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Apostila_Empresarial_II

Apostila_Empresarial_II

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Categories:Types, Business/Law
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12/07/2012

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O presente material é apenas para auxiliar na condução do estudo sobre o direito societário. Torna-senecessária consulta a doutrinas para um estudo mais detalhado.Este material não guarda qualquer responsabilidade da Plínio Leite, sendo ele apenas um compilado dediversos autores relacionados ao Direito Societário.1
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AUTOR: PROF.ALEXIS JAPIASSU MAIA JUNIOR
1. Sequência histórica
 
O presente material é apenas para auxiliar na condução do estudo sobre o direito societário. Torna-senecessária consulta a doutrinas para um estudo mais detalhado.Este material não guarda qualquer responsabilidade da Plínio Leite, sendo ele apenas um compilado dediversos autores relacionados ao Direito Societário.2
1.1 Do Direito ComercialNa antiguidade já existiam institutos pertinentes ao Direito Comercial como oempréstimo a juros, os contratos de sociedade, de depósito e de comissão no Código deHamurabi, e de empréstimo à risco na Grécia Antiga.Mas o Direito Comercial só surgiu como sistema a partir do sec.XII, através dascorporações de ofício, em que os mercadores criaram e aplicaram um direito próprio, muitomais dinâmico que o direito romano-canônico.Podemos observar a evolução do Direito Comercial em três grandes fases, as quaissão:1
a
fase- Compreendida entre os séc.XII e o Séc.XVIII.Características: Período subjetivo-corporativistaDireito fechado e classista.Nesta fase, relacionava o comerciante a prática de atos de aproximação entreprodutor e consumidor. Estes atos poderiam ser: o depósito de produtos, o transporte, umcrédito, etc.Porém, mesmo com a prática de tais atos, só seriam comerciantes aqueles quepertencessem a uma corporação. Somente desta forma, inscrito numa corporação, é que sepoderiam invocar o direito especial que se aplicava naquelas corporações, como as normasde seu estatuto, a justiça comercial e os tribunais de comércio.2
a
fase- Compreendida entre o séc.XIX e séc.XXCaracterísticas: Vigora a partir da edição do Código Comercial Francês (1807/1808)Aboliu as corporações e passa a liberdade do trabalho.Contempla os “atos de comércio”.Já nesta fase, com a edição do Código Comercial Francês, a orientação da faseanterior muda, o legislador entendeu que existiam determinadas operações que não eram decirculação de riquezas, mas como eram operações lucrativas, o legislador determinou queaquelas, operações fossem reguladas por normas específicas, ou seja, fossem consideradas“atos de comércio”.
 
O presente material é apenas para auxiliar na condução do estudo sobre o direito societário. Torna-senecessária consulta a doutrinas para um estudo mais detalhado.Este material não guarda qualquer responsabilidade da Plínio Leite, sendo ele apenas um compilado dediversos autores relacionados ao Direito Societário.3
A Revolução Francesa praticamente eliminou o poder que as corporações tinham,sendo um “Estado” dentro do Estado. Desta forma, naquele momento, já não são mais ascorporações que estão legislando sobre o Direito Comercial, e sim o Estado constituído eforte. Este “novo” Estado tinha o poder central, dizendo o que ele quer e como quer, nãoficando mais à mercê das corporações.Neste novo sistema político, com o Estado exercendo o seu poder, o comerciantenão é aquele que é membro de um corporação ou aquele que circula mercadorias, mas simaquele que pratica, profissionalmente, “atos de comércio”. E quem dizia o que era ato decomercio não era o comerciante e sim o legislador.3
a
fase- Entrada do novo Código Civil em 2002.Características: É adotada a Teoria da Empresa (Código Italiano)Esta fase, a qual estamos inseridas, tem a sua fundamentação no empresário, oqual, muitos autores, assim o define: “empresário é o sujeito que exercita a atividadeempresarial, ou seja, é aquele que desenvolve atividade organizada e técnica, imprimindo asua liderança, assegurando a eficiência e o sucesso do funcionamento dos fatoresorganizados”.Podemos citar duas grande características do empresário: o risco e a iniciativa. Oprimeiro é explicitado pela vantagens ou desvantagens oriundas da condução do negócio.Enquanto a segunda, a iniciativa, é também uma característica pessoal, dizendo qual oritmo que ele deseja imprimir na sua atividade.1.2 Das sociedadesNa antiguidade, sobretudo entre os romanos, conforme se lê na Institutas deJustiniano, as sociedades eram perfeitamente reguladas, embora o fossem no âmbito dodireito civil já que não havia um direito especial para os comerciantes. São, por outro lado,importantes as sociedades dos banqueiros (argentarii) e as dos publicanos, que contratavamcom o Estado a arrecadação dos impostos, serviços e obras públicas, tornando-se cidadãosinfluentes, com a denominação de publicani, atividade que nada tinha de desonrosa na

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