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O PLANEJAMENTO INDIVIDUAL COMO FATOR DEMOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DA ERA DA INFORMAÇÃO
Gabriel Zamprogna
*
Rosane Maria Neves MSc
**
Administração com Ênfase em Gestão EmpreendedoraUniversidade do Vale do Itajaí RESUMO
Este trabalho apresenta os elementos sicos que constituem o PlanejamentoEstratégico, ao mesmo tempo em que propõe o desenvolvimento das habilidadesrelacionadas à criação de um plano pessoal de metas como forma de motivação naorganização contemporânea, de elevado capital intelectual. A visão aqui apresentada,com base principalmente nas teorias humanista e de gestão holística, pretende elevar ograu de relevância dado à criação de metas pessoais de micro e curto prazo, comotécnica fundamental para o aumento da satisfação e da eficácia dos empregados detodos os níveis, em equipes autodirigidas. Para o levantamento das informações quecontribuíram para a proposição do presente trabalho, fez-se o uso de estudo de caso, naforma de pesquisa qualitativa interpretativa, baseada nas estratégias de controle detarefas da empresa GrupoW, complementada através de pesquisa bibliográfica.Palavras-chave:
 Administração. Planejamento Estratégico. ComportamentoOrganizacional.
*
 
Aluno da Graduação
*
Acadêmico do segundo semestre do curso de Administração com Ênfase em Gestão Empreendedora
*
Universidade do Vale do Itajaí – Centro de Educação Balneário Camboriú 
**
 
Professora da Graduação
Mestre em AdministraçãoUniversidade do Vale do Itajaí – Centro de Educação Balneário Camboriú
 
1 INTRODUÇÃO
O presente artigo apresenta o conceito de Planejamento Estratégico e suaimportância na Administração, dando especial ênfase na necessidade de se criar um plano de metas individual como fator de motivação e aumento da eficácia,especialmente naquelas organizações que pretendem utilizar um modelo de gestão participativa.Com o crescimento da concorrência ocasionado pelo processo de globalização,a necessidade de mudanças adaptativas tem aumentado consideravelmente, emorganizações de todas as naturezas. Em um mundo amplamente conectado pelos meiosde comunicação, a diminuição (downsizing) e aumento da qualificação das equipes detrabalho despontam como ferramenta ágil no combate às incertezas advindas de ummercado altamente dinâmico e competitivo. E o planejamento individual, enquantohabilidade necessária a ser desenvolvida pelos membros das equipes autodirigidas,aparece como técnica cada vez mais incentivada.
Uma Equipe Autodirigida é um pequeno grupo de funcionáriosresponsável por um processo de trabalho e por todas as atividadesligadas a esse processo. Equipes Autodirigidas lidam com operações esolucionam problemas ligados à linha de produção que surgem nodesenrolar rotineiro do processo. A crescente concornciainternacional e os efeitos do downsizing nas companhias aumentarama utilização dessa estrutura de equipes autônomas. (Bain & Company,2005).
O planejamento deve ser acompanhado do controle que, seqüencial ou paralelamente, é responsável por garantir que o processo seja eficaz, não saia do escopooriginalmente planejado e esteja de acordo com as diretrizes da organização.Sob o aspecto da adaptabilidade contemporânea, a principal mudança de paradigma deve estar no foco principal de estudo, passando do simples controle para umcaráter mais participativo, preocupado com as relações humanas entre os indivíduosenvolvidos e seu poder de decisão e, em última análise, na qualidade de vida das pessoas ligadas à organização.Empregados que trabalham com metas corretamente traçadas, dentro de seuslimites e em sintonia com os objetivos da equipe, tendem a obter maior acerto noatendimento aos clientes, pois estão mais preparados para lidar com prazos e têm processos bem definidos para as tarefas do cotidiano. Como complemento, aqueles que2
 
realmente estão comprometidos possuem uma maior tendência a alcançar suas metas e,conseqüentemente, os objetivos da organização, que deve incentivar este tipo decomportamento.Um último papel da organização pode ser observado no momento em que o planejamento individual passa a ser uma prática de sucesso: se as pessoas tendem a passar a maior parte do seu tempo no trabalho, é de se esperar que a qualidade e aeficácia aumentem em proporção direta ao seu sentimento de felicidade e satisfação.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
O planejamento vem sendo utilizado de forma ampla nas organizações, unindodiferentes habilidades com o intuito de permitir um melhor conhecimento dos ambientesinterno e externo, bem como seus fatores de influência. No entanto, pelo caráter maishumano que vem se buscando atualmente na administração, as técnicas mais utilizadastendem a ser revistas e os paradigmas, reavaliados.Segundo Management Review apud HSM Management (2000), “Cada vezmais empresas adotam uma abordagem mais humanista na gestão de pessoas, o que setornou um item importante na agenda corporativa”.O planejamento existe para preparar a organização para mudanças contínuas;ele deve, portanto, ser capaz de identificar e isolar fatores ambientais que possaminfluenciar o futuro. Pode, ainda, aumentar a qualidade das decisões para auferir melhor desempenho, através do exercício contínuo da quebra de paradigmas e sistemas, emdetrimento de melhores técnicas, de acordo com a missão e a visão da empresa.
(Planejamento Estragico) É o processo connuo de,sistematicamente e com o maior conhecimento possível do futurocontido, tomar decies atuais que envolvam riscos; organizasistematicamente as atividades necessárias à execão dessasdecisões; e, através de uma retroalimentação organizada e sistemática,medir o resultado dessas decisões em confronto com as expectativasalimentadas. (DRUCKER, 2002, p.136).
Se, por um lado, as estratégias de reação aos ambientes interno e externodevem estar de acordo com os objetivos traçados na missão e na visão, suas açõesdevem, por outro lado, ter alta capacidade de mutação, não se atendo a paradigmasestáticos.3

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