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Inacio de Passos - Moçambique: A Escalada do Terror

Inacio de Passos - Moçambique: A Escalada do Terror

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Inacio de Passos - Moçambique: A Escalada do Terror
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04/17/2013

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Edição de 1977
 
INDICEUma explicação …............ .................................................................. 7
 —Os «Pravdas» de Moçambique …................. 91. Uma redacção em efervescência …..................................................132. Dois heróis do jornalismo …........................................................... 163. Moçambique com a Frelimo …....................................................... 204. Um estranho Fremilista .................................................................. 245. O ódio de jornalista aos portugueses ............................................. 266. Um pequeno drama na Beira ......................................................... 297. O trágico epílogo do 7 de Setembro …........................................... 338. Êxodo: Rescaldo do medo ............................................................... 36
—Um Moçambique a destruir …..................... 439. A Geraldina Francesa e as contradições de Samora..................... 4510. dupla personalidade do Presidente ............................................. 5111. Eu, inimigo camuflado .................................................................. 56
1
 
12. Num clima de terror ….................................................................. 6313. Nenhum fica o jornalismo reaccionário ...................................... 67
—O Apocalipse Moçambicano …................... 7314. Moçambique forte para a guerra? .............................................. 7515. O caos económico ......................................................................... 8016. As nacionalizações …..................................................................... 8417. Saque aos bens dos portugueses ................................................... 9118. Onde se encontram as garantias? ................................................ 9519. O marchismo Machelismo ............................................................ 9820. O preço da liberdade .....................................................................103
 —A derrocada do Machelismo ............................10721. O povo Moçambicano diz «não» à Frelimo .................................10922. A Frelimo em duas guerras ...........................................................11423. A Rádio África livre .......................................................................11924. A resistência:
 — 
vários nomes, a mesma luta ...........................................................12225. Outra forma de resistência interna ..............................................129
—O sanguinário estertor da Frelimo …............. 13326. Nos campos de reabilitação ......................................................... 13527. O que é a prostituição ...................................................................14128. O assassinato do polícia Graça Diniz ..........................................14529. Portugal não foi ludibriado ......................................................... 148SEXTA PARTE
 — 
As opções da independência ................................15530. Recurso às armas: — Depoimento de Uria Simango .......................................................15731. General Spínola:Independência com referendum ....................................................... 16332. Otelo Saraiva de Carvalho:A necessária confissão ….....................................................................16733. Keneth Kaunda:Moçambique, comunidade de cultura lusa .......................................17034. Plano de Lusaka:Caminho para a paz ............................................................................17635. Plano de Lusaka:O bem-estar dos portugueses ….........................................................17936. Dr. Almeida Santos:Estado Federal «União Portuguesa» ….............................................183
2
 
37.
:Eu e o traidor Marrão ........................................................................187
 
UMA EXPLICAÇÃOA escalada do terror em Moçambique teve a conivência da Imprensa desde aprimeira hora, ainda antes da independência do país. Familiarizei-me com essacerteza e o primeiro título dado a esta reportagem foi «OS PRAVDAS DEMOÇAMBIQUE» — devido ao facto dos jornais moçambicanos, dominadospelo Governo de Transição, e depois pelo definitivo, se assemelharem, no espíritoe tendências, ao «PRAVDA» moscovita optando, a seguir, por «AESCALADA DO TERROR». Mesmo assim, tornava-se necessário descrever,pois era o factor dominante de grande parte das situações, o ambiente dasRedacções moçambicanas, retratando, com a maior nitidez, o estado psicológicodos jornalistas portugueses que preenchiam os quadros redactoriais. Coloqueiem foco o «Notícias da Beira» por me encontrar mais intimamente ligado a este jornal, mas todas as minhas afirmações podem ser alargadas pelo leitor aosrestantes órgãos da comunicação social moçambicana, por todos eles se regerempela mesma batuta.Descrevendo o estado psicológico de cada um destesprofissionais de Imprensanão tento, nem desejaria tentar, dar uma possibilidade de busca de atenuantesao seu comportamento, mas sim, desmistificá-lo. Os crimes por eles cometidos — e por cada um individualmente — continuam crimes, por mais justificações quetentemos encontrar na ideologia marxista-leninista em que basearamtropegamente os seus actos. Essa é a razão por que dedico todas as páginas daPrimeira Parte deste volume ao ambiente redactorial moçambicano, comoprólogo à verdadeira Reportagem sobre alguns dos principais acontecimentosque ensombraram Moçambique, transformando a antiga colónia portuguesa doIndico numa verdadeira pátria de terror.Queria, porém, salientar que toda a actividade da Imprensa moçambicana foidirigida à distância por alguns membros da Frelimo, os mesmos que, cuidadosae trabalhosamente, foram moldando as ideias de Samora Machel — inicialmenteapolítico — pelas matrizes moscovitas. E a actividade foi-lhes fácil.Bastou-lhes colocar nas direcções dos jornais homens obedientes a Moscovo epreencher os quadros redactoriais com jornalistas imaturos, ou veteranosoportunistas, afastando tacitamente quantos podiam, de qualquer modo,
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