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Teoria Geral do Processo - AÇÃO

Teoria Geral do Processo - AÇÃO

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07/28/2013

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Revisão  TGP  Luana AbreuAÇÃO (5.3 e 5.4)Condições da ação:
condições para que a legitimidade se possa exigir, na espécie, oprovimento jurisdicional.
y
 
Possibilidade jurídica 
alguns casos não são apreciados pelo Poder Judiciário, porque já excluído
a priori 
pelo ordenamento jurídico sem qualquer consideração daspeculiaridades do caso concreto.
 Exemplo de impossibilidade jurídica:
dividas de jogo; em alguns países não se fazdivórcio.
y
 
I
nteresse de agir 
é preciso que em cada caso concreto, a prestação jurisdicionalsolicitada seja
necessá
ria
(exemplo disso, quando a parte contrária nega a satisfazer odireito alegado, etc) e
ad 
equ
ada
(a relação existente entre a situação lamentada peloautor a vir a juízo e o provimento jurisdicional concretamente solicitado).
Ex. de falta de interesse de agir:
adultério (não se pode entrar com uma ação deanulação do casamento, mas sim, de divorcio).
y
 
Legitimidade
ad causam
 
CPC art. 6º: Ninguém poderá pleitear, em nome próprio,direito alheio, salvo quando autorizado por lei.
Ex. de caso de legitimação extraordinária
: ação popular (em que o cidadão, em nomepróprio, defende o interesse da administração pública).
 
*Obs¹:
quando faltar uma só que seja das condições da ação, diz-se que o autor é carecedordesta. O juiz não chegará a apreciar o mérito, ou seja, o pedido do autor (em outras palavras,não chegará a declarar a ação procedente, nem improcedente).
*Obs²:
é dever do juiz a verificação da presença das condições da ação o mais cedo possível noprocedimento, e de ofício, para evitar que o processo caminhe inutilmente, com dispêndio detempo e recurso, quando já se pode antever a inadmissibilidade jurídica.
*Obs³:
identificação da ação tem três elementos para que se possa distinguir das demais:
aspartes, a causa de pedir e o pedido
.
A falta dessas condições (leia-se elementos) acarretará oindeferimento liminar da petição inicial, por inépcia
.
Classificação das ações- Ação de conhecimento:
visa o provimento do mérito(julgamento da causa); dá causa a umprocesso de conhecimento.Classificação quinária das ações de conhecimento:
y
 
D
eclaratória pura
y
 
Constitutiva
y
 
Condenatória
 
y
 
M
andamental
y
 
E
xecutiva (
at 
u
 
sensu
)-
Ação de execução:
visa o provimento satisfatório; dá causa a um processo de execução.-
Ação cautelar:
visa garantir o resultado útil de um processo principal (de conhecimento ou deexecução)
5.3.1 classificações tradicionais.
- são na verdade classificação das pretensões, com base num dado direito substancial.- ex: ações patrimoniais/prejudiciais, imobiliárias/mobiliarias, reipersecutórias, penais emistas, petitórias e possessórias, etc.- no processo penal a pretensão é sempre a mesmo: punir o infrator, não admitindo aclassificação das ações segundo a pretensão.- ações ordinárias/sumárias, em ações comuns e especiais ± classificação feita em vistado rito do procedimento.
5.3.2 classificação da ação penal: critério subjetivo.
- leva se em consideração o sujeito que a promove, por isso, o critério subjetivo.- classifica-se a ação penal em: pública, e de iniciativa privada. A primeira diz respeito aações movidas pelo Ministério Público, e a segunda, quando movida pelo ofendido.OBS: a terminologia não modifica público da ação.- a a
 
ção penal pública divide-se em incondicionada (em regra) e condicionada. A primeira ocorre quando, para promovê-la, o Ministério Público independe damanifestação da vontade de quem quer que seja. A segunda ocorre quando dispositivoslegais específicos condicionam o exercício desta representação do ofendido ou àrequisição do Ministério Público.- uma vez apresentada à representação ou a requisição e oferecida a denuncia, em setratando de ação penal pública, será irrelevante o arrependimento do ofendido, diferentedo que ocorre na iniciativa privada onde o perdão da fim ao processo.- a a
 
ção de iniciativa privada divide-se em ação de iniciativa exclusivamente privada e
 
ação subsidiária da pública. A primeira compete exclusivamente ao ofendido, ao seurepresentante legal ou sucessor. Na segunda, a titularidade compete a qualquer das pessoas citadas, sempre que o titular da ação pública (MP) deixar de intentá-la no prazoda lei.
 
5.3.3 classificação das ações trabalhistas ± os dissídios coletivos.
- distingue-se em
individual 
e
coletiva
. A primeira enquadra-se no conceito de ação que já foi dado. As ações coletivas têm conceituação própria e singular: visam a direitos declasse, grupo ou categorias.- as entidades sindicais são legalmente qualificadas para estarem em juízo na defesa dosinteresses das respectivas categorias profissionais e econômicas, na forma de
 substitutos processuais.-
com relação aos dissídios coletivos, solucionados através das ações coletivas, dividem-se em
dissídios coletivos primários
e
dissídios coletivos secundários
. Os primeiros sãoobjeto de ações que tendem a sentenças destinadas a regular, em caráter obrigatório, asatividades profissionais e econômicas. Os segundos são objetos de ações que sesubdividem em ações de extensão e ações de revisão. Aquelas são exercidas em relaçãoaos empregados da mesma empresa ou à totalidade dos trabalhadores da mesmacategoria profissional; estas são utilizadas para efeito da incidência da cláusula rebus sicstantibus.
PROCESSO (tudo)Conceito e natureza jurídica (processo, relação jurídica e procedimento):Processo:
é o instrumento através do qual a jurisdição opera (instrumento para a positivaçãodo poder).
Procedimento:
o meio extrínseco pelo qual se instaura, desenvolve-se e termina o processo. Éo mero aspecto formal do processo, não se confundindo conceitualmente com este; em um sóprocesso pode haver vários procedimentos (ex. procedimentos em primeiro e segundo graus).
Autos:
são a materialidade dos documentos nos quais se corporificam os atos doprocedimento
 
Obs¹: não se deve falar
, por exemplo, em
 f 
ases do processo
, mas sim
do procedimento
(f 
a
ses
 do pro
ce
dim
en
to)
; nem em
c
o
nsu
tar o pro
cess
o, ma
s
o
s
a
u
to
s
 
c
o
nsu
tar o
s
a
u
to
s
 )
.
N
atureza jurídica do processo (distinção entre o moderno e o civil romano):
- o processo moderno tem caráter público, em contraposição com o processo civil romano,eminentemente privatista;- o processo hoje é encarado hoje como o instrumento de exercício de uma função do
E
stado(jurisdição).
E
nquanto que, no direito romano, ele era o resultado de um contrato celebrado

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