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Esquema Básico da Contabilidade de Custos

Esquema Básico da Contabilidade de Custos

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Contabilidade de Custos
 ________________________________________________________________________ 
CONTABILIDADE DE CUSTOS
 ________________________________________________________________________ Versão Agosto/2010
 
Contabilidade de Custos
CUSTOS
Comparação entre a Contabilidade Gerencial e a Contabilidade Financeira 
Fator Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial
Usuários dos relatórios: Externos e Internos. Internos.Objetivo dos relatórios:Facilitar a análise financeira para asnecessidades dos usuários externos.Objetivo especial de facilitar o planeja-mento, controle, avaliação de desempe-nho e tomada de decisão internamenteForma dos relatórios:Balanço Patrimonial, Demonstração dosResultados, Demonstração das Origens eAplicações de Recursos e Demonstraçãodas Mutações do Patrimônio LíquidoOrçamentos, contabilidade por respon-sabilidade, relatório de desempenho,relatórios de custo, relatórios especiaisnão rotineiros para facilitar a tomada dedecisãoFreqüência dos relatórios:Anual, trimestral e ocasionalmentemensal.Quando necessário pela administração.Custos ou valores utilizados: Primariamente históricos (passados ). Históricos e esperados (previstos).Bases de mensuração usadaspara quantificar os dados:Moeda correnteVárias bases (moeda corrente, moedaestrangeira – moeda forte, medidasfísicas, índices, etc.).Restrições nas informaçõesfornecidas:Princípios Contábeis Geralmente Aceitos.Nenhuma restrição, exceto as determi-nadas pela administração .Arcabouço teórico e técnico: Ciência Contábil.Utilização pesada de outras disciplinas,como economia, finanças, estatística,pesquisa operacional e comportamentoorganizacional.Características da informaçãofornecida:Deve ser objetiva (sem viés), verificável,relevante e a tempo.Deve ser relevante e a tempo, podendoser subjetiva, possuíndo menor verifi-cabilidade e menor precisão.Perspectiva dos relatórios: Orientação histórica.Orientada para o futuro, para facilitar oplanejamento, controle e avaliação dedesempenho antes do fato (para impormetas), acoplada com uma orientaçãohistórica para avaliar os resultadosreais (para o controle posterior do fato).
 
Contabilidade de Custos
Breve Histórico da Contabilidade de Custos 
Segundo os historiadores, a evolução dos sistemas de produção na civilização ocidental pode serdividida em duas grandes etapas.A primeira etapa, que começa no princípio da Idade Média prolongando-se até o final do século XVI,compreende os sistemas de produção conhecidos como “familiar”, “de corporações” ou “doméstico”.Esses sistemas relativamente simples, apropriados a centros urbanos restritos, a condições deconcorrência limitada e a uma evolução tecnológica ainda incipiente, não requeriam sofisticadosartifícios contábeis para registro das operações realizadas ou apuração dos resultados obtidos.Durante os primeiros séculos da Idade Média, o sistema de produção dominante era chamado“sistema familiar”, no qual a maioria das necessidades das pessoas era atendida pelos membros dasua família e seus agregados.Excetuando-se umas poucas necessidades supridas através de trocas com vizinhos ou de compras emprimitivos e raros postos de vendas, tudo o mais era providenciado pela família que, além deproduzir (nas grandes extensões de terra então disponíveis) a maior parte dos alimentos requeridos,construía habitações, cortava madeira para aquecimento, preparação dos alimentos e fabricação demóveis e artefatos domésticos, criava animas para alimentação da carne e vestuário, bem comodesenvolvia atividades consideradas essenciais para a sobrevivência.Com o passar do tempo e como decorrência direta do crescimento populacional, urbano etecnológico, o sistema produtivo foi gradualmente tornando-se menos simples e limitado e maiscomplexo. Veio a época dos artesãos, na qual o sistema de produção predominante ficou conhecidocomo “Sistema das Corporações”, porque os artesãos uniam-se em Corporações para defender-se dedificuldades econômicas oriundas de competição indesejada e/ou associadas a doenças ou velhice.A célula básica desse sistema era constituída por um mestre artesão e uns poucos ajudantes ouaprendizes, cula atividade visava ao atendimento das necessidades de um mercado local ainda muitolimitado.Esse mestre artesão era o único proprietário e contratador dos recursos que utilizava e, por issomesmo, dono do próprio negócio. Ele não vendia o seu trabalho; vendia um produto ou serviço final.Era assim, de certa forma, independente.Com a continuidade do crescimento dos mercados, das cidades e da tecnologia, novos modelos desistema produtivo começaram a disputar a hegemonia do sistema corporativo.Um novo personagem invadiu a cena: o intermediário – que passou a negociar as encomendas e aentregar ao mestre artesão as matérias-primas necessárias para atendê-las. Começava a aconteceruma crescente limitação das responsabilidades e da independência do mestre artesão, anunciando oadvento da nova forma dominante de organização econômica: o sistema doméstico.Nesse sistema, que prevaleceu até o final do século XVI, as atribuições do artesão e,conseqüentemente, a sua independência, tornaram-se cada vez menos relevantes. Ainda era ele quemorientava a produção em sua casa, com seus ajudantes e com ferramentas de sua propriedade, mas jánão mantinha contatos com o cliente final de seus produtos e nem era dono das matérias-primas queutilizava.Estava preparado o cenário para a segunda etapa do desenvolvimento dos modelos produtivosocidentais, iniciada no século XVII, com a crescente predominância do chamado sistema de

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