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CONTABILIDADE I - 4

CONTABILIDADE I - 4

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CONTABILIDADE I (CONCEITOS BÀSICOS)
UNIDADE IV Escrituração1. CONCEITOEscrituração
é uma técnica contábil que consiste em registrar nos livros própriostodos os acontecimentos que ocorrem na empresa e que provocam modificações noPatrimônio.O controle contábil das empresas começa com a escrituração dos Fatos no livroDiário, completando-se, depois nos demais livros de escrituração.É através dos FATOS Administrativos que ocorre a gestão Patrimonial dasempresas, esses Fatos são registrados por meio da Escrituração.Mas como escriturar esses acontecimentos?Vamos, inicialmente, estudar onde escriturar esses acontecimentos, para depoisaprender como efetuar tais registros.
2. LIVROS UTILIZADOS NA ESCRITURAÇÃO
Dos vários livros usados pelas empresas, vamos mencionar apenas os utilizados para a contabilização dos Fatos Administrativos, bem como dos Atos Administrativosrelevantes (aqueles que podem provocar alterações futuras no Patrimônio).Os principais livros utilizados pela Contabilidade são:
- Livro Diário- Livro Contas - correntes- Livro Razão- Livro Caixa2.1 Livro Diário
O Diário é um livro obrigatório. Seu uso está previsto na Legislação Comercial(artigo 11 do Código Comercial Brasileiro – Lei nº 556 de 25/06/1850, na LegislaçãoTributária, bem como nas Normas Brasileiras de Contabilidade. No Diário são lançados dia a dia todos os acontecimentos que ocorrem naempresa e que provocam modificações no Patrimônio (Fatos Administrativos), bemcomo aqueles que possam vir a modificar futuramente o Patrimônio (Atosadministrativos relevantes).Por ser obrigatório, o Diário essujeito às formalidades
extrínsecas
e
intrínsecas.
Formalidades extrínsecas (ou externas): o livro Diário deve ser encadernado comfolhas numeradas seguidamente. Deve conter, também, os Termos de Abertura eencerramento, ser submetido à autenticação no órgão competente do Registro doComércio; quando se tratar de empresa civil. No Registro Civil de Pessoal Jurídicas ouno Cartório de Registro de Títulos e Documentos.Os Termos de abertura e de Encerramento devem ser lavrados (transcritos),respectivamente, na primeira e na última página do livro Diário, na mesma data e antesde se iniciar a Escrituração.
 
Formalidades intrínsecas (ou internas): estão relacionadas à Escrituração, que noDiário, será completa, em idioma e moeda corrente nacionais, em forma mercantil,com individualização e clareza, ordem cronológica de dia, mês e ano, sem intervalosem branco nem entrelinhas, borraduras, rasuras, emendas e transportes para asmargens.O livro Diário tradicional pode ser substituído por fichas (contínuas, em forma desanfona, soltas ou avulsas), escriturado por processo manual, mecanizado ou por  processamento eletrônico de dados (computador) No entanto, seja qual for o sistemade Escrituração adotado, a empresa deverá cumprir os requisitos intrínsecos, previstosna lei fiscal e comercial para o livro Diário.
2.2 Livro Razão
O livro Razão é um livro de grande utilidade para a contabilidade porqueregistra o movimento individualizado de todas as Contas. A Escrituração do livroRazão passou a ser obrigatória a partir de 1991 (art. 14 da Lei nº 8.218 de 29/08/91).O Razão é o livro mais importante para a Contabilidade, porque permite ocontrole do movimento de cada Conta, separadamente. O primeiro passo paraescriturar este livro é abrir uma página para cada conta usada na Escrituração do livroDiário.Para escriturar o Razão, partimos do Diário. Pegamos em cada lançamento asContas envolvidas e lançamos no débito ou no crédito, conforme essas contas estejamdebitadas ou creditadas no Diário.
2.3 Livro Contas-Correntes
O Contas-Correntes é um livro auxiliar do livro Razão. È usado para controlar amovimentação das Contas que representam Direito e ObrigaçõesPara escriturá-lo, partimos também do livro Diário, e toda vez que registrarmosno Diário um Fato que envolva uma Conta pessoal (representativa de Direitos ou deObrigação), devemos escriturar o referido Fato também no livro Contas-Correntes.
2.4 Livro Caixa
O livro Caixa também é auxiliar. Nele são registrados todos os FatosAdministrativos que envolvam entradas e saídas de dinheiro.Como “entrada”, ou “debito” de Caixa, são registrados todos os recebimentos emdinheiro ou cheques. São escriturados, inclusive, os cheques emitidos pela própriaempresa para transferência de depósito, de um banco para outro.Como “saída”, ou “credito” de Caixa, são registrados todos os pagamentos,inclusive aqueles feitos com cheques emitidos pela própria empresa. São registrados,também, como saída, os depósitos (em dinheiro e cheques) feitos em Bancos.
 
O saldo do livro Caixa deve corresponder exatamente à existência física em poder do responsável pelo Caixa, e pode ser composto pelos seguintes valores:a – dinheiro, em moeda corrente; b – cheques recebidos e ainda não apresentados aos respectivos bancos pararesgate ou depósito;c – cheques emitidos pela própria empresa para pagamento de faturas, despesas,salários etc., ou para depósito em outro banco, ainda pendentes de conclusão darespectiva operação.
3. MÉTODOS DE ESCRITURAÇÃO
Método de Escrituração é a forma de registro dos Fatos Administrativos, bemcomo dos Atos Administrativos relevantes.São dois os Métodos de Escrituração conhecidos: Método das Partidas Simples eMétodo das Partidas Dobradas.
3.1 Método das Partidas Simples
Esse método consiste no registro de operações específicas envolvendo ocontrole de um só elemento. No livro Caixa, por exemplo, os eventos são registradosvisando apenas ao controle do dinheiro (entradas e saídas), sem a preocupação decontrolar outros elementos patrimoniais ou até mesmo de se evidenciar o lucro ou prejuízo decorrente das respectivas transações.Esse método é deficiente e incompleto, pois não permite o controle global doPatrimônio. As entidades que utilizam apenas esse método de registro normalmente sãoaquelas que não visam ao lucro.
3.2 Método das Partidas Dobradas
Esse método, que é de uso universal e foi divulgado no século XV (1494) nacidade de Veneza, na Itália, pelo frade franciscano Luca Pacioli, consiste no seguinte.
Não há devedor sem que haja credor e não há credor sem que haja devedor,sendo que a cada débito corresponde um crédito de igual valor.
Daí, em dado momento, ser a soma dos débitos igual à soma dos créditos. É esse princípio que determina a equação entre o ativo e o passivo do patrimônio. Os valoresativos representam sempre saldo devedor. e, os passivos, saldo credor, sendo a soma doativo sempre igual à do passivo.Por esse método, registramos todos os acontecimentos que se verificam no patrimônio, conhecendo-se, a qualquer momento, o valor da cada componente do patrimônio, suas variações e os resultados, positivos ou negativos da atividadeeconômica.
4. LANÇAMENTOS
Vimos que lançamentos é o registro de um fato contábil, e esse registro, pelotodo das partidas dobradas, é feito em ordem cronológica e obedecendo a

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