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Table Of Contents

May 1988 and the Belgian in December of that year. When
D | I
I thank particularly the AH Paape. Director
R | | rR | Dz | D | | o
Anne Frank has become one of the most vigorous of the Second
The autobiographical account of Anne Frank end there. The prison
These last months of the short life of Anne Frank
C | | |
Met Anne and her family. Some were friends from school
(16 | g - Aimee Frank
RESLT | lo HISTƒF | ICO
1933. Otto Frank decided to leave Frankfurt
However. the Jewish school (created by the German occupiers in
IOS help (as Miep and Jan gels) contacts that most
The Frank family went into hiding in early C1E
1944. Ivo 4 days, a truck with German police | | es and auxiliary
Dutch undercover froze Dianie the door. The
German service in Amesterelão
(Barrack 67). Received treatment | special because it is
Birkenau. Among them were Frank and Edith
According to the statistics of the Dutch Red Cross published
H AI | TN AH elisae | ETH
Our prirneiro meeting in Amsterdam. in December 1987
Germany by the Netherlands. They were neighbors in Merwede Square
Prussian in the German capital. He also prevent events
My first encounter with Anne Frank deserves to be mentioned
The Frank family went each Friday evening our
Zuideramstel and Anne apparatus ECIA I | or time to contemplate and
The Sr.d Frank and Margot dirigiarn up from time to time to
Frank. At the time I was unaware of the existence of the Annex. There
The fr | es c went our easa all Jewish holidays | is
; | Or ccasíão of Eve. Were we that we visited
Next |. was unnecessary and could rise n | s late
Frank to leave Anne and Margot with us: our
They offered him what's Daily thirteenth birthday. No
The situation remained tolerable until the PA | ses Netherlands
Jewish had to attend a Jewish establishment. Been
Os judeus eram obrigados a usar uma estrela amarela. Tínhamos
Foi uma cena horrível. Consigo rever sem dificuldade aquele
Possuíamos um segundo documento que nos foi útil. O meu pai
Conseguíamos continuar a viver com pouca comiáa e. aa menos
Isto figura no Diário de Anne. Alguém a informara do
C') O Estádo de lsrael
Ainda acalentávamos o sonho de não nos se¦ararmos
-Têm um quarto de hora. Encham um saco e venham cá para fora
Há pessoas que às vezes me perguntam: aComo puderam partir sem
- Posso ficar com esta criança à minha guarda? O homem
-De modo algum! Sou alemã e não tenho vergonha
A vida no orfanato era suportável. Havia professores que nos
Ainda não esqueci aquela terrível noite de Novembro em que
Deportaram-nos para Bergen-Belsen a 15 de Fevereiro de 1944
Tratava-se de um campo ¦.privilegiado¦¦. Não fomos
A viagem durou dois ou três días; confesso que já não me
A minha irmãzinha tinha sido operada aos ouvidos em Westerbork
-Chamo-me Abrahams. A Sr.¦ Lange informou-me do teu problema
-Sabes que também há lá holandesas? Falei com a Sr.a Van Daan
Eu conhecera-a antes da deportacão e revelou-me que Anne se
Fi-lo à noite eo acaso interveio a meu favor. pois a Sr.a Van
A cena ficou-me gravada na memória. Ela¦ experimentava uma
Expliquei-Ihe que tínhamos podido conservar os nossos hábitos
Após três ou quatro encontros junto do arame farpado de
O meu pai faleceu a 25 de Fevereiro de 1945 e não saí da
O meu pai expirou assim vestido. Esperara porventura que nós
O destino era provavelmente Theresienstadt. . . ea cãmara de
Os alemães autorizaram-nos a esquadrilhar as imediações e
Havia duas aldeias nas proximidades - Trobitz e Schilda [perto
Lera o meu nome eo de minha irmã numa lista. Esta última
Ponderámos o futuro. A rnãe de Otto Frank vivia na Suíca e
Otto Frank foi como um pai ¦¦ar-a itzim c continuou a
Amesterdão e el¦ ocur¦ou-se c!e ecda a minha documentacão
Palestina. Ninguém pensava ainda num Estado judaico. Ou
Deves aguardar a obtenção de um certificado."
iIA¦ ¦TY BRA¦ DES-BRILLESLIJPER
O meu primeiro encontro com Janny Brandes no seu apartamento à
parte da nossa educação
Estávamos inscritas num clube de ginástica; uma amiga de mìnha
Seguiram-se numerosas peregrinações e trabaIhei alguns anos
Bob era dirigente da Assocìação dos Estudantes
Socìais-Democratas e tinhamos discussões homéricas
A família não queria que casasse com uma jovem judia. Não
Havia já alguns anos que estávamos convencidos de que a guerra
Embora não tivéssemos a menor experiência de actividades de
-Se não páras imediatamente com isso. eu pró¦rio irei
Eberhard. Obtive autorização para me transferir oficialmente p
Huizen era-nos favorável e advertiu a¦anre da janela de um dos
Nuxou-me para dentro e deu-me uma bofetada. c¦m ela Rua
A situacão era horrível. Havia clandestinos ocul- levados mais
Encerraram-me cEurante vinte e quatro horas numa cave da Rua
C7¦]
A minha irmã achava-se com trequê¦eia em companhia de Edith
Os cirurgiões e médicos mais competentes de Westerbork
Os vagões não eram totalmente herméticos eo ar penetrava por
Ignorávamos o nosso destino. Só sabíamos que seguíamos para
O clarão dos tubos de néon era intenso e azulado. Homens de
Ainda não sabíamos que escapáramos à selecção. Já nos
Auschwitz-Birkenau. Voltámos a encontrar-nos com vários
Desenvolvera-se um comércio intenso- Possuía[82]
Eram organizadas regularmente selecções. após a chamada. Em
Kratzeblock.¦ A enorme chama ne ra aterrorizava-nos. Q ando
A pro dade era incrível. Aquelas estruturas dades
; roubado à noite.Dormir constituía i ualmerite um ex
; C84) [85]
As conversas nos beliches referiam-se com frequência à comida
Os chuveiros estavam sempre a abarrotar. Adquiríramos o hábito
Declarara-se como tal e queria que Ihe seguíssemos o exemplo
Em princípio de Novembro. fomos escolhidos durante a chamada
Os SS não forneceram qualquer explicação. Queriam evacuar o
Uns escassos quilómetros separavam a estação da do campo de
Penetrava no campo uma coluna internzináVel. Vimos avançar as
CB7I
Conversávamos e tínhamos a in>;¦ressão de voltar a encontrar
Permanecemos um momento à chuva e terminámos por entrar com as
Decidimos então procurá-las. Encontrámos muitas das nossas
Anne levou pão e tudo o que pôde encontrar. Lientje cantou
As crianças achavam-se num estado deplorável. As que estavam
Resistiam enquanto a família se conservava a seu lado. O
Lientje obteve autorização no secretariado para permanecer
A nossa principal preocupação consistia em escapar ao horror
As irmãs Frank apareciam irregularmente. Quando as queríamos
Após a morte de Margot. Anne deixou de lutar. A coragem e
Utilizávamos como protecção rolos de papel muìto estreitos
Anne e Margot passaram algum tempo na caserna reservada às
Anne parte da nossa ração c1e pão e água
Assìsti à sua detenção. Atiraram-no para dentro de um jipe e
7 - Diante d¦ escola Montesson que agora ostenta o nome d¦
Hannah Pick-Goslar durante a rodagerrr ¦o tilm¦
12 - Lenie d¦ Jorrg¦Van Naar'¦en
II l
16 - Chegad'a de um comboio a Aus¦hwitz
LiEnt¦e por con ;p;eto. Acl>ava-me obcecada Nela sede. O meu
Est¦:oa atorn ientar-n ie! ¦¦
-Nâo sei onde está
Pus-me a chorar e tive vontade de morrer. Não ¦conseguia secar
18 - Fotografia tirada em Bergen-Belsen
Atravessámos a fronteira. Tinham-nos clis¦iribuído bandeiras
Atravessámos a ponte e Lientje apontou
-É ali. Há pequenas cortinas nas janelas. como em Haia
-O Eberhard mora lá com a Katinka
As minhas p lavras ;¦rovocaram-Ihe uma amargura atroz
Voltámos a aprender a viver. Mas não p
C100] C101]
F¦ACHEI. VA¦
A¦iERUNGEN-rR¦¦I¦F¦¦ORDER
Havia vários anos que eu conhecia Rachel eo marido. Edd Van
Arnerongen. antiyo diiector e redactor cio ¦lieuw Israelitisch
Instalarar¦i-se ern lsrae! em 195G. corn os dois fiJhos. Par'a
A gr'avâcão para a TV decor'reu no Verão de 198 e contr'ibuiu
' Víu Otto e Anne Frank pela pr-irneira vez ern b Vesterbork
Fut capturada no comboio entre Roterdão e Amesterdão por um SS
Fui conduzida ao posto da polícia da estação central e depois
O serviço interno era muito cobiçado. mas não tive a menor
Conheci a tamília Fr¦;nk nas casernas disciplinares
Intelizmente. eu não tinha a menor intluéncia e enviei-a à
. Todas as tarefas estavam distribuídas pelos detidos. O
A troca de palavras com Otto Frank fora breve
Gemmeker. Aus der Funften e Fischer. Acudiu-me então o
Tratava-se daquele último comboío de 3 de Setembro de 1944. Os
Compreendí que a esperança terminara
-Oueres ir também para esse lado?-rugiu. E empurrou-me para a
A chamada era o momento mais terrível e em 8írkenau não
Chegavam até nós rumores sobre a Libertação e aproximação dos
Sabemos hoje que a guerra constituía para eles uma questão
Vi seres que definhavam lentamente. Chamavam-Ihes muçulmanos
Bergen-Belsen. Os russos acercavam-se cada vez mais e os nazis
A chuva transformava o recinto num gigantesco lamaçaI gelado
8 - Anna Frank ¦ 11 ¦ ¦
Não compreendíamos nada do que nos acontecia. As holandesas
Elaboravam ementas completas. Eu sentia o coração contrair-se
O meu espírito concentrava-se totalmente na liberdade. Cada
Inverno e não possuíamos qualquer agasalho. Haviam-se reunido
As irmãs Frank discutiam por causa da sua doença. O tifo
Não é possível habituarmo-nos a viver com a morte. Quando ia
; Q período passado em Bergen-Belsen foi sem ¦ dúvida o mais
Surgiram três alemães à paisana. A ausência de uniforme era
As deportadas já não tinham coragem de descer dos vagões de
Já não restava nada de comer. A viagem durou vários ¦ias
Pude viver um momento extraordinário. Poucos
-A minha mãe é um rochedo
Suscita profundQ interesse e há algures uma Rua Anne frank. O
-Deves revelar às pessoas que falaste com elas. Faz alguma
BLOEME EVERS-EMDEN
O seu encontro com Anne e Margót remonta ao liceu
Alemanha eo destino dos judeus naquele país. Quando eclodiu a
Enviaram-nos para um edifício do Mauristskade e depois
As minhas primeiras relações com Margot e Anne datam dessa
As duas irmãs davam a impressão de ser extremamente
Passámos a ver-nos com regularidade. De entre as minhas
Dispúnhamos mesmo de tempo livre. Somente os comboios das
Falávamos de campos de extermínio. sem dúvida. mas sem nos
Conservo oucas- recordações das horas intermináveis do
Produziam-se os dramas mais horríveis. Seres humanos
Os alemães pretendiam a desintegração da nossa personalidade
Estávamos amontoadas em grupos de dez num beliche. Já não me
As discussões tinham com frequência a alimentacão como
Os laços tecidos entre =irmãs¦ e Hmães¦ eram consolidados elo
Os nazis tinham o domínio total do nosso corpo. Podiam
Fazíamos longos turnos de serviço durante a noite. em que
Um dia em que me encontrava de pé para a chamada. Lenie
As tentativas para nos reduzir a meros números abortaram. Eu
Os SS impunham-nos um novo comportamento. mas as suas
Continuávamos a trabalhar na f¦ ¦¦ ic
Conservo a recordação exacta do meu último encontro com a
Todos os conflitos que podemos deduzir da leitura do Diário
As mais vefhas. Nettie e Lydia. eram as nossas mães de
Outro exempfo de solidariedade: Anita não tinha sapatos
A evocação da Libertação continua a ser um iialo luminoso. Na
Trabalhámos c:ebaixo de trombas de água até à Libertação
Registou-se um movimento no posto de guarda à entrada. A
Foi o dia mais belo da min¦a vida. A sensação de aiegria que
Calcámos com os pés os montes de areia depositados contra as
Não me percorre o menor sentimento d¦ culpa- bilidade. mas não
parte de nós. Considero isso uma casualidade. uma situaçáo
LENIE DE iIONG¦¦A¦ ¦T¦¦RDEN
Não tínhamos o direito de nos dirigir ao Registo Civil. O
10 - Aiine Frank [145]
Vivemos lá vários meses. na expectativa de uma mensagem da
C'l¦ô)
- Tomem o que desejarem: chá ou café - convidou ele
Era horríval verificar que nenhuma mão amiga se estendia para
Encontrei-me aí ¦¦i¦ ¦; ¦¦"~;l;¦ ; ;ank pela p¦imeira vez. O
Sabíamos que acabaríamos por partir num dos comboios núo
Os nomes toram anunciados na véspera. A Sr¦ Frank chorava e
Dirigimo-nos para o interminável comboio de manhã muito cedo
Homens dos SS com cães estapostados na plataforma de embarque
Tinham espalhado palha no sobrado. Ouando o ¦agão se encheu -
A Sr.^ Frank conseguira subtrair um fato-macaco e descosia a
Decerto supunha que assim os alemães não veriam que eram
Não obstante. aquilo infundia-Ihe coragem; sempre fazia alguma
Conservámo-nos assim encerrados dois dias e duas noites. Não
Uma noite. o comboio começou a abrandar a marcha. Por fim. as
Dirigimo-nos para Mengele e soou o veredicto: aPara a
-Que é aquilo lá adiante?
- Nada que Ihe interesse - foi a resposta evasiva. - Vocês vão
Depois. raparam-nos o cabelo ea região púbica. Consegui ficar
Esta longa tortura foi poupada à minha família. gaseada
As mães travavam uma luta terrível para conservar os filhos
Sobrevivêramos mais uma vez à selecção de Mengele. Nettie
Atravessámos a Silésia nevada. Mulheres alemãs aguardavam-nos
As holandesas não eram as únicas que tinham sido escolhidas
Sabíamos que a guerra se aproximava do fim. Uma chefe de bloco
Não precisarão de marchar na neve. como as pessoas que fogem
Estávamos isoladas. sem rádio. e ninguém nos intormava de
Não fomos além do arame farpado. Os primeiros russos chegaram
As holandesas não tinham a menor noção da organização. No dia
A libertação do campo desenrolou-se de forma assaz inesperada
Bélgica. Um agente da polícia disse-Ihes:
- Vamos partir para Teterigen. com um pequeno grupo. Le¦vo-os
O nosso grupo conservou-se unido até Masstricht. Um transporte
RON
NIE GOLDSTEI'¦i -V ¦N CLEEF
Ronnie 5 uma mulher extraordinária. A sua narrarotundamente. A
Conheceu a familia Frank em ¦esterbork ep¦rtiu para Auschwitz
Descendo de uma famílía liberal de Haia: ¦¦ O meu p
Tudo nos im¦elia a a9¦r
Resistência I e¦ ex¦rcia nizámns nossa própria rede:
Ronnie 5 uma mulher extraordinária. A sua narrativa marcou-me
Participou activamente na Resistência desde o principio. O
Conheceu a familia Frank em ¦Yesterbork e partiu para
Auschwitz no último comboio de 3 de Setembro de 1944
Descendo de uma família judia liberal de Haia: ~ O meu pai
Fabricávamos bilhetes de identidade falsos. Após as rusgas de
Fui denunciada em Junho de 1944. Era seguida por elementos do
- Podes ajudar-me? - implorou com voz trémula. - O nosso
- Voltamos a encontrar-nos amanhã à noite;ndiquei.-Nessa
-Não compreendo o que pretendetn de mim. Sou judia e procuro
Partimos para Westerbork de com¦oio. Entre
Mandaram-me trabalhar na Iimpeza das baterias. A comida podia
Qequena Ioja. Davam-nos dinheiro que só circulava no campo
Conheci a família Frank em Westerbork. Fiquei surpreendida
Os Frank achavam-se muito deprimidos. Tinham acalentado a
Chegavam regularmente comboios de Amesterdão e às vezes
Estávamos horrivelmente nervosos. Inteiráramo-nos. através dos
Bergen-Befsen." Supúnhamos que era esse o campo mais próximo
A família Frank partiu no mesmo comboio que eu. Impeliram-nos
Saímos de lá completamente despida5. 0ecorria
Birkenau. A caserna achava-se equipada com beliches de vários
Depois. fomos submetidos à selecção. Um gesto
Muiheres polacas tatuaram-nos números de matrícula nos braços
KEvitem beber água para não apanharem o tifo.r
Havia deportadas que se lançavam sobre a vedação
Procederam a uma selecção e Anne e Margot ficaram na minha
Nos primeiros tempos. não sabíamos nada de Mengele. Não o
Um dia. incluiu na lista uma moça muito jovem e ticámos
Durante o período em que Anne. Margot e eu estivemos
Acabámos por nos tornar assaz hábeis. Se traziam uma panela
A Sr.¦ Frank procedia do mesmo modo. Ouando estávamos mais
Permaneci horas de pé e por várias vezes julguei que perderia
Eu p¦rtilhava um catre estreito com a Srá Frank. no qual nos
Notámos um objecto duro na nossa enxerga <Fe aalha e
Era odioso abandonarem os cadáveres até os levarem em
As irmãs Frank assi5tiram aos mesmos horro
)2 - ¦rme Frank ( T i 7 ¦
Anne e Margot tinham contraído sarna. Suponho que haviam
Eu tinha a convícção de que nos encontrávamos num lugar que
Arrancámos pequenos pedaços e uma linha do co5ertor e
Atrás das montanhas. até ao apito
Fomos libertadas a 8 de Maio. Vimos as chefes do bloco partir
- Saiam! - gritaram-nos. - Não têm nada que continuar aqui !
- Estão livres! - exclamavam outros. - Vêm aí os russos!
A notícia provocou-nos profunda agitação e saltámos-Ihes
Abandnnámos o campo a 18 de Maio. sem sabermos que rumo
Quando chegámos à fronteira checa. tivemos possibili¦ade de
Explicaram-nos que o regresso aos Países Baixos já não fazia o
Bezuidenhout tinha sido bombardeadlo. A minha mãe não vivia
A recepção nos Países Baixos foi maravilhosa. Num convento em
-Já não tenho tifo! Vou vestir-me e viajar com elas!
Uma amiga que trabalhava no estúdio FIFO e fazia parte da
-Vou ao número 9 da Rua Van Vloeten
Tive de me esforçar quase até ao desespero para os convencer
-Volto. mas não sei se ainda está de pé
Indiquei o endereço e aconselharam-me a procurar o número 4 da
IVum caminho de cinza em que os seus passos Se arrastavam para
ORIGEM DAS FOTOGRAFIAS
2 - Colecção de Jan Wiegel
3 - Colecção de Hannah Pick-Goslar
4 - Colecção de Anne Frank Stichting
5-Colecção de Hannah Pick-Goslar. 6 - Colecção de Hannah
8 - Colecção de Janny Brandes-Brilleslijper. 9 - Colecção de
Rachel Van Amerongen-Frankfoorder 10 - Colecção de Bloeme
11- Colecção de Ronnie Golstein-Van Cleef. t2 - Colecção de
Lenie de Jong-Van Naarden. f3-Rijkinstituut Van
Oorlogsdocumentatie. 14 - Rijkinstituut Van
Oorlogsdocumentatie. t5 - Colecção de Miep Geis
16 - Rìjkinstituut Van Oorlogsdocumentatie
18-Rijkinstituut Van Oorlogsdocumentatie
POROUE ESTE LIVRO?
INTRODUÇæO
RESUMO HISTóRICO
JANNY BRANDES-BRILLESLIJPER . 61 RACHEL VAN
AMERONGEN-FRANKFOORDER.. ... 103 BLOEME EVERS-EMDEN
LENIE DE JONG-VAN NAARDEN . . 143 RONNIE GOLDSTEIN-VAN CLEEF
. . 163 ORIGEM DAS FOTOGRAFIAS
OFICINAS GRåFICAS DE LIVROS
DO BRASIL
LISBOA
Por MICHEL ALBERT
Após a derrocada do comunismo - aliás consequência natural da
0 of .
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The Last Seven Months of Anne Frank

The Last Seven Months of Anne Frank

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