Dr. Craig responde:
Tendo falado duas vezes na LSU, eu fiquei surpreso com a atmosfera de descrença quecaracteriza a comunidade universitária lá. Isso te dá a oportunidade de ser uma luz aindamais brilhante nas trevas.Eu escolhi a sua questão nessa semana, John, porque eu acho que é uma que muitos cristãosenfrentam. Nem todos temos o tempo para se tornar apologistas habilidosos, mas nos
encontramos em situações em que somos chamados a dar “a razão da esperança que há emnós” (I Pedro 3:15). O que devemos fazer?
Uma coisa fácil que todos nós podemos fazer é fazer perguntas. Greg Koukl recomenda quefaçamos duas perguntas aos descrentes:1.
O que você quer dizer com isso?2.
Que razões você tem para pensar assim?É impressionante como essas duas perguntas apaziguadoramente simples podem deixar aspessoas bem enroladas! Por exemplo, pergunte ao descrente o que ele quer dizer quandoele afirma não acreditar em Deus
—
ele é um ateu ou um agnóstico? (Esteja preparado paraexplicar a diferença a ele!) Seja qual for sua resposta, pergunte-
lhe, “Que razões v
ocê tem
para pensar isso?” Muitas pessoas nem mesmo entendem o que elas querem dizer com suas
afirmações, e provavelmente a maioria não tem boas razões para elas. Quando você fazperguntas, você não está fazendo nenhuma afirmação, e assim não precisa provar nada.Deixe que os descrentes carreguem o ônus da prova das suas declarações.Uma segunda coisa que você pode fazer é direcionar o descrente para algum recurso
literário. Você nem precisa ter muito cérebro para dizer a alguém, “Você já viu o
? Antes de dizer que não há teístas inteligentes e que não há
Tradução nossa:
1
Compêndio Blackwell de Teologia Natural.
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