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A teoria da relatividade restrita tem como postulado e se baseia em que avelocidade da luz é a máxima que se pode atingir no universo, e éconsiderada pela “ciência oficial” como
“comprovada”.
O mesmo se diz
para a mecânica quântica, cuja estrutura é construídasobre o “princípio de exclusão” de Wolfgang Pauli, que diz que a“velocidade de comunicação” (interferência quântica) entre as partículassubatômicas é “instantânea”, ou seja, velocidade “infinita”.Mas estas
“verdades científicas”
são
excludentes entre sí!
Se uma éverdadeira, a outra certamente é falsa.Como os “cientistas” lidam com estas
contradições?
Nas próprias palavras dos físicos:
“Não pensando nelas”!
Dois pesos e duas medidas:
Para fenômenos que escapam de sua compreensão, pedem
“provas”.
Paradados científicos conflitantes,
não pensar neles.
Muito parecido com os “dogmas“ da inquisição.
Peça a um geólogo que lhe explique como é o interior de nosso planeta.Com toda a certeza, ele desenhará uma esfera “cortada”, mostrando seuinterior com várias camadas, como uma grande cebola, e lhe explicará quetemos a crosta (litosfera), abaixo dela o manto, dividido em mantosuperior e inferior, abaixo do manto, um núcleo, também dividido emnúcleo metálico líquido e núcleo metálico sólido. Tudo bem explicadinho, provavelmente com espessuras das camadas,temperatura de cada uma delas, e dirá que o campo magnético da terraprovém da movimentação do núcleo metálico líquido.Ele só não explicará duas coisas:1.
Tudo isto é teórico, não existem
provas
ou
evidências
“científicas”(como nos cobram) sobre o assunto;
2.
Jamais comentará sobre o Ponto Curie (580 ºC) temperatura a partirda qual
um metal perde suas propriedades magnéticas.
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