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Conteúdo do caderno de Teoria Geral do Direito Civil

Conteúdo do caderno de Teoria Geral do Direito Civil

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1PÁGINA 1
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBAFACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
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FDUFBACONTEÚDO DO CADERNO DE TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL
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2009.2
Assuntos de Teoria Geral do Direito CivilRecomendações de Leitura
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Material Legal:- Código Civil de 2002;Recomendações de Leitura
 –
Material Científico:- Direito Civil: Introdução, de Francisco Amaral;- Direito Civil: Parte Geral, de Cristiano Chaves;- Introdução ao Direito Civil, de Orlando Gomes;- Direito de Personalidade e Autonomia Privada, Ed. Saraiva, Professora Roxana CardosoBrasileiro Borges;- Código Civil Comentado, de Renan Lotufor, vol. 1.TÓPICOS ABORDADOS NA AULA- Nesse segundo semestre inicia-se o estudo da parte dogmática do Direito;- O Direito Civil é uma das maiores matérias no estudo do Direito, ou seja, uma das maisdensas;- Assuntos a serem explanados no decorrer do semestre: Sujeitos de Direito; Objeto da relação(bens); Fatos Jurídicos Geradores; História do Direito Civil; Fatos que extinguem uma relação jurídica; fatos que não são concernentes; Direitos da Personalidade;- Busque ler o assunto antes da aula correspondente ao mesmo pois, assim, o aproveitamentoserá bem maior;EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO CIVIL- Revolução Francesa;- Surgimento do Capitalismo;-
Slogan: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”;
 - LIBERDADE
 –
Pensamento liberal que anseiava pouca intervenção do Estado;- IGUALDADE
 –
Permanece até hoje na Constituição alguns princípios da RevoluçãoFrancesa, entre os quais este conceito;- FRATERNIDADE (ou solidariedade)
 –
O conceito idealizado que menos se expressa;- O importante papel de Napoleão Bonaparte;- Características do Direito Civil Francês idealizado por Napoleão Bonaparte: extremamentepatrimonialista. Individualista, com o foco no burguês do sexo masculino, maior de idade,branco, rico e chefe de família. Patriarcalista, matrimonialista;-
Dicas de filmes: “O Mercador de Veneza”, com Al Pacino;
 
e “Uma Mente Brilhante”;
 - A realidade social no período pós - 1ª Guerra Mundial;- A Constituição Mexicana;- A Constituição de Vaimar (antiga Alemanha);- Função social da propriedade;- Publicização, Socialização do Direito Civil;- 1824
 –
Primeira Constituição Brasileira, do Império;- 1916
 –
Primeiro Código Civil Brasileiro;- Influência alemã e francesa no Primeiro Código Civil ratificado;- Recomendações de Leitura: Raízes Históricas e Sociológicas do Código Civil Brasileiro,Orlando Gomes; Capítulo
3 do livro “Direito de Personalidade e Autonomia Privada”, Ed.
Saraiva, Roxana Cardoso Brasileiro Borges;
 
 
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBAFACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
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FDUFBACONTEÚDO DO CADERNO DE TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL
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2009.2
TÓPICOS ABORDADOS NA AULA- Separação do público e do privado;- Transição do Estado Liberal para o Estado do bem-estar social;- Capitalismo social;- Similaridades entre as diversas constituições;- Constitucionalização do Direito Civil;- Código Civil de 1916;- Recomendação de Leitura: Artigo
 –
 
Buscar no livro “Temas de Direito Civil” o artigo 1, de
Gustavo Depedino;- As diversas constituições brasileiras;- Era dos Estatutos (fase dos micro-sistemas);- Mudanças de Princípios, de Ideologia, de Racionalidade são trazidas pelo Código CivilBrasileiro de 2002;- Dica de texto: Miguel Reale, Código Civil
 –
O autor discorre sobre os princípios que nortearama elaboração do Novo Código Civil:- Socialidade;- Eticidade (normas éticas de conduta) (resgata a boa-fé);- Operabilidade (Código fácil de ser operado).QUESTÕES PARA DEBATEQuestões 1 a 7
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Bibliografia: BORGES, Roxana Cardoso Brasileiro. Direitos de Personalidadee Autonomia Privada. 2ª ed. São Paulo : Saraiva, 2007.1
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HÁ DIFERENÇA ENTRE DIREITO PÚBLICO E DIREITO PRIVADO? EXPLIQUE. QUAL ÉA IMPORTÂNCIA DESTA PERGUNTA?O Direito Público é o direito composto, inteira ou predominantemente, por normas de ordempública, que são normas imperativas, de obrigatoriedade inafastável.O Direito Privado é o composto, inteira ou predominantemente, por normas de ordem privada,que são normas de caráter supletivo, que vigoram apenas enquanto a vontade dosinteressados não dispuser de modo diferente do previsto pelo legislador.O Direito Público
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só é permitido o que a lei determina. Tem por objeto a administração estatalem diversos níveis;O Direito Privado
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É permitido fazer tudo que a lei não proíbe. Tem por objeto as relaçõesentre os cidadãos e sua vida em sociedade;O Direito Privado convive com o Direito Público. Pode-se dizer que suas fronteiras não sejamtão claras como outrora. Um e outro ramo se inter-relacionam e um empresta ao outro meiospara a valoração das situações jurídicas. Mas cada um se mantém como um sistema denormas e princípios, um e outro conservando seu sítio natural.2
 –
EM QUE CONSISTE A CODIFICAÇÃO DO DIREITO CIVIL?Codificar o Direito é coordenar as regras pertinentes às relações jurídicas de uma só natureza,criando um corpo de princípios dotados de unidade e deduzidos sistematicamente. Acodificação não só unifica o Direito, dando em lei toda matéria jurídica, como também aapresenta de forma orgânica, sistemática, em virtude de suas regras observarem princípiosgerais informativos do todo. Acaba a codificação com a legislação dispersa. Apresentando,quase sempre, tratamento jurídico novo.
 
 
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBAFACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
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FDUFBACONTEÚDO DO CADERNO DE TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL
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2009.2
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POR QUE SE ACREDITAVA QUE O DIREITO CIVIL ERA INTANGÍVEL?O Direito Civil foi considerável estável pela doutrina, devido à pouca influência quedemonstrava sofrer por parte das transformações políticas, econômicas ou sociais que ahistória apresentava. Além disso, por ser tido como um ramo básico do Direito Privado, há, porvezes, uma opinião generalizada de que o Direito Civil exerce grande influência sobre osdemais ramos do Direito, inclusive o Direito Público.4
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QUANDO COMEÇAM A APARECER SINAIS DE SUSCETIBILIDADE NO DIREITO CIVIL?O Direito Civil começou a sofrer influência mais forte das Constituições quando estas passarama dispor sobre a ordem econômica e social. O Estado, posteriormente, aumentou suas funçõese passou a intervir nas relações privadas, sobretudo nas relações econômicas.5
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EM QUE CONSISTE A CONSTITUCIONALIZAÇÃO DO DIREITO CIVIL?
Com a Constituição de 1988 houve, como afirma Cristiano Chaves de Farias, uma “verdadeira
reconstrução da dogmática jurídica, a partir da afirmação da cidadania como elemento
propulsor”. O Direito Constitucional, com os seus princíp
ios da dignidade da pessoa humana eda isonomia começa então a influenciar o Direito Civil e conseqüentemente a ResponsabilidadeCivil. Percebe-se, agora, a importância de se ter presente a função social e a igualdadesubstancial trazida pela Constituição.6
 –
EM QUE CONSISTE A DESCENTRALIZAÇÃO DO DIREITO CIVIL?Um importante movimento histórico, cujo autor do termo é o baiano Orlando Gomes, é adescodificação. Toda codificação impõe um dilema: se o código não é modificado ele perdetodo o contato com a realidade, mas se for constantemente modificado o todo começa a perdera unidade lógica. Vários institutos passaram a ser regulamentados por legislação extravagantee especial, graças a isso.7
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O QUE FOI A RECODIFICAÇÃO DO DIREITO CIVIL?O Código Civil sancionado em 2002 foi responsável pela recodificação do Direito Privado noBrasil, na medida em que inseriu na rota da ordem constitucional com claro objetivo de darefetividade às suas diretrizes. O Código Civil de 2002 resgatou a importância da Ética nasrelações privadas, algo em segundo plano anteriormente.QUESTÃO 8 E SEGUINTES
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BIBLIOGRAFIA VARIADA (GUSTAVO TEPEDINO, PAULOLÔBO, RENAN LOTUFO)8
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EXPLIQUE A ÉTICA INDIVIDUALISTA QUE SERVIU DE PARADIGMA PARA ACODIFICAÇÃO FRANCESA E PARA A CODIFICAÇÃO BRASILEIRA DE 1916Com o processo de codificação francesa, em 1804, seguido de outras codificações de cunholiberal e individualista, sagrou-se o Direito Civil como um campo do Direito onde o Estado nãodeveria intervir. Ao Estado cabia organizar-se administrativamente e garantir a aplicação dasleis, mas não intervir nas relações privadas, que tinham no Código Civil a únicaregulamentação aceitável. Isso foi refletido nas Constituições mais antigas.9
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POR QUE SURGIRAM, NO SÉCULO XX, ESTATUTOS ESPECIAIS OU LEISEXTRAVAGANTES?Um novo contexto social surgia, e o direito, mais especificamente o Código Civil, tornou-seantiquado para a nova realidade e complexidade social. Nesse ponto o sistema codificado pôdeser combatido, por ser incapaz de evoluir. Dessa forma, vários institutos passaram a ser

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