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Trabalho sobre Inquérito Policial

Trabalho sobre Inquérito Policial

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FACULDADE IESPLAN
Welrika Beatriz
Inquérito Policial
Brasília, 7 de outubro de 2008.
 
INQUÉRITO POLICIAL
 O Inquérito Policial trata-se de um procedimento preliminar, extrajudicial epreparatório para a ação penal, sendo por isso considerado como a primeira fase da
 persecutio criminis
. Podemos definir o Inquérito Policial como um procedimentoadministrativo e informativo, presidido por um Delegado de Polícia de carreira, quepossui suas peculiaridades (sigiloso, inquisitivo e escrito).O Inquérito Policial apresenta definição em lei própria. O art. 42 da Lei n°2.033 de 20/09/1871, regulamentada pelo Decreto-Lei n° 4.824 de 28/11/1871,dispunha: ³O Inquérito Policial consiste em todas as diligências necessárias para odescobrimento dos fatos criminosos, de suas circunstâncias e de seus autores ecúmplices, devendo ser reduzido a instrumento escrito´.Para Fernando Capez, o inquérito policial ³é o conjunto de diligênciasrealizadas pela polícia judiciária para a apuração de uma infração penal e de suaautoria, a fim de que o titular da Ação Penal possa ingressar em juízo (CPP, art. 4°),ainda apresenta como destinatário mediato do inquérito policial o Juiz, que,mediante a análise deste, receberá a peça inicial e formará seu convencimentoquanto a necessidade de decretação de medidas cautelares. Tal entendimentoencontra acolhida no preceituado no artigo 12 do CPP. Trata-se de procedimentopersecutório de caráter administrativo instaurado pela Autoridade Policial´. Énecessário mencionar que o inquérito policial é um procedimento e não processo,donde ser inaplicável àquele todos os princípios processuais, inclusive ocontraditório. Isso é feito, pois, se assim não fosse, a atividade policial restariaconfusa e truncada, correspondendo a verdadeira prestação jurisdicional talatividade.Julio Fabbrini Mirabete conceitua o Inquérito Policial como ³uma instruçãoprovisória, preparatória, informativa, em que se colhe elementos por vezes difíceisde obter na instrução judiciária, como auto de flagrante, exames periciais etc.´
 
Inquérito- significa andar sempre em busca (assim é um procedimento quebusca o esclarecimento de um fato aparentemente criminoso)
 
Polícia- significa ³governo da cidade´, ou seja, a ação do governo p/ manter aordem pública. Não são órgãos, mas atividades.Polícia divide-se em 2 ramos:
 
Polícia Administrativa (Art. 144, CF):
é aquela que atua com o fim degarantir o pleno agir da Administração, mediante limitações a bens jurídicosindividuais. Como exemplo, temos as Polícias Rodoviária e Ferroviária Federais,previstas no art.144, §§2º e 3º da Carta Magna, além da Polícia aduaneira.Propriamente dita (relativa à organização de sua estrutura, criação dedepartamentos, Ex. DETRAN, etc.)Preventiva: atua independente de autorização judicial, posto que talcondicionamento, sem dúvida, tolheria o seu fim precípuo, a manutenção da ordem jurídica. (evitando ou impedindo a prática de crimes - há polícia ostensiva, onde ficaa serviço da PM).
Polícia judiciária:
atua após a prática do crime procurando investigar suaprática, apuram esses fatos para que o titular da ação penal (Ministério Público e/ouo particular) possam ter o ambasamento inicial para ajuizar uma ação judicial contrao acusado (Art. 144, § 4º CF), Ex: Delegado de Polícia, Investigadores, Agentes, etc.Polícia Judiciária tem caráter repressivo, atuando quando os fatos que aPolícia de Segurança visava prevenir não puderam ser evitados, ou ainda, quando,sequer foram imaginados por esta, conforme nos ensina o atual Fernando Capez .Esta polícia visa, consequentemente, apurar a infração penal e sua respectivaautoria, fornecendo ao titular da ação elementos necessários para o intento da açãopenal ± fase primária da administração da Justiça Penal.Pelo fato da Constituição Federal atribuir a Polícia civil as funções da PolíciaJudiciária e apuração das infrações penais, costuma-se confundir a nomenclatura daPolícia Civil, chamando-a de Polícia Judiciária, o que se afigura apenas como umade suas funções.Mais ainda, tal confusão é até certo ponto prejudicial para o bomconhecimento da matéria, posto que a função de Polícia Judiciária pode ser exercidapelo Ministério Público da União, conforme artigo 8º da Lei Complementar n.º75/93. Analogamente dispõe o artigo 26 da lei federal n.º 8.625/93, pertinente aosMinistérios Públicos estaduais. A respeito, o Pretório Excelso já se posicionou majoritariamente sobre amatéria, cerne de acirrada polêmica, admitindo a atuação do
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em atividadesdiligenciais, o que, sem dúvida, faz parte da Polícia Judiciária,
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