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Experiência educacional inclusiva E.M. Orsina da Fonseca - MEC

Experiência educacional inclusiva E.M. Orsina da Fonseca - MEC

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07/23/2011

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ALUNOS JOVENS E ADULTOS COM DEFICIÊNCIA E O REPENSAR DAEDUCAÇÃO PARA TODOS E POR TODOS NA ESCOLA1.APRESENTAÇÃO
Esta Experiência Educacional Inclusiva tem como ponto de partida o ingresso cada vezmais freqüente de jovens e adultos com deficiência em turmas da
 Escola Municipal Orsina da Fonseca
localizada na
Coordenadoria Regional de Educação noMunicípio do Rio de Janeiro
(2ª CRE), no bairro da Tijuca, Zona Norte da cidade. Maisespecificamente, a preocupação de professores pode ser indicada na seguinte questão:Que lugar ocupa o aluno jovem e adulto com deficiência nas turmas de 6º ao 9º ano doEnsino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) da escola?Observa-se a necessidade dos grupos de professores redesenharem novos perfis emrelação ao conceito de inclusão, onde parecem caber negociações e renegociações doque seja a diferença a ser incorporada na sala de aula e, também, de quais sejam osmodos de agir, o saber prático de que lançam mão os professores e os alunos diante dotrabalho com diferentes necessidades.Persiste o ideal de aluno que copia do quadro, escreve a lápis e caneta no caderno, possui desenvoltura oral (fala) e autonomia. Questiona-se, afinal, o que se espera destealuno em termos de desempenho escolar.Barreiras de comunicação e de acesso à informação geram conseqüências no processode inserção do aluno, uma vez que o avanço deste aluno em seus estudos, ou adescrença e a inviabilidade deste avanço nesta turma e escola podem ficar subordinadasaos resultados dos contatos com o ambiente escolar e do que se imagina seremfacilitações e ajudas oferecidas às pessoas com deficiência.A partir de mudanças em políticas públicas educacionais, que em relação ao aluno jovem e adulto com deficncia m investido na inserção social deste alunado,apresenta-se um panorama de ensaios e experiências para escolarização de qualidade.Esta perspectiva de ação está demarcada no momento atual da política de inclusão nomunicípio do Rio de Janeiro, que é orientada pelo
 Instituto Municipal Helena Antipoff 
1 
(IHA), nível central da Secretaria Municipal de Educação, em relação à discussão daescolaridade no Ensino Fundamental dos jovens e adultos com deficiência, transtornosglobais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
1
 
Instituto Municipal Helena Antipoff (IHA), Centro de Referência em Educação Especial, da SecretariaMunicipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro, responsável pela implementação de ações eacompanhamento de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades.
 
2.
EQUIPE DE TRABALHO
2
Os grupos de professores da escola envolvidos nesta Experiência Educacional Inclusivacom o foco na valorização do jovem e adulto com deficiência são a seguir elencados:
Professores regentes de 6º ao 9º ano do diurno e professores regentes da Educação deJovens e Adultos do noturno e Direção Escolar.
Professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Professora Intérprete de LIBRAS.Os grupos de professores do Instituto Municipal Helena Antipoff (IHA) envolvidosnesta Experiência Inclusiva foram os seguintes:
Professores da Equipe de Acompanhamento (IHA) responsáveis pela 2ª CRE – Professores para dinamizar reuniões e palestras aos professores de Turma Comum ealunos com foco em Educação Especial/ Inclusiva;
Professor de Informática para introdução ao Dosvox
3
(IHA) Professor paradinamizar o uso de computadores e outros equipamentos na escola.
Professores do Centro de Transcrição à Braille (CTB) – Professores encarregados detranscrever apostilas de revisão e livros didáticos para o Braille.Foram definidas as parcerias ao longo da Experiência Educacional Inclusiva (2008-2009). A seguir delimitam-se os pontos principais das parcerias consolidadas:
Entre as diretoras das escolas (início e término do Ensino Fundamental) – E.M. Conselheiro Mayrink (da Educação Infantil ao 5º ano) e E.M. Orsina daFonseca (do 6º ano ao 9º ano e EJA). Na Prática:
 
Visitas de TODOS osalunos para apresentação do novo espaço escolar para continuidade dosestudos.
Entre as Professoras de Salas de Recursos (AEE) e Equipe IHA nos Centrosde Estudos (CE). Na Prática: Professoras de turma comum anteriores e professores de AEE e de Equipe IHA convidados a palestrar e/ou seapresentar em CE.
2
O Relato de experiência da Escola Muncipal Orsina da Fonseca foi redigido pela participante CristianeTaveira (Equipe IHA) que esteve envolvida nas etapas narradas nesta apresentação. Devido a extensão dainiciativa e ao número de participantes a professora Cristiane Taveira elaborou o presente texto a partir das falas e dos dados coletados ao longo da proposta. Professora Paula Fragoso foi revisora do texto.
3
 
 Dosvox
é um software criado por José Antonio dos Santos Borges e Marcelo Pimentel Pinheiro. O programa é um sistema operacional, com base em DOS que trabalha com sintetização de voz para leiturade e-mails, páginas de internet, escrita de textos, comunicação, jogos e outros tipos de aplicações.Disponível em: < http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/>.
 
Entre a Professora de Itinerância e Famílias de alunos de EJA. Na Prática:Apresentação do espaço escolar, medidas que privilegiem independência eautonomia dentro e fora do espaço escolar.
De Aulas do Professor de Informática IHA para introdução do Dosvox. NaPrática: Incentivo ao estudo e pesquisa utilizando o Laborario deInformática da escola. Orientação na aquisição de fones, MP3 para gravar aulas, arquivos digitalizados de matérias para estudo.
Entre AEE e IHA. Na Prática: Articulação entre todos os serviços deacompanhamento - Sala de Recursos e Itinerância - circulando informaçõessobre o processo escolar dos alunos para garantir a produção de materiais eapoios.
Entre a Professora Intéprete de Libras e a Professora Itinerante de EJA da própria E.M. Orsina da Fonseca em atividades dentro e fora da escola emrelação a Surdez. Na Prática: Dinâmica das aulas da turma comum comointérprete e itinerante e no fortalecimento do grupo de surdos em visitações àoutras escolas e passeios e cursos com os alunos.
3.POPULAÇÃO BENEFICIADA
Dados da Escola ANO 2008
32 Turmas
949 Alunos
20 Alunos com deficiência etranstornos do desenvolvimento
5 TGD
2 DF
6 DI
5 DV
2 DA / SURDEZ
Dados da Escola ANO 2009
20 Turmas
710 Alunos
25 Alunos com deficiência etranstornos do desenvolvimento
4 TGD
2 DF
9 DI
6 DV
4 DA / SURDEZ
4.OBJETIVO GERAL DA EXPERIÊNCIA
Construir e consolidar, coletivamente, o lugar do aluno com deficiência jovem eadulto em classes comuns de 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e na Educação deJovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Orsina da Fonseca. Validar iniciativas dealunos e professores.
5.DESCRIÇÃO DETALHADA DO DESENVOLVIMENTO DA EXPERIÊNCIA
A divisão das iniciativas pode ser observada em três grandes eixos que não se esgotam nestadescrição.

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