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Fisica II

Fisica II

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Apontamentos de aula de Física p/ Computação II versão 2007. Prof: MSC.
Elias Ribeiro Silva Martins
 
1
 DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA EFÍSICAPLANO DE CURSO 2007/1Disciplina: FÍSICA PARA COMPUTAÇÃO IICursos: Ciência & Eng. da ComputaçãoCódigo da Disciplina: MAF 4123Carga Horária Semanal: Teoria (04)Laboratório (02)Docente: Prof. MSC. Elias R. da Silva Martins1- OBJETIVOS
OBJETIVOS GERAIS – Desenvolver a eletrônicaao novel básico, dando suporte para disciplinas posteriores do curso.OBJETIVOS ESPECÍFICOS – Proporcionar aoaluno após o termino de cada unidade do programa:entender os princípios fundamentais dos dispositivossemicondutores; conhecer algumas aplicações básicas dos diodos, transistor e outros dispositivoseletrônicos.
2- PROCEDIMENTO DE ENSINO
a)
 
Aulas expositivas; b)
 
Aulas práticas em laboratório;c)
 
Aula de resolução de exercícios.d)
 
Questões de estudo a serem discutidosem sala de aula;e)
 
Exercícios e questões propostos.
3- RECURSOS DIDÁTICOS
Serão utilizados os recursos didáticosdisponíveis, tais como: Bibliografia com ênfase nolivro texto, quadro negro, giz, tópicos apostilados eetc.
4- FORMAS DE AVALIAÇÃO
a)
 
Provas individuais
1
e exercícios; b)
 
Relatórios sobre as experiências realizadas noLABORATÓRIO DE FÍSICA
1
Durante a realização das provas, somente será permito o usode calculadoras cientificas simples.
 Nota
Durante o semestre letivo será realizada nomínimo 4 (quatro) provas (P1, P2, P3 e P4), comassuntos previamente especificados dentro do
conteúdo programático
.As notas, N1 e N2, serão calculadas da seguinteforma: N1 = (P1 + P2)/2 + L1, onde L1 é a primeira médiado laboratório, N2 = (P3 + P4)/2 + L2, onde L2 é a segunda médiado laboratório.OBS.: P1, P2, P3 e P4 valem no máximo 8 (oito) pontos e L1 e L2 valem no máximo 2 (dois) pontoscada. Será aprovado, o aluno que atingir a notaFINAL (
 N = 0,4 
N1 + 0,6 
N2
), maior ou igual a5 (cinco) pontos e freqüência mínima de 75%.
5- CONTEUDO PROGRAMÁTICO1 – Teorema de Thévenin e Norton2 – Diodos semicondutores3 – Aplicações dos diodos4 – Fontes de tensão5 – Transistores bipolares de junção6 – Polarização DC – TBJ7 – Modelo do transistor TBJ8 – Análise do TBJ para pequenos sinais6- BIBLIOGRAFIAS RECOMENDADAS
1 - BOGART, Theodore F.
 Dispositivos ecircuitos eletrônicos
, Ed. Makron Books.2 - BOYLESTAD, Robert L.
 Dispositivoseletrônicos e teoria de circuitos
, Ed. PHB.3 - EDUARDO, Angelo
et al 
.
 Dispositivos semicondutores: Diodos e Transistores
, Ed.Érica.4 - MALVINO, Albert Paul.
 Eletrônica
, vol. 1,Ed. Makron Books.
 
Apontamentos de aula de Física p/ Computação II versão 2007. Prof: MSC.
Elias Ribeiro Silva Martins
 
2
PARTE I – REVISÃO1. CORRENTE ELÉTRICA
Considere um condutor metálico em equilíbrioeletrostático (Fig. 1.1). Sabemos que seus
elétronslivres
estão em
movimento desordenado
, comvelocidades em todas as direções, porém sem saíremdo condutor, não produzindo efeito externo. Todosos pontos do condutor possuem o mesmo potencialelétrico.
Figura 1.1 – Condutor metálico em equilíbrio.
Ligando-se a esse condutor metálico uma fontede tensão (Fig. 1.2), o que origina um campoelétrico
 E 
r
, cujo sentido é do pólo positivo para onegativo. Nesse campo elétrico cada elétron ficasujeito a uma força
 Fq
=
r
de sentido oposto aocampo
 E 
r
, pois os elétrons possuem cargas negativas(-1,6 10
-19
C). Sob a ação da força
 F 
r
, os elétronsalteram suas velocidades; no comportamento médioadquirem um movimento ordenado, cuja velocidademédia tem direção da força
 F 
r
.
 Este movimentoordenado dos elétrons constitui a
corrente elétrica.
 
Figura 1.2 – Condutor ligado a uma fonte detensão.2. INTENSIDADE DE CORRENTE ELÉTRICA
Os elétrons apresentam carga elementar 
e
, logo acarga que passa através de um fio condutor émúltipla da carga elementar de modo que:
qne
=
 Defini-se
intensidade de corrente elétrica
,a quantidade de carga que passam pela secçãotransversal de um fio condutor no intervalo detempo (
,
+
 ∆
) o quociente:
dqidt 
=
ou
neidt 
=
 
Corrente continua
(DC) é toda a corrente desentido constante no tempo (Fig. 1.3). Um exemplo bem simples de corrente continua é uma pilhacomum.
Figura 1.3 – Corrente continua (DC).Corrente alternada
(AC) é toda a corrente quemuda, periodicamente de sentido e de intensidade notempo (Fig. 1.4). Nos terminais das tomadasresidenciais aqui no Brasil temos a correntealternada senoidal de freqüência 60Hz.
Figura 1.4 – Corrente alternada (AC).
A unidade de intensidade de corrente elétrica é aunidade fundamental elétrica do sistemainternacional de unidades (SI) e denomina-se
ampère
(símbolo
A
). Como o ampère é umaunidade relativamente “grande” é muito comum ouso de seus submúltiplos.
 
miliampère (mA)
1mA = 10
-3
A
 microampère (µA)
1µA = 10
-6
AA partir de ampère define-se no (SI) a unidade decarga elétrica: o
coulomb (C)
, como
 ∆
q
=
i
 ∆
,, onde1C = 1A
x
1s
.3. SENTIDO DA CORRENTE ELÉTRICA
O sentido do movimento dos elétrons é oposto aosentido do campo elétrico no interior do condutor metálico, pois
 Fq
=
r
, e
q
é negativo. Contudo osentido convencional da corrente elétrica por 
 
Apontamentos de aula de Física p/ Computação II versão 2007. Prof: MSC.
Elias Ribeiro Silva Martins
 
3motivos históricos
é igual ao sentido do campoelétrico
, isto é, sentido contrário ao movimento doselétrons. De modo que a corrente convencional podeser imaginada como sendo constituídas de cargas positivas em movimento (Fig 1.5).
 Figura 1.5 – Corrente elétrica (AC).4. ENERGIA E POTÊNCIA DA CORRENTEELÉTRICA
A Fig. 1.6 mostra um circuito constituído por uma fonte de tensão e um dispositivo elétrico
ab
 qualquer. Ao passa pelo dispositivo elétrico aenergia da corrente elétrica diminui uma quantidade
AB
=
qV 
num intervalo de tempo
. Essa energiaconsumida (potência) pelo dispositivo pode ter sidotransformada em energia térmica, energia mecânica,energia química etc. A
 potência elétrica
consumida pelo dispositivo
ab
é dada pelo quociente dotrabalho de
a
até
b
 
 AB
 pelo tempo
:
Figura 1.6 – Potência elétrica dissipada.
 AB
q PPV ou P=it
= =
 Observe que a última equação não especifica otipo ou qual aparelho elétrico. Assim a equação éválida para qualquer dispositivo elétrico.
Resistores:
São elementos de circuito cuja função principal é limitar o valor da corrente, além de seuefeito Joule ou efeito térmico. Os símbolos gráficosusuais dos resistores em circuitos são:
Figura 1.7 – Símbolos de resistores em circuito.5. RESISTORES E 1
a
LEI DE OHM
Considere o resistor da Fig. 1.8 mantido auma temperatura constante e sendo percorrido por uma corrente elétrica
i
, devido a aplicação de umatensão V entre seus terminais.
Figura 1.8 – Resistor mantido a temperaturaconstante.
Mudando-se a tensão V, sucessivamente paraV
1
, V
2
,..., V
n
o resistor passa a ser percorrido por corrente de intensidade
i
1
,
i
2
,...,
i
n
.
Ohm
verificou experimentalmente que
mantida a temperatura constante, o quociente datensão V aplicada pela respectiva intensidade decorrente era uma constante característica de cadaresistor 
:
312123
...
VVconstanteRiiii
= = = = = =
 
A grandeza R assim introduzida foi denominadade
resistência elétrica
do resistor. A resistênciaelétrica não depende de tensão V aplicada a seusterminais e nem da corrente que o percorre, poremdepende da temperatura. Assim podemos enunciar na forma matemática a 1a lei de Ohm.
 Ri
=
ou
ViR
=
 Um resistor que obedece a lei de Ohm é chamadode resistor ôhmico. No sistema internacional aunidade de resistência elétrica é denominada ohm(símbolo
), sendo 1
= 1V/1A. Como o ohm éuma unidade de resistência elétrica relativamente pequena, é muito comum o uso de múltiplos:
quiloohm
(k 
) 1k 
= 10
3
 
 
megaohm
(M
) 1M
=10
6
 
.

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