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CAPASTUPID WHITE MEN – Uma nação de idiotasDo vencedor do Oscar e crítico nº 1 da Era BushMICHAEL MOORE
O livro do momento e best-seller em todo o mundo"Seu discurso é um ato de coragem e dignidade"Spike Lee, O Estado de São Paulo"Uma crítica demolidora"O Globo"Sátira Cândida, com fatos de estarrecer"Walnice Nogueira Galvão, Folha de S. Paulo
CONTRACAPA
Eleito Livro do Ano na Grã-Bretanha"Faço não-ficção em um país que numa eleição fictícia elegeu um presidentefictício que nos mandou para uma guerra fictícia. Tenha vergonha, Mr. Bush."Michael Moore, ao receber o Oscar de melhor documentário por Tiros em Columbine."Sou cidadão dos Estados Unidos da América. Nosso governo foi deposto.Nosso presidente eleito foi exilado. Homens brancos idosos, brandindo martinis eusando colarinhos postiços tomaram a capital de nossa nação. Estamos sitiados.Somos o Governo dos Estados Unidos no exílio [...] Então, quem é o homem queatualmente ocupa o número 1600 da avenida Pensilvânia? Vou lhes dizer quem: ele éGeorge W. Bush, 'presidente' dos Estados Unidos. O ladrão-chefe."Em Stupid White Men – Uma nação de idiotas, Michael Moore, o crítico maisimpiedoso e divertido da América de George W. Bush, faz uma sátira-provocação sem
 
precedentes sobre os Estados Unidos e a ignorância imperial da superpotência emrelação ao mundo que não gira ao redor de seu umbigo.
ORELHAS DO LIVRO
Recém-premiado em Cannes, m São Paulo e com o Oscar por Tiros emColumbine (2002), que trata de um massacre realizado por crianças numa escola,Michael Moore forma a linha de frente dos dissidentes norte-americanos, normalmenteraríssimos. Afora Noam Chomsky, Gore Vidal, Susan Sontag, Ralph Nader, quem jáouvira falar de mais algum? Agora, o movimento pacifista que condena a invasão doIraque multiplicou as vozes a se elevarem em protesto. Autor de vários livros e filmes, este gordo bonachão, de andar bamboleante e joelhos varos, que enverga invariavelmente um boné de beisebol com a aba sobre osóculos, é um praticante da desobediência civil. Até há pouco, nosso autor tinhaapenas dois alvos, o desemprego e a armamentismo; ultimamente arranjou mais um,o "presidente" George W. Bush, de cujo título jamais retira as aspas. Após as invectivas na cerimônia do Oscar e um clipe contra a guerra, eçe voltaa prometer chumbo grosso. Seu documentário mais recente rendeu quinze vezes oque custou, e os investidores se engalfinharam para financiar o novo projeto,Fahrenheit 9/11, sobre as conseqüências do atentado ao World Trade Center. MelGibson saiu vencedor da disputa com sua produtora, a Icon. A ser lançado antes daseleições presidenciais de 2004, o filme vai fazer campanha contra a reeleição de Bush.Stupid White Men – Uma nação de idiotas tem na mira as contravenções decolarinho-branco, contando logo de saída como se maquinou a falcatrua que levaria operdedor à presidência. Depois, dá-nos a radiografia de quem é quem na gangue quese apossou do governo dos Estados Unidos. Mostra como os direitos humanos sãoerodidos por um sistema que beneficia os milionários, enquanto mingua oatendimento à saúde e o desemprego avulta. Por seu turno, a instituição educacionalvem preparando mais incompetentes e semi-analfabetos, enquanto o racismo persistesob disfarces insidiosos. Uma visita aos bastidores da coleta seletiva do lixo revelacomo a reciclagem se destina a tapar os olhos da população, enquanto o ar e a águacontinuam a sofrer com a poluição permanente que, à falta proposital de medidas,engorda os lucros industriais. Os políticos não passam de uma caterva de asseclas daplutocracia; para compensar, assiste-se à proliferação das penitenciárias, negóciosinistramente em expansão. E ainda mais, muito mais: eis Michael Moore em suamelhor forma, esgrimindo com desassombro a arma que elegeu – o riso.Walnice Nogueira Galvão.O provocador cultural Michael Moore, norte-americano de 48 anos, édocumentarista, escritor e roteirista de TV. Entre seus filmes, destacam-se Roger andMe (1989), The Big One (1997) e o premiado Tires em Columbine (2002), todosdocumentários. Além de Stupid White Men – Uma nação de idiotas, Moore escreveuDownsize this! (1997) e Adventures in a TV Nation (1998). Para a televisãoamericana escreveu, dirigiu e apresentou os programas TV Nation e The Awful Truth.Outras obras do autor:DOWNSIZE THIS! ADVENTURES IN A TV NATION (COM KATHLEEN GLYNN)CARA, CADÊ MEU PAÍS?
 
MICHAEL MOORESTUPID WHITE MEN - UMA NAÇÃO DE IDIOTAS
Tradução de Laura Knapp, com Patricia De Cia e Ana Carolina de Carvalho Mesquita5ª ediçãoFRANCISTradução: Laura Knapp, com Patricia De Cia e Ana Carolina de Carvalho MesquitaPreparação: Mariana CoanRevisão: Marilena Vizentin, Camila Kintzel e Andréia MoroniServiços editoriais: Area DesignCapa: Vera Rosenthal / Estúdio W 11Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)Moore, MichaelStupid white men: uma nação de idiotas/ Michael Moore tradução de Laura Knapp,com Patricia De Cia e Ana Carolina de Carvalho Mesquita. -- São Paulo Francis, 2003.Título original Stupid white menBibliografiaISBN 85-89362-14-O1. Humor norte-americano 2. Estados Unidos - Política e governo - 2001 -Humor, sátira etc. 3. Estados Unidos - Política e governo - 1993-2001 - Humor, sátiraetc. 4. Estados Unidos - Condições sociais - 1980 - Humor, sátira etc. I. Título.03-1366 CDD-817Índice para catálogo sistemático1. Humorismo e sátira; Literatura norte-americana 817PARA AL HIRVELAÉ INCRIVEL QUE EU TENHA VENCIDO. CONCORRIA CONTRA A PAZ,PROSPERIDADE E BOA ADMINISTRAÇÃO.George W Bush, 14 de junho de 2001, em conversa com o primeiro-ministro daSuécia, Goran Perrson, sem saber que uma câmera de TV continuava gravando, aovivo.
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