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J
SEMANÁRIO GRATUITO
ANO I • N.º 14 •
21 Outubro 2010
Director: Vlademiro MarçalPropriedade: Medi@Capital, SAAproveitar enquanto é tempoSem tirar nem pôr
U
ma nova visão e um novomodelo judicial são as li-nhas força defendidas pelolíder do MpD em convençãoque reuniu especialistas. De-nunciando graves violaçõesdos direitos, liberdades egarantias dos cidadãos, CarlosVeiga alertou também para osproblemas da insegurança queafastam o investimento e de-senvolvimento económicos.
Pág. 9
Depois de chupar o INPS (as pensões dos trabalhadores cabo-verdianos) para acudir aodescalabro da Electra, que continua a brindar com sucessivos e prolongados apagões, oGoverno achou outra mina: a Imobiliária, Fundiária e Habitat – a IFH. Obriga-a a participarno capital de um novo banco, o NBCV, e fá-la pagar as custas de uma participaçãomegalómana na Expo Shangai. Como se isto não bastasse, e aproveitando a onda despesista,administradores da IFH somam e somam, sem rei nem roque, gastos não justificados.Consequência deste fartar vilanagem: a IFH acumula resultados negativos.
Pág. 13
Vaca gorda dá de mamar ao Governo
IFH alimenta 
manias de grandeza 
Mais doisna reforma e a acumular
São mais dois tocados pela epidemia: opresidente da Câmara Municipal deSanta Catarina do Fogo, AqueleuAmado, e o cunhado de Pedro Pires,Miguel António Lima, passaram àreforma. Ficam a receber a dobro doque ganhavam, mais alcavalas dafunção, continuam nos seus postos. Étudo dentro da lei. Mas quando secomeça a analisar caso a caso, desco-brem-se pormenores que cheiram aesturro.
Pág. 5
 Mesti muda 
na Justiça 
P
erseguições da Administração aoscríticos da sua gestão provocam o caosda TACV: comandantes são dispensados,apesar de serem cancelados voos por faltadeles - só no dia 15 de Outubro, foram can-celados 12 voos internos. Liderada peloirmão de José Maria Neves, a transportado-ra aérea colapsa. Solidários com os dispen-sados, outros comandantes aplicam a lei àrisca: fazem greve de zelo. O avião TACVentrou em desgoverno e, um dia destes,Tony Neves vai ter de saltar de paraquedas.
Pág. 8
O que por aí vai
TACV em rota de colisão
INTERBASE:estaca zero
Isto vimos
Geraldo Almeida despeja o saco
O conhecido jurista fartou-se dos combalachos dos boys: ele próprio vítima dasgolpaças que têm envolvido os concursos, resolveu desmontar as falcatruas –vencedores alterados por “ordens superiores”, abertura de envelopes sem a presençados concorrentes. É o vale tudo para beneficiar “camaradas”: a falta detransparência como regra, o nepotismo como preceito
Páginas centrais
Camaradasmanipulamos concursos públicos
De promessa em promessa, dealdrabice em aldrabice: JoséMaria Neves é incansável.Aquando da destruição daINTERBASE, anunciou que tudoestava resolvido em três meses.Dois anos depois, o responsávelda tutela diz que a empresaresponsável pela obra faliu. Evolta tudo à estaca zero
Pág. 12
Na rota dos dias
 Agitação na polícia 
“Uma aberração”: é assim que espe-cialistas definem o diploma doGoverno que regulamenta a organiza-ção policial. Sindicatos apostam naimpugnação judicial do Estatuto daPN. Na Guarda Fiscal e PolíciaMarítima grassa a indignação.
Pág. 3
 
2
Já 
Quinta-feira 21 Outubro 2010
Já 
SEMANÁRIO GRATUITO
Administração e Redação:
Largo Eusébio da Silva Ferreira,Achada de Santo António, Cidade da Praia,Ilha de Santiago, Cabo Verde C.P. 669
Telefone:
(00238) 2623817
E-mail:
semanarioja@gmail.com
Propriedade:
Medi@capital, SA
Director:
Vlademiro Marçal
Design e Paginação:
Medi@capital, SA
Impressão:
Grafedisport SA
Tiragem:
20.000 exemplares
editorial
VlademiroOsvaldo Marçal
 A embaixadora de José Maria Neves
O
papel de um diplomata de carreira, em nome do País que anomeia, é a representação institucional do seu Estado,independentemente dos diferentes credos religiosos,ideologias políticas ou diferenças raciais que possam existir no seioda sua nação. Quando acreditado num País estrangeiro, umEmbaixador tem o dever de se comportar de forma isenta eequidistante entre as diferentes forças políticas em presença:representa o Estado e não o partido do Governo do País que onomeou.Infelizmente, para Portugal e para Cabo Verde, essa não é arealidade da Embaixadora Graça Anderson Guimarães. Nomeadapelo Governo socialista de José Sócrates, a Embaixadora comporta-se como enviada do Partido Socialista Português e apenas isso. Eisto, segundo os preceitos da Convenção de Viena, que regula asrelações diplomáticas entre Estados, significa:1- Graça Guimarães não exerce o cargo de forma isenta eindependente. Transformou-se em aliada política de JMN.Interfere em vésperas das eleições na campanha eleitoral que oGoverno desenvolve com o dinheiro dos contribuintes,vergonhosa deturpação das regras de uma democracia saudável:com isso, desrespeita os pergaminhos da boa diplomaciaportuguesa. Esse é problema que Portugal tem que resolver.Segundo a Convenção de Viena, a isto se chama ingerência nosassuntos internos de outro Estado.2- Quando interfere em Cabo Verde, de forma parcial, a favor dedeterminado partido político, deturpa o seu papel diplomático e asua suposta isenção, e então esse é um problema doscabo-verdianos. JMN passou longos anos a, demagogicamente,acusar Carlos Veiga de ter vendido o País aos portugueses; agoracomporta-se como traidor à pátria, colocando-se sob alçada dasmigalhas que recebe dos aliados políticos portugueses, através dasua emissária em Cabo Verde. Numa situação normal, a istochama-se neo-colonialismo.Há cerca de um mês, JMN inaugurou mini-hídrica com o dinheirorecebido do Governo de Sócrates. Apesar da matreirice de o fazerem véspera das eleições, para tentar encobrir o muito que não fez aolongo de dez anos, tinha a seu lado a “enviada” de Sócrates,Embaixadora de Portugal. Aintervenção que ouvimos, ao contráriodo que seria de esperar, foi a de inflamada apoiante de JMN, sem asreservas e distâncias que o seu cargo impõe. Graça Guimarãesestava mais ferrenha e devota do que a grande maioria dos militantesai presentes. Uma Embaixadora experiente que exerce o cargo comseriedade nem teria participado na cerimónia, enviando em suasubstituição um Adido para a cooperação, evitando conflitos deinteresses.Nos últimos dias, o MpD lançou uma campanha de outdoors ondepergunta: onde estão os 150 mil computadores que Sócratesprometeu há dois anos e José Maria não se cansa de anunciar. Atéaqui tudo normal. O que é anormal é a Embaixadora, após estesoutdoors, se ter apressado a desbloquear algumas migalhas decomputadores, disso se vangloriando.
I
 As cartas destinadas a esta secção devem indicar o nome e a morada do autor,bem como um número telefónico de contacto.O
 Já 
reserva-se o direito de seleccionar e, eventualmente, reduzir os textos não solicitados,nem se prestará informação postal sobre eles.
marco do correio
Electra envergonha cabo-verdianos
É uma autêntica VERGONHAaquiloque nós assistimos ontem (nodomingo) no gimno desportivo VáváDuarte. Até a sua Exa. Sr. Presidenteda República, Pedro Pires, que estavapresente, não deve ter contido essesentimento.Numa cidade capital de um país que,alguns apregoam aos quatros ventos,como sendo um país emtransformação, utilizando fraseslíricas e sobredoseadas de marketingpropagandística, do tipo "Como ébom assistir Cabo Verde a ganhar".Ora isso, a ser verdade, seria motivode supremo regozijo e orgulho paratodos nós, cidadãos cabo-verdianos,que amamos este arquipélago.Contudo, para o mal dos nossospecados, isto não passa de uma meramiragem, de quem nos quer tapar osol com a peneira. Felizmente, nós ospraienses não somos idiotas, hámuito que aprendemos quedesenvolvimento não rima comdesemprego e ESCURIDÃO.É precisamente sobre este últimoaspecto que queria registar aqui onosso protesto e indignação e aindadeixar um recado à Sra. Ministra deEnergia e Turismo que, nós cidadãospraienses, estamos fartos depromessas e mais promessas sobre aresolução do problema de energiaeléctrica aqui na nossa cidade e quenão venham com tretas do tipo "é umproblema complexo, estrutural, queestamos a ou que vamos etc, etc. Nósexigimos uma SOLUÇÃO JÁ (entraministro sai ministro e o problemapersiste, já lá vão 10 anos).BASTA!!! Se há dinheiro paraestradas, aeroportos e outras infra-estruturas então que haja também e jápara resolver o problema da energiaeléctrica. Não podemos continuar notempo das cavernas, o fogo foidescoberto há largos milhares deanos e nós praienses continuamosainda a tentar descobrir a LUZ.Voltando ao episódio do gimnodesportivo, perguntamos qual é aimagem que o Eusébio e a comitivado Benfica vão levar do nosso País?Pois que pela sua capital se vê oPaís. Então os gajos dizem que estãono patamar no desenvolvimentomédio e nem sequer têm um bembásico: LUZ!!! E mais, (isto já paraquem de direito responder) nem umgerador de emergência para evitar asituação do black-out no pavilhão?Meu Deus, isto é grave!!! Coitado denós, benfiquistas ferrenhos, quemesmo com o "cau mau" pagamos osnossos "suados" 600$00 para vermosos nossos ídolos a daremespectáculo!!! Coitado, também doRodrigo Mascarenhas e da suaempresa R.I. Sports, que malcomeçou a funcionar, vêm o seuprimeiro grande evento a sermanchado pela Electra. Já agoraamigo Rodrigo, como cabo-verdiano,devias saber em que país estamos eacautelar do RISCO chamadoELECTRA/MINISTÉRIO DEENERGIA.
 MikinhasPraia
 A verdade sobre Betina 
Sou prima da vítima. O quetenho a dizer é o seguinte:Betina não sofria deperturbações mentais como sediz por aí. Ela, simplesmente,apresentava sintomas dedepressão no último mês, evinha à Praia para tratamento(a pedido do filho ao médicolocal). Este sim, deveria contarà família, antes da viagem, oque estava a passar e como"agasalhar" a Betina durante aviagem. Consta que o filhoque viajava junto solicitou umcamarote, alegando quepagava o que for preciso poisa mãe não se sentia bem, e foi-lhe respondido que "este barconão dispõe de camarotes".Acho que a comunicaçãosocial deveria "investigar"melhor, principalmente juntodos familiares, antes devincular qualquer informação,e não "desinformar" o que sehouve por aí. REPITO: ABETINANÃO SOFRIADEPERTURBAÇÕESMENTAIS. Senão, como é quetrabalhava na CM da Brava?Criou 5 filhos Homens,sozinha, inclusive 2 delesestão a fazer o curso superiorem Portugal sendo que 1terminou recentemente o cursode engenharia de construçãocivil. Construiu a casa defamília sozinha? Uma pessoacom perturbações mentaisconsegue fazer tudo isso???De referir que neste país nãotemos respeito pelas pessoas.Depois de acontecer vêm dizer"se me tivessem avisado,etc..." mas quando o filhopediu camarote para colocar amãe ninguém sedisponibilizou, e limitaramsomente a dizer que não há,sem se preocupar em saber dasituação. Outrossim, é precisosaber (já que o filho não estáem condições de esclarecer)que ela não caiu enquanto osfamiliares dormiam, como sediz por aí, pois quandolevantou-se a caminho (é claroque não poderia adivinhar queiria cair) o filho veio atrásdela. Quando saltou, estavacerca de 4 passos do filho quecorreu para assegurá-la massem sucesso.Acho que o médico tem a suaparte de culpa por não teravisado a família comodeveriam viajar com ela; equem disse que o barco nãotem camarote devia comunicaro capitão, pelo menos, odesfecho seria diferente, e asautoridades competentes sefizessem diligências no sentidode tentar localizar o corpo, nomomento em que foramcomunicados (10h), pois sódeslocaram às 15h30 echegaram ao local à noite, porvolta das 20h, quaseimpossível a localização. Nodia seguinte é mais difícillocalizar qualquer corpo porcausa da correnteza.Este é o país que temos,infelizmente, o respeito pelaspessoas deixa muito a desejar!Quem sofre com a perda deum ente querido é que sabe oque sente. Enfim, Deus queperdoe a Betina e dê umdescanso eterno à sua alma.
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Já 
Quinta-feira 21 Outubro 2010
3
na rota dos dias
Faltam meios para combater poluição
N
a zona da ONAVE estão bar-cos velhos abandonados quederramam óleo e poluem a Baía doPorto Grande. Entre eles, o cascovelho do Djenny, no antigo esta-leiro naval. ACapitania dos Portosnão pode intervir nos estaleiros paramandar remover os barcos - nãotem autoridade. Quanto ao óleo der-ramado pelas embarcações é o quese sabe: as autoridades marítimasnão têm meios para a limpeza docrude na Baía.Isso ficou provado aquando de der-rame na ENACOL, no início doano 2000. Mesmo que a Capitaniaatue sobre os donos dos barcospoluentes, para que façam a lim-peza do óleo derramado, tal não épossível por não existirem na ilhaequipamentos para essa limpeza. Acarência de meios vem contra todaa conversa sobre proteção ambien-tal da Baía do Porto Grande quepertence ao restrito clube das“Baías mais belas do Mundo”.Asituação não é de hoje. Há algumtempo, a obra no cais acostávelprovocou derrame de crude durantevárias semanas, sem que fosse pos-sível limpar ou travar a mancha deóleo.Asorte é que os derrames têm sidode pequenas quantidades. Parafontes ouvidas por
 Já
, “no dia emque houver derrame de grandesquantidades assistiremos a desastreambiental terrível para a Baia”,porque só as petrolíferas dispõemde meios para controlar o óleo der-ramado das suas instalações, comofez a ENACOL.
Barcos velhos
Os barcos velhos são problemabicudo de resolver. Os traficantesde droga deram ajuda, quandocomeçaram a comprar sucata dosbarcos encalhados no Mindelo,depois apreendida com cocaína noPorto da Praia.O atual Instituto Marítimo ePortuário gastou milhares de contospara limpar a Baia dos cascos dosnavios. Depois surgiram novos bar-cos abandonados, alguns arrastadospela corrente até à zona da Galé eos donos não têm dinheiro para osremover. Por isso, de nada vale aCapitania multar….
Derrames na Baía de Porto Grande
A poluição espalha-se pela Baía do Porto Grande: barcosabandonados, óleo derramado. E nada a fazer: não hámeios para combater a poluição. É grave a situação em S.Vicente
Governo desconsidera Guarda Fiscal e Polícia Marítima 
Estatuto da PN pode ser
impugnado
A
Polícia de Ordem Pública(POP), a Guarda Fiscal (GF),a Polícia Marítima (PM) e aPolícia Florestal (PF), ao abrigo dodiploma publicado no Boletim Oficial,passaram a integrar o novo modelo deorganização policial. Mas este diploma– que, segundo o Governo de José Ma-ria Neves, visa o “reforço da capaci-dade operacional e da racionalizaçãodos meios materiais e humanos” - é jáconsiderado improcedente.Para os especialistas, a ideia é umaaberração. “Temos uma organizaçãopolicial que não responde às novasameaças à segurança”, sublinha um ofi-cial da PN visivelmente desapontado.
Guarda Fiscal, parentemais pobre da PN
“Fomos apanhados de surpresa. OGoverno ultrajou os agentes da GF.Foi-nos negada a condição policial”,referiu o presidente da AssociaçãoSocioprofissional do Pessoal Policialda Guarda Fiscal (ASPP-GF), JoãoJosé Monteiro Barros.AGF é, segundo o sindicalista, o pa-rente mais pobre do sistema policialcabo-verdiano. “Estávamos muitomelhor com o nosso regime jurídicodo que com o Estatuto”, garante JoãoBarros, que admite a hipótese deimpugnarem o diploma.“No seio da GF, o descontentamento égeneralizado, sobretudo entre os maisantigos, que viram os seus sonhosprofissionais e pessoais adiados” -assevera Barros: o Estatuto foi conce-bido para servir os interesses corpora-tivos da POP, principalmente os dosoficiais.O que foi negado à GF é, justamente, osubsídio de risco, o que, na perspetivado presidente da ASPP-GF, denotainsensibilidade e desconhecimento doGoverno perante os riscos a que osagentes estão sujeitos: “enquantogarante da luta contra a fraude e eva-são fiscal, qualquer agente está expos-to a riscos de vária ordem, desde osfísicos aos de saúde”.
Promoções da PM sematualização salarial
Na PM também grassa descontenta-mento. “As palavras-chave para de-finir o Estatuto são discriminação eviolação do princí-pio de igualdade,consagrado na Cons-tituição”, interpretafonte conhecedorada legislação maríti-ma.“Por ironia ou não,mais uma vez o Go-verno dá uma prendaantecipada de Natal.Os agentes acabaramde sofrer um duro golpe com este Es-tatuto”, desabafa o nosso interlocutor,recordando a promoção dos agentes de2ª para 1ª classe, em Novembro de2007, que, desde então, não viramatualizados os seus vencimentos.Asituação, segundo
 Já
apurou, é obje-to de uma ação judicial: o processoestá a correr os seus trâmites no Su-premo Tribunal de Justiça e o acórdãopode sair a todo o momento.
Emolumentos e ajudasde custo
Relativamente aos subsídios da con-dição policial e de risco, a nossa fonteé perentória: “não se percebe o porquêde aos agentes da POPserem atribuí-dos subsídios, permitido que sejamacumuláveis com outras remunera-ções, e à GF e PM sejam literalmentenegados”.Os emolumentos e ajudas de custoauferidos pela GF e da PM são, à se-melhança dos da POP, serviços remu-nerados prestados aterceiros, não supor-tados pelo Orçamen-to do Estado - só serecebem medianteprestação de umserviço.“Todos os agentespoliciais se confron-tam com situaçõesde risco. Negar-lheso subsídio é uma fa-lácia e desconhecimento total da reali-dade operativa destas duas forças” -comenta um agente da PM que exortao Governo a rever a sua posição.
O Estatuto da Polícia Nacional (PN) e o Regulamento Disciplinar já foram publicados noBoletim Oficial. Esperou 5 anos - desde que a PN foi criada, em Novembro de 2005 - mas jáindigna os agentes
“Todos os agentespoliciais se confrontamcom situações de risco.Negar-lhes o subsídio éuma falácia edesconhecimento total darealidade operativa destasduas forças”

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