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Provida Romanorum Pontificum

Provida Romanorum Pontificum

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SOBRE A MAÇONARIA Bula “Provida Romanorum Pontificum” de Bento XIV
Treze anos depois da primeira condenação, em 1751, a suprema autoridade da Igreja, pela voz de Bento XIV, mais uma vez denunciou a Maçonaria, para confirmar a declaração anterior.
BENT O, Bispo, servo dos servos de Deu s. Razões ju stas e graves obrigam-nos a con
SOBRE A MAÇONARIA Bula “Provida Romanorum Pontificum” de Bento XIV
Treze anos depois da primeira condenação, em 1751, a suprema autoridade da Igreja, pela voz de Bento XIV, mais uma vez denunciou a Maçonaria, para confirmar a declaração anterior.
BENT O, Bispo, servo dos servos de Deu s. Razões ju stas e graves obrigam-nos a con

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08/26/2010

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Sanctam Ecclésiam Cathólicam
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Provida Romanorum Pontificum
Por Pedro
SOBRE A MAÇONARIA Bula “Provida Romanorum Pontificum” de Bento XIV  
Treze anos depoisda primeira condenação, em 1751, a suprema autoridadeda Igreja, pela voz de Bento XIV, mais uma vez denunciou a Maçonaria, paraconfirmar a declaração anterior.
BENTO, Bispo, servo dos servos de Deus.Razões justas e graves obrigam-nos a confirmar e munir da força denossa autoridade as sábias leis e sanções dos pontífices romanos, nossos
 
predecessores, não somente as que receamos sejam pelo tempodestruídas ou enfraquecidas, mas ainda aquelas que se acham em pleno vigor, e em toda a sua força.Clemente XII,
 
nosso antecessor, de clara memória, em suas Letras Apostólicas
 In Eminenti,
datada aos 28 de Abril de 1738, condenou eproibiu para sempre, debaixo de pena de excomunhão, certassociedades, assembléias, reuniões, corrilhos ou convenculos,denominados vulgarmente de franco-maçons, que então se propagavamem alguns países, crescendo de dia para dia.Mas chegou à nossa notícia que o trepidam alguns em assegurar edivulgar que a pena de excomunhão fulminada pelo nosso antecessorcessou, porque não foi confirmada a supracitada Constituição, como sefosse exigida a confirmação do Papa sucessor, para que continuassem asubsistir as Constituições apostólicas do Papa predecessor. Por isso nosinsinuaram homens piedosos e tementes a Deus que, para cortarmostodos os subterfúgios dos caluniadores, e declararmos a conformidadede nossa intenção com a vontade de nosso predecessor, vinha muito apropósito ajuntar a nossa confirmação às suas mencionadas letras.Quando concedemos benigno — o que se deu principalmente no ano do jubileu, e algumas vezes antes — a absolvição da excomunhão a váriosfiéis arrependidos de terem violado as leis da referida Constituição,prometendo abandonar de todo em todo tais sociedades ouconventículos condenados; quando comunicamos aos penitenciáriosnossos delegados a faculdade de dar em nosso nome e autoridade amesma absolvição aos penitentes que a eles recorriam contritos; quandoexortamos com solicitude e vigincia os juizes e tribunais competentes aprocederem contra os violadores da mesma Constituição conforme agravidade do delito; em todas essas ocasiões apresentamos argumentos,não só plausíveis, evidentes e indubitáveis, dos quais devia deduzir-se anossa firme e deliberada vontade em relação à força e ao vigor dacensura lançada por nosso antecessor Clemente XII.Contudo, para que se o possa dizer que imprudente omitimos algumacoisa do que pode barrar a boca à mentira e à calúnia, resolvemosconfirmar, como de fato confirmamos pelas presentes Letras, aConstituição acima referida, corroborando-a, renovando-a com toda aplenitude de nosso poder apostólico em tudo e sem reserva, como sefosse publicada por nós mesmo, por nossa própria autoridade, em nossonome, e
queremos e mandamos que tenha força e eficácia parasempre.
Finalmente, entre as causas mais graves das supraditas proibições econdenações enunciadas na Constituição acima inserida, — a primeira é:que nas tais sociedades e assembléias secretas, estão filiadosindistintamente homens de todos os credos; daí ser evidente a
 
resultante de um
grande perigo para a pureza da religião católica
;— a segunda é: a obrigação estrita do segredo indevassável, pelo qual seoculta tudo que se passa nas assembléias secretas, às quais com razãose pode aplicar o provérbio (do qual se serviu Caecilius Natalis, em causade caráter diverso, contra Minúcius Félix):
“As coisas honestas gozamda publicidade; as criminosas, do segredo”
;a terceira é: o juramento pelo qual se comprometem a guardarinviolável segredo, como se fosse permitido a qualquer um apoiar-senuma promessa ou juramento com o fito de furtar-se a prestardeclarações ao legítimo poder, que investiga se em tais assembléiassecretas não se maquina algo contra o Estado, contra a Religião e contraas Leis;— a quarta é: que tais sociedades são reconhecidamente contrárias àssanções civis e canônicas; o direito civil proíbe ajuntamentos e sodalícios,como se pode conferir no XLVII livro de Pandectas, tit. 22
de Collegüs etCorporibus illicitis
e na célebre carta de Plinius Caecilius II, que é aXCVII, livro 10, na qual diz ser proibida pelo Imperador a existência deHetérias”: isto é, sociedade alguma ou reunião podia existir econstituir-se sem a devida autorização do príncipe;— a quinta é: que em muitos países as ditas sociedades e agregaçõesforam proscritas e eliminadas por leis de príncipes seculares;— a última enfim é: que as tais sociedades e agregações são reprovadaspor homens prudentes e honestos e, no pensar deles, quem quer quese inscreva nelas merece o ferrete da
depravação
e
perversidade
.Enfim, nosso predecessor, na Constituição acima inserida, conclama osBispos e Superiores Prelados e outros Ordinários dos lugares, a que nãodeixem de solicitar o poder secular, se necessário, para a execução damesma.Tudo isso não aprovamos e confirmamos e respectivamenterecomendamos e ordenamos aos superiores eclesiásticos, mas tambémnós mesmo, por dever de solicitude apostólica, pelas presentes Letras,requeremos um esforço conjunto, e invocamos o auxílio e forças dopoder secular, para a execução das mesmas.E uma vez que os príncipes soberanos e os poderes são designados porDeus, são defensores da fé e protetores da Igreja, por obrigação devemempenhar-se com toda a sorte de boas razões que sejam observadas àrisca as Constituições Aposlicas. E’ o que lhes lembraram os padres doSanto Concilio de Trento, na 254 sessão, cap. 20 e já mui anteriormentehavia esplendidamente declarado o Imperador Carlos Magno, que, apóster recomendado a todos os seus súditos a observância das leiseclesiásticas, acrescentou:
“De modo algum podemos reconhecer po

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