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A.1 Recomendações INC-1 (1980)
A.2 Recomendação 1 (CI-1981)
A.3 Recomendação 1 (CI-1986)
B.1 Fonte das definições
B.2.1 grandeza(mensurável)[VIM1.1]
B.2.2 valor(deumagrandeza)[VIM1.18]
B.2.3 valorverdadeiro(deumagrandeza)[VIM1.19]
B.2.4 valorverdadeiroconvencional(deumagran-
B.2.5 medição[VIM2.1]
B.2.6 princípiodemedição[VIM2.3]
B.2.7 métododemedição[VIM2.4]
B.2.8 procedimentodemedição[VIM2.5]
B.2.9 mensurando[VIM2.6]
B.2.10 grandezadeinfluência[VIM2.7]
B.2.11 resultadodeumamedição[VIM3.1]
B.2.12 resultadonãocorrigido[VIM3.3]
B.2.13 resultadocorrigido[VIM3.4]
B.2.14 exatidãodemedição[VIM3.5]
B.2.15 repetitividade(deresultadosdemedições)
B.2.16 reprodutibilidade(deresultadosdemedições)
B.2.17 desviopadrãoexperimental[VIM3.8]
B.2.18 incerteza(demedição)[VIM3.9]
B.2.19 erro(demedição)[VIM3.10]
B.2.20 errorelativo[VIM3.12]
B.2.21 erroaleatório[VIM3.13]
B.2.22 errosistemático[VIM3.14]
B.2.23 correção[VIM3.15]
B.2.24 fatordecorreção[VIM3.16]
E.1.1 Este Guia apresenta um método amplamente apli-
E.1.2 A primeira idéia é a de que a incerteza relatada
E.1.3 A segunda idéia é a de que as influências que dão
E.2.1 Quando o valor de um mensurando é relatado, a
E.2.2 Isso não quer dizer que aqueles que utilizam um re-
E.2.3 Aqueles engajados em medições freqüentemente
E.3.1 Suponha que a grandeza de saída z = f(w1,w2,..,wN)
E.3.2 Na terminologia tradicional, a equação (E.3) é, fre-
E.3.3 A equação (E.3) também se aplica à propagação de
E.3.4 Considere o seguinte exemplo: z depende somente
E.3.5 Na terminologia tradicional, o terceiro termo do
E.3.6 Existem três vantagens distintas em se adotar uma
E.3.7 Pelo motivo dado em c) acima, a Recomendação
E.4.1 A equação (E.3) requer que, independente de como
E.4.2 Quando a incerteza padrão de uma grandeza de en-
E.4.3 As avaliações baseadas em observações repetidas
E.4.4 Foi levantada a questão de que, enquanto as incer-
E.5.1 O enfoque deste Guia é sobre o resultado de medi-
E.5.2 Esta conexão pode ser entendida ao se interpretar a
E.5.3 Na prática, a diferença de pontos de vista não leva
E.5.4 Embora o enfoque baseado no valor “verdadeiro” e
F.1.1.1 As incertezas determinadas a partir de observa-
F.1.1.2 Deve-se perguntar primeiro: “Em que extensão as
F.1.1.3 Em segundo lugar, deve-se perguntar se todas as
F.1.1.4 Se os valores dos “serviços comuns” no laborató-
F.1.1.5 Se o algarismo menos significativo de uma indi-
F.1.2.1 A covariância associada com as estimativas de
F.1.2.2 Se duas grandezas de entrada observadas simul-
F.1.2.3 Na prática, as grandezas de entrada são, freqüente-
F.1.2.4 A necessidade de introduzir a covariância u(xi,xj)
F.2.1 A necessidade de avaliações do Tipo B
F.2.2.1 Resolução de uma indicação digital
F.2.2.2 Histerese
F.2.2.3 Aritmética de precisão-finita
F.2.3.1 Um valor importado para uma grandeza de entra-
F.2.3.2 Alguns laboratórios de calibração têm adotado a
F.2.3.3 Algumas incertezas são dadas, simplesmente,
F.2.4.1 Observação única, instrumentos calibrados
F.2.4.2 Observação única, instrumentos verificados
F.2.4.3 Grandezas controladas
F.2.4.4 Distribuições assimétricas de valores possíveis
F.2.4.5 Incerteza quando as correções de uma curva de
F.2.5.1 Talvez o componente de incerteza mais difícil de
F.2.6.1 Muitas medições envolvem a comparação de um
F.2.6.2 Em algumas situações práticas de medição, a
F.2.6.3 Em alguns casos, o planejamento cuidadoso da
G.1.1 Este anexo trata da questão geral da obtenção de
G.1.2 Em muitas situações práticas de medição, o cálculo
G.1.3 Para obter o valor do fator de abrangência kp, que
G.1.4 Se as distribuições de probabilidade das grandezas
G.1.5 Se a relação funcional entre Y e suas grandezas de
G.1.6 Na prática, em razão de os parâmetros que caracte-
G.2.1 Se Y = c1X1 + c2X2 + ...+ cNXN =
G.2.2 O Teorema Central do Limite é importante porque
G.2.3 Uma conseqüência prática do Teorema Central do
G.3.1
G.3.2 Se z é uma variável aleatória normalmente distribu-
G.3.3 Os graus de liberdade n são iguais a n -1 para uma
G.3.4 Os valores selecionados de tp(n), para diferentes va-
G.4.1 Em geral, a distribuição-t não irá descrever a distri-
G.4.2 Na prática, uc(y) depende das incertezas padrão u(xi)
G.4.3 Na discussão em 4.3 e 4.4 da avaliação do Tipo B da
G.5.1 Uma expressão encontrada, na literatura, sobre a
G.5.2 Se uma incerteza expandida que fornece um inter-
G.5.3 Ocasionalmente, uma grandeza de entrada Xi é dis-
G.5.4 A avaliação da incerteza expandida Up, dada aqui
G.6.1 O fator de abrangência kp, que fornece um intervalo
G.6.2 Em razão de o grande volume de cálculo requerido,
G.6.3 Para obter veff da equação (G.2b), são necessários
G.6.4 Assim, o que se segue é um sumário do método pre-
G.6.5 Em certas situações, que não devem ocorrer muito
G.6.6 Para muitas medições práticas em uma ampla faixa
H.1.1 O problema da medição
H.1.2 Modelo matemático
H.1.6 Incerteza expandida
H.1.7 Termos de segunda ordem
H.2.1 O problema de medição
H.2.2 Modelo matemático e dados
H.2.3 Resultados: enfoque 1
H.2.4 Resultados: enfoque 2
H.3.1 O problema da medição
H.3.2 Ajuste por mínimos quadrados
H.3.3 Cálculo dos resultados
H.3.4 Incerteza de um valor previsto
H.3.5 Eliminação da correlação entre a inclinação e
H.3.6 Outras considerações
H.4.1 O problema de medição
H.4.2 Análise de dados
H.4.3.1 Resultados: enfoque 1
H.4.3.2 Resultados: enfoque 2
H.5.1 O problema de medição
H.5.2.1 Os dados que permitem tratar as questões acima
H.5.2.2 A consistência da variabilidade intra-dia e a vari-
H.5.2.3 A distribuição-F é a distribuição de probabilidade
H.5.2.4 A aplicação do teste-F ao presente exemplo
H.5.2.5 Se a existência de um efeito entre-dias é rejeitada
H.6.2 Modelo matemático
H.6.3.1 Incerteza da profundidade média de pene-
H.6.3.2 Incerteza da correção para a diferença entre as
H.6.3.3 Incerteza da correção devido a variações na
H.6.3.4 Incerteza da máquina padrão nacional e a defi-
H.6.4 A incerteza padrão combinada, uc(h)
H.6.5 Exemplo numérico
H.10
N.Y.)
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