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intelectuais de filósofos acadêmicos, onde o consenso havia a muito banido o Todo Poderosoda discussão intelectual produtiva.
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O artigo cita o notável filósofo americano Roderick Chisholm, que disse que o motivo doateísmo ter sido tão influente na geração anterior era o fato dos mais brilhantes filósofos terem sidoateus; mas hoje, ele observa, muitos dos mais brilhantes filósofos são teístas, que usam o própriointelectualismo na defesa desta crença.Os novos ateus estão cegamente ignorantes sobre a atual revolução na filosofia anglo-americana
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. Em geral eles estão longe do trabalho de ponta neste campo. O único novo ateu ainteragir com os argumentos para a existência de Deus é Richard Dawkins. Em seu livro
Deus, um Delírio
, que se tornou
best-seller
internacional, Dawkins examina e oferece refutações a muitosargumentos importantes para a existência de Deus
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. Ele merece crédito por abordar os argumentosseriamente. Mas as suas refutações são convincentes? Dawkins desferiu realmente um golpe fatal aestes argumentos a favor da existência de Deus?Bem, vamos dar uma olhada nestes argumentos e verificar. Mas antes de fazermos isto,vamos deixar claro o que torna um argumento “bom”. Um argumento é uma série de declarações(chamadas “premissas”) que conduzem a uma conclusão. Duas condições são necessárias para queidentifiquemos um argumento sólido: (1) ser logicamente válido (isto é, sua conclusão deve seguirdas premissas pelas leis da lógica), e (2) suas premissas serem verdadeiras. Se um argumento ésólido, então a verdade de sua conclusão necessariamente segue das premissas apresentadas. Maspara ser um bom argumento, não basta a um argumento ser apenas sólido. Nós também precisamoster algumas boas
razões
para acreditarmos que as premissas são verdadeiras. Um argumento lógica-mente válido que tiver premissas verdadeiras à parte do nosso conhecimento não é um bom argu-mento para sua conclusão. As premissas devem ter algum grau de justificação ou garantia a nós afim de que um argumento sólido seja também um argumento bom. Mas quanta garantia? Certamen-te as premissas não precisam ser conhecidas com certeza para serem verdadeiras (nós não conhece-mos praticamente nada com certeza!). Talvez devêssemos dizer que para um argumento serconsiderado bom suas premissas devem ser provavelmente verdadeiras à luz das evidências quetemos. Eu acho isto justo, embora algumas vezes seja difícil quantificar uma probabilidade. Outraforma de colocar isto é que um bom argumento é aquele em que as premissas são mais plausíveis do
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“Modernizing the Case for God,”
Time
(April 7, 1980), 65–66.
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A revolução é evidente com o surgimento no último ano, por exemplo, do
The
Blackwell Companion to Natural Theology
(ed. William Lane Craig e J. P. Moreland; Oxford: Wiley-Blackwell, 2009). Um compêndio com artigosacadêmicos defendendo uma grande variedade de argumentos teístas.
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Richard Dawkis,
Deus, um delírio
, Companhia das Letras, 2005.
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