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Corticoide DPOC

Corticoide DPOC

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Dose e via de administração do corticóide na DPOC exacerbada O uso de corticoides sistêmicos é recomendado nas diretrizes de tratamento da exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O corticoide oral tem uma alta biodisponibilidade e é recomendado pelas diretrizes nacionais (2) e internacionais (3). No entanto, a dose e a via de administração adequada ainda não estão bem estabelecidas. O objetivo deste estudo foi comparar o uso de corticoide oral em dose baixa com corticoide endov
Dose e via de administração do corticóide na DPOC exacerbada O uso de corticoides sistêmicos é recomendado nas diretrizes de tratamento da exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O corticoide oral tem uma alta biodisponibilidade e é recomendado pelas diretrizes nacionais (2) e internacionais (3). No entanto, a dose e a via de administração adequada ainda não estão bem estabelecidas. O objetivo deste estudo foi comparar o uso de corticoide oral em dose baixa com corticoide endov

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Dose e via de administração do corticóide na DPOCexacerbada
O uso de corticoides sistêmicos é recomendado nas diretrizes detratamento da exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Ocorticoide oral tem uma alta biodisponibilidade e é recomendado pelasdiretrizes nacionais (2) e internacionais (3). No entanto, a dose e a via deadministração adequada ainda não estão bem estabelecidas. O objetivo desteestudo foi comparar o uso de corticoide oral em dose baixa com corticoideendovenoso em doses elevadas em uma população de pacientes admitidoscom DPOC descompensada.Neste estudo, foi realizada a análise de um banco de dados de 414hospitais norte-americanos. Foram incluídos todos os pacientes com mais de40 anos admitidos com um diagnóstico principal de DPOC exacerbada ou como diagnóstico principal de insuficiência respiratória aguda e o diagnósticosecundário de DPOC e que tenham sido tratados com corticoides sistêmicosdurante os dois primeiros dias de internação.O uso de corticoides por via oral, em baixas doses, foi definido comomais de 20mg e menos de 80mg de prednisona (ou equivalente). Corticoideendovenoso, em altas doses, foi definido como mais de 120 e menos de 800mgde prednisona (ou equivalente) por dia. Estas doses referem-se àquelasadministradas nos primeiros dois dias de internação, mesmo que fossemmodificadas a via de administração ou a dose posteriormente.Foram excluídos pacientes admitidos diretamente na UTI, porque umdos desfechos analisados foi a necessidade de ventilação mecânica após osegundo dia de internão, e aqueles com diagstico secundário depneumonia e embolia pulmonar.O desfecho principal analisado foi a falência terapêutica, definida comonecessidade de ventilação mecânica após o 2º dia de internação, mortalidadehospitalar ou readmissão por DPOC em menos de 30 dias após a alta. Osdesfechos secundários foram tempo de internação hospitalar e custos.ResultadosUm total de 79.985 pacientes foram incluídos no estudo. Destes, 941(1,2%) pacientes necessitaram de ventilão mecânica após o dia deinternão, 1080 (1,4%) morreram na internação e 6911 (9%) foramreadmitidos por DPOc em 30 dias após a alta.A maior parte dos pacientes (73.765, 92%) foram tratados inicialmentecom altas doses de corticoide endovenoso. A média da dose no grupo de“baixas doses” foi de 60mg e de 600mg no grupo “altas doses”.Os pacientes tratados com baixas doses de corticoide oral tinham maiscomorbidades, menor probabilidade de receberem antibioticoterapia precoce,metilxantinas, de terem gasometria arterial coletada e de usarem ventilaçãonão-invasiva.A mortalidade hospitalar foi menor no grupo que recebeu corticoide oralem baixas doses (1,0 vs. 1,3%; p<0,05). A falência terapêutica também foimenor no grupo tratado com corticoide oral em baixas doses (10,3 vs. 10,9%;p<0,05).

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