade, seu pai levou-a consigo numa viagem aJabalpur, cerca de 250 Km ao sul de Panna.Na viagem de volta, ao passarem pela cidade de Katni (80 Km ao norte de Jabalpur), Swarnlatainesperadamente pediu ao condutor do camião em que viajava, para virar para a estrada queconduzia à “minha casa”. Pouco depois, quando o grupo tomava chá, em Katni, Swarnlata disse-lhes que poderiam beber chá muito melhor em sua casa, que ficava nas imediações. Taisafirmações deixaram Mishra perplexo, e mais ainda quando soube que Swarnlata mais tardecontara a outras crianças da família outros factos de uma existência anterior em Katni, comomembro da família Pathak. Posteriormente Swarnlata interpretou para a sua mãe e para outraspessoas, danças e canções que ela não tivera tido ocasião de aprender.Em 1958, Swarnlata, encontrou-se com a esposa do Professor Agnihotri, da região de Katni, àqual Swarnlata afirmou identificar como tendo-a conhecido em sua vida anterior naquela cidade.Mishra confirmou a exatidão de algumas das inúmeras declarações de sua filha a respeito da suaexistência precedente em Katni. Mishra anotou algumas das declarações de Swarnlata.Em 1959, Banerjee viajou para Katni onde travou conhecimento com a família Pathak, à qualSwarnlata afirmava ter pertencido em sua vida anterior. Antes de viajar para Katni, Banerjeeanotou cerca de nove informações que Swarnlata dera a respeito da residência dos Pathak, asquais confirmou ao chegar lá.Banerjee orientou-se pelas informações de Swarnlata para localizar a casa dos Pathak. Asdeclarações por ela feitas correspondiam estreitamente com a existência de Biya, filha de umafamília chamada Pathak, de Katni, e falecida esposa de Chintamini Pandey. Biya morrera em1939.No verão de 1959, algumas pessoas da família Pathak, bem como da família do marido de Biya,encontraram-se com Swarnlata e foram reconhecidas por ela. Swarnlata reconheceu outraspessoas e lugares, fazendo comentários a respeito de diversas mudanças ocorridas desde amorte de Biya.
1.5 - O caso de Ravi Shankar
Em 1951 Ashokumar, familiarmente chamado Munna, de seis anos de idade, filho de Jageshwar,um barbeiro de Chhipatti, foi atraído do local onde brincava e brutalmente assassinado com umafaca, por dois vizinhos.Munna era filho único de Jageshwar e o motivo do crime parece ter sido o propósito de eliminar oherdeiro de Jageshwar, de modo a que um dos assassinos (um parente) pudesse herdar suapropriedade. Um dos supostos assassinos (Jawahar) era barbeiro (como Jageshwar) e o outro(Chaturi) tintureiro. O tribunal não conseguiu provar que aqueles eram os assassinos e estesficaram livres.

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