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[ Aplicativos ] ERP II

[ Aplicativos ] ERP II

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- 1 –
ERP IIMódulo 1 – ConceituaçãoQuem precisa de um ERP?
Desde antes do ano 2000, quando a expectativa pelos perigos que seriam causadospelo chamado “bug” do milênio aterrorizava os gerentes de TI, os sistemasintegrados de gestão, ou ERP (Enterprise Resource Planning), passaram a serlargamente utilizados pelas empresas. Apresentados algumas vezes como “soluçãomágica” para a maioria dos problemas empresariais, eles são sistemas genéricoscapazes de integrar todas as informações que fluem pela empresa por intermédio deuma base de dados única. A literatura sobre o assunto apresenta uma série deresultados positivos e benefícios a serem obtidos com a adoção desses sistemas.Porém, existem também dificuldades a serem enfrentadas e profundas mudanças aserem realizadas, para a obtenção dos benefícios prometidos.ERP é uma das siglas mais conhecidas no mundo corporativo, embora nem todossaibam seu significado: são pacotes (software) de gestão empresarial ou de sistemasintegrados, com recursos de automação e informatização, que contribuem para ogerenciamento dos negócios empresariais. A tecnologia ERP utiliza o conceito debase de dados única, pois todos os seus módulos ou subsistemas estão num únicosoftware. As empresas produtoras dessa tecnologia aplicada a sistemas deinformação operacional, de gestão estratégica cresceram em todo o mundo.
Gestão empresarial com ERP
A gestão empresarial pode ser conceituada como o processo de operação funcionalcotidiana de uma empresa, com otimização das atividades e procedimentosoperacionais e gerenciais, planejamento de investimentos atuais e futuros, análisedos retornos e flexibilização de perenidade e crescimento da empresa. A gestãoempresarial com ERP significa a sua administração geral, utilizando os recursos queesse software oferece.
Software integrado ERP
O software integrado é parte de uma tecnologia que registra e processa cada eventoempresarial resultante das funções empresariais básicas, a partir de uma únicaentrada para processamento. A partir dessa entrada e armazenamento dos dados, osoftware integrado distribui a informação para todos na empresa, de acordo com onível estratégico, tático e operacional em que se encontrem. Para isso, usa critériosde segurança efetivos, claros, consistentes, em tempo real e com qualidade, ou seja,informação oportuna.
 
 
- 2 –
Implementação da tecnologia ERP
A tecnologia ERP e seus recursos, ao processar os dados cotidianos das funçõesempresariais operacionais, possibilitam a integração de suas informaçõesinterdependentes. Como exemplo dessa integração, pode-se relatar o atendimentode um pedido, que considera e gerencia o processo e a capacidade fabril, a relaçãocom os demais produtos em produção, a mão-de-obra necessária, o fluxo de caixaprevisto e real, o atendimento de prazos, a análise dos clientes e dos fornecedores eainda, o grau de risco de uma operação.
Linha do tempo
Para entender o mercado de ERP, mais do que se ater apenas ao aspecto técnico, épreciso voltar no tempo, até a época da reserva de mercado, quando 90% dasempresas dirigiam seus investimentos em informática ao desenvolvimento interno.Isso resultou em soluções programadas sem documentação, muitas vezes em Cobol,ou outros sistemas obsoletos, o que fez com que o “bug” do milênio fosse maistemido aqui no Brasil do que em qualquer outro país. Muitos empresários decidiram,então, passar uma borracha nos sistemas antigos e partir para a adoção de novos emais modernos sistemas de gestão, que prometiam integração e segurança.Essa postura beneficiou principalmente a SAP, empresa de origem alemã, que tinhavários contratos globais para servir como argumento de venda no Brasil. A SAPinfluenciou o mercado nacional e cresceu tanto, a ponto de ser a solução adotadapela maioria das empresas que figuram na famosa lista anual da revista norte-americana Fortune 500. O mercado das médias empresas no Brasil era pulverizadoentre empresas como a Datasul, Logocenter, RM Sistemas, enquanto a Microsiganadava sozinha no mar das pequenas empresas.Por volta de 2002/2003, o mercado se estabilizou, com essa configuração. Asempresas que haviam comprado o ERP desembolsaram muito dinheiro e chegaram apagar o dobro do preço gasto com a solução, com as consultorias, as únicas capazesde ajudar no mecanismo de implementação e de integração de processos.
Dias contados
Consultorias como a Accenture, a atual PricewaterhouseCoopers e a Plaut viveramseus tempos áureos. O processo de implementação de um ERP era longo edemandava muito investimento. As empresas chegavam a gastar duas vezes maiscom as consultorias do que tinha sido gasto com a solução, propriamente dita. Masos anos dourados do ERP estavam com os dias contados.
 
 
- 3 –Nos anos 2003 e 2004, veio a estabilização. Quem comprou não pretendia gastarmais. A SAP, depois de ter conquistado o mercado das grandes, ficou sem saída, semter para onde expandir seus tentáculos. A necessidade de crescimento fez com que amultinacional focasse o mercado das médias.Nem todas as empresas tiveram fôlego para atravessar esse período de calmaria.Enquanto a SAP tentava “descer” para alcançar as médias, a Microsiga fez o caminhoinverso e começou a tentar a “subida” também em direção às médias. Amovimentação do mercado também trouxe mudanças na direção da SAP, que passouàs mãos do presidente José Ruy Antunes, que continua no cargo até hoje.Com o amadurecimento dos projetos de ERP, ficou claro para o mercado que essassoluções não trazem ganho estratégico e nem diferencial às companhias que aadotam. O mercado ficou mais crítico.
Falando Sério
Quando a SAP fala em alcançar o mercado das médias empresas, ela fala sério. Aempresa tem uma meta mundial de crescimento. De 2005 a 2010, a companhiapretende passar de 26 mil clientes para 150 mil, o que significa dobrar o faturamentode 10 bilhões de dólares para 20 bilhões.Hoje, a SAP é desejada por 180 grandes empresas mundiais. Isso porque no rol dasmil maiores empresas listadas pela revista Fortune, a SAP está em 820 delas. A metade crescimento no Brasil também é agressiva. Passar de 700 clientes, em 2005, para7 mil em 2010. Para isso, a companhia aposta na atuação junto ao mercado demédias empresas.
Fusão de Solução
Esse processo resultou, em 2005, em uma série de mudanças dramáticas. A entradada Oracle no mercado, com a aquisição da PeopleSoft por aproximadamente US$10,3 bilhões, da Siebel e da JD Edwards, deixou claro seu interesse em montar umportfolio de soluções, unidas sob o rótulo “Fusion”.Em 2005 a linha de produtos Oracle Fusion Middleware, família de middleware (ouseja, a camada intermediária de software que fica entre o sistema operacional e osaplicativos de negócios, voltada para a integração e para portais da Oracle) teveimportantes conquistas. Foi a suíte mais vendida em unidades e a de crescimentomais rápido, tanto em receita quanto em unidades. Registrou aumento de 24% em12 meses consecutivos.

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