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EKÍSTICA & ENSINO - TEORIA & PRAXIS - Experiência Didática no Ensino Superior

EKÍSTICA & ENSINO - TEORIA & PRAXIS - Experiência Didática no Ensino Superior

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Esta comunicação trata de apresentar as razões da utilização da teoria Ekística de Constantino Doxiadis para alunos matriculados nos Cursos de Arquitetura e Urbanismo de duas universidades brasileiras. Igualmente, aplicada ao planejamento urbano de algumas cidades e regiões do Brasil. Procura traçar os principais pontos abordados didaticamente utilizando conceitos teóricos e trabalhos práticos. Cita a bibliografia básica utilizada e leituras obrigatórias para o melhor entendimento da matéria. Procura retratar os caminhos seguidos em experiência didática.
Esta comunicação trata de apresentar as razões da utilização da teoria Ekística de Constantino Doxiadis para alunos matriculados nos Cursos de Arquitetura e Urbanismo de duas universidades brasileiras. Igualmente, aplicada ao planejamento urbano de algumas cidades e regiões do Brasil. Procura traçar os principais pontos abordados didaticamente utilizando conceitos teóricos e trabalhos práticos. Cita a bibliografia básica utilizada e leituras obrigatórias para o melhor entendimento da matéria. Procura retratar os caminhos seguidos em experiência didática.

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Categories:Types, Research
Published by: Pe. João Manoel Sperandio on Aug 12, 2010
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08/13/2010

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COMUNICAÇÃO
Associação de Colaboradores e Amigos de Constantino Apóstolos Doxiadis.Atenas – Grécia 19-21 janeiro de 2007.
COMMUNICATION – 
for Meeting: The Association of Collaborators and Friends of Constantinos A. Doxiadis” - Athens, Greece,19-21 January, 2007.
EKÍSTICA & ENSINO 
- TEORIA &
PRAXIS Experiência Didática no Ensino Superior Constantino Comninos
Professor. Membro Honorário da Sociedade Mundial para a Ekística – Eleito em 2005. (Honorary member of the World Society for Ekistics - 2005).
Dedicatória
Dedico esta comunicação aos meus alunos dos Cursos deArquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica doParaná e da Universidade Federal do Paraná, que, em algunsdecênios de encontros e desencontros, levaram-me a apreendercom seus questionamentos, o desbravar de muitas trilhas, nasempre procura de caminhos que levam ao inencontráveldomínio dos processos urbanos.
RESUMO
Esta comunicação trata de apresentar as razões da utilização dateoria Ekística de Constantino Doxiadis para alunos matriculados nosCursos de Arquitetura e Urbanismo de duas universidades brasileiras.Igualmente, aplicada ao planejamento urbano de algumas cidades e regiõesdo Brasil. Procura traçar os principais pontos abordados didaticamenteutilizando conceitos teóricos e trabalhos práticos. Cita a bibliografia básicautilizada e leituras obrigatórias para o melhor entendimento da matéria.Procura retratar os caminhos seguidos em experiência didática.
COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Sem ser historiador, perambulei e continuo a desbravar os caminhosda história; sem ser geógrafo, percorro sempre que posso, os traços dosacidentes geográficos, eterno cenário onde a presença humana forja a
 
2 
inexorabilidade dos acontecimentos que traçam os fatos históricosvivenciados pela humanidade; sem ser antropólogo, venho observando comcerta curiosidade os tipos humanos e seu fascinante comportamento nosmatizes de suas culturas; sem ser pedagogo, envolvi-me com a educação epassei a melhor entendê-la, no
eterno aprendizado 
do educar -
educare 
-,com a
 praxis 
da
 paidéia 
grega e da
humanitas 
latina. Dedicando-meprimordialmente ao estudo e ao magistério da Economia Política, percorricaminhos que me ensinaram a ver as questões básicas da sobrevivência dohomem em um universo contraditório; via de conseqüência, trilhei pornecessidade da compreensão econômica das coisas, os meandros dageopolítica e das relações internacionais. A partir da
 poeisis 
– o aprender afazer dos gregos -, para entrar na
 práxis 
 – o fazer acontecer dos mesmosgregos -, permitiu a minha compreensão da cidade como área urbana.Conquanto ter sido necessário desenhar uma considerável somatória dematrizes mentais interdisciplinares, sem as quais, minha perspectiva demundo se perderia no micro, enquanto que, o fenômeno urbano exigede qualquer estudioso, a observação do universo urbano em seu macrohorizonte. Resumindo: mantenho minha fascinante curiosidade no eternoaprendizado das ciências do homem, tentando aplicar este persistenteapreender, tal qual um andarilho da vida urbana, imaginando-me como umcidadão da
 polis,
aliando este sonho, na procura constante do idealurbano em sua forma contemporânea. Este texto tem muito a ver com asidéias do urbanista grego Constantinos Doxiádis, que revolucionou oconceito
 póstero 
de cidade na
era da modernidade 
.
INTRODUÇÃO
“Há (duas) razões pelas quais éextremamente difícil ter um domínio coerente sobreo tema do
habitat 
- o lugar em que, a não ser quantoa grupos nômades cada vez menores, todos os sereshumanos do mundo nascem, vivem suas vidas emorrem."Barbara Ward,in A Casa do Homem, 1975Esta comunicação tem como objetivo, expor uma experiência demagistério, aplicando a Teoria Ekistica, na disciplina de Estudos Sociais eAmbientais, integrada ao currículo do Curso de Arquitetura e Urbanismona Universidade Federal do Paraná (1970 -1995) e na PontifíciaUniversidade Católica do Paraná (1979 a 2006), ambas localizadas naCidade de Curitiba, Estado do Paraná, Brasil. Saliento que a minha práticado magistério foi enriquecida a partir de trabalhos urbanísticos, pelaoportunidade que me foi dada em participar durante dois decênios,estudando realidades demográficas, sociológicas e políticas, em nível local e
 
3 
regional. Esta convivência, ao lado de urbanistas, me introduziu em umaárea antes desconhecida e que muito me gratificou. Apreendi com estesprofissionais, na medida em que os desafios físico-territoriais surgiam,como aplicar os conceitos das ciências sociais aos espaços urbanos, comvistas a intervir na paisagem social. Saliento, que esta é a única disciplinaque integra oficialmente o currículo mínimo do Curso de Arquitetura eUrbanismo no Brasil, ligada as ciências do homem. Portanto, todas asdemais disciplinas são conceituais, básicas e práticas, diria, profissionaisespecíficas.Há uma história que antecede as razões deste texto. Meu primeirocontato com a Doxiadis Associates teve início quando conheci o UrbanistaAthanassis (Nassos) Hadjópoulos em finais dos anos 1960, chefe da equipeque realizava o Plano Urbanístico do Estado da Guanabara – atualMunicípio do Rio de Janeiro -, único plano desenvolvido pela empresa noBrasil.Abro um parêntesis para anunciar, com a maior das convicções,apesar do corporativismo e da incompreensão de alguns profissionaispoderosos, de quem a Doxiadis Associates sofreu inúmeras críticas, asdiretrizes apresentadas naquele Plano pela empresa Doxiadis, orientou amaior parte das transformações urbanísticas que vieram a ocorrer nacidade do Rio de Janeiro quanto a medidas que vem sendo tomadas até osdias de hoje. Toynbee diz, em
Ciudades em Marcha 
: “devo a minha iniciação emEkística, ao Doctor Constantinos Doxiadis, o pioneiro do estudo unificadodos assentamentos humanos, que destacou um novo nome para um novotema. A Ekística é nova no sentido de que, ao reunir uma quantidade de‘disciplinas’, antes separadas, abriu novos horizontes.” Em Atenas, noinício dos anos 1970, Hadjópoulos me apresentou à Panayis Psomópoulos.Devo a estes amigos fraternos, minha introdução à Teoria Ekística.No campo prático, tive a oportunidade de aplicar a Teoria Ekística,quando da realização do estudo Política de Desenvolvimento Urbano doParaná - PDU-PR (1972-73), integrando a equipe multidisciplinarencarregada de desenvolver o trabalho em nível regional. Coube a equipedeste estudo apresentar propostas de políticas públicas que viessem afavorecer as principais cidades do Estado do Paraná – em número de 41 -,com projetos condizentes frente às realidades urbanas e regionais.Superados os desafios técnicos, o outro com que os técnicos se depararam,foi o de convencer o poder público a aceitar mudanças, que faziam partedas propostas formuladas. Aprendi que em matéria de planejamentourbano, só se atinge o objetivo se as idéias forem práticas e se houvervontade política que garanta a sua aprovação pelos órgãos legislativos eposterior homologação pelo poder executivo. Exemplos práticos vivenciadosnessa experiência, enriqueceram minhas aulas.

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