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XVII SNPTEE

XVII SNPTEE

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 (*) Rua Real Grandeza, 219 - Sala 1607.3 - Bloco C – Rio de Janeiro – R.J. – CEP 22283-900 - BrasilTel: (55 21) 2528-4903 – Fax: (55 21) 2528-4857 - E-mail: jorgamon@furnas.gov.br
SNPTEESEMINÁRIO NACIONALDE PRODUÇÃO ETRANSMISSÃO DEENERGIA ELÉTRICA
 Versão 1.0XXX.YY19 a 24 Outubro de 2003Uberlândia - Minas Gerais
GRUPO XSOBRETENSÕES E COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO - GSCAPLICAÇÃO DA ROTINA MODELS E DA INTERFACE ATPDraw DO PROGRAMA ATP/EMTP PARA OCÁLCULO DOS VALORES DE PICO, DOS INSTANTES DE TEMPO CORRESPONDENTES E DA TAXA DECRESCIMENTO DA TENSÃO DE RESTABELECIMENTO TRANSITÓRIA (TRT) EM DISJUNTORES, BEMCOMO PARA
 
A IMPRESSÃO DE ENVOLTÓRIAS DE REFERÊNCIA NORMALIZADASJorge Amon Filho (*) Denesmar Gomes PimentaFURNAS FURNAS
RESUMOEste trabalho apresenta uma aplicação da rotinaMODELS em associação com a interface ATPDraw emestudos de cálculo da tensão de restabelecimentotransitória para disjuntores (TRT).Esta aplicação apresenta alguma simplificação emrelação ao programa similar anterior, que utiliza a sub-rotina TACS, aproveitando as facilidadesproporcionadas pelo ATPDraw, que permitem umamaior flexibilidade na montagem dos casos em estudoe sua conexão com os blocos da rotina MODELS.A combinação das interfaces ATPDraw + ATPWindows NT + PLOTXY, do pacote ATP/EMTP, traz avantagem da sua instalação ser extremamentesimples, dispensando a necessidade de utilização decomandos de DOS.PALAVRAS-CHAVEATPDraw. MODELS. Tensão de RestabelecimentoTransitória. TRT. Disjuntor1.0 - INTRODUÇÃOEntre as facilidades mais recentes introduzidas nopacote ATP/EMTP (1), podem ser citadas as novasversões do pré-processador gráfico ATPDraw e oprograma gráfico PLOTXY. Com estas ferramentas,uma vez instalados os programas necessários, o usodo ATP, bem como de qualquer outro programa deapoio, pode ser efetuado diretamente do menuprincipal do ATPDraw, de forma quase quetransparente para o usuário.O emprego do ATPDraw acarreta a possibilidadepraticamente nula de serem cometidos erros de sintaxeou de digitação durante a montagem do arquivo dedados além de permitir o relaxamento da necessidadede se obedecer a uma ordem para a entrada dosdados, com maior associação entre o arquivo de dadose o diagrama unifilar da rede.A proposta de aplicação desenvolvida neste trabalhofoi feita a partir da necessidade de simulação de várioscasos para um único estudo de TRT, tendo em vista asvárias possibilidades de configuração da rede próximaao disjuntor em estudo. A aplicação se baseia nummódulo monofásico, sendo necessária à inclusão de 3módulos quando se tratar de um sistema trifásico.Num estudo clássico de TRT (2), em cada casosimulado, a análise dos resultados consiste em seavaliar a severidade da curva de TRT obtida nasimulação, através da determinação dos picos da TRT(1
°
pico e pico máximo), dos instantes de tempocorrespondentes a esses picos e da sua taxa decrescimento (TCTR), pela aplicação da rotinaMODELS. Também são geradas curvas de referência(envoltória de norma, por exemplo) que são impressasnos mesmos gráficos das curvas da TRT obtidas. Oprocesso de pós-tratamento dos resultados da TRTfica, então, automatizado, aumentando a qualidade dosresultados e produtividade do usuário.2.0 - ROTINA MODELSA MODELS é uma linguagem de descrição de usogeral, associada à interface ATPDraw (3) baseada em
 
 um conjunto de ferramentas de simulação pararepresentação e o estudo de sistemas variantes notempo. A linguagem MODELS concentra-se nadescrição da estrutura de um modelo e na função deseus elementos. Existe uma clara distinção entre adescrição de um modelo e o uso deste modelo. Osmodelos podem ser desenvolvidos separadamente,agrupados em uma ou mais bibliotecas de modelos eusados em outros modelos como blocosindependentes na montagem de um sistema. Adescrição do modelo individual deve ser auto-explicativa. Um sistema pode ser descrito, nalinguagem MODELS, como um arranjo de submodelosinter-relacionados, independentemente de suasdescrições internas e de suas simulações (modelosindividuais podem ter diferentes passos de simulação).A descrição de cada modelo usa um formato livre,sintaxe das palavras-chaves no contexto local e nãonecessita de um formato fixo em sua representação.As principais características descritivas da linguagemMODELS são as seguintes:
A sintaxe da MODELS permite a representação deum sistema de acordo com a estrutura funcionaldo sistema, dando suporte a descrição explicitada composição, seqüência, concorrência, seleção,repetição e replicação;
A descrição de um modelo pode também serusado como documentação do modelo;
A interface do modelo com o mundo externo éfacilmente especificada;
Aos componentes do modelo podem ser dadosnomes de sentido completo representativo de suasfunções;
O sistema pode ser particionado em submodelosindividuais, cada um com seu nome local;
Os modelos e funções usadas para descrição daoperação de um sistema pode ser construídos emoutra linguagem de programação que não seja alinguagem MODELS.As principais características de simulação suportadapela linguagem MODELS são as seguintes:
Distinção entre a descrição de um modelo e seuuso, permitindo várias replicações independentes,de um modelo, com gerenciamento individual desimulação (passo de simulação, quantidade,condições iniciais, etc.);
Combinação hierárquica de três métodos deinicialização (padrão, dependente do uso eembutido), cada um contribuindo para descriçãodo histórico de pré-simulação de um modelo poruma representação direta do valor de pré-simulação de suas entradas e variáveis comofunções do tempo;
Modificações controladas dinamicamente dosvalores das entradas e variáveis de um modelodurante o curso da simulação;
Modificações controladas dinamicamente daestrutura de um modelo (tanto a composiçãotopológica quanto o fluxo algoritmo) durante ocurso da simulação.2.1 Criação do arquivo do modeloO arquivo do modelo, descrevendo a operação deste,deve ser escrito fora do ATPDraw usando um editor detexto ASCII ou o editor interno
Model Editor 
acessadono menu da barra de ferramentas pelas opções
Objects | Model / New mod-file 
. A Figura 1 apresenta ocaminho, descrito acima, para acessar o editor internodo ATPDraw. A Figura 2 apresenta um arquivo padrãode um modelo contendo todas as possíveis seções(variáveis de entrada e saída, variáveis de dados,funções, inicialização de variáveis, corpo do programa,etc.) necessárias à construção do arquivo do modelo.Este arquivo do modelo deve ser salvo com a extensão
.mod 
e armazenado no diretório \MOD na árvore doATPDraw. O nome do arquivo deve ser o mesmo dadoao título na primeira linha da descrição do modelo.FIGURA 1 – MENU DE EDIÇ
 
ÃO DA MODELS.FIGURA 2 – ARQUIVO PADRÃO DE DESCRIÇÃO DAMODELS.2.2 Criação do Objeto MODELSUm objeto ATPDraw consiste de um arquivo em disco,o qual é chamado arquivo suporte, com a extensão
.sup 
. Cada modelo deve ter um arquivo suporte comobjetivo de ser usado no ATPDraw. Um arquivosuporte é padrão para todos componentes noATPDraw e contém o ícone, informação nos tipos denós e posições e parâmetros de dados. Há duasopções para criação de um objeto de um modelo noATPDraw:
Operação Manual: selecionando um arquivosuporte manualmente via menu
Object | Model | New sup-file; 
 
Operação Automática: selecionando um arquivo
.mod 
diretamente em MODELS do menu deseleção de componentes e deixando o ATPDrawcriar o arquivo suporte.
 
 A Figura 3 apresenta a janela de edição do arquivosuporte do modelo.FIGURA 3 – EDIÇÃO DO ARQUIVO SUPORTE.2.3 Registro das Variáveis Internas MODELSO ATPDraw suporta a característica RECORDexistente na MODELS para registrar qualquer variávelinterna de um objeto modelo no arquivo de saída
.pl4 
.Esta opção é encontrada via
ATP | Settings / Record 
 no menu da barra de ferramentas. Todos os objetosMODELS na janela do circuito ativo são listados comseu nome USE AS na listagem da caixa
Model 
.Quando você seleciona um modelo no campo
Model 
,as variáveis (declaradas na seção VAR do arquivo
.mod 
) são listadas no campo
Variabel 
. Cada variáveltem um apelido que aparece no campo
Alias 
, mas elepode ser modificado de acordo com as necessidadesdo usuário.Para registrar uma variável clique no botão
Add 
. Oapelido da variável pode ser alterado pela seleção doitem na lista da caixa
Record 
e digitado um novo nome.Uma variável registrada pode ser removida pelaseleção deste item e clicando no botão
Remove 
. Estalistagem de registros é armazenada em um arquivo,más ela não acompanha o circuito quando este écopiado de alguma janela de trabalho ou é usada àopção de exportar o grupo. A Figura 4 apresenta a janela
Record 
descrita acima.FIGURA 4 – JANELA DE REGISTRO DASVARIÁVEIS.Uma vez editado o objeto, toda vez que este forinserido em um sistema qualquer que se desejaestudar a TRT de um disjuntor, o arquivo do modeloassociado a ele, e que executa todo o processamento,será incluído na listagem do arquivo a ser processado.3.0 - MÉTODOA aplicação consiste de duas partes. Um módulo comos comandos (arquivo descritivo do modelo) queexecutam os cálculo, processando os valores lidos, eum módulo gráfico (objeto MODELS), vinculado a estarotina, o qual permite as flexibilidades, introduzidaspelo ATPDraw, de utilizar esta aplicação em qualquerponto do sistema onde estiver o disjuntor que sedeseja analisar a TRT, independentemente de qualseja a configuração da rede próxima ao mesmo.São necessários três pontos de conexão do módulográfico com o disjuntor em estudo. O primeiro ponto deconexão fornece uma variável de entrada que informao status do disjuntor estudado, se fechado ou aberto.Os outros dois pontos de conexão fornecem astensões de fase antes e depois do disjuntor, o quepermite determinar o comportamento da tensão sobreos pólos do disjuntor durante a ocorrência da TRT.Na inclusão do módulo gráfico para o estudo da TRT,durante a montagem da rede à qual está ligado odisjuntor a ser estudado, é possível ainda inserir osparâmetros para montagem das curvas de referência(envoltórias de norma).Após a simulação de cada caso, com sua respectivaconfiguração da rede, podem ser obtidos, para cadafase, os comportamentos da tensão sobre os pólos dodisjuntor durante a ocorrência da TRT, o primeiro picode tensão e o pico máximo desta TRT com seusrespectivos instantes de tempo de ocorrência, a taxade crescimento da TRT e a curva de referência emforma gráfica e/ou na listagem final.Na referência (4) é descrita uma metodologia para ocálculo da TRT de disjuntores com o uso do programade cálculo de transitórios eletromagnéticos EMTP.3.1 Uso da AplicaçãoUma grande vantagem da versão do programaEMTP/ATP com a interface ATPDraw é que namontagem do sistema a ser analisado não hánecessidade de inclusão de dispositivos extras paraobtenção dos sinais de tensão e do status do disjuntora ser analisado, como ocorria quando não se dispunhada interface ATPDraw. Outra vantagem é que não a necessidade de que o nome dos nós do disjuntor aser analisado seja igual aos nomes dados,internamente no arquivo do modelo, aos pontos deconexão do objeto com o sistema analisado. Portanto,a rotulação dos nós do sistema montado fica ao critériodo profissional que realiza o estudo, atendendo ao quefor mais conveniente no momento para facilitar seuentendimento.As variáveis do arquivo do modelo que devem serselecionadas na janela de registro (RECORD) para

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