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Custos envolvidos na gestão de SMS

Custos envolvidos na gestão de SMS

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Na gestão das atividades envolvendo Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde – QSMS,
inúmeras tem sido as discussões envolvendo custos, produtividade, eventuais ou prováveis
benefícios auferidos com a gestão da área, benefícios econômicos, impactos causados nas atividades
produtivas pelas interferências dos profissionais de SMS e outras questões mais. Quase sempre se
associam as paralisações das atividades de obras aos profissionais de SMS, sejam essas devidas a
problemas existentes com equipamentos ou ferramentas, condições atmosféricas desfavoráveis,
descumprimentos contratuais ou legais, entre outros.
Na gestão das atividades envolvendo Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde – QSMS,
inúmeras tem sido as discussões envolvendo custos, produtividade, eventuais ou prováveis
benefícios auferidos com a gestão da área, benefícios econômicos, impactos causados nas atividades
produtivas pelas interferências dos profissionais de SMS e outras questões mais. Quase sempre se
associam as paralisações das atividades de obras aos profissionais de SMS, sejam essas devidas a
problemas existentes com equipamentos ou ferramentas, condições atmosféricas desfavoráveis,
descumprimentos contratuais ou legais, entre outros.

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Categories:Types, Research, Science
Published by: Antonio Fernando Navarro on Aug 06, 2010
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 Antonio Fernando Navarro é Físico, Engenheiro Civil, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Mestre em Saúde e Meio Ambiente, Doutorandoem Engenharia Civil, Especialista em Gestão de Riscos
Custos envolvidos na gestão das atividades de QSMS
Antonio Fernando A. Navarro Pereira, M.Sc. (UFF):navarro@vm.uff.br 
Resumo:
Na gestão das atividades envolvendo Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde – QSMS,inúmeras tem sido as discussões envolvendo custos, produtividade, eventuais ou prováveisbenefícios auferidos com a gestão da área, benefícios econômicos, impactos causados nas atividadesprodutivas pelas interferências dos profissionais de SMS e outras questões mais. Quase sempre seassociam as paralisações das atividades de obras aos profissionais de SMS, sejam essas devidas aproblemas existentes com equipamentos ou ferramentas, condições atmosféricas desfavoráveis,descumprimentos contratuais ou legais, entre outros.Entre todas essas discussões tem se destacado a questão dos custos da gestão de QSMS. Noaprofundamento do tema percebe-se um viés que associa o custo à perda ou redução daprodutividade. De certa maneira o fator provocador do assunto é o da crise econômica que tem feitoas empresas rever suas planilhas de preços nas concorrências para não perderem oportunidades eclientes. Assim, nada mais natural do que reavaliar muitos dos conceitos praticados. Lógico é que aúltima área a ser afetada nesses “cortes” é a da Produção por ser a atividade fim da empresa,restando, pois, para as atividades acessórias ou processos “meio” contribuir para com essasreduções de custos, seja através da restrição de atividades, cortes nos processos de gestão, reduçãodos custos com despesas de pessoal, muitas vezes substituindo-se profissionais mais capacitados eportanto com maiores salários (SIC) por profissionais menos capacitados.Inúmeros autores no mundo todo analisam a questão, sob o ponto de vista de QSMS, comoirrelevante ou irracional, na medida em que, para esses, QSMS não representa Custo e sim Valor.Pode-se entender vendo-a sob o ponto de vista da obrigação legal. Assim, como obrigação, deve sercumprida ou atendida. Mas, o que dizer quando se transcende essas exigências, oferecendo o “algomais”? Nesses casos ainda pode ser considerado como valor ou como má gestão?Não se pretende depreciar nenhum tipo de ação praticada, mas sim e tão somente, avaliar o quantoas empresas compreendem um tema tão sério e importante quanto esse.
 
 
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 Antonio Fernando Navarro é Físico, Engenheiro Civil, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Mestre em Saúde e Meio Ambiente, Doutorandoem Engenharia Civil, Especialista em Gestão de Riscos
Discute-se neste artigo o que são considerados como custos, como esses são compostos, de queforma podem ser ajustados aos orçamentos das obras. E como podem ser empregados paraaumentar-se a produtividade das mesmas.A revisão da literatura não aborda claramente essas questões visto que as visões sobre o tematendem a atribuir maior importância à questão da vida humana, e, por conseguinte, ao processo degestão dos indicadores relativos a taxas de freqüência dos acidentes com e sem afastamento. Umoutro grupo de pesquisadores segue a linha de que os custos não são tão relevantes assim visto que apreservação da vida humana é o que importa.Para análise da questão realizou-se pesquisa bibliográfica consultando-se sites de pesquisa geral eespecíficos como: Scopus, ISI, Alexander, Street Press, Engineering Village, Web Spirs, CSA,Wilsonweb, entre outros, e publicações como: AAIB; AICE; American Industrial HygieneAssociation; American Society of Safety Engineers; Center for Chemical Process Safety;Construction Employers Federation; Elsevier; EMERALD; Health & Safety Executive; Health andSafety Commission; National Institute of Labour Studies; NOPSA; OCA; OECD; OGD;PERGAMON; Society of Petroleum Engineers, entre outros, afora publicações de universidades,como; artigos, dissertações e teses. Nas pesquisas efetuadas as palavras-chave empregadas foram:tendências, estado-da-arte, custos de gestão, custos de gerenciamento de QSMS, custos de QSMS,produtividade.Da literatura pesquisada verificou-se que nos artigos onde havia menção à palavra custos essa eradirecionada aos custos dos acidentes e ao enfoque dos benefícios auferidos com a implantação desistemas de gestão. Não foi identificado em nenhum dos artigos a composição dos custos e nem arelação entre esses e os valores dos contratos.Deve-se salientar nesta fase que independentemente da visão do gestor de QSMS, os custos existeme podem vir a ser quantificados, independentemente de sua relevância e importância.
Palavras-chave
: Custos de QSMS, orçamentos de QSMS, produtividade, estrutura de QSMS
 
 
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 Antonio Fernando Navarro é Físico, Engenheiro Civil, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Mestre em Saúde e Meio Ambiente, Doutorandoem Engenharia Civil, Especialista em Gestão de Riscos
I.
 
Introdução:
Uma das grandes dificuldades enfrentadas na análise dos custos envolvidos na gestão das atividadesde QSMS foi e ainda continua sendo entender-se como essa área é estruturada e coexiste com asdemais áreas da organização, como se dá a relação entre seus membros, qual o grau de liberdadeque possuem, a quem estão subordinadas e outras questões também relevantes. As estruturasorganizacionais e funcionais costumam ser distintas dependendo do porte das empresas. Assim, emfunção de suas responsabilidades, modus operandi e atuação, podem ocorrer pequenas variações naquestão dos custos.Para muitas empresas a estruturação de equipes de QSMS é entendida como de cumprimentoobrigatório por razões contratuais. Para outras a estruturação é fruto do atendimento às exigênciasdos sistemas de gestão implementados. Ainda para outras essa estruturação ocorre em função daCultura da empresa.Outro aspecto considerado foi o de que em algumas empresas os sistemas operacionais de controlede custos abrangem apenas algumas das atividades executadas. Para as demais atividades oscontroles, apesar de existentes, não são integrados.Muitas empresas possuem estruturas de QSMS, integrando-se todas as áreas através de umagerência única, com coordenações distintas de Qualidade e de SMS. A coordenação de Qualidadepode ser subdividida em Gestão e Controle da Qualidade, sendo a primeira voltada para aadministração e controle do Sistema de Gestão Integrado (SGI), e a segunda realizando o controlefísico dos processos. Essas divisões internas da estrutura dependem das características das empresase dos serviços que executam.O Brasil possui uma legislação trabalhista muito bem estruturada, com um conjunto de leis,portarias e decretos voltados à disciplinarização das questões relativas à Segurança do Trabalho,Meio Ambiente e Saúde Ocupacional comparável às melhores do mundo. Nessa legislação percebe-se que há uma tendência à sobreposição de atuações e, de certo modo, um maior nível de exigênciaquanto a atuações dos membros das equipes e definição de efetivos mínimos, que chegam a sersuperiores aos determinados em legislações internacionais.

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