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apostila_literatura

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07/23/2013

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Literatura
 
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUDISCIPLINA: LITERATURPROFESSORA: MONIQUE DA
GÊNEROS LITERÁRIOS
A literatura é arte que se manifestseja ela falada ou escrita. Quanto à forma,apresentar-se em
prosa
ou
verso.
Quantoestrutura e, segundo os clássicos, conformimitação”, podemos enquadrar as obras litgêneros:
 
Lírico
– é certo tipo de te
lírico
(a voz que fala no poema, qa do autor) exprime suas emoções,impressões em face do mundo extNormalmente os pronomes e os vepessoa e há o predomínio da funçãlinguagem.
 
Nada ficou no lugarEu quero quebrar essas chícarasEu vou enganar o diaboEu quero acordar sua famíliaEu vou escrever no seu muroE violentar o seu gosto(Adriana Calcanhoto)
 
Dramático
– trata-se do teser encenado no teatro.
Corregedor
– Ó arrais dos gloriospassai-nos neste batel!
Anjo
– Oh, pragas pera papelpera as almas odiosos!Como vindes preciosos,sendo filhos da ciência!
Corregedor
– Oh, habetatis, cleme passai-nos como vossos!
Parvo
– Hou, homem dos breviárirapinastis coelhorumet pernis perdigotorume mijais nos campanários!(“Auto da barca do inferno” - Gil
 
É pico
– nesse gênero hánarrador que fundamentalmente cpassada de terceiros. Isso implicadistanciamento entre o narrador eSão geralmente losngos e narrampovo ou uma nação, envolvendo aguerras, viagens, gestos históricos
 Ilíada
, de Homero;
Os Lusíadas
, dCamões.
EXERCÍCIOS1.
(UEG-2006)
Pré-Vestibular Popular d
INENSEASILVA
pela palavra,o texto podeao conteúdo,a “maneira derárias em trêsto no qual o
eu
e nem sempre éidéias erior.rbos estão em o emotiva daxto escrito paraos,ê
 
nciaos,Vicente)
 
presença de umnta a históriaertoassunto tratado.istórias de umventuras,etc. Exemplos:e Luís de
ARANHA DE ÁGUA
 Prendeu o corpoao silêncio. Saltou.A aranha erra,às vezes,o alvo que sonhou.Todo se desfia.Mais que planta de prédio, erCom mais patas que alma.E dedos de vento, seus fios.Com calma se arma de morteAranha escapa de siPor um fio.De cada desafio alimenta-se.Mas sua alma calculadaÉ toda aérea.Ela, chuva no vidroE líquidas suas ligas.Águas lhe dão garras à vida.GUIMARAES, Edmar. Cade2005. p. 37.Pode-se verificar no poema anarrativa no gênero lírico. Dno texto, o que indica mais e a) a mudança de tempo e açãb) o verso livre e a pontuaçãc) a visão das coisas sob umd) a unidade de espaço fragm(UERJ) Com base no texto anúmeros 1 e 2.
I
"O GERENTE — Este hotelJamais houve nesta terraUm hotel assim mais tal!Toda a gente, meus senhoresToda a gente ao vê-lo diz:Que os não há superioresNa cidade de Paris!Que belo hotel excepcionalO Grande Hotel da CapitalFederal!CORO — Que belo hotel ex
II
"O GERENTE — Nesta casProtestar algum freguês:Coisa é muito natural!Acha bom, mas acha caroQuando chega o fim do mês.Por ser bom precisamente,
UFF na Engenharia
 
1
a fria..rno. Poesia. Goiânia: Kelps,interferência da formas efeitos poéticos construídosficazmente essa interferência éo na 1ª estrofe.regular.ponto de vista afastado.entado na visão do poeta.baixo, responda às questões deestá naberra!,epcional, etc...."não é raro
 
 
Literatura
 
Se o freguês é do bom-tomVai dizendo a toda a genteQue isto é caro mas é bom.Que belo hotel excepcional!O Grande Hotel da CapitalFederal!CORO — Que belo hotel excepcional, etc.“O GERENTE (
 Aos criados
) — Vamos!se! Tomem as malas e encaminhem estes sMexam-se! Mexam-se!... (
Vozerio
.
Os hósquarto, banhos, etc.... Os criados respond malas, saem todos, uns pela escadaria, ou
Cena II
"O GERENTE, depois, FIGUEIREDOO GERENTE (Só.) — Não há mãos a mednunca houve no Rio de Janeiro um Hotel aelétrico de primeira ordem! Cozinha esplêcâmara durante as refeições da mesa redonpneumático em cada aposento! Banhos friduchas, sala de natação, ginástica e massasalão com um plafond pintado pelos nossoartistas! Enfim, uma verdadeira novidade!estabelecermos aqui, era uma vergonha! HSão Paulo superiores aos melhores do Rioem boa hora foi organizada a Companhiada Capital Federal, que dotou esta cidade cmelhoramento tão reclamado! E o caso é qestá dando ótimos dividendos e as ações aempenhos! (Figueiredo aparece no topo dacomeça a descer.) Ali vem o Figueiredo. Averdadeiro tipo do carioca: nunca está satique vem fazer alguma reclamação."AZEVEDO, Arthur.
 A Capital Federal
. RServiço Nacional de Teatro, 1972.
2.
(Uerj)
 A Capital Federal
, peça escrita pAzevedo e encenada com sucesso até hoje,Janeiro no fim do século XIX.a) O texto demonstra como já circulavamRio de Janeiro comparações com modelosmodernidade. Transcreva dois versos queafirmativa.b) Transcreva do texto duas frases compleprogresso técnico e o conforto são apresenqualidades simultâneas do Grande Hotel.
3.
(Uerj) O texto I faz parte de uma peça dde expressão que se destacou na captaçãoum Rio de Janeiro que se modernizava noXX.Aponte o gênero de composição em que setexto e um aspecto característico desse gên
Pré-Vestibular Popular d
..."amos! Aviem-enhores!
 pedes pedemm. Tomam as
 
ros pela direita
.)ir! Pudera! Sessim! Serviçodida, música deda! Um relógios e quentes,em! Grandes primeiros— Antes de nosavia hotéis emde Janeiro! Maso Grande Hotelom umue a empresadam porescada equele é ofeito. Apostoio de Janeiro:or Arthurretrata o Rio demplamente noestrangeiros deonfirmem estaas em que otados comoteatro, formaas imagens deinício do séculoenquadra esseero.
4.
(PRISE/UEPA-2006) Assicorretamente os gêneros literrelacionados, na seqüência eI
- “O Dr. Mamede, o mais ialienistas, havia pedido a trsábios que se ocupavam deviessem passar uma hora ndirigida para que lhes pudpacientes.”
(Guy de Maupassant)II-
Todas as noites o sono nE ficamos repousando no f O mar onde tudo recomeçaOnde tudo se refaz...Até que, um dia, nós criareE andaremos no ar como s
(Mário Quintana)III-
Oh! Que famintos beijoE que mimoso choro que soQue afagos tão suaves, queQue em risinhos alegres seO que mais passam na manQue Vênus com prazeres inMelhor é experimentá-lo qMas julgue-o quem não po
(Luiz de Camões)
IV
-
Velha: E olavrar, IsabIsabel: Faz a moça muicorcovada, contr de feição de meie faz muito maue mau costume dVelha:Hui! Pois jeita-tEstopa ou linhoOu tecer, se vemIsabel: Isso é pior que l
(Mário Quintana)a) Narrativo – Épico – Líricob) Dramático – Lírico – Épicc) Narrativo – Lírico – Épicod) Dramático – Épico – Narre) Épico – Dramático – Narr
FIGURAS DE LINGUAG 
As figuras de linguagem ouvalorizar o texto, tornando aum recurso lingüístico para ede formas diferentes, conferiou poeticidade ao discurso.As figuras revelam muito daproduz, traduzindo particular
UFF na Engenharia
 
2
nale a alternativa que indicaários dos textos abaixoque estão dispostos:
lustre e o mais eminente dosês de seus colegas e a quatrociências naturais, quecasa de saúde por elesse mostrar um de seuss atira da beira de um caisndo do mar....mos asas.anda na terra.s na floresta!ava!ira honesta,tornava!hã e na sesta,flamava,e julgá-lo;e experimentá-lo.l?mal feita,feita,anel;carão
 
,’olhar.ao fiar ou algodão;à mão.avrar.
– Dramático.o – Narrativo– Dramáticoativo – Líricotivo – Lírico
M
e estilo são empregadas paralinguagem mais expressiva. Éxpressar experiências comunsndo originalidade, emotividadesensibilidade de quem asidades estilísticas do autor. A
 
 
Literatura
 
palavra empregada em sentido figurado, npassa a pertencer a outro campo de signifiamplo e criativo.Diz respeito às formas conotativas das palaltera e enfatiza o significado institucionalA divisão das figuras de linguagem (em fipalavras, figuras de pensamentos, figurasfiguras sonoras) segue um critério didáticohaver classificações diferentes se procuradautores. A expressão Figuras de Estilo foilas num todo, sem divisão alguma.
I.
 
Figuras sonorasAliteração
Repetição de sons consonantais (consoantCruz e Souza é o melhor exemplo deste recaracterísticas marcantes do Simbolismo,sinestesia.
Ex:
"(...) Vozes veladas, veludosas vozes,violões, vozes veladas / Vagam nos velhos / Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas." (fr
Violões que choram
. Cruz e Souza)
Assonância
Repetição dos mesmos sons vocálicos.
Ex:
- "Sou um mulato nato no sentido latdemocrático do litoral." (Caetano Veloso)- "O que o vago e incóngnito desejo de sermeu ser me deu." (Fernando Pessoa)
Paranomásia
É o emprego de palavras parônimas (sons
Ex:
"Com tais premissas ele sem dúvida leprimícias" (Padre Antonio Vieira)
Onomatopéia
Criação de uma palavra para imitar um so
Ex:
"Havia uma velhinha / Que andava abdava a sua vida / Para falar com alguém. / em casa / A boa velhinha, / Resmungando
nhem-nhem-nhem-nhem
..." (Cecília MeirelII.
 
Figuras de sintaxe
 A gramática normativa, partindo de aspecgerais observados na língua culta, aponta
Pré-Vestibular Popular d
o- denotativo,ação, maisvras. Recria,izado delas.uras dee construção ee por isso podeo em váriosriada para uni-s).urso. Uma dasssim como a / Volúpias dosvórtices velozesagmento demulatoeu mesmo deparecidos).va-nos àsorrecida / Poisestava sempresozinha: / 
 Nhem-
les)os lógicos erincípios quepresidem às relações de depede ordem das palavras na fraaqueles aspectos lógicos e geocasionalmente, outros fatordeles, a concordância, a regêem que se faz o estudo da estàs vezes, alteradas. Tais alter
de construção
também cha
Elipse
Omissão de um termo ou exsubentendida. Casos mais coEx: "No mar, tanta tormenta
Zeugma
Omissão de um termo que jásobretudo, nas orações comp
Ex:
"O meu pai era paulistameu bisavô, mineiro / Meu tBuarque)
Hipérbato
Alteração ou inversão da ordoração, ou das orações no peênfase e podem até gerar ana
Ex:
Morreu o presidente.
Pleonasmo
Repetição de um termo já exenfatizar a idéia.
Ex:
Vi com meus própriAo pobre não lhe de 
Assíndeto
Ausência de conectivos de lirapidez ao texto. Ocorre mui
Ex:
"Não sopra o vento; nãomurmuram os rios."
Polissíndeto
Repetição de conectivos na lifrase ou do período.
Ex:
O menino resmunga,maltrata."E sob as ondas ritmventos / e sob as pon
UFF na Engenharia
 
3
ndência ou interdependência es
 
e. Ensina-nos, entretanto, querais não são exclusivos;s podem influir e, em funçãoncia ou a colocação (planosrutura da frase) apresentam-se,ações denominam-se
figuras
adas de
figuras sintáticas
 ressão facilmentemuns:e tanto dano."apareceu antes. Utilizada,arativas.Meu avô, pernambucano / Otaravô, baiano." (Chicoem direta dos termos naríodo. São determinadas porcolutos.presso, com objetivo deos olhos.vo.ação, assim atribui maioro nas orações coordenadas.gemem as vagas; nãoigação entre elementos dae chora, e esperneia, e grita, edas / e sob as nuvens e ostes e sob o sarcasmo / e sob a

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