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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBAFACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
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FDUFBACONTEÚDO DO CADERNO DE HERMENÊUTICA JURÍDICA
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2009.2
Assuntos de Hermenêutica Jurídica- A matéria Hermenêutica Jurídica é relativamente nova no quadro do estudo do Direito;- Abertura desenfreada de novas faculdades de Direito no Brasil;- Capacidade de reflexão, de raciocínio e um excelente uso da língua portuguesa são deexcelente valia para operadores do Direito.- A hermenêutica se dá em todos os espaços, segundo Heidegger;- Dizer, explicar e traduzir
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Richard Palmer (vertentes)Dizer
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Processo dialético com o outro. Seria a proclamação de um evento;ExplicarTraduzir
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Passagem de uma língua para outra. Refere-
se muito à visão de “Hermes”, um
semi-deus romano.- A decisão é sempre temporária. Parte de algum lugar, ou seja, da norma posta (Constituição);- Necessidade de trazer a decisão para o caso concreto;- Dica de obra: Introdução ao Estudo do Direito
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Tércio Sampaio Ferraz Jr.- Interpretação a partir da Linguagem;- Semiótica
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Estudo dos signos lingüísticos;- Segundo Aristóteles o homem é gregário. Ele é um ser social.- Vivemos através da linguagem (da comunicação). Através dos sinais. A interpretação é algocotidiano.- A interpretação não é apenas intelectual, é também ação cotidiana reiterada.- A hermenêutica é trabalhada nas diversas áreas do conhecimento.DOCUMENTÁRIO JANELA DA ALMA- É bom dar-se conta da mortalidade das mulheres para apreciá-las mais ao longo da vida e dotempo;-
“Você nunca se percebe olhando fora de foco”;
 - Importância peculiar que algumas pessoas conferem aos óculos;- O conhecimento nasce do incômodo que nos faz pensar sobre as coisas;- Os homens que usam óculos são mais gentis, doces e desamparados;- Nossa imaginação realmente complementa as palavras;- O que vemos é constantemente modificado por nossos sonhos, nossos anseios, nossosdesejos;- Transformar as cinzas em uma jóia;- O fato de ser cineasta nos permite desempenhar todos os papéis;- Todos nós somos criaturas emocionais;- A memória visual deve ser inseparavelmente ligada à emoção;- Tudo que olhamos está mediado por nossos conceitos;- Eu nunca senti falta da visão porque não sei como as pessoas me enxergam
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diz um cego;- Olhar que enxerga nas trevas, olhar de coruja, olhar de sabedoria;- Temos muitas coisas em excesso hoje. O que não temos de suficiente é o tempo;- O simples, o irredutível.- Teoria do Conhecimento
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Immanuel KantSujeito Cognoscente (Tempo/Espaço)
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Método
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Objeto Cognoscível- Norma é conteúdo interpretado. Texto é lei.- Questão da imparcialidade do juiz na interpretação;- Universidade
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Universalidade de Conhecimento;
 
 
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2009.2
- Escolas Hermenêuticas;- Premissa maior
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Premissa menor
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Síntese (Visão dedutiva, do abstrato para o concreto);- Discussão acerca da resolução nº. 75, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).- Teoria da Subsunção;- Silogismo;- Teoria Kantiana;- Teoria do Dedutivismo;- Escola da Exegese;- Direito posto de maneira hermética, completa;- De Estado Absolutista para Estado de Direito;- Modelos ou tipos legais de aplicação mecânica ou automática;- Influência do Direito Civil Romano;- Common Law Inglês
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trabalha com precedentes;- A interpretação seria uma decisão para além do que a lei diz;- O processo interpretativo precisa adequar-se à realidade cambiante;-
Técnicas interpretativas que “forçam” o texto para a interpretação no caso concreto;“gramatical”, “lógica”, “histórica”;
 - A vontade do legislador;-
O Direito vem a “reboque” da realidade;
 - O sistema jurídico não pode a tudo prever, pois é lacunoso;- O espaço de insegurança da sociedade aumenta bastante com o passar do tempo;- O juiz deve observar a realidade na qual está inserido e não somente na letra fria da lei;- "jusrisprudênbcia dos Conceitos", ou seja, jurisprudência dos costumes: Escola Histórica deSavigny;- Dica de obra: A luta pelo Direito - Rodolf von Ihering- Teoria da subsunção da Escola da Exegese;- Busca de formas de aplicação progressistas;- Escola do Direito Livre - voluntarismo do juiz;- Teorias do Direito Livre;- O texto ganha vida fora do legislador. A interpretação deve ser idealizada a partir de umvoluntarismo e de um ativismo judicial;- Dica de obra: "Teoria Pura do Direito", de Hans Kelsen;- Hans Kelsen e Max Weber;- Juiz Hércules - Ronald Dworking;- Lênio Luiz Strech;- Kelsen seria um "neokantiano";- A dimensão culturalista da interpretação.- Mundo do ser - Mundo em que os fenômenos jurídicos e os fatos acontecem. Trabalha comcausalidade - Dado A, é B;- Mundo do dever-ser - Trabalha com imputação, com possibilidade de ocorrência, hipótesefutura.- Carlos Cossio e o Egologismo;- A teoria egológica (conhecimento do eu, da conduta);- Existencialismo;- Heidegger;- Fenomenologia;- Conceito de Carlos Cossio para "objeto";
 
 
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- Conduta humana mudando a norma jurídica e a norma jurídica mudando a conduta humana;- Exemplo de lei que exige o uso de cinto de segurança;- Relação norma jurídica/conduta humana;- Empirismo;- Mundo do "ser" e mundo do "dever ser";- Cossio - "endonorma" e "perinorma";- O Direito trabalha o momento da licitude e da ilicitude;- A experiência judicial, a vivência, a postura do juiz;- Sentença (aprender, sentir com).- Pós-positivismo;- Novo Constitucionalismo;- A norma não será somente o texto escrito, mas o texto aplicado no caso concreto;- Entender a conduta como algo real, embasado na realidade;- Pré-compreensão, compreensão normativa;- Interpretaçã0 - ato de conhecimento ou ato de vontade?- Sintática;- Semântica;- Pragmática - A linguagem sendo posta como signo lingüístico aos que interpretam o Direito;- Semiótica;- Direitos Fundamentais e Divisão de Poderes;- Cortes Constitucionais;- Importância dos signos lingüísticos no processo interpretativo;- Emissor e receptor no processo interpretativo da fala;- Vários significados de uma mesma palavra (casa, manga, linha);- Chaïm Perelman;- Meios de Linguagem - aumento de possibilidade e de complexidade- Grande complexidade comunicativa e informacional;- Tudo que aparece no processo se verifica como processo comunicacional, no âmbito da
linguagem. “Você não vê o dolo”;
 - Racionalizar a escrita;- Problema das sentenças mal redigidas;- Dogmática Hermenêutica
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Teoria da Argumentação;- Teoria da Linguagem
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Lógica e Argumentação;- Modelos Interpretativos;- Busca da melhor interpretação;- O Código do Processo Civil não fala nada, são os intérpretes que falam por ele;- A interpretação não é um ato de conhecimento somente, diz Hans Kelsen;- Debate entre ato de conhecimento X ato de vontade;- Professor Calmon de Passos;- A advocacia exige que, para que você seja um excelente advogado, a atualização constante,o estudo, o aprimoramento contínuo;- Adaptação na Interpretação para adequar-se ao Estado Democrático de Direito;- Críticas à teoria kelseniana;- Decisões do Supremo que citam Hans Kelsen;- Discursos fundamentados nas decisões;- Discussão: Interpretação através da lei (vontade do legislador) X Interpretação daquilo quealmeja expressar a lei;-
“ex trunc” e “ex nunc”.
 
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