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O Império da Lei

O Império da Lei

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Artigo publicado no jornal " A Tribuna", p. 6, por Alexandre Melo Franco Bahia.

Traça um paralelo sobre o " império da lei" nos EUA, a partir do caso Lindsay Lohan e no Brasil, a partir do caso do atropelamento de um skatista no RJ.
Artigo publicado no jornal " A Tribuna", p. 6, por Alexandre Melo Franco Bahia.

Traça um paralelo sobre o " império da lei" nos EUA, a partir do caso Lindsay Lohan e no Brasil, a partir do caso do atropelamento de um skatista no RJ.

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Published by: Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia on Jul 24, 2010
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11/14/2012

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 ANO V - EDIÇÃO Nº 243
E
NDEREÇO
: R
UA
S
ILVESTRE
F
ERRAZ
, 343
Sábado, 24 a 30 de julho de 2010R$ 1,00
Você não está mais sozinho
EDITEDITEDITEDITEDITORIALORIALORIALORIALORIAL
 Vendedorde Sonhos
PÁGINA 2
ESPORTEESPORTEESPORTEESPORTEESPORTE
PÁGINA 10PÁGINA 7
Propagandaenganosa Vergonha naTAÇA EPTV 
CIDCIDCIDCIDCIDADEADEADEADEADE
PÁGINA 7
CIDCIDCIDCIDCIDADEADEADEADEADE
PÁGINA 12
Escoteiros visitam asiloConcursoPalestra
25 K25 K25 K25 K25 KGS DE MAGS DE MAGS DE MAGS DE MAGS DE MACONHACONHACONHACONHACONHANO SÃO GERALDONO SÃO GERALDONO SÃO GERALDONO SÃO GERALDONO SÃO GERALDO
PÁGINA 11
ADMINISTRAÇÃOADMINISTRAÇÃOADMINISTRAÇÃOADMINISTRAÇÃOADMINISTRAÇÃOPETISPETISPETISPETISPETISTTTTTAAAAAESQUECEU DOSESQUECEU DOSESQUECEU DOSESQUECEU DOSESQUECEU DOSPOBRESPOBRESPOBRESPOBRESPOBRES
OLHO VIVO
PÁGINA 8
Trabalho eficiente da Polícia Militar leva para cadeia Bruno Rodrigues, com mais de
 25
Kgs de maconha.
PPPPP
 
AI DENUNCIAAI DENUNCIAAI DENUNCIAAI DENUNCIAAI DENUNCIAPREFEITO DEPREFEITO DEPREFEITO DEPREFEITO DEPREFEITO DESSSSSANTANTANTANTANTA RITA RITA RITA RITA RITAAAAAPOR ASSÉDIOPOR ASSÉDIOPOR ASSÉDIOPOR ASSÉDIOPOR ASSÉDIO
JÉSUS TEIXEIRA PRESOAPÓS TER DADO 3 TIROS NOAMIGO DA EX-NAMORADA
PÁGINA6
SECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO É V  V  V  V  V AIADO EM AAIADO EM AAIADO EM AAIADO EM AAIADO EM AUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICAAAAASECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO ÉSECRETÁRIO DE TRÂNSITO É V  V  V  V  V AIADO EM AAIADO EM AAIADO EM AAIADO EM AAIADO EM AUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICUDIÊNCIA PÚBLICAAAAA
ADADADADAD V  V  V  V  V OGOGOGOGOGADOADOADOADOADODDDDDA CÂMARAA CÂMARAA CÂMARAA CÂMARAA CÂMARAPPPPPARECERARECERARECERARECERARECEREM OBRAEM OBRAEM OBRAEM OBRAEM OBRAQUE LEV QUE LEV QUE LEV QUE LEV QUE LEV AAAAAASSINAASSINAASSINAASSINAASSINATURATURATURATURATURADE ESPOSADE ESPOSADE ESPOSADE ESPOSADE ESPOSA
PÁGINA 13
CHEGCHEGCHEGCHEGCHEGA AA AA AA AA AO FIM AO FIM AO FIM AO FIM AO FIM AGRANDE ÁRVOREGRANDE ÁRVOREGRANDE ÁRVOREGRANDE ÁRVOREGRANDE ÁRVOREDDDDDA PRAÇAA PRAÇAA PRAÇAA PRAÇAA PRAÇAJOÃO PINHEIROJOÃO PINHEIROJOÃO PINHEIROJOÃO PINHEIROJOÃO PINHEIROSAIBA MAISSAIBA MAISSAIBA MAISSAIBA MAISSAIBA MAISSOBRE O CASOSOBRE O CASOSOBRE O CASOSOBRE O CASOSOBRE O CASODO AEROPORTODO AEROPORTODO AEROPORTODO AEROPORTODO AEROPORTO
PÁGINA 7
Edição 243.pmd24/7/2010, 09:371
 
PéssimoPéssimoPéssimoPéssimoPéssimo
mota-matos@hotmail.com
Secretário Geral do Sindicato dos Delegados de Polícia de Minas Gerais
 Vendedor de Sonhos
 Violência Contraas Mulheres
stamos nos aproximando de mais uma eleição,em que a população irá escolher o novo presi-dente da república, senadores, deputados fe-derais e estaduais e o governador do Estado. Neste momento, em que todos estão à caça dos votos,vamos conhecer ou relembrarmos dos vendedores de so-nhos, esta figura que já faz parte da vida política de nos-so país. Com absoluta certeza, haverá de aparecer deze-nas deles fazendo promessas e dizendo que irão pintar océu de amarelo, no desejo de conquistar o voto do povo.Outros apenas ressuscitarão, com suas promessasmirabolantes e sorrisos falsos, acompanhados de umadezena de puxa sacos, que falarão maravilhas de seucandidato.O momento é de grande expectativa. A população,descrente e decepcionada com a política, não se mostrainteressada em participar ativamente do processo eleito-ral, afinal as promessas quase nunca se cumprem. O quesmuito se vê, são políticos atores, que fazem da boa-fé do povo um caminho para conquistar o voto, se elegerem, edepois sumirem.Outros querem, mesmo, é um emprego, afinal a listade vastagens é bastante considerável. Agem com se fos-sem patrões, olham para o povo com desprezo, e só fa- zem algo quando vislumbram a possibilidade de levar van-tagens e ganhar o voto da grande massa.Estamos próximos de ver os vendedores de sonhosbaterem em nossas portas e nos encherem de falsas espe-ranças, de venderem ideias que eles próprios não com- prariam.É chegada a hora do povo apontar o caminho peloqual ele quer caminhar, onde o progresso e o desenvolvi-mento com qualidade de vida não passem de sonhos, massejam efetivamente metas reais.Se os maus políticos nos roubam a esperança e frus-tram os mais esperançosos, que ao menos os sonhos seresguardem. Ainda assim, continua valendo a pena sonhar que diasmelhores virão, que nossa cidade voltará a ser uma refe-rência de progresso, como foi por muitos anos. Mais uma vez sociedade toma as rédeas do gradearsenal que possui, por isso, abra o olho eleitor, a hora é agora.
Diretor:
Ladislau Rodrigues(35) 9955-9909Rosy Pantaleão MTB 08041 SP
Redação:Endereço
. Rua Silvestre Ferraz, 343CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG
e-mail:
tribunaredacao@yahoo.com.br
Tel
- (35) 3423-8375
Projeto Gráfico:
Empresa Jornalística A3 Ltda
Colaboradores:
Dr. Donizetti Andrade, José Walter da Mota Matos,Mayra Abrahão, Eduardo Didu ToledoDr. Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia
Jurídico:
Vívian Paiva de Oliveira e Vinícius da Silva Gonçalves.
Tiragem Desta Edição
: 3.000 exemplares
Gráfica:
Express Ltda (35) 3421-1322
Contato Comercial:
(35) 3423-8375 Laura HelenaOs artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores,não coincidindo necessariamente com a opinião da diretoria do jornal
Jornal de publicação semanal registrado no CNPJsob o nº CNPJ:07.599.485/0001-20 I.E. Isento
Jornalismo sério, dinâmico e comprometido com a verdade
A Tribuna. Um jornal feito com alma
ArArArArArtigotigotigotigotigo
Donizetti Andrade* 
A Tribuna - Página 2Pouso Alegre, 24 a 30 de julho de 2010
BomBomBomBomBom
*Donizetti Andrade é advogado eespecialista em Direito Público.
PPPPPara Rara Rara Rara Rara Refletirefletirefletirefletirefletir
ULISSES GUIMARÃES
Pergunta do Véio
TRIBUNA
D
IRETO
 
DA
R
EDAÇÃO
 José Walter da Mota Matos 
ArArArArArtigotigotigotigotigo
Da denúncia eda cassação
Ói, eu tive aí na cidade mode pega minha aposentaduria, e nué quevi a prefeitura cortano as arvori na praça do Santo Antônio? Ai eugarrei à pensa: será que num seria mais facir reforma sem corta asarvori, afinar de contas, pra chegá naquele ponto leva mais de vinteano. Ôceis tamem num acham?
Foi ver a população mobilizada para botarfreio na indústria de multas que vem seconstituindo os radares do trânsito dePouso Alegre.Foi a sonora vaia que o Secretário SérgioCarvalho e seu acompanhante tomaram naAudiência Pública realizada na Câmara.Aquilo foi uma amostra do grau deinsatisfação da população.
 “A liberdade de expressão é apanágio da condiçãohumana e socorre as demais liberdades ameaçadas,feridas ou banidas.É a rainha das liberdades.” 
 R
elato aqui alguns casos que ficaram notáveis na mídia. Casos de violência praticada por homens contra mulheres. Em pleno século XXI, após a Lei Maria da Penha, aviolência não retrocede, dia após dia, pipocamnovos casos. Até quando?Em 1970, o Procurador de Justiça Antônio Car-los Eduardo da Rocha Monteiro assassinou emCampinas/SP, sua esposa Margot Proença Gallo.Foi absolvido em dois julgamentos.Em 1976, em Búzios/RJ, Doca Street assassinou Ângela Diniz, pegou uma pena ridícula no primei-ro julgamento; no segundo foi condenado a 15anos de prisão.Em 1981, o cantor Lindomar Castilho assassi-nou Eliana de Grammont e foi condenado a 12 anose 2 meses de prisão.Em 1993, o ator Guilherme de Pádua, ajudado por sua companheira Paula Tomaz, assassinou aatriz Daniela Peres, filha da autora de novelas,Glória Peres, Guilherme cumpriu pena por 7 anose conseguiu liberdade condicional.Em 1998, o Promotor de Justiça Igor Ferreirada Silva assassinou sua esposa, grávida de oitomeses, Patrícia Aggio Longo; foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão, ficou foragido por lon-gos 8 anos antes de começar a cumprir sua pena.Em 2000, o jornalista Pimenta das Neves as-sassinou sua ex-namorada Sandra Gomide em Ibi-úna/SP; mesmo após ser considerado réu confes-so, jamais foi preso ou cumpriu pena pelo crimeque cometeu.Em 2008, a jovem Eloá foi assassinada peloex-namorado Lindemberg Alves, numa desastradaoperação de tentativa de resgate da Polícia, ondea jovem era mantida refém do assassino.Em 2009, teve aquele caso do mecânico de Belo Horizonte que assassinou sua ex-companheira, umacabeleireira - não recordo os nomes de ambos - ocrime gravado pela câmera de segurança do sa-lão, e visto em rede nacional no noticiário por todoo Brasil.Em 2010, a advogada Mércia Nakashima foiencontrada morta nas águas de uma represa; cons-tatou-se que levou um tiro no maxilar antes de afo-gar-se. O principal suspeito, seu ex-namorado, oadvogado Mizael, ainda está sob investigação. Neste mesmo ano, a modelo Elisa Samúdio foi cru-elmente assassinada, ao que tudo indica, a mandodo amante e Pai de seu filho, o ex-goleiro Brunodo Flamengo.São casos que mereceram a cobertura e desta-que na imprensa e na mídia pela comoção que cau-saram; pela brutalidade com que as vítimas foramexecutadas, pela repetição da história quase sem- pre passional que motivaram os crimes, sobretudo, pelo fato dos principais autores terem tido al-gum envolvimento amoroso, sexual ou relaciona-mento íntimo com as vítimas. Fica a pergunta: sequem ama não mata, porque tanta violência? Até quando? São respostas que não dependem apenasdos juristas, dos jornalistas, da polícia ou das ONGsde proteção aos direitos humanos.São respostas que a própria sociedade devebuscar, pela evolução dos costumes, pela mudançacultural, pela preservação dos direitos, onde nada justifique a violência contra o ser humano e prin-cipalmente, contra a mulher, que afinal é quem trása vida ao mundo.
 A
rigor nem toda denúncia deve ser recebida pelas Câmaras Municipais quando sevisa punir o prefeito municipal com a cas-sação do seu mandato eletivo. Quando se quer pu-nir o prefeito com a cassação do seu mandato, adenúncia deve versar sobre uma das infrações polí-tico-administrativas tipificadas no art. 4º, do Decre-to-Lei de n. 2001/67.Se a Câmara receber denúncia que verse sobreoutros fatos não tipificados como infrações políti-co-administrativas, vindo a processar e a decidir pela procedência da mesma, portanto, vindo a cassar omandato do prefeito municipal, incorrerá em usur- pação de competência e tal decisão poderá vir a ser considerada nula pelo Judiciário.Outra questão relevante diz respeito ao rito a ser seguido. Via de regra, o rito a ser seguido é o dis- posto no art. 5º do Decreto-Lei de n. 201/67, fazen-do saber que artigos de leis orgânicas municipaisdispondo sobre ritos de recebimento, processamentoe julgamento de mandatos de prefeitos já foram ti-dos como inconstitucionais pelo E. Tribunal de Jus-tiça do Estado de Minas Gerais. Portanto, por ques-tão de segurança jurídica, faz-se necessário seguir o rito disposto no Decreto-Lei de n. 201/67, decretoque, não obstante ter matiz autoritária, foi recepcio-nado pela vigente Constituição pátria.Quando a denúncia versar sobre crime comum,cujo processamento e julgamento, neste caso, nãosão da competência da Câmara dos Vereadores por não ser infração-política administrativa, a compe-tência para processamento e julgamento é a da
 Jus- tiça Comum
. Da imprescindível lição do jurista José Nilo deCastro, temos:
“O Decreto-Lei n. 201/67 separou, nitidamente, a responsabilidade penal do Prefeito(art. 1º), de competência do Judiciário, da respon- sabilidade político-administrativa (art. 4º), de com- petência da Câmara dos Vereadores. Assentado fi- cou que um órgão ou poder não pode investir-se nas funções do outro, isto é, a Câmara Municipal não pode, absolutamente, julgar crimes de responsabili- dade, nem o Judiciário as infrações político-admi- nistrativas. A invasão de competência, constituindousurpação de poderes, caracteriza ilegalidade gros- seira e lesão de direito líquido e certo do Prefeito, reparável pelo mandado de segurança”.
E continua o preclaro municipalista pátrio:
“Daí  resulta que, para que se instaure, regularmente, processo de cassação de mandato de Prefeito ou deVereador, impõe-se como conditio sine qua non aexistência de ato que, por sua natureza, configure, objetivamente, uma infração, havendo, pois, corres- pondência lógica entre o supedâneo fático e a nor- ma jurídica invocada. Faltando isto, o que ocorre é o abuso e o desvio de poder como decorrência do puro querer da maioria”.
 Imprescindível, portanto, a qualificação jurídi-ca da infração, a tipificação e a expressa indicaçãoda norma violada, sob pena de se viciar todo o pro-cesso com nulidade absoluta.Como é cediço, tem que haver na denúncia fatoou fatos que estejam tipificados como infração ouinfrações enunciadas no rol do art. 4º do Decreto- Lei de n. 201/67, sem o que não compete a Câmara Municipal, sequer, inaugurar o Processo de Cassa-ção do Mandato Eletivo do prefeito municipal.
Edição 243.pmd24/7/2010, 09:372
 
TRIBUNA
 A Tribuna - Página 3Pouso Alegre, 24 a 30 de julho de 2010
CONSULTÓRIOJURÍDICO
Vívian Paiva de Oliveira e Vinícius da Silva Gonçalves *
* Os responsáveis pela coluna, sãoadvogados e assessores jurídicos do JornalA Tribuna, possuem endereço profissional à RuaSilvestre Ferraz, nº 343, centro, Pouso Alegre – MG,Tel. (35) 3422-8612.
Dúvidas poderão ser encaminhadas para oendereço eletrônicocontato@vmadvogados.com.br.
BRUNO CAI COM25 KGs de MACONHA
NOSÃO GERALDO
N
o início da manhã de quarta-feira,(21), a Polícia Militar, emcumprimento a um mandado debusca e apreensão, encontrou naresidência situada à Rua José AntônioMariosa 5, no bairro São Geraldo, 19tabletes de maconha, totalizando 25quilos, em poder de Bruno Rodrigues daSilva.O traficante foi encaminhado àDelegacia de Polícia onde foi autuado emflagrante.A Polícia Militar mais uma vez tiroude circulação um volume considerável dedroga, que certamente iria para o consumode viciados na cidade e região.
Minas Gerais
Nesta semana responderemos às perguntas pertinentes à Alienação Fiduciária.
01 – O que é contrato de Alienação Fiduciá-ria?
 R –
É o contrato que transfere a propriedadede um bem móvel ou imóvel do devedor ao credor  para garantir o cumprimento de uma obrigação.02 – Como funciona o financiamento de umveículo automotor através de um contrato de Ali-enação Fiduciária?
 R –
 Na prática, a alienação fiduciária ocorrequando um comprador adquire um veículo a cré-dito. O credor 
(Banco)
 , ou seja, aquele que ofe-rece o crédito, toma o próprio veículo em garan-tia, de modo que o bem fica vinculado ao contra-to até sua quitação integral.03 – Nunca poderei vender um veículo com ogravame de Alienação Fiduciária?
 R –
 A grande maioria dos contratos de finan-ciamento permite que o devedor venda o bemadquirido a terceiros, mas desde que tenha a anu-ência do credor. Ou seja, o Banco deverá autori- zar a venda do veículo a terceiros, transferindo ocontrato de alienação fiduciária para o novo ad-quirente do bem, cessando, consequentemente, aobrigação do antigo devedor.04 – Qual o risco de vender um veículo com ogravame de Alienação Fiduciária sem o consen-timento do Banco?
 R –
 A venda de veículo gravado com Aliena-ção Fiduciária, sem o expresso consentimento do Banco é usualmente denominado de
“contrato degaveta”
 , uma vez que não gera qualquer tipo deefeito frente ao credor. Desta forma, o devedor que vende o carro sem a autorização expressa do Banco continua responsável pelo contrato de ali-enação fiduciária, recaindo sobre ele todos osônus contratuais, inclusive a responsabilidade pela venda do veículo.
05 – Caso não consiga adimplir com o finan- ciamento de meu veículo, quais saídas tenho paraevitar problemas judiciais futuros?
 R – Estando o devedor com as prestações deseu financiamento atrasado, resta ao mesmo duasalternativas, quais sejam: [1] efetuar a entregaamigável do veículo junto ao Banco, usando ovalor do bem para quitação ou amortização das parcelas em atraso, bem como das parcelas queirão vencer; [2] vender o veículo para um tercei-ro, com anuência expressa do Banco credor, trans- ferindo desta forma o financiamento e o veículo para o nome do novo proprietário.
06 
 A entrega do veículo para o Banco im- plica em quitação de minha dívida?
 R – Não. Devemos lembrar que o Banco ape-nas empresta o dinheiro, ficando do devedor res- ponsável pelo pagamento do empréstimo. Assim,a entrega do bem será somente uma forma de pagamento destas prestações do financiamento, podendo, portanto, o valor do bem ser inferior adívida
(o devedor ficará responsável pelo restantedo pagamento para que ocorra a quitação do contra-to)
 , superior 
(o Banco dará a quitação do contrato eterá que devolver o valor excedente)
ou de igualvalor 
(ocorrerá a quitação do contrato)
.
07 – No caso de não pagamento das presta- ções do financiamento, qual sanção judicial pos- so sofrer? R –
O Banco poderá entrar com uma Ação de Busca e Apreensão para poder apreender o veí-culo que ficou como garantia do pagamento docontrato. Não sendo localizado o veículo, o de-vedor poderá ser acionado através de uma Açãode Depósito, já que é fiel depositário do bem.
N
a tarde de sexta-feira 23, aPolícia Civil efetuou a prisão deJésus Teixeira na Rua AlbertoPacilli nº 200. Contra ele esta emaberto dois mandado de prisão um porter dado três tiros em um amigo de suaex-namorada, segundo informações,Jésus entrou na casa da namorada eestando ela acompanha de um amigo,disparou três tiros, levando o cidadão aser hospitalizado.Não satisfeito Jésus ainda tentouagredir sua ex, o que lhe rendeu maisum mandado de prisão agora com basena Lei Maria da penha.A equipe da Policia Civilcomandada pelo sub inspetor Alberto,mais os agente Teobaldo e Balcaefetuaram a prisão de Jésus, que estavatrancado dentro de sua residência e nãoesboçou nenhuma reação. Jésus foiconduzido até a delegacia onde foiautuado
.
JÉSUS TEIXEIRA PRESOAPÓS TER DADO 3 TIROS NOAMIGO DA EX-NAMORADA
UM JORNAL FEITO COM ALMA
 Bruno Rodrigues da Silva
Edição 243.pmd24/7/2010, 09:373

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