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Traqueostomia Precoce vs Tardia

Traqueostomia Precoce vs Tardia

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Traqueostomia precoce vs. tardia para prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica

Introdução A traqueostomia é um procedimento rotineiramente empregado em pacientes com intubação orotraqueal prolongada ou naqueles com expectativa de ventilação mecânica (VM) prolongada. Alguns estudos sugerem que a traqueostomia reduz a incidência de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV), facilita o desmame da ventilação mecânica e reduz a necessidade de sedativos (2,3). No entanto, além de
Traqueostomia precoce vs. tardia para prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica

Introdução A traqueostomia é um procedimento rotineiramente empregado em pacientes com intubação orotraqueal prolongada ou naqueles com expectativa de ventilação mecânica (VM) prolongada. Alguns estudos sugerem que a traqueostomia reduz a incidência de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV), facilita o desmame da ventilação mecânica e reduz a necessidade de sedativos (2,3). No entanto, além de

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Traqueostomia precoce vs. tardia para prevenção de pneumoniaassociada à ventilação mecânica
Introdução A traqueostomia é um procedimento rotineiramente empregado empacientes com intubação orotraqueal prolongada ou naqueles com expectativade ventilação mecânica (VM) prolongada. Alguns estudos sugerem que atraqueostomia reduz a incidência de pneumonia associada à ventilaçãomecânica (PAV), facilita o desmame da ventilação mecânica e reduz anecessidade de sedativos (2,3). No entanto, além de muitos destes resultadosserem controversos, o momento de realização da traqueostomia, se precoce outardia e, ainda, o que é precoce ou tardio, é motivo de grande debate.Os autores deste estudo propuseram-se a investigar se a realização detraqueostomia precoce (TQTP), 6 a 8 dias após o início da VM, reduz aincidência de PAV quando comparada à realização de traqueostomia tardia(TQTT), 13 a 15 dias após o início da VM.MétodosForam incluídos pacientes maiores de 18 anos, que estivessem sob VMhá mais de 24h, com SAPS (Simplified Acute Physiologic Score) II entre 35 e65, SOFA (Sequential Organ Failure Assessment) maior que 5 e não tivessempneumonia (definida como CPIS ± Clinical Pulmonary Infection Score <6).Foram excluídos pacientes com DPOC, deformidades cervicais, neoplasia depulmão, traqueia ou esôfago, traqueostomia prévia, infecção de partes molescervical, neoplasia hematológica e gestantes. Após 48h após avaliação inicial, os pacientes eram randomizados para ogrupo TQTP ou TQTT. Eram randomizados os pacientes com PaO2 menor ouigual a 60mmHg com FiO2 maior ou igual a 50% e PEEP maior ou igual a8cmH2O, que não tivessem ainda resolvida a condição que os levou à VM eque mantivessem SOFA maior ou igual a 5. Pacientes que tivessem melhor daoxigenação (PaO2>60 com FiO2>50% e PEEP>8cmH2O), resolução dacondição que os levou à VM, CPIS>6 e que estivessem moribundos. Apesar da randomização, a traqueostomia não era realizada sehouvesse melhora dos parâmetros de oxigenação, melhora clínica da condiçãoque levou à VM, pressão intracraniana >15mmHg, pressão de perfusãocerebral < 60mmHg, plaquetas <50.000/mm3, TTPA ou TP>1,5 o valor normalou se o paciente estivesse muito instável/grave. No entanto, estes pacienteseram incluídos na análise final, respeitando a metodologia de intenção detratamento.O principal desfecho avaliado foi a incidência de PAV em 28 dias. Outrosdesfechos analisados foram dias livres de UTI e mortalidade em 28 dias, tempode internação no hospital e mortalidade em 1 ano. A segurança doprocedimento foi avaliada medindo-se a incidência de sangramento, dificuldadetécnica. hipoxemia, arritmias e parada cardiorrespiratória no intraoperatório eocorrência de infecção, sangramento, pneumotórax, enfisema subcutâneo,fístula traque-esofágica, perda ou necessidade de troca de cânula detraqueostomia no pós-operatório.Resultados

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